Diário de bordo Phantasy Star Generation:1, 08/02/2010

February 8th, 2010
Postado por Orakio Rob, "O Gagá"
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Finalmente Alis encontra seu primeiro companheiro de jornada, o gato Myau! E vamos nós com mais uma edição do nosso diário de bordo!

Vocês devem se lembrar que na edição passada conseguimos comprar o passe. De posse dele, podemos atravessar a passarela guardada por robotcops no extremo oeste de Camineet, a primeira cidade do jogo, para chegarmos ao espaçoporto de Palma.

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A nave do remake ficou bem legal…

O espaçoporto não tem muito papo-furado, com uns poucos funcionários espalhados pelo local dando informações genéricas. Um deles menciona que as naves do espaçoporto são feitas na cidade de Gothic (vamos passar por lá mais tarde). Os guardas não vão deixar que você embarque para Motávia sem um passaporte. Conseguir um é fácil. Aqui no espaçoporto há duas “casinhas”: uma vende itens, a outra tem a moça do passaporte.

2a Mão

ペロリーメイト Perolimate Monomate 50
ルオギニン Ruoginin Dimate 150
アンテイドート Antidote Antídoto 30
アンテイパラライズ Anti Paralyse Antiparalisia 40

Com a moça do passaporte a coisa é simples: primeiro, ela pergunta se você vai querer o passaporte. Escolha a primeira opção. Depois ela vai fazer duas perguntas: se você já fez algo ilegal e se tem alguma doença. Claro, responda não às duas perguntas (a segunda opção). Aí ela vai dizer que há uma taxa de cem mesetas, e você vai ter que pagar, meu amigo (responda com a primeira opção). Pronto, passaporte em mãos.

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O planeta do deserto, Motávia, de cara nova no remake

Siga para a ala oeste do espaçoporto e passe pelos guardas. Há duas naves estacionadas. Fale com as pessoas ao lado de cada nave: uma delas vai perguntar se você quer viajar para Paseo, capital do planeta desértico Motávia. Escolha a primeira opção e curta a viagem!

Em Paseo, você logo vai dar de cara com duas casinhas: uma loja de armas e a loja do comerciante que comprou Myau. Fale com ele, que vai lhe perguntar se não quer comprar um animal raro por um bilhão de mesetas… tá doido, rapaz? Responda não (a segunda opção). Ele vai notar que você tem um pote estranho (que pegamos com Nekise lá em Camineet, lembram?) e vai lhe perguntar se não quer trocar o pote pelo animal. Claro que sim, né? Primeira opção nele! Pronto, Myau agora é parte do grupo!

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Na época, tinha gente achando que “o” Myau era “a” Myau. Na nova versão ele perdeu o jeito de “menina”.

Myau não é um gato comum: ele fala! Na conversa, ele conta a Alis que estava viajando com Odin, mas que o guerreiro acabou transformado em pedra pela Medusa. Myau tem o frasco de remédio pendurado no pescoço, mas não consegue abrir a tampa (nota-se que Odin não deve ser lá muito inteligente para deixar o frasco fechado com o Myau). Ele e Alis decidem rumar para a caverna da Medusa para salvar Odin.

Na próxima edição, vamos falar sobre a cidade de Paseo e resgatar Odin! Não percam!

Phantasy Star, Phantasy Star Generation:1

De Volta para o passado… dos Video Games – Parte 6

February 7th, 2010
Postado por André "Caduco" Breder
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Olá galera do Gagá Games! Aqui é o velhote André Breder para levá-los mais uma vez em uma viagem rumo ao passado dos Video Games! Hoje vamos voltar para o ano de 1977! Tenham todos uma boa leitura e até a próxima!

Eventos importantes do ano de 1977

Mascote da Chuck E. Cheese´s

Mascote da Chuck E. Cheese´s

- A Atari abre a primeira “Pizza Time Theater” (que depois ficaria conhecida como Chuck E. Cheese’s), uma combinação de casa de fliperamas com pizzaria, que foi concebida pelo co-fundador da Atari Nolan Bushnell. Em Junho, Bushnell adquire os direitos da Pizza Time Theater de volta da Atari, pagando por isso 500.000 dólares.

- A SEGA adquire a Gremlin Industries, uma grande desenvolvedora dos chamados “wall games” para os fliperamas.

- A Nakamura Manufacturing Ltd. formalmente muda seu nome para Namco, e em Hong Kong é aberta a Namco Enterprises Asia Ltd., a primeria subsidiária da empresa fora do Japão.

Lançamentos importantes do ano de 1977

* Video game consoles:

Coleco Telstar Ranger.

Coleco Telstar Ranger.

- A Atari desenvolve o Game Brain (modelo C-700), o primeiro console da empresa a utilizar cartuchos. Mas quando o projeto estava finalizado, apenas poucos protótipos do Game Brain acabaram sendo produzidos e nenhum foi lançado comercialmente, pois o console já se encontrava obsoleto perto de outros da sua época.

- A Coleco lança cinco modelos do seu console Telstar: Telstar Alpha, Telstar Colormatic, Telstar Regent, Telstar Ranger, Telstar Galaxy, e o Telstar Combat. Muitos destes sistemas possuem apenas pequenas variações se comparadas com o modelo original do console Telstar, como novos tipos de controles (por exemplo, o modelo Ranger possui um controle pistola conhecido como “light gun”).

O Video Computer System, que mais tarde ficaria famoso no mundo como o Atari 2600.

O Video Computer System, que mais tarde ficaria famoso no mundo como o Atari 2600.

- A Nintendo lança o Color TV Game 6, um console trazendo seis variações do game Light Tennis (um clone do game Pong).

- Em Janeiro, a RCA Corporation lança o console Studio II. Os gráficos dos games do Studio II são em preto e branco, e o aparelho em si lembra os primeiros consoles que traziam o game Pong e seus clones.

- Em Outubro, a Atari lança o console Video Computer System (que posteriomente passaria a ser conhecido sob o nome de Atari 2600) juntamente com nove títulos: Air-Sea Battle, Basic Math, Blackjack, Combat, Indy 500 e Star Ship foram alguns destes jogos iniciais do console da Atari.

*Games:

Tela do game Space Wars.

Tela do game Space Wars.

- A Cinematronics lança o game Larry Rosenthal’s Space Wars, o primeiro game de Arcade a fazer uso de gráficos vetoriais.

- A Mattel lança o mini-game Missile Attack.

- Tim Anderson, Marc Blank, Bruce Daniels, e Dave Lebling, os futuros fundadores da Infocom, desenvolvem a primeira versão do game Zork em computador PDP-10.

- Enquanto estudava na Universidade da Virginia, Kelton Flinn começa o desenvolvimento do game Air, que seria o precursor do game Air Warrior, o primeiro game multiplayer online da história.

Próxima parada: 1978

No próximo artigo vamos prosseguir para o ano de 1978 onde o mundo dos games continuava sua expansão… até lá aventureiros do tempo!!!

Artigos anteriores

*De Volta para o passado dos Video Games – Parte 1
*De Volta para o passado dos Video Games – Parte 2
*De Volta para o passado dos Video Games – Parte 3
*De Volta para o passado dos Video Games – Parte 4
*De Volta para o passado dos Video Games – Parte 5

Referências: Wikipédia

De Volta para o Passado

MSX Review – Gradius/Nemesis

February 7th, 2010
Postado por Mauro "MSX" Sókrates
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gradiusOlá a todos!

Finalmente estou escrevendo mais um MSX Review. Desculpem a demora, prometo que não vou mais demorar tanto. Hoje vou falar sobre um dos melhores games de MSX: a lendária saga Gradius (ou Nemesis, para o ocidente).

Antes, um pouco de história sobre a origem da palavra Nemesis:

Nêmesis (em grego, Νέμεσις), deusa grega da segunda geração era, segundo Hesíodo, uma das filhas da deusa Nix (a noite). Pausânias  citou-a como filha dos titãs Oceano e Tétis.

Autores tardios puseram-na como filha de Zeus e de Têmis. Apesar de Nêmesis nascer na familia da maioria dos deuses trevosos, vivia no monte Olimpo e figurava a justiça divina. Nêmesis era a deusa da ética. Nasceu ao mesmo tempo em que Gaia concebeu Têmis. Gaia, preocupada com a infante Têmis, que poderia vir a ser vítima da loucura de Urano, entregou-a a Nix. Esta, cansada de tanto gerar por esquizogênese, entregou as deusas aos cuidados das moiras, deusas do destino. Assim, Nêmesis e Têmis foram criadas como irmãs e educadas por Cloto, Láquesis e Átropo.

Fonte: Wikipedia

A História:
O império malígno vivo Bacterion ameaça a paz do sistema solar Nemesis, composto de 9 planetas: Latis, Odysseus, Kierke, Sard, Procyon, Lavinia, Antichthon, Midport e Eioneus.

Para evitar a invasão, o Alto Conselho de Nemesis envia um bravo piloto com a nave mais poderosa do sistema: Vic Viper. Sua missão: aniquilar o Império Bacterion antes que seja tarde demais.

gradius_cartucho

Sobre o Jogo:
Nemesis é um jogo de nave no sentido horizontal e é uma versão portada dos arcades, lançada em 1986. Devido às limitações de hardware do MSX 1, o jogo não possui o scroll fino da versão arcade. Mas mesmo assim, o jogo foi um grande sucesso e muito admirado pelos jogadores por sua dificuldade ser igual ou maior do que até mesmo a sua versão arcade. Ao todo, o jogo consiste de 8 fases normais mais 4 fases secretas, num total de 12.

Depois de Gradius, os jogos de MSX jamais foram os mesmos. Ele foi o primeiro game da históra do MSX a ter 1Mbit (128Kb) de tamanho. Você pode perguntar “Mas como, se o MSX 1 tem um Z80 que só enxerga 64Kb de memória? E como um único cartucho pode ter tanta memória assim?“.

Explico: ele usava uma técnica de chaveamento de páginas originária do Atari que ganhou o nome de MegaROM (”Mega” de 1Mbit e “ROM” porque era um ROM mesmo) e possuía páginas de 8Kb que eram chaveadas quando necessárias. Isso “enganava” o sistema, mas pra melhor. Com isso, o jogo feito com a MegaROM ficava maior do que estávamos acostumados.

Graças a esta técnica, muitas softhouses de MSX que conhecemos também adotaram a MegaROM pra fazer seus games, o que acabou impulsionando ainda mais a safra de jogos para o micro. Ou seja, se você joga os games MegaROM no seu MSX, agradeça a Konami.

Gráficos:
Gradius foi criado para MSX 1, mas não pense que isso pode abalá-lo ao jogar. Como sabemos que a Konami adora tirar leite de pedra, a softhouse não mediu esforços em fazer um ótimo jogo para o MSX. A impressão que se tem é que Gradius não é um game pra MSX devido à sua complexidade e tamanho.

Mas é só jogar que você vai se esquecer de tudo isso e acabar se deleitando ao desafio que você tem pela frente em terminar o jogo.

Som e Música:
As músicas de Gradius são um pouco simplórias, mas ainda sim não deixam de ser memoráveis e bem feitas. Faltou um pouco mais de empenho da Miki Higashino em trabalhar nas músicas do jogo. Dá pra perceber que fica faltando algo a mais na trilha sonora do game – talvez porque o jogo usa 2 dos 3 canais de som do PSG. Os efeitos sonoros compensam um pouco a falta de trabalho, mas nada que comprometa a jogatina. Jogue sem medo de ser feliz.

Jogabilidade:
Esse é o ponto forte do jogo. Gradius não é um jogo pra qualquer um. Ele é difícil, mas a partir da 2ª fase a coisa complica de vez. Recomendo fortemente que você não morra a partir da 2ª fase pois é muito difícil recuperar-se. Caso isso ocorra, comece tudo de novo. É chato, mas necessário. Fica a dica.

Dicas:
nemesis_twinbeeJogue com a nave do TwinBee – Conecte o jogo “Gradius” no slot A e o jogo “TwinBee” no slot B. A nave Vic Viper será substituída pelo TwinBee e seus powerups por sinos.

Chuva de Códigos – Nemesis possui uma pancada de códigos que podem ser utilizados. Para fazer isso, você deve seguir a sequência: pressione <F1> para pausar o game, digite o código, pressione <ENTER> e depois <F1> de novo. ATENÇÃO: Só funciona uma vez POR JOGADA, portanto use-a sabiamente.

Cada fase tem uma senha específica pra você ficar com todas as armas. São elas:

* Stage 1: MOMOKO
* Stage 2: CHIE
* Stage 3: AKEMI
* Stage 4: SYUKO
* Stage 5: CHIAKI
* Stage 6: NORIKO
* Stage 7: SATOE
* Stage 8: YASUKO
* Bonus Stage 1: KINOYO
* Bonus Stage 2: HISAE
* Bonus Stage 3: MIYUKI
* Bonus Stage 4: YOHKO

Esses códigos são para que você tenha uma arma específica:
* SPEEDUP
* MISSLE
* DOUBLE
* LASER
* OPTION
* SHIELD

E esses outros abaixo tem efeitos interessantes:
* Todas as armas em qualquer fase: HYPER
* Diminuir a velocidade: DOWN
* Game Over: BAKA
* Game Over: AHO

As fases bônus localizam-se nas fases 2, 3, 4 e 6. Para acessá-las, você precisa ficar em um local distinto em cada fase. Eis os locais:

gradius-stage02-bonus gradius-stage03-bonus

Fases 2 e 3

gradius-stage04-bonus gradius-stage06-bonus

Fases 4 e 6

Lembro que, quando Nemesis foi lançado por aqui via piratohouses, o jogo teve suas senhas “traduzidas”. Na verdade, os nomes japoneses foram substituídos por nomes brasileiros (todos femininos).

Curiosidades:
- Como já citado acima, Gradius foi o primeiro jogo a ter o sistema de chaveamento de memória MegaROM. E que acabou ditando regra nos games que vieram depois dele.

- Em 1988, a Konami lançou a coletânea Konami Game Collection 3 com 5 jogos. Nemesis estava presente, mas com um detalhe a mais: o uso do estonteante chip de som SCC. Falei sobre essa coletânea resumidamente no review do Knightmare.

- Dizem as lendas que o nome da música da 1ª fase de Gradius (”Challenger 1985“) foi uma homenagem ao ônibus espacial Challenger, que acabou explodindo durante a decolagem nos EUA em 28 de janeiro de 1986, vitimando 7 astronautas.

- Além do MSX, Gradius ganhou versões para Commodore 64, Microsoft Windows, NEC PC-8801, NES, PC Engine, Game Boy (recentemente eu comprei o cartucho), Sharp X1, Sharp X68000, celulares, Sega Saturn, PlayStation, Sinclair ZX Spectrum e, mais recentemente, o Virtual Console do Wii. Destaque para as versões Sharp X68000 e PC Engine, que foram bem fiéis à versão arcade.

- Falando em Wii, no ano de 2008, a Konami lançou um jogo muito legal chamado Gradius Rebirth para o WiiWare. Se colocarmos o jogo na cronologia oficial, ele encaixa entre os acontecimentos de Gradius 1 e 2 do MSX. Na história, sua missão é viajar pelo espaço para religar um super computador atacado por uma misteriosa bactéria alienígena, com direito a suporte do bonzinho (?) Dr. Venom. Destaque para as notícias sobre alguns games da Konami para o MSX durante a abertura.

- Quando Gradius veio para o Brasil por meios obscuros (com o nome de Nemesis), o jogo foi copiado para disco mas esbarrava-se no problema do tamanho do arquivo que era maior do que a memória e com isso o jogo jamais rodaria. Para isso, foi criada inicialmente uma versão em disco de Nemesis que funcionasse nos MSX de 64Kb. O processo era assim: quando o jogo começa, o disco era acionado para carregar a fase na memória. Quando você chegava na metade da fase, novamente o disco era acionado para carregar a segunda metade dela. E quando chegava no final da fase, carregava-se a nave-mãe (se alguém quiser essa versão, me avise que eu repasso).

Pouco tempo depois, o mestre nacional do hardware MSX, Ademir Carchano, inventou a MegaRAM, um cartucho de memória que faz a mesma função da MegaROM original. Com isso, os jogos MegaROM ripados dos seus cartuchos originais funcionavam. Só que os jogos de 128Kb, 256Kb ou 512Kb era partidos em bloquinhos de 8Kb ou 16Kb e com um simples carregador eram colocados na ordem certa dentro das páginas da MegaRAM e depois o jogo era executado. Podemos dizer que a MegaRAM foi o primeiro produto MSX 100% nacional.

Eis a MegaRAM por dentro. Sem ele, nós não jogaríamos Gradius e tantos outros jogos MegaROM nos anos 80!

Eis a MegaRAM por dentro. Sem ele, nós não jogaríamos Gradius e tantos outros jogos MegaROM nos anos 80!

Considerações Finais: Bom, espero que vocês tenham gostado desse review sobre essa saga gloriosa que tá merecendo algo maior faz tempo. Fiquem à vontade em comentar. Até a próxima!

Referências:
MSX Site – http://www.marceloeiras.com.br/msxsite/
MSX Pró – http://www.msxpro.com/
Gradius Homeworld – http://www.gamestone.co.uk/gradius/
MSXNET – http://bifi.msxnet.org/msxnet/konami/nemesis/
Wikipedia – http://en.wikipedia.org/wiki/Gradius

MSX , , , , ,

Nova edição da Retro Gamer quase leva o Gagá às lágrimas

February 6th, 2010
Postado por Orakio Rob, "O Gagá"

rg_073Mais um mês, mais uma edição da Retro Gamer. Como de costume, Retrogamer Daz, o editor da revista, colocou um vídeo com uma folheada da revista no YouTube. Esse é o momento em que eu tento controlar meus instintos e preservar meu cartão de crédito. Mês passado eu resisti bravamente à capa com Gradius, mas este mês… não rola, vou comprar assim que clicar no “Publish” para liberar este post.

A capa já me fisgou imediatamente: a história do Sabreman! Herói de vários jogos clássicos do passado! Não vou me alongar muito sobre o assunto porque… porque… bem, digamos que logo logo vocês terão a oportunidade de conhecer melhor esse herói.

Algumas páginas depois, topo com um dos meus “jogos favoritos que ninguém conhece”: Abadia del Crimen. Eu amava esse negócio no meu velho MSX (”Los ordeno que vengais!”) e nem acredito que alguém ainda se lembra desta pérola e se prontificou a escrever uma matéria só para matar o velho aqui do coração.

Na seção Retroinspection, o Coleco! Eu comprei aquela edição especial sobre consoles da Retro Gamer, e senti de cara a ausência do Coleco. A turma da revista conseguiu conversar com o sujeito que fez o console! Imperdível!

A reportagem sobre jogos de arcade que nunca foram convertidos para consoles e computadores domésticos parece muito interessante, estou curiosíssimo. E para completar, ainda notei lá na seção de reviews a presença de Planescape: Torment, um dos jogos que eu mais sinto vontade de experimentar. Com licença, vou garantir a minha agora mesmo.

AVISO: o vídeo acima pode causar danos ao seu cartão de crédito.

Ah, e já perdi as esperanças: mês que vem a matéria de capa vai ser “Elite“. Resistir é inútil. Ai, meu bolso…

Compre AQUI.

Revistas

Recordar é envelhecer: Power Blade (NES)

February 6th, 2010
Postado por André "Caduco" Breder
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Olá amigos que visitam o Gagá Games! Aqui é o seu velho amigo André Breder trazendo até vocês mais uma edição do Recordar é envelhecer! Hoje vou relembrar um game que eu conheci bem no final da era do consolse de 8 bits da Nintendo: Power Blade. Tenham todos uma boa leitura e até a próxima!

Introdução

Power Blade é um jogo de ação/plataforma que na minha opinião, conseguiu entrar na lista dos melhores jogos do estilo lançados para o console de 8 Bits da Nintendo.

Um jogo futurista em que o jogador entra na pele de Nova (não, não é uma mulher, é um homem mesmo), um agente secreto que tem a “simples” missão de salvar o mundo. Visualmente o cara segue a linha “Exterminador do Futuro”, mas ao invés de utilizar armas de fogo, o cara prefere usar seus afiados bumerangues. Um detalhe bem interessante, já que na época em que Power Blade foi lançado, era comum que a maioria dos jogos de ação tivessem personagens que utilizassem armas de fogo.

A história do jogo é a seguinte: estamos no ano de 2191, e todas as cidades da terra são governadas por um computador principal. Tudo corria bem até que o programa do computador principal tem um mal funcionamento, fazendo com que o todas as pessoas entrem em pânico e o caos passe a reinar no mundo.

O agente Nova é então chamado para a difícil missão de destruir o computador principal antes que seja tarde demais. Ele deve então localizar alguns agentes que estão em seis diferentes setores. Estes agentes possuem um Cartão de Identificação que garante acesso a sala de segurança de cada setor. Lá, Nova deverá então vencer os guardas e obter tapes secretos.

Se ele obter seis desses tapes, sua entrada na sala de controle do computador principal será garantida e ele então poderá destruí-lo, restaurando a ordem na sociedade.

Sobre o game

Como deu para entender pela história do jogo, há no total 7 fases para se aventurar, sendo que a última só estará disponível após vencer as seis primeiras. O interessante é que o jogador poderá escolher a ordem em que ele jogará essas seis fases iniciais.

E ressaltando o que já foi explicado na descrição da história do jogo, Nova terá que encontrar em cada setor um agente que lhe dará o cartão que garante acesso a sala do chefe da fase.

Outro fator interessante é que o jogador poderá deixar qualquer setor sem pegar o cartão de identificação e ir para outro a sua escolha.

A arma principal de Nova, a princípio, será um único bumerangue pequeno. Durante as fases do jogo, ele poderá adquirir bumerangues melhores e até o poder de utilizar dois e até mesmo três bumerangues de uma só vez!

Nova poderá também aumentar o poder de alcance de suas armas principais pegando um item cujo símbolo é o de uma estrela.

Como arma secundária, Nova terá a sua disposição granadas, que poderão ser acumuladas até o número de 4 unidades. Elas são bastante úteis para “limpar” a tela de inimigos chatos. Há também um item que restaura a energia do herói e que também tem o limite acumulativo de até 4 unidades.

Agora o item mais legal do jogo é aquele que dá uma espécie de armadura ao herói, aumentando o seu poder de ataque. Mas a armadura só agüenta três ataques dos inimigos.

Quesitos técnicos

Os gráficos são muito bons! As cenas que rolam no início e no final do jogo estão graficamente excelentes! Os cenários das fases estão bem diversificados e com bons detalhes de fundo. As cores do jogo estão bem balanceadas e a animação dos personagens está muito boa também.

Os efeitos sonoros são bem legais e estão bem condizentes com um jogo de ação. O som dos tiros, explosões, etc, tudo está muito bem feito.

As músicas de Power Blade são excelentes! A trilha do jogo é composta por músicas diversas que conseguem dar ainda mais emoção ao jogador durante a aventura. Aumente bem o volume e curta!

A jogabilidade é muito boa. Todos os comandos fluem muito bem e são acionados de maneira rápida e precisa. Nova pode atacar por todos os ângulos com seus bumerangues, inclusive nas diagonais! O acesso as armas e itens secundários é rápido e simples. Não há do que reclamar dos controles de Power Blade!

Há dois níveis de dificuldade no jogo, normal e expert. Escolha entre os dois para definir como será o grau de dificuldade geral em seu jogo. Mesmo com a possibilidade de se escolher em que ordem jogar as fases, elas apresentam um grau de dificuldade diferente. Escolha jogar as fases no ordem normal (1,2,3,4,5 e 6) para que o nível de dificuldade seja mais moderado e crescente aos poucos. Um novato em Power Blade que resolver jogar na 6ª fase logo de cara, pode passar um pouco de aperto no jogo.

As fases são cheias de inimigos variados e caminhos alternativos, sendo que alguns desses caminhos levam o jogador a locais para se pegar itens especiais, que serão de grande ajuda na aventura, ou mesmo encontrar os agentes que possuem o cartão de identificação do setor. E é encontrar os agentes de cada setor, talvez a maior dificuldade do jogo, ainda mais nos setores com numeração maior que são verdadeiros labirintos!

Já os chefes do jogo são todos bem fáceis, até mesmo o chefe final. Se você tiver acumulado alguns itens que restauram a energia, aí é que as coisas ficarão fáceis mesmo!

Conclusão

Power Blade é mais um bom exemplo de como se deve fazer um jogo de ação, que prende o jogador do início ao fim, proporcionando boas horas de diversão! O jogo teve uma continuação, também lançada para o NES, mas isto é assunto para quem sabe uma próxima análise…

NES, Power Blade, Recordar é envelhecer, Reviews

Cruzada Master System: férias frustradas do Ryu!

February 5th, 2010
Postado por Orakio Rob, "O Gagá"
Console Sega Saturn Funcionando
Console Sega Saturn Funcionando R$59.99
Gamepad Joystick Pc Sega Saturn Usb Para Street Fighter Iv
Gamepad Joystick Pc Sega Saturn Usb Para Street Fighter Iv R$80.00
Console Sega Saturn(no Estado)
Console Sega Saturn(no Estado) R$30.00
Sega Saturn Cartucho De Expansão Ram Jogue Os Jogos Da Snk
Sega Saturn Cartucho De Expansão Ram Jogue Os Jogos Da Snk R$43.99

bann-cruzada_master_systemMais um episódio da minha infame cruzada Master System, na qual eu me propus a jogar TODOS os jogos de Master System, mais ou menos em ordem alfabética.

Como prometido, vamos falar sobre os jogos do Sonic. O primeiro Sonic é um estouro, muito bom. Não é um mero port low-tech do jogo de Mega Drive: as fases são novas e têm um bom level design, e o jogo se sai muito bem em todos os outros aspectos técnicos. Leiam a ótima análise do Caduco aqui. Sonic 2 também é legal, mas achei o level design do primeiro bem melhor. O tal do Sonic Chaos também é bom, dá para controlar o Tails, mas também não é bom como o primeiro. O truque para um bom jogo do Sonic não está nos gráficos, mas no level design. Espero que a turma do Sonic 4 se lembre disso.

Curioso mesmo é o tal do Sonic Blast. O jogo não é exatamente ruim, mas quando você começa a jogar dá uma sensação de que é tudo muito esquisito. Imaginem se Donkey Kong Country fosse lançado para o Master System? Desastre, né? Pois é, eu acho que o objetivo desse Sonic era mais ou menos esse. Os gráficos são ousados demais, e o resultado final ficou muito, muito esquisito. Vale uma olhada como curiosidade, mas o jogo é meio mais ou menos. Ah, ainda tem Sonic Spinball, que é legal mas é um pouco fácil demais. Nunca joguei o do Mega Drive, depois vou pegar.

Space Harrier: acho que todo mundo já conhece, né? Cara, que jogo difícil! Um amigo tinha o cartucho, eu não passava nem da segunda fase. Com emulador eu me dispus a zerar o jogo. Mesmo com save states, eu morria toda hora! Demorou muito para eu chegar à FASE DEZ (!), e quando terminei a fase e vi que entrava a fase 11 eu simplesmente desisti. Não é possível!

Fiquei sem entender nada com Streets of Rage: o primeiro é muito bom, inclusive a música, conversão milagrosa! Já o Streets of Rage 2… que diabos aconteceu com o jogo? Pensei que fosse port do Game Gear mas não é, a versão de GG é pior ainda. As cores até são bonitas, mas tudo encolheu e o especial do carro de polícia foi retirado. Vai entender…

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O que aconteceu? O cara encolheu?

Strider também foi um caso curioso: o primeiro é muito lento, o segundo (Strider 2) muito rápido. Mas os dois têm algo em comum: são jogos medianos. O segundo ainda se sai um pouco melhor, mas o controle tem uma falha crucial. O mais legal em Strider é usar a espada de plasma, mas no Strider 2 o cara lança uma estrelinha ninja… a espada só sai quando você está se movendo e aperta o botão de ataque. Horrível, por que inventaram essa estrelinha maldita? Vejam todos os Ninja Gaidens, em algum deles o cara lança estrelinha como ataque principal? Claro que não, jogar estrelinha você pode jogar até no seu cachorro, mas fatiar alguém com uma espada não! É isso que a gente quer fazer num jogo! Tá, no Shinobi o cara lança estrelinhas…

E agora, onde eu encaixo esta peça?

E agora, onde eu encaixo esta peça? Aliás... por que ainda estou jogando essa porcaria?

Surpresa positiva com Submarine Attack, um jogo de nave… com um submarino! Interessante a proposta. Não é um clássico, mas é diferente e divertido. Surpresa negativa com Super Tetris: como alguém consegue estragar esse jogo? O cenário não muda e é horrível. A música também é um desastre e não muda. As peças só rodam em um sentido. E inventaram um especial que limpa a tela nos momentos mais difíceis! Como é que um ser pensante, feliz usuário de suas propriedades intelectuais e sexuais, faz uma coisa dessas em Tetris? Inacreditável. Como me informaram aí nos comentários, é uma daquelas ROMs coreanas…

Summer Games eu também estou tentando entender até agora: sempre que tento jogar, ele me força a escolher oito jogadores, a digitar nome para cada um deles e, acreditem, a jogar todas as provas com os oito jogadores, um de cada vez! Será que a rom está bugada? Alguém confirma isso?

Só um pequeno parêntese: não achei Superman: the Man of Steel ruim. Até me diverti zerando. Podem tacar pedras :)

Para fechar, um ótimo jogo e uma bomba. Qual vocês preferem primeiro?

speedball2Speedbal 2. Já jogaram esse negócio? Para mim, foi a surpresa da semana. Joguei o primeiro Speedball e achei uma meleca enorme e grudenta, daquelas que você não consegue tirar inteira do nariz porque fica uma parte colada e meio espalhada lá dentro. Mas o segundo jogo chuta o balde: é divertidíssimo! O Master System não tem um jogo de hóquei que preste, e o Speedball 2 mistura hóquei a handball e pancadaria, com excelentes resultados! Acho que ainda vou fazer um post especial sobre o jogo depois. Um barato, você bate nos oponentes e ganha multiplicadores que aumentam o valor dos gols. O melhor de tudo é derrubar o goleiro depois que ele defende a bola, ou quebrar pau na “pequena área”. E os gráficos até que são bons, lembram os primeiros jogos de esporte lançados para o Mega Drive.

Agora vamos à bomba: que diabos é esse Street Fighter 2 da Tectoy? Sério, eu não sei o que dizer. Os gráficos são inacreditáveis, muito bons, tanto dos personagens quanto dos cenários. Os lutadores se movem relativamente bem (a alta velocidade disfarça um pouco a falta de quadros), e tem até voz de “Round 1, fight!” O que pega é que o jogo é “injogável”. Você tenta fazer um “tefét-fét-frúget” com o Ryu, e quando chega na diagonal traseira o personagem abaixa e defende, e não sai dessa posição defensiva nem por decreto! É sério, é ver para crer! Não sei como o jogo chegou a ser lançado desse jeito, a coisa é totalmente inviável, uma afronta. Férias Frustradas do Pica-Pau é um clássico perto disso aqui.

streetfighter2_msmastersofcombat

Coisas que só acontecem no Master System: o desconhecido “Master of Combat” dá um pau em “Street Fighter II” e em “Mortal Kombat”.

A propósito, uma alma caridosa me mandou a lista de golpes do Masters of Combat. Eu dei outra chance ao jogo, e posso dizer seguramente que é o melhor jogo de luta do Master System. Você pode até preferir Mortal Kombat (que cá para nós, teve conversão milagrosa para o console, com bons gráficos e jogabilidade razoável). Só que Masters of Combat foi feito especialmente para o Master System: os golpes especiais exigem sequências fáceis de fazer no controle do Master; é possível fazer movimentos de esquiva, salto e afins facilmente com combinações de botões bastante práticas. Todos os personagens têm seu cenário bonitinho, uma música legalzinha e o jogo como um todo se move com suavidade e rapidez. Tem até fase bônus! É um jogo bem mais completo e “jogável” do que Mortal Kombat, que definitivamente não nasceu para ser jogado no Master System. Um barato.

Semana que vem tem mais, molecada! Já estamos na letra “t”!

Master System

Sonic 4 revelado!

February 4th, 2010
Postado por Orakio Rob, "O Gagá"
Playstation 3 Slim 120gb/Lancamento Sony + Cabo Hdmi!!!!
Playstation 3 Slim 120gb/Lancamento Sony + Cabo Hdmi!!!! R$969.00
Atualizadissimo Patch Brasileirão Pes 2010 Americano Ps3
Atualizadissimo Patch Brasileirão Pes 2010 Americano Ps3 R$10.00
Ps3 Jogos R$70 A R$125 Little Big Planet Metal Gear Solid 4
Ps3 Jogos R$70 A R$125 Little Big Planet Metal Gear Solid 4 R$125.00
Playstation 3 Slim 120gb + 2 Dual Shock 3  Ps3slim
Playstation 3 Slim 120gb + 2 Dual Shock 3 Ps3slim R$1,094.00

Hoje de madrugada, o site Gamespot finalmente revelou o mistério do novo jogo do Sonic, o Projeto Needlemouse: 16 anos após o lançamento de Sonic 3, a SEGA anunciou Sonic 4, jogo nos moldes das velhas aventuras bidimensionais do herói e que deve levantar a moral do mascote da SEGA.

sonic4_logo

O teaser trailer disponibilizado no Gamespot é breve, mas suficiente para deixar os fãs de Sonic empolgados: o estilo gráfico tem a essência da série clássica, mas com maior beleza e acabamento. A música é original, mas tem aquele clima típico dos primeiros jogos. E a jogabilidade parece retomar as coisas do ponto em que Sonic 3 as deixou. Segundo declaração de Ken Balough, gerente de marca da SEGA, “vamos lançar um jogo do Sonic típico da era Mega Drive, como se tivesse sido criado hoje”.


Confira o teaser trailer

Sonic 4: Episode 1 será vendido via download para Wii, Playstation 3 e Xbox 360. O “episode” dá a entender que o jogo terá uma continuação. Quando perguntado a respeito, Ken faz referência à forma como Sonic & Knuckles era uma continuação natural do terceiro jogo da série. Ainda segundo Ken, o lançamento de Sonic 4 não significa que os jogos do Sonic da nova geração não serão mais lançados.

sonic4

O lançamento está previsto para o meio do ano, e o site oficial já está online.

Ascenção e queda de um mascote

A chegada dos consoles com capacidades tridimensionais obrigou a SEGA e a Nintendo a criarem um novo paradigma para seus heróis. A Nintendo saiu-se admiravelmente bem na tarefa com Super Mario 64, uma base sólida a partir da qual os jogos posteriores do encanador orbitaram. Com Sonic a história não se repetiu: embora Sonic Adventure, lançado para o Dreamcast em 1998, seja um bom título, os problemas eram claros: ou o jogo abria mão da velocidade em prol de uma jogabilidade no estilo plataforma, ou disparava a todo vapor numa jogabilidade “sobre trilhos”. Os novos personagens apresentados também não conseguiram cativar o público.

Os jogos seguintes apresentariam uma constante queda de qualidade, com lançamentos pouco inspirados, e as tentativas da SEGA em trazer algo novo para a franquia não foram bem recebidas pelos fãs (vale citar a controversa transformação de Sonic em uma espécie de lobisomem em Sonic Unleashed). Crítica e fãs se mostraram decepcionados com esses lançamentos. Por outro lado, os títulos com jogabilidade 2-D mais tradicional, lançados predominantemente para consoles portáteis, conseguiam agradar.

Serviços modernos de download de jogos para os consoles de última geração, como o Virtual Console do Wii, abriram espaço para que jogos antigos retornassem em novos episódios e com o estilo de outrora na forma de downloads pagos. Sonic 4 vem consolidar essa tendência, estabelecida com jogos como Megaman 9 e a série “Rebirth” da Konami.

Sonic, Sonic 4

Antes tarde do que nunca: Final Fantasy VI (Parte 4)

February 3rd, 2010
Postado por André "Caduco" Breder
Mag Playstation 3 Pronta Entrega Brasil - Razorgames - 27/01
Mag Playstation 3 Pronta Entrega Brasil - Razorgames - 27/01 R$169.99
White Knight Chronicles International Pronta Entrega - 03/02
White Knight Chronicles International Pronta Entrega - 03/02 R$179.99
Final Fantasy Xiii - Ps3 Melhor Preço - Pré Venda
Final Fantasy Xiii - Ps3 Melhor Preço - Pré Venda R$179.99
Jogo Ps3 Dantes Inferno Divine Edition E Bioshock 2 11/02
Jogo Ps3 Dantes Inferno Divine Edition E Bioshock 2 11/02 R$159.99

Após ir jogando de maneira esporádica o grande Final Fantasy VI (vida de adulto responsável é fogo, quase não tem tempo hábil para jogar) consegui chegar em uma parte onde finalmente pude entender porque o vilão Kefka é tido como um dos maiores de todos os tempos por muitos fãs da franquia Final Fantasy. As atrocidades cometidas por este louco homicida, bem como as aventuras e desventuras dos heróis do game que eu vivi ao jogar este belo game, estão relacionadas logo abaixo:

• Os heróis viajam para o local de reunião dos Espers perto de Thamasa, onde eles vêem três estátuas dedicadas as três Magi e uma inscrição dizendo o ocorrido. Eles são surpreendidos por Ultros, que os ataca. Relm chega (apesar dos avisos de Strago) e salva todos pintando um retrato de Ultros, que ganha vida e o ataca de volta.

• Eles encontram os Espers, parecendo hostis. Terra se apresenta ao líder deles, Yura, e eles concordam em falar com Leo. Eles estão arrependidos por suas ações. Tudo parecei estar indo bem ate Kefka aparecer com soldados em Armaduras Magitek. Ele captura todos os Espers e os transforma em Magicite, e incendeia a vila. Leo tenta para-lo, mas é enganado quando Kefka usa uma ilusão do imperador Gestahl, e Kefka o mata.

• Kefka e Gestahl quebram o selo na Montanha Crescente, onde eles encontram as estatuas de pedra contendo as Magi. O poder do selo faz com que a ilha inteira venha a flutuar.

• Od Returners levam o Blackjack para o Continente Flutuante, mas são atacados pela Força Aérea Imperial, assim como por Ultrus e seu amigo Chupon. Depois de derrotá-los eles se dirigem ao continente, onde eles encontram Shadow. Eles então se encontram com uma enorme besta mágica chamada Atma, guardando as estátuas, então eles descobrem Kefka, Gestahl e as três Magi.

• Kefka paralisa magicamente todos, ele ensinua que Celes é uma traidora e ordena que ala mate seus amigos; ela se recusa, cortando a face de Kefka. Kefka é tomado pelo ódio e exige que as Magi lhe emprestem seu poder para ele devastar tudo. Gestahl tenta para-lo usando feitiços mágicos, mas os feitiços são silenciados pelo campo das estátuas. Kefka invoca o poder das estátuas que disparam raios, um dos quais acerta Gestahl e o mata; Kefka joga o corpo pra fora da ilha. Ele então muda a posição das estátuas, pretendendo devastar o mundo inteiro mas Shadow ajuda o grupo a escapar. O mundo é quase devastado e os continentes se dividem. Os Returners quase não conseguem escaparem vivos. A airship quebra separando os heróis.

• Escombros de todas as partes do mundo se reúnem no centro e formam uma torre gigantesca. Kefka faz seu domínio no topo dela, disparando Luz do Julgamento em qualquer parte e sempre que desejar, destruindo qualquer coisa que ele queira.

(Nota: O texto acima foi extraído do site Final Fantay Brasil, e é uma tradução do resumo da história do FF6 que foi publicado originalmente em inglês no site Final Fantasy Compendium. Utilizei-o unicamente por ser preguiçoso demais para contar os eventos que vivi no game por minhas próprias palavras. :P )

Realmente tem que ser a própria essência do mal para querer destruir o mundo inteiro! Mas ainda bem que o maldito Kefka não conseguiu isso… mas o estrago que ele trouxe para o mundo de Final Fantasy VI foi algo devastador! Mas a aventura continua…

Antes tarde do que nunca, Final Fantasy VI

Bit Memories: o melhor jogo de luta da galáxia!

February 3rd, 2010
Postado por Orakio Rob, "O Gagá"
Fliperama Arcade Maquinas De Fliperama 5 Maquinas Fliperamas
Fliperama Arcade Maquinas De Fliperama 5 Maquinas Fliperamas R$6,850.00
Street Fighter Iv Gabinete 29 Polegadas Arcade Fliperama 4
Street Fighter Iv Gabinete 29 Polegadas Arcade Fliperama 4 R$4,550.00
Street Fighter Iv Jamma Arcade Fliperama 4 Placa Lançamento
Street Fighter Iv Jamma Arcade Fliperama 4 Placa Lançamento R$2,050.00
Street Fighter 4 Arcade - Fliperama - Sistema Por Habilidade
Street Fighter 4 Arcade - Fliperama - Sistema Por Habilidade R$1,650.00

banner-bit_memories

Os 328.427 visitantes diários do Gagá Games devem achar que eu sou um tremendo pereba nesse negócio de videogame. Quase todos os meus posts são sobre RPGs, que geralmente não exigem muita destreza para serem terminados. A maioria de vocês já deve estar pensando que aquele meu post sobre Gaiares só saiu porque eu queria me fazer de machão.

Para mostrar que sou um velho enxuto e que ainda estou em forma para trocar tapas com quem vier pela frente, decidi inaugurar a nostálgica série Bit Memories com o melhor jogo de luta da galáxia!

STREET FIGHTER II

sfiiturbo-gaga_arrepiandoO Gagá era um menino de classe média, que passava meses babando sobre as páginas da edição número 1 da Game Power, sonhando com o dia em que poderia ter um Super Nintendo. Eu quase posso ver aquele pequeno menino, de boné e macacão, rodando pião na rua, sozinho, sonhando com seu videogame… snif!

Mas o dia chegou. O pequeno Gagá ia comprar o seu Super Nintendo, e mamãe caquética até disse que ele poderia comprar um jogo também. Claro, ia levar pelo menos um ano para o Gagá ter condições de comprar outro jogo, então esse ia ter que ser muito bem escolhido… e o coitado do Gagá, com a Game Power #1 em mãos, só pensava naquele tal de Street Fighter II que ele nunca tinha nem jogado, porque tinha vergonha de pagar mico no fliperama, pobrezinho!

E o jogo escolhido foi aquele mesmo, no melhor estilo “jerônimo-seja-o-que-Deus-quiser”. O Gagá já sabia os golpes todos de cor de tanto ler a tal da revista. Escolheu logo o Ryu e foi dar sua primeira partidinha… e a segunda, e a terceira… e há poucos dias atrás, a 3.534.122ª. Mas eu sou ruim de conta, talvez tenha sido a 3.534.121ª.

Inenjoável

Nossa essa palavra existe? Bom, vai ter que existir, porque eu preciso dela.

Rapaz, como eu joguei esse negócio de Street Fighter II. Eu jogava tanto, tanto, tanto, e não enjoava nunca. Eu comecei a inventar desafios: primeiro, zerei no nível 8 com o Ryu. Depois, zerei no nível 8 com o Ryu sem perder luta. Aí zerei sem perder rounds. Isso, claro, depois de meses de jogatina. Até meu pai, que nunca jogou, já estava decorando aquela rotina… volta e meia entrava no quarto sorrateiramente e me dava um baita susto gritando “MARÚKEN!” :)

sfii-caixa

Eu sempre olhava para essa caixa antes de jogar, acho que me inspirava. E o manual? Eu lia e relia, só por esporte! Nada como ter um jogo original, completinho, em suas mãos. Parece que você vai ser feliz para sempre.

A diversão nunca terminava, eu estava irremediavelmente apaixonado por Street Fighter II. Meus amigos diziam que eu devia sair da frente da TV, tomar uns gorós, conhecer umas garotas, mas eu me recusava a acreditar que sexo pudesse ser melhor do que aquilo :)

Mais de um ano se passou, e eu finalmente ia poder comprar um jogo novo. Ah, um pouco de variedade… e aí, Final Fantasy VI? Chrono Trigger, talvez? Que nada, a Capcom tinha lançado Street Fighter II Turbo Hyper Fighting! Para ser sincero, eu ainda estava plenamente satisfeito com meu Street Fighter II, mas cara, como eu ia resistir a um negócio que tinha “Hyper Fighting” escrito na caixa? Comprei!

Aí ferrou de vez, bitolei totalmente. Eu ia dormir de madrugada, não conseguia mais sair da frente da TV. Acho até que passei uns dias sem tomar banho. Como eu poderia perder tempo esfregando sabonete no sovaco enquanto a Chun Li poderia estar lançando um “kikouken” sobre o Guile? Esse negócio de fazer três refeições por dia e cortar as unhas dos pés era totalmente insignificante diante daquilo!

O Brasil de Street Fighter II. Fala a verdade: quem aí nunca topou com uma cobra enrolada em uma árvore enquanto atravessava a mata para ir até a padaria?

O Brasil de Street Fighter II, retratado fielmente. Falem a verdade: quem aí nunca topou com uma cobra enrolada em uma árvore enquanto atravessava a mata para ir até a padaria?

E lá fui eu de novo, zerar Street II Turbo com o Ryu sem perder luta… sem perder round… e depois? Com o Honda, é claro, ele ganhou habilidades legais nessa versão! Sem perder luta… sem perder round… rapaz, ainda bem que nessa época a minha barba demorava a crescer.

Sem brincadeira, eu passei anos jogando Street Fighter II todos os dias, religiosamente, sem enjoar. Até hoje eu fico impressionado com a longevidade do jogo. Eu dou umas partidinhas hoje e me divirto tanto quanto naqueles tempos, e olha que já vão aí uns quinze anos. Lembro de ter lido em uma revista um dos programadores comentando sobre o momento em que ele percebeu que estava com um sucesso em mãos. O prazo de lançamento do jogo já estava ficando apertado, porque quando o desenvolvimento chegou a um certo estágio, o jogo havia ficado tão viciante que a equipe simplesmente não conseguia parar de jogar.

Eu nunca tive muito interesse por outros jogos de luta — tá, eu joguei bastante Soul Calibur no Dreamcast, mas foi uma fase que passou. Você pode até preferir Fatal Fury, King of Fighters, Samurai Shodown ou o que quer que seja, mas na minha humilde opinião, Street Fighter II é um jogo de luta tão perfeito que até hoje eu não senti necessidade de procurar outro jogo do gênero para jogar. E isso, nem Phantasy Star conseguiu fazer comigo no mundo dos RPGs.

Shoryuken!

Gagá Awards, Street Fighter 2

Mega Drive oficial com sensor de movimentos!

February 2nd, 2010
Postado por Orakio Rob, "O Gagá"
Console Sega Saturn Funcionando
Console Sega Saturn Funcionando R$59.99
Gamepad Joystick Pc Sega Saturn Usb Para Street Fighter Iv
Gamepad Joystick Pc Sega Saturn Usb Para Street Fighter Iv R$80.00
Console Sega Saturn(no Estado)
Console Sega Saturn(no Estado) R$30.00
Sega Saturn Cartucho De Expansão Ram Jogue Os Jogos Da Snk
Sega Saturn Cartucho De Expansão Ram Jogue Os Jogos Da Snk R$43.99

segazone-caixaSempre que leio uma notícia sobre uma nova versão do Mega Drive, já sei que teremos um equipamento que emula porcamente o sistema original, não aceita cartuchos e que para todos os efeitos é bem pior do que o console velho de guerra. A ideia sempre é ganhar no preço. E eu ficava pensando: não seria legal se a SEGA fizesse o caminho inverso e lançasse um Mega Drive com MAIS recursos, e não menos? Se você acha a ideia boa… we’ve got news for you!

Segundo o site Pocket Lint (com divulgação também no Kotaku), com fotos e mais fotos para a turma mais cética, a SEGA lançará no meio do ano o SEGA ZONE (não seria ZONE SEGA?), que nada mais é do que um Mega Drive que NÃO aceita cartuchos e traz 20 jogos clássicos da SEGA na memória e mais trinta novos, sendo que 16 serão jogados com a ajuda de um… sensor de movimentos?

segazone-console

Taí o SEGA ZONE, em duas versões diferentes.

Sim, senhoras e senhores, um controle no estilo wiimote para o seu novo/velho Mega Drive. E tem até foto do bichinho, para vocês não me chamarem de velho mentiroso.

segazone-wiimote

Não parece um barbeador?

Até agora, o que está me dando medo diz respeito à capacidade do console de agir como um Mega Drive de verdade. A tela de seleção de jogos divulgada mostra o nome “Firecore”, versão do Mega Drive lançada no ano passado e que roda vários jogos com falhas (alguns nem rodam). Será que o danado recebeu um upgrade e agora vai se comportar como um bom menino? Só o tempo dirá.

segazone-jogos

Firecore: MEDO!

Outra coisa que dá medo é o sensor de movimentos. Algo me diz que jogar com esse controle jogos clássicos que não foram feitos para isso não vai ser muito legal… mas vamos ver, né? A gente é brasileiro e não desiste nunca… quem sabe a SEGA não se empolga, e num futuro próximo não estaremos fazendo ginástica e perdendo peso com o Alex Kidd? :)

O preço sugerido está por volta das 50 libras, o que dá uns 150 reais.

Sega Zone