
Acabamos de conhecer Daos, o senhor supremo do mal, líder dos Sinistrals, lá no paraíso das Sereias! Pena que não deu pra fazer mais nada por lá à não ser lutar contra um navio fantasma…..ARRAM, é hora de dar no pé em busca de algum meio que nos leve até os céus, onde Daos nos espera em sua ilha voadora particular. E ninguém melhor pra isso do que Lexis, bora pra Portravia então!
Chegando lá, Lexis já parece saber de tudo e até dá um sugestivo nome à moradia de Daos: Doom Island! O engraçado é imaginar a cara de Maxim ao escutar de Lexis: “iihh cara, já imaginava vocês por aqui, ainda mais depois que surgiu a Doom Island nos céus…”. Bom, o importante é que ele tem um plano! Cientistas sempre tem um! Lexis sugere fazer o nosso navio VOAR, mas pra isso ele vai precisar de um novo modelo de motor. Lá vem a pedrada: tal motor demoraria ANOS pra ser feito, logo, pra conseguir um antes que Daos faça todo mundo desintegrar no ar enquanto solta o último grito de dor, o lance é buscar um nos tanques de guerra de um lugar chamado Gratze, onde a tecnologia é bastante avançada. Logicamente eles não vão dar o motor de boa vontade, logo, pegar à força é a nossa única escolha. Lexis diz que o local fica ao norte de Dankirk, mas não sabe como entrar lá. E lá vamos nós denovo!
Ao norte de Dankirk, mergulhei nas profundezas e logo achei um buraco submerso. Tive que dar a volta no continente pela esquerda pra poder acessá-lo. Lá achei a passagem pra Gratze, será que daqui pra frente toda cidade nova vai ter a entrada submersa?? Assim que cheguei no castelo já fomos acusados de sei lá o quê e fomos jogados na prisão… Mas aconteceu um fato engraçado lá: lembram dos dois malucos que tentaram roubar a coroa de Alunze Kingdom? Pois é, os dois também estão presos, mas dizem que podem escapar quando quiserem, o problema são os guardas. Já perceberam que sobrou pra gente a parte violenta da coisa, né?
A dupla abriu o portão e escapamos. No caminho, em uma cela aberta, recuperei o HP/MP e salvei o jogo. Na porta abaixo, os guardas nos surpreederam, mas foi mais simples do que eu esperava a tal luta. O caminho segue por uma dungeon simples, os inimigos são meio chatos, mas nada tão alarmante assim. Pra pegar a chave do local, basta seguir pelo caminho da parede quebrável, que fica escondida nas trepadeiras e empurrar o único pilar móvel de uma sala cheia de pilares. Depois é só voltar e seguir pelo outro caminho. Agora o esquema é o seguinte: para abrir a porta onde existe um botão e um vaso ao lado, é preciso pegar o vaso e subir no botão com ele nas mãos. Fiquei um bom tempo mexendo no maldito botão até acertar isso, pois o puzzle parecia óbvio demais. No alto, basta por o pilar sobre o botão, passar pro outro lado e acionar a alavanca.
Voltando à sala anterior, ao sul tem um olho na parede que sempre fecha a porta quando se passa por ele. Basta atirar uma flecha no maldito e tudo se resolve. Após uma sequência de corredor, aparece uma sala cheia de monstros com 3 portas. Pois bem, a porta inferior da direita me levou à um Miracle, ótimo item pra reviver alguém com tudo em cima, se é que me entendem. A porta ao norte leva aos corredores finais da dungeon.
Após abrir a porta com a chave, surge um puzzle daqueles bem sacanas! O puzzle envolve passar por botões no chão, os quais vão deslocando o espaço onde Maxim está. Como cada espaço tem saídas e entradas diferentes, o objetivo é juntá-las de forma a poder alcançar o outro lado! Demorei um pouco pra sacar, mas consegui passar aqui sem ajuda de Gamefaqs ou afins! Pelo menos não era algo idiota como o vaso…
E enfim chegamos ao fim da dungeon! A cena mostra que o dois malandros foram capturados e o rei de Gratze quer testar seu TANQUE contra os caras, praticando tiro ao alvo. Após tirar no palitinho, resolvemos ajudar os caras e partimos pra cima dos soldados do castelo, que não duraram um peido. No meio da conversação, o malandro do rei ordenou que o maquinário nos atacasse, mas não durou muito também. O principal da luta é evitar magias e tomar cuidado com a energia. Do resto é bem fácil destruí-lo…. ou eu estou mais forte que o normal.
Depois de pegar o motor do tanque, o rei de Gratze fica furioso e aciona algo como “BOTÃO DE AUTO-DESTRUIÇÃO” e faz todo mundo se mandar dali rapidinho. Selan nos teleporta para Portravia e agora é hora de falar com Lexis denovo! Tomara que ele não venha com mais alguma peça bizarra pra transformar nosso navio em algo voador…
E vamo que vamo com esse livro eterno de Lufia II! Depois de alguns contratempos estressantes trabalhistas, estou de volta com a saga eterna de Maxim e companhia!
Acabamos de conhecer Daos, o senhor supremo do mal, líder dos Sinistrals, lá no paraíso das Sereias! Infelizmente não deu para curtir muitos as sereias, porque tive que lutar contra um navio fantasma… digo, é hora de dar no pé em busca de algum meio que nos leve até os céus, onde Daos nos espera em sua ilha voadora particular. E ninguém melhor para achar um jeito da gente fazer isso do que Lexis. Bora pra Portravia então!
Chegando lá, Lexis já parece saber de tudo e até dá um sugestivo nome à moradia de Daos: Doom Island! Fico imaginando a cara de Maxim ao escutar o Lexis dizendo “iihh cara, já imaginava que você ia passar por aqui, ainda mais depois que a Doom Island apareceu no céu”. Bom, o importante é que ele tem um plano! Cientistas sempre têm um!
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