“Para quem quer fazer exercícios de reflexão”

Olá crianças!

Já falamos aqui muitas e muitas vezes sobre a importância de repetirmos um jogo. Aliás, é mais do que importante: faz parte da essência de todo jogo que seja repetido. É verdade que jogos de videogame têm, em geral, características diversas de todo jogo, mas não podemos esquecer que ainda são jogos. Não é porque não são idênticos a Gamão que não compartilham de coisas em comum. E a repetição é uma delas.

Não é apenas nos videogames que temos que descobrir “na raça” suas regras e limites. algumas pessoas tendem a achar que os videogames são diferentes de outros jogos porque neles aprendemos suas regras enquanto jogamos (ainda mais nos dias de hoje em que manuais são obsoletos). Mas eu discordo disso porque em todo jogo, seja ele qual for, só aprendemos mesmo os limites dele enquanto jogamos. 

Ou todos nós, quando aprendemos a jogar queimada, fomos obrigados a decorar manuais longos  antes de realmente jogarmos em alguma aula de Educação Física? Talvez tenhamos até lido algo, mas foi lá, no jogo mesmo, que rebatemos em certos limites e os descobrimos. E geralmente com as sanções previstas nas regras do jogo.

Nós “rebatemos”, por assim dizer, nas regras do jogo porque elas mesmas fazem parte dele! Ou seja, não jogamos “dentro” das regras, mas “com elas”. Às vezes burlar um limite específico pode nos arrancar dele. Seja com a expulsão jogando futebol, ou com o fatídico Game Over se cairmos em um buraco que não era aquele que nos levaria a um nível escondido. Esses limites às vezes são espaciais (como as laterais de um campo, ou a parede em um game), mas nem sempre aparecem dessa forma como bem sabemos.

Em um RPG como Phantasy Star, por exemplo, nos deparamos com as mais diversas regras e limites. Ao andarmos com a Alis por aí pela primeira vez, podemos constatar depressa que não conseguimos andar sobre os oceanos de Palma. Da mesma forma que temos um certo número que, se chegar a zero, implica em nossa derrota e retorno à tela-título. Um outro limite muito fácil de se perceber é o das portas fechadas com cadeado que mostram não apenas um limite, mas também indicam que existe a possibilidade dele ser ultrapassado em algum momento no futuro.

Burlar essas regras limites geralmente é possível, mas impede que o jogo prossiga normalmente porque, sob o ponto de vista de um mundo em que estamos, é como se não o aceitássemos como é. E isso é o que significa entregar-se a um jogo.

Contudo, isso não quer dizer que fazê-lo de vez em quando, não seja divertido. Para termos um exemplo, um grande amigo meu, famoso dentro da comunidade de Phantasy Star (não só aqui no Brasil, mas no exterior também tem seu esforço reconhecido), tem uma paciência incomparável em burlar as regras mais corriqueiras dos jogos. Talvez até já tenham ouvido falar do Yoz.

Na verdade, faz parte da habilidade dele reconhecer e catalogar justamente as regras e limites que muitas vezes rebatemos e nem nos damos conta direito de seu funcionamento ou nunca nos perguntamos “e se eu conseguisse ignorar essa regra?” Por exemplo, como seria se a Alis pudesse andar sobre os oceanos sem precisar do hovercraft? E se ela alcançasse o governador sem o bolo? E se alterássemos o cenário em que encontramos certos inimigos?

Lembrando que, ao fazermos esse tipo de coisas, não estamos mais “no jogo” propriamente dito, mas desconstruindo-o. E, nesse processo, estamos fora dele. Porém, se recuperarmos a analogia do jogo com uma casa, é preciso que tenhamos estado dentro dela para que possamos desmontá-la, tijolo a tijolo se for preciso. Um conhecimento superficial das regras, limites e funcionamentos não ajuda em nada.

E isso diverte um bocado! Não diria que há o estabelecimento de um novo jogo, mas com certeza é uma atividade agradável e prazerosa. Tanto para quem o faz, como para quem observa.

Lembram-se de que já falamos que jogar cansa? Às vezes encontramos descanso simplesmente saindo dele ou jogando algo que exija menos de nós. Mas de vez em quando, podemos acabar descansando fazendo alguma coisa com o próprio jogo. Alguns escrevem histórias que se passem naqueles universos, outros fazem vídeos de comédia, outros homenageiam suas músicas preferidas, outros criam artes belíssimas para representar personagens que admiram e respeitam… E outros mais se ocupam das regras dos jogos e em como elas afetam a estrutura mesma do jogo.

Mais do que um interesse puramente divertido, isso acaba nos revelando mais da própria necessidade de coerência e coesão que cada game precisa possuir não somente para nos seduzir à sua esfera, mas para nos manter dentro dela.

Por isso que convido todos vocês a acompanharem aquele evento muito esperado entre nós, fãs de Phantasy Star, que é a “Semana Bizarra” elaborada pelo Yoz e que vem sendo publicada esses dias no Blog de Algol. Principalmente porque agora é o game que começou tudo isso: “Phantasy Star I” para Master System. Mesmo que não tenham memórias ainda desse game, talvez essas alterações sirvam para que vocês se interessem por ele, quem sabe? Podem conhecer essa “Semana bizarra de Phantasy Star I” seguindo esse link mesmo. Caso queiram conhecer as outras semanas sobre outros games da série, basta seguir as categorias à vontade. Tem muita leitura interessante, com certeza.

Afinal, muitas vezes só percebemos a beleza e a grandiosidade de um jogo quando quebramos algum tipo de lei. E, nesses casos, é a partir daí que retornamos ao mundo jogo com uma renovada seriedade. E, em muitos sentidos, esta é também a mensagem e a promessa da Páscoa que passou esta semana também. Tornar o velho em novo e não trocar o velho pelo novo: e com isso, tudo se faz novo.

É isso que queria compartilhar com vocês hoje: uma reflexão e um convite! Espero que aproveitem como eu certamente estou! acho que fãs e não fãs de Phantasy Star hão de gostar desse desbravamento do Yoz.

Ah, e agradeço também a outro companheiro da Lista de Algol que teve a imensa trabalheira de compilar todos esses vídeos que utilizei para ilustrar a matéria (e aguçar o interesse de vocês): valeu Cristiano!

E feliz páscoa! Atrasado em palavras, mas não em desejo sincero que perpassou minha mente durante o dia correto, podem ter certeza!

Até o próximo post!

Academia Gamer: Re-volver

14 ideias sobre “Academia Gamer: Re-volver

  • 10/04/2012 em 9:53 am
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    uma semana estranha de Phantasy Star 1, convite interessante. e é mesmo Mestre. jogo bom se rejoga mais de uma vez,não como esses joguinhos atuais que duram horas e fim. nem dão mais continuidade ao jogo, eu até mesmo fui num site de jogos modernos e disse que o Phantasy Star 1 apesar de curto, é divertido e tem um bom fator replay. pago para ver alguém zerar algum Final Fantasy, apagar seu arquivo e começar tudo de novo.

    mas a moda agora é fazer rpgs que durem anos tipo Oblivion e Skyrim…acho que isso é bom, acho.

    vou dar uma conferida no Blog do algol que faz um tempinho que num clico lá.

    Hee-Hoo Mestre Senil

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  • 11/04/2012 em 1:05 am
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    Pois então, achar bugs nos jogos, ás vezes eles vem naturalmente e as vezes temos que fuçar e desbravar muito, de tanto jogar SSFII de snes eu sei alguma coisa ou outra que não tem propriamente no original, me fazendo ter vantagens com algum personagem, outra coisa que uma vez foi um speedrun de Super Metroid, mas ele era limpo, ou quase isso o cara acabou o jogo muito rápido mas depois acabei descobrindo esse vídeo

    http://www.youtube.com/watch?v=2xGXmTe_zMA&feature=g-like&context=G233b815ALT4NeHgAIAA

    e aí está contido muita burlação nas regras do jogo, é tanta coisa q nem dá pra dizer q dá spoilers sobre o jogo, o cara termina e não te mostra praticamente nada, ah e o jogo é velhinho né, quem não jogou ainda é porque não vai jogar nunca, se já conhece e nem tentou, vale a pena ver, são 25 minutos bem empregados

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  • 11/04/2012 em 3:07 am
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    Herege! Não se faz uma coisa dessas com um clássico como Phantasy Star! Huahuahuahau.

    Fora o purismo, achei esses vídeos muito divertidos. Quando era mais novo era fissurado nessas coisas, adorava quando entrava uma “cheat”, conseguia vidas infinitas, dar Hadouken no ar e o famoso “truque das mil faces” do Sonic (era o que vinha escrito na Ação Games, alguém lembra?).

    Hoje gosto de seguir mais as regras do jogo fielmente, creio que faz parte do desafio. E além dos limites que o jogo impõe, o próprio jogador pode criar suas próprias regras. Por exemplo, lembro de ter lido em algum lugar de um jogador hardcore que terminou o primeiro Dragon Quest sem usar armas (!). Lembro também de quando jogava o Super Volleyball para Mega Drive com amigos, a gente combinava que não podia usar o “Saque Relâmpago”, que era ponto na certa.

    Sem limites, não há jogo. Tanto é que acaba sendo natural adicionar limites novos. Mas jogar cansa, como você bem disse, e é bem divertido descontrair zoando um pouquinho os jogos que você gosta. Belos vídeos!

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  • 11/04/2012 em 7:50 am
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    > jogos de videogame têm, em geral, características diversas de todo jogo, mas não podemos esquecer que ainda são jogos.
    R: Essa é a característica mais importante.

    >Não é porque não são idênticos a Gamão que não compartilham de coisas em comum. E a repetição é uma delas.
    R: Se bem que tem jogo que, “pelamordeDeus”, eu não pego novamente pra jogar.

    >algumas pessoas tendem a achar que os videogames são diferentes de outros jogos porque neles aprendemos suas regras enquanto jogamos
    R: Pow! Eu tava jogando outro dia o BioShock 2 e tive de ler o manual pra entender algumas peculiaridades do jogo. Existem games que tem umas “normas” tão recheadas de sutilezas que faz-se necessário um tutorial embutido no próprio jogo, como uma fase de instrução. Retro gamer’s como Chrono Trigger e Knuckles’ Chaotix são claros exemplos disso.

    >ainda mais nos dias de hoje em que manuais são obsoletos.
    R: O que me faz lembrar que os antigos manuais Japoneses de Games são maravilhosos. Vide os do Sonic.

    >Mas eu discordo disso porque em todo jogo, seja ele qual for, só aprendemos mesmo os limites dele enquanto jogamos.
    R: Yes! As vezes percebemos coisas que não constam nos manuais. Mas isso é perfeitamente normal.

    >Ou todos nós, quando aprendemos a jogar queimada, fomos obrigados a decorar manuais longos antes de realmente jogarmos em alguma aula de Educação Física?
    R: Claro que não! Inclusive existem “jogos-não-games” 🙂 que são ridiculamente mais fáceis do que o mais simples dos jogos. A vantagem desses “jogos-não-games” é que você pode adaptar as regras ao seu bel prazer, já nos games o buraco é mais em baixo.

    >ou com o fatídico Game Over se cairmos em um buraco que não era aquele que nos levaria a um nível escondido.
    R: Bah! UHAUHAUHAUHA Nem me fale!

    >Esses limites às vezes são espaciais (como as laterais de um campo, ou a parede em um game), mas nem sempre aparecem dessa forma como bem sabemos.
    R: Estranhamente me recordei disso aqui já que você falou de limites laterais…: http://www.gagagames.com.br/?p=2487

    >Burlar essas regras limites geralmente é possível, mas impede que o jogo prossiga normalmente porque, sob o ponto de vista de um mundo em que estamos, é como se não o aceitássemos como é.
    R: O que me deixa “P” da vida é você precisar de uma chave pra abrir uma porta. Se a porta for fraca, porque não arrombar a porcaria com um chute e seguir em frente?
    🙂

    >Contudo, isso não quer dizer que fazê-lo de vez em quando, não seja divertido.
    R: Se torna mais divertido ainda quando você joga o game na raça para conhecê-lo bem e depois recomeçar o game burlando essas “limitações” (Digo “regras”). É o que eu to fazendo atualmente no Fallout 3 e to descobrindo uma série de coisas escondidas que de se lamber o beiço, como armas secretas que nem possuem icones, equipamentos e coisa e tal.

    > famoso dentro da comunidade de Phantasy Star (não só aqui no Brasil, mas no exterior também tem seu esforço reconhecido),
    R: -“Vandiscreuza! Vandiscreuza! Eu to aparecendo na TV Corre! Corre! Eu acho que vou criar um nome artístico pra mim. Acho que vai ser Rarley Mijonatham da Rocha”.

    >“e se eu conseguisse ignorar essa regra?” Por exemplo, como seria se a Alis pudesse andar sobre os oceanos sem precisar do hovercraft? E se ela alcançasse o governador sem o bolo? E se alterássemos o cenário em que encontramos certos inimigos?
    R: Isso é MUIIIIITO divertido! Ao menos para mim. E o mais gratificante é você encontrar coisas que foram criadas, inseridas no jogo, mas mantidas ocultas e conseqüentemente não utilizadas. Temos exemplo de musicas como, por exemplo, eu tava manipulando as regras do Breath of Fire I do SNES e descobri um meio de atravessar as paredes e cabei entrando numa residência (Que NÃO é possível entrar normalmente) em que tocava uma BGM que NÃO toca em parte alguma do game. Existe muitos e muitos outros casos disso em outros jogos. Outro caso de coisas secretas são os Sprites perdidos do Sonic, que foram catalogados e você pode ver no site da PowerSonic. Com Phantasy Star não é diferente, temos Sprites secretos em Phantasy Star IV (Ainda não escrevi sobre isso, mas já comentei na Lista de Algol), cenários não utilizados em Phantasy Star III (http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=1444) e NPC’s perdidos em Phantasy Star I (Que serão mostrado num dos posts do Blog de Algol).

    >Um conhecimento superficial das regras, limites e funcionamentos não ajuda em nada.
    R: Exatamente. Por isso que jogar o game sem usar apetrecho algum nos possibilita saber exatamente os perímetros imposto por cada uma dessas regras e as condições necessárias para transpassarmos esses obstáculos. A pergunta é: “Se eu só pulo essa altura, preciso de um par de botas ou uma escada ou mesmo uma corda para alcançar um local mais alto para pegar um item qualquer. E se eu fizer isso antes do tempo?”

    >Às vezes encontramos descanso simplesmente saindo dele ou jogando algo que exija menos de nós.
    R: Ou saímos dele estando nele, ou jogarmos outro usando uma base hack usada no jogo a qual nos cansamos de jogar. Quando estava procurando códigos pro Phantasy Star I, as vezes eu me cansava disso, então eu descansava do Phantasy Star I jogando outro jogo mas mesmo assim procurando códigos.

    >Mais do que um interesse puramente divertido, isso acaba nos revelando mais da própria necessidade de coerência e coesão que cada game precisa possuir não somente para nos seduzir à sua esfera, mas para nos manter dentro dela.
    R: E nos permite entender a mecânica de muitas coisas que rolam dentro dos games. Muitas vezes até valores numéricos, ou hexadecimais.

    >Tornar o velho em novo e não trocar o velho pelo novo: e com isso, tudo se faz novo.
    R: Adorei essa frase!

    >Ah, e agradeço também a outro companheiro da Lista de Algol que teve a imensa trabalheira de compilar todos esses vídeos que utilizei para ilustrar a matéria (e aguçar o interesse de vocês): valeu Cristiano!
    R: Grande Cristiano! Queria ter um filho assim!

    Valeu pelo apoio Thiago!!

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  • 11/04/2012 em 9:56 pm
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    Putz, muito boaa materia, realmente tem vezes q jogamos varias vezes um mesmo jogo, tentando fazer coisas diferentes a cada vez, ou fazendo algo mais rapido. e esses videos sãoo muito legais tb, suelo como dark falz foi fogo… por isso q ela tanto queria q a Alis descansasse lá…

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  • 12/04/2012 em 12:51 pm
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    bom mestre senil..tive que ler esse post com muita atenção,,,é uma verdadeira aula de como limites podem ser quebrados e dificuldades podem ser vencidas…Phantasy star é uma verdadeira obra de arte do bom master system!!!bons tempos,,,joguinho dificil para geração pitchula falar mal e comparar com rpgs atuais,,,lembro da época quando fui jogar pela primeira vez,,,dificil mesmo,,,e ainda estava me aventurando neste estilo de jogo!!!burlar,,,burlar,,,muita gente fez isso ou faz,,,mas de um certo ponto se tornou algo normal,,,não é so nos video games que isso acontece,,,num sistema operacional ou programa também acontece,,,de um certo modo até na pol´tica atual é o que mais se vê,,,burlam o dinheiro publico a todo momento,,é uma correção que não tem jeito mesmo!!!lembro da época em que jogava desert strike,,,é um jogo que tem o seu limite e algo sem lógica,,,um elicoptero detonando tudo,,onde tem caças, tanques e uma arsenal inteiro contra ele,,,no decorrer do jogo vemos que existe o seu limite tanto na munição,,,tanto no cenário do jogo,,,movimentos limitados e que através de um código game genie podemos colocar munição infinita e algo mais!!!!lembro de usar código game genie no sonic 1 do mega,,,invincibilidade,,,o que aconteceu…foi estranho, teve fases que nem vi o doutor robotnik,,,já fui passando de fase direto,,,e o enfrentei normal na última fase,,,escroto,,,é um jogo que pode ser totalmente moldade em cima do sonic,,,hoje em dia,,,sistema, jogos é cheio de erros,,,alguns tolerantes e outros que apenas modifica o ambiente,,mas o funcionamento permanece,,,se não alterar o objetivo que é chegar ao fim do jogo ou continuar jogando sem interrupção, tilt ou telinha azul(windows),,,tudo bem!!!!!gostei do post e dos videos,,,saudades dessa época tectoyniana de antigamente,,,muito bom falar do master system e muito bom jogar esse clássico,,,falou mestre senil!!!!

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  • 13/04/2012 em 10:25 pm
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    Lembro que uma galera descobriu como congelar “as bolas de magia” em MK II, cara dava pra fazer coisas loucas como CONGELAR O DRAGÂO DE LIU KANG e fazer uns “breack fatalities” muito legais, até hoje não sei se era bug ou SEGREDO DO JOGO MESMO, no final das contas era MASSA DEMAIS.

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  • 15/04/2012 em 4:04 pm
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    @Medjy Coldfire
    huahauhauhauahuahuaha Pois é não é? hehehehehe

    @leandro(leon belmont)alves
    Final Fantasy é dureza mesmo começar de novo… Eu só joguei mais de uma vez o FFVI e o FFV. Até já reiniciei outros, mas nunca terminei de novo… Phantasy Star daqui a pouco perco a conta já. hehehehe Já fiquei com vontade de jogar de novo só por essa semana bizarra! hehe

    @Cosmão
    Valeu Cosmão!

    Realmente, o Yoz faz coisas incríveis! hehehe

    @Ladrhobbit
    Isso é muito divertido mesmo! E esse tipo de descoberta acaba favorecendo e mantendo viva a comunidade em torno de um jogo ou uma série. E isso é importante quando queremos que nossos filhos, netos etc. joguem os bons jogos que nós jogamos no passado e que jogamos ainda hoje.

    @Juliano
    Vou colocar esse vídeo na lista para ver quando tiver um tempinho! Pelo que falou, parece interessante.

    E isso que falou é fato: os games têm bugs naturalmente. É até esperado qyue nos deparemos com isso o tempo todo. Mas quando nós caçamos estabelecer algumas modificações leves para ver o que acontece, aí muito mais coisa estranha acaba surgindo!

    @Onyas
    huahauhauhauhauahuhauahuahuahauha

    Eu lembro desse código do Sonic. Usava com alguma frequência inclusive. Até tinha ele decorado na cabeça. hehehe Mas não tinha visto na Ação Games primeiro. Vi antes na Videogame se não me engano (junto com o código de seleção de fases).

    Com certeza. Nós temos que jogar “pelas regras” sempre. Afinal, a própria entrega ao jogo implica na aceitação dos limites que ele mesmo propõe para nós. Justamente por isso que esse tipo de trabalho do Yoz só faz algum sentido depois que se tenha jogado o game e entendido quais são as suas regras. Só assim saberíamos quais burlar e tentar identificar os resultados dessa alteração.

    E essa inserção pessoal de regras faz todo o sentido também. Para manter um jogo vivo, às vezes é necessário que o alteremos um pouco (ou muito, dependendo do caso). Faz parte da intimidade que temos com ele e do desafio que queremos assumir.

    @J.F. Souza
    Tem jogos que não valem mesmo a pena serem repetidos. hehehehe

    Esse esquema de tutoriais e tal beiram a chatice nos jogos de hoje em dia. Parece que o jogador é estúpido, ou que eles colocaram tantos movimentos, comandos e ações diferentes que você precisa ter um manual de 200 páginas só para listar todas as combinações possíveis. hehehe Por isso que prefiro, por exemplo, OutRun que é só acelarador, freio e direcional praticamente. Tem jogo de corrida que tem até freio de mão! huahauhauhauahuahauhauha

    Bem lembrado desse seu post antigo! Aliás, ótima série essa sua. hehehe Conheci o jogo por você e parece bem divertido.

    Tem jogos em que o personagem não pula e ele tem que achar uma chave para passar por um portão de meio metro de altura. E de madeira! huahauhauhauhauhauha

    Eita! Essa de Breath of Fire I eu queria ver! hehehe

    Disponha cara! Pode contar sempre comigo para divulgar essas coisas! Farei com o maior prazer!

    @Tallarico
    O que leva à pergunta: por que não matou a Alis logo então? huahauhauahuahaha Afinal, mesmo quando ela já está super-poderosa, já derrotou Lassic, podre de rica etc. ela ainda dorme na Suelo. hehehehe

    @helisonbsb
    Nem me fale de dificuldade nesse jogo! huahauhauhauha Sem mapas nem nada eu demorei uma semana iinteira (imagina o valor da locação hehehe) para chegar em um terço do jogo e olhe lá! huahauhauahuah. E só levei pouco tempo assim porque tinha mais ou menos decorado o caminho em alguns trechos devido a outros finais de semana em que havia alugado o jogo.

    Os limites dos jogos sempre podem ser ampliados e burlados mesmo. Em alguns casos (de jogos mal programados ou que mais nos chateiam do que divertem) eu até chego a achar necessário. Em outros, nós usamos códigos e essas coisas só para ver o que pode acontecer. Com Sonic mesmo que você citou é um ótimo exemplo. Eu brincava muito com o código de debug dele. Testava diversas coisas.. hehehehe Acaba sendo uma brincadeira divertida e relaxante às vezes.

    Eu adoro o Master System! Por mais que minha “vida gamer” tenha a maior parte de seus anos dedicada ao Mega Drive, o Master System ainda é o meu console preferido. É o que mais pego para jogar quando dá na telha… E não é por saudosismo não: é porque é bom mesmo! 🙂

    @paulo
    Eita! huahauhauhauhauahuahuah

    Pior que eu lembro disso. hehehehe

    Mortal Kombat é cheio dessas histórias. Os criadores dos jogos até adotaram algumas e fizeram bugs terem algum sentido. Por exemplo, a criação do personagem Ermac. hehehehe

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  • 15/04/2012 em 7:03 pm
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    Lembrei daqueles arcades do Street Fighter “de rodoviária”, com logo em arco íris e todo bugado, auhauhauhaua… que permitia trocar de lutador no meio da luta, soltar magia no ar, fazer uma barreira de magias, dar loops e loops pelo cenário… que no fim não estragaram com o jogo, pelo contrário, deu mais fôlego pros viciados acompanharem os próximos jogos da série.

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  • 15/04/2012 em 11:37 pm
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    @Alan
    hehehe Concordo! Joguei bastante esse Street Fighter além do oficial. Ele era divertido por isso mesmo. Foi graças a uma troca sem querer de personagem numa luta que descobri que jogava melhor com a Chun-Li do que com o E. Honda que geralmente escolhia. huahauhuahauhauahuaha

    Talvez o hadouken no ar do Akuma tenha sido inspirado daí, quem sabe? hehehehehehehe

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