Eu poderia começar este post com o manjado parágrafo sobre como os jogos de mascotes eram importantes lá nos anos 90. E aí, poderia seguir dizendo que a gente entrou na era dos 32 bits achando que mascotes ainda eram superimportantes, mas aí a gente percebeu que não eram. Para fechar, eu poderia dizer que quando o Crash chegou a gente ainda tava meio na dúvida, e parecia que ele ia ser a mascote que o Playstation precisava. Eu poderia escrever tudo isso e agir como se não tivesse escrito, não poderia? Um parágrafo inteiro só no futuro do pretérito… Não seria incrível?

É, o Crash foi a mascote que o Playstation não precisava. Duvido muito que tenha, sozinho, vendido sequer uma fração dos zilhões de consoles que o Sonic vendeu para a Sega, ou que o Mario vendeu para a Nintendo. Anos depois, a Naughty Dog (desenvolvedora do Crash) venderia muito mais consoles com um jogo onde um feioso e uma menininha enfrentam um apocalipse zumbi. Mas que importância tem isso? Por que raios eu escrevi esses dois parágrafos? Sei lá. Acho que foi meio que obrigação porque, tendo ou não tendo importância por isso, o Crash foi mascote, então a gente tem que bater cartão quando escreve um post. Pronto, tá batido.

Não é incrível que um jogo de PSX continue tão bonito anos depois? Não, é mentira mesmo: as fotos são do remake no Nintendo Switch

Embora tivesse Playstation na época, eu era um mané e não comprei um piratão aluguei nenhum jogo do Crash. E olha que até joguei a demo, que vinha num daqueles CDs bacanas de demos, lembram? Quantos aqui não jogaram a demo do Parappa the Rapper até quase furar aquele infame CDzinho que acompanhava muitos Playstations, que nem eu fiz com meus amigos? Curiosamente, eu e minha turma também nunca corremos atrás do Parappa full. Manés, todos nós.

Mas tô me perdendo em irrelevâncias de novo: até o mês passado eu só tinha jogado mesmo a demo do Crash. Lembro que na época achei legal, achei impressionante. Pô, um jogo de plataforma 3D! Que bacana, hein? Sei lá por que raios o jogo não me fisgou. Acho que os controles me incomodaram, era ruim pra diabo acertar os saltos naquela coisa. Ainda era aquele 3D cru, que os devs programavam pensando “wtf are we doing?”.

Gagá prestes a disputar sua primeira corrida online no Crash Team Racing. Spoilers: cheguei em último

O tempo passou, eu concluí a escola, me formei, me casei, tive filho e comprei um Nintendo Switch. Pintou uma promoção do jogo de kart do Crash, o Crash Team Racing (que é FREAKING AWESOME, diga-se de passagem). Seguindo a recomendação de amigos, comprei o tal do CTR e gostei tanto, mas tanto, que comecei a lamentar o fato de não conhecer quase nenhum personagem. Tanto bonequinho pilotando aqueles karts e eu só sabia quem era o Crash. Que desperdício.

Hmmm… Crash Bandicoot N-Sane Trilogy estava em promoção também. Sim, a coletânea dos três jogos numerados da série, todos lançados originalmente para o PSX. E a coletânea ainda tem um bônus: a empresa que “recriou” os jogos ferrou ainda mais com os saltos do Crash! Como ao longo dos anos eu me tornei meio masoquista (vocês leram aí em cima, eu casei e tive um filho), pensei: why the hell not? Comprei a coletânea.

Eu disse que os jogos foram recriados porque o código dos originais não podia ser reaproveitado ou algo do gênero. A Activision botou a Vicarious Visions para literalmente recriar o jogo, tintim por tintim, usando a Unreal Engine. Dizem que é um trabalho admirável sob esse prisma; que o layout das fases foi perfeitamente recriado, o timing dos inimigos fielmente reproduzido, os gráficos lindamente turbinados. Mas no que diz respeito aos saltos, o que dizem por aí é que a Vicarious Visions pode se dirigir àquele lugar sagrado onde estão reunidas todas as pessoas que a gente já xingou com raiva de verdade na vida.

O problema já foi esmiuçado por fontes mais qualificadas que eu, tipo o Eurogamer. Mas vou contar uma coisa para vocês: ainda que note o problema, acho que me acostumei rápido. Deve ser pior para quem jogou o original e pode comparar. Como estou por fora, simplesmente achei o jogo desafiador pra diabo e só. O pulo é enjoado sim, mas me pareceu coisa típica de início do 3D.

Tem fases laterais, mas elas são 2,5D

Digo “o jogo” porque até agora só joguei o primeirão, que terminei agorinha, horas antes de escrever este post. Daí este texto longo pra caramba, que está no nono parágrafo e ainda não saiu do lugar. Tô com vontade de bater papo sobre o jogo, manja? Aquela sensação de “zerei um jogo bacana e vou contar pros amigos”? É isso aí. Ninguém lê mais esta joça aqui mesmo, agora vocês só veem U-tube, então vou escrever como eu “querer” para o Bobo, meu amigo imaginário. O bom do amigo imaginário é que ele não pode se mandar, tem que ler o post até o fim, por mais chato que esteja.

Para um jogo com tamanha reputação pela dificuldade, o primeiro Crash até que começa mansinho. É claro que ali pelo início você vai morrer umas 20 vezes por fase até se acostumar com o lance da profundidade, mas depois pega o jeito e passa a morrer só umas 17 vezes. Isso até chegar à Road to Nowhere, uma fase excomungada que separa os meninos dos homens, onde você tem que saltar por uma ponte cheia de buracos, inimigos, neblina e piso que escorrega. E a segunda parte, High Road, ainda tem pisos invisíveis! É uma delícia. Adorei, tô virando masoquista mesmo.

Saltar buracos na ponte e um javali em disparada ao mesmo tempo? Só mais um dia na vida de Crash Bandicoot

Um pouco depois da Road to Nowhere, o jogo mostra as garras e começa a jogar várias fases desafiadoras pra cima de você. Nem tem tanta fase assim no primeiro Crash, o que prolonga mesmo o gameplay é a dificuldade, as várias tentativas para passar de cada fase. Mas francamente, eu me diverti um monte jogando. Juro que passei esses anos todos achando que o jogo devia ser uma porcaria injogável, mas no fim das contas, é um jogão injogável! Só que é bom de jogar sem neuras. Se você é do tipo que perde pela décima vez na mesma parte e já quer tacar o controle na parede, esquece, vai lá procurar as penas do pavão carnavalesco com seus amigos no evento temático do Animal Crossing.

Enquanto jogava, tive umas conversas com o Sabat do RETROPLAYERS! pelo Whatsapp. Ele é fã do Crash e estava me contando sobre a jornada dele para conseguir a platina nessa coletânea. E ele conseguiu mesmo, louco perigoso esse cara. Bacana achar as caixinhas todas nas fases, pegar todas as joias lá e tal, mas fazer time trial? Zerar a Road to Nowhere correndo? Imagina se depois de 30 tentativas frustradas de fazer aquele raio daquela fase correndo, você consegue terminar, só que um segundinho além do tempo? Ou então erra o último salto? Cruzes, eu ia xingar muito. Sem chance, tô feliz aqui com o meu troféu de lata, obrigado.

Geralmente eu não me incomodo de terminar uma fase sem pegar todos os itens, mas os caras fazem a gente se sentir um monstro por isso no Crash Bandicoot

As minhas fases favoritas acabaram sendo as mais difíceis. Estão todas na última ilha do jogo e são desafiadoras e bem boladas. Nenhuma delas me deixou com raiva, por mais que eu morresse. E quando eu passava, sempre dava aquela sensação boa de “I’m the greatest”. Fiquei até curioso para jogar o Crash original no PSX velho de guerra. Talvez eu emule aqui por uma horinha só para conferir se o jogo já era bom assim mesmo lá em mil novecentos e caixa prego.

Bateu uma curiosidade e fui agora lá na Wikipedia conferir a data de lançamento do primeiro Crash: 9 de setembro de 1996, um mês e meio depois de Mario 64. Ambos são jogos de plataforma 3D, mas são bem diferentes.

As fases laterais lembram um pouco Donkey Kong Country (influência assumida pelos devs)

A impressão que tenho é a seguinte: o Mario enveredou por um caminho totalmente diferente com o Mario 64, enquanto o Crash meio que parecia estar tentando fazer um Mario tradicional, só que em 3D. As fases são lineares, rola muito aquela estrutura de quicar nos inimigos, bater com a cabeça nas caixas e afins. De certa forma, o Crash era mais Mario que o próprio Mario 64. Naturalmente, Mario revolucionou tudo, virou a cartilha dos jogos 3D, mas isso de maneira alguma diminui o mérito do nosso amigo Crash Bandicoot.

Aí eu fecho o post assim, sem clima nenhum, como um marsupial onívoro montado num porco selvagem em alta velocidade que subitamente colide com o escudo de um índio.

Crash Bandicoot: e não é que presta mesmo?

10 thoughts on “Crash Bandicoot: e não é que presta mesmo?

  • 21/01/2020 at 10:54 am
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    Excelente, é sempre prazerosa a leitura dos seus posts!
    Eu ainda não joguei por completo esse Crash, mas pelo pouco que experimentei (jogando com a visita do meu irmão relembrando os velhos tempos), eu curti bastante. Agora, platinar esse jogo como fez o Sabat, é muita tortura para mim! rs

    Abraço!

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  • 21/01/2020 at 12:49 pm
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    Sempre bom ler seus posts caro Orakio.

    Tamo juntos! Só joguei Crash Demo naquela início da geração 3D e achei legalzinho, mas não animo me enveredar por esta triologia. Minhas mãos esclerosadas não iam dar conta de tanta frustração. 😛
    Parabés pela sua determinação (do Sabat então, meudeus!).
    E quando quiser falar de um joguinho legal que acabou de terminar, não exite e conte aqui pra gente.

    Abração!

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  • 21/01/2020 at 1:57 pm
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    Ah, o velho humor do Gagá. O humor é velho, não o Gagá. O Gagá é jovem. Peraí, deixa eu parar de falar disso pra não me complicar mais…
    Adorei os dois primeiros parágrafos! Peraí, o resto do texto também. Olha eu me complicando mais ainda…
    Também estou na lista dos que não tiveram a mídia (piratona ou não) do Crash, mas joguei na época e até hoje eu detesto a franquia como um todo! haha
    Acho que a minha história é bem parecida com a sua, não me cativou, não entendia direito como o jogo funcionava, era ruim pra caramba nele.
    Fui convencido a comprar o remake na BGS de 2017, mas nem comecei. Inclusive está lá, lacradão até hoje. Algumas declarações em conversas com o Sabat e mais o seu texto quase me convenceram a dar uma chance, mas o pulo zoado do início do 3D me desmotiva. Tipo, sabe as neuras que vc mencionou no texto? Então, eu tô cheio delas. Até as tampas. Preconceito contra Crash flui nas veias. Mas juro que se um dia eu jogar ele eu volto aqui pra falar a respeito. Talvez seu filho já esteja na faculdade, vai saber.
    Ah, eu ainda leio blogs sim, não vejo nada de YouTube. Inclusive uso a tranqueira do meu blog com o mesmo intuito, conversar com meu amigo imaginário, ultimamente sobre jogos do Sonic. Ás vezes alguém ouve a conversa e posta um comentário lá. Espero que desperte a mesma sensação em vc… rs
    Muito bom ver um texto aparecendo aqui esporadicamente. Volte quando jogar o 2! haha
    Valeu!

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  • 21/01/2020 at 2:21 pm
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    Eu acho que morri na High Road mais do que morri em Dark Souls 3 inteiro. E estou falando sério!!! Aquela rampa inicial não é de Deus, e passar aquilo correndo e desviando do maldito javali voador pra apenas “começar a fase” é de deixar qualquer um maluco de pedra!
    Meu amigo de tantas fraldas trocadas, grande mestre da escrita que eu tanto admiro e copio descaradamente, seus textos continuam hilários! Agora sei com quem é que você fica falando sozinho quando morre demais nos jogos… É um lance meio Smigol né? “Nóis morreu Bobo! Nãããão, foi culpa do pulo, foi a Vicarious que armou pra nóis! Ééé, temos que matar a Vicarious, Bobo! Sim, nóis temos precioso!”
    Rapaz, eu sempre ADOREI Crash Bandcoot! Lembro de uma votação que um site grande de games (que eu não lembro mais qual foi) fez no Facebook sobre o melhor jogo de PS1, e o Crash 3 Warped acabou ganhando pra espanto geral da nação gamística mundial. Acontece que a gente podia escolher 3 jogos, e ai acho que o Crash 3 acabou sendo a 2ª ou 3ª opção de todo mundo, e aí, como diria o Pelé, já viu né!?!? Ficou à frente de Metal Gear e FFVII (aquele que é melhor que o 6) que apareceram nas respectivas 2ª e 3ª posições.

    Rapaz, lá atrás não era tão difícil não passar algumas fases… Hoje tava brabo. Esse pulo ensaboado do marsupial realmente deixou a coisa tensa, principalmente na hora de se aventurar pelas cordas lá da High Road e da Road to Nowhere… Eu pensava assim enquanto despencava: Maldita Vicarious, me tirou o direito de roubar legitimamente no jogo!
    Não que isso fosse me impedir de tentar a Platina do PS4… to meio masoquista mesmo ultimamente. Mas com toda certeza vai me impedir de jogar Crash 2 até o meio do ano pq só assim para o nível de estresse com as mortes sucessivas baixar até um estado mais normal! E o 3 vai ficar pra Dezembro, assim eu somo o estresse dos Time Trials com a raiva dos boletos e do IPVA e inicio 2021 no sanatório.

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  • 22/01/2020 at 11:53 am
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    Valeu pelos comentários, pessoal! É sempre um prazer ver a turma fiel por aqui tantos anos depois.

    Fábio Rodrigues,

    Deve pintar outro post em breve, porque tô quaaase zerando o Final Fantasy Adventure (vulgo “primeiro jogo da série Mana”). Um barato o jogo, duvido que eu resista à tentação de fazer um post contando o que achei.

    Cadu,

    O meu lance com jogos como Crash é o seguinte: eu sou cabeça-dura pra caramba! Insisto, insisto, insisto e tenho uma paciência de Jó. Daí acabo terminando numa boa, mas só recomendo mesmo aos que têm mais paciência. Dizem que Crash 2 e 3 são mais “palatáveis”… Veremos, mas confesso que agora tô até com medo de achar os dois fáceis demais, he he!

    Sabat,

    Já que estamos nessa rasgação de seda toda, deixa eu continuar: sempre admirei o seu empenho lá no RETROPLAYERS. Eu diria que é o mais profissional dos retroblogs (o Gagá Games passa longe, sempre foi meio zoneado). Além do conteúdo ser ótimo, você escreve de um jeito bem natural e divertido, e o seu blog sempre teve um visual mil vezes melhor que o meu 😛

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  • 22/01/2020 at 12:49 pm
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    Eu tive o Crash original no PSX, inclusive era um jogo que minha irma, que nao é gamer, gosta até hoje, e jogou bastante. Na época eu também tive essa reacao de estranhar um pouco, gostei do jogo mas não fui muito longe nele.

    Eis que anos depois eu coloco Crash no PlayStation Classic para mostrar pra minha irmã, e meu filho mais novo adora (por causa do personagem) e começa a pedir para eu jogar. Nisso eu terminei o primeiro do PSX, e fomos longe no 2 e 3 (mas ainda não terminei). Depois de muita insistência dele eu comprei a trilogia de remakes em promoção na PSN. Só não comprei ainda o CTR, apesar de similar insistência, porque estava caro.

    Enfim, o jogo original é muito bom sim, é basicamente o mesmo jogo com aqueles gráficos do início do 3D, mas por ser colorido, cartoon etc e com a boa direção de arte da Naughty Dog, envelheceu bem melhor que outros jogos do PSX que eu tenho jogado (putz, tem uns muito feios). Confesso que não tinha percebido a dificuldade dos pulos, fui longe no remake do 1 mas acho que não cheguei a passar de Road to Nowhere.

    Uma curiosidade que eu sempre lembro é que o nome interno do jogo quando estava em desenvolvimento na Naughty Dog era “Sonic’s ass game”, porque ainda não tinha o nome do personagem e eles passavam o tempo todo olhando pra bunda dele (assim como nós, jogadores) :).

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  • 23/01/2020 at 4:37 pm
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    Caramba, eu já disse o quanto eu adoro ler os seus textos? Os primeiros parágrafos estão dotados de um “f*da-se” tão sincero que eu me sentiria extremamente lisonjeado se fosse xingado em um deles. Por favor, nunca pare de escrever.

    Sobre Crash, eu não posso acrescentar nada: ele reimagina as mecânicas do Super Mario Bros da forma mais literal possível que um jogo tridimensional poderia tê-las. E ficou excelente! Pena que não tenha mais tanta paciência com jogos assim… Aliás, acho que nunca tive: Nem no Super Mario World eu quis fazer 100%. Os 87% de conclusão que estavam armazenados na bateria do cartucho me renderam muita felicidade, mas os outros 13% me fizeram correr para outro jogo.

    Podem me xingar, mas só de pensar em ter que pegar todos os itens de novo no ‘The Legend of Zelda: A Link to the Past’ já me fazem “brochar” da jogatina. Tem milagres que nem o Parallax faz… Quem sabe um “Barrel roll”? ^_^

    E é isso aí.

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  • 26/01/2020 at 1:49 pm
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    Puxa, tão interessante esse paralelo de Crash 1 com Mario 64 que você mencionou, o lance de terem sido desenvolvidos simultaneamente sem querer… Demais. E Gagá, sempre vejo dizer que é muito difícil MESMO o Crash 1, o que achou da sua zerada aí? No post você dá umas pinceladas no assunto, mas tou me imaginando um dia experimentando e queria saber mais…

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  • 27/01/2020 at 7:38 am
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    Andrei Formiga,

    Rapaz, o CTR é MUITO bom. A única ressalva é que você precisa dominar a mecânica de derrapagem, que pode ser meio complicada para crianças mais novas (não sei quantos anos seu filho tem). Eu passei o primeiro dia de CTR inteirinho soltando um monte de palavrões até pegar o jeito, é bem menos acessível que Mario Kart ou até mesmo o Sonic Racing Transformed. Agora, depois que você pega o jeito, é tremendamente divertido.

    Homão de Ferro,

    Pô, Jorginho, você não sabe que fazer as 96 fases do Super Mario World é o equivalente a mostrar a identidade na porta da boate aqui no Gagá Games? Vou quebrar seu galho e deixar você entrar porque é meu amigo e fez um elogio, mas só desta vez, hein? ^_^

    Eric Fraga,

    É difícil pra caramba sim. Não chega a ser um Battletoads ou um Shadow of the Beast, mas as fases são bem desafiadoras e os controles atrapalham um pouco. O salto do Crash é meio bizarro porque ele para de avançar imediatamente quando você solta a direção, então tem que soltar quando você estiver exatamente onde quer parar. É um pouco estranho, mas consistente, então depois que você se acostuma a coisa flui bem. Se você for habilidoso em plataforma 3D, vai conseguir zerar depois de alguma insistência, mas a turma que não leva fé no taco deve passar longe.

    Se você experimentar jogar numa live, por exemplo, deve passar as primeiras fases numa boa. São três ilhas, e a primeira fase dureza mesmo é só na segunda ilha (pelo menos na minha opinião).

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