Diário de Bordo:

Saudações meninos e meninas, estão comportados hoje? Estou de volta com a segunda parte do diário de bordo de Crusader of Centy. Vamos lá…:

Esta na hora de entrar no castelo e dar uma boa olhada na cara de Amon, o novo “herói” de Soleil. O Rei felicita o cara e lhe entrega a espada, depois o Mané vai embora.

É mesmo!?

– Minha vez agora.

Ao falar com o “dono do pedaço”, ou seja, o Rei, Corona é reconhecido pela espada de seu pai que carrega consigo. O Monarca diz que havia conhecido o genitor do garoto há muito tempo e que o mesmo havia se tornado um bravo herói por ter salvado Soleil várias vezes. O Rei informa também que devido ao 14º aniversário, Corona já tinha o direito de participar do treinamento de Rafflesia.

– Oba! Agora eu já posso me divertir no mato.

Antes, porém, se quiser explorar o castelo, pode fazê-lo, pois o mesmo é pequeno mais parecendo uma grande mansão (Até a mansão dos Espers do Phantasy Star IV é muito maior) e não tomará muito de seu tempo. No subsolo a oeste do trono do Rei, esta o calabouço onde estão aprisionados alguns monstros, eu me lembro que a primeira vez que vi esses bichos feios, eu tinha vontade de entrar na cela e acabar com eles pessoalmente, até que tudo mudou. Mas isso é conversa para mais tarde.

Moleque teimoso! A moça não disse pra não encostar-se ao Fogão?

Bem, agora eu sigo para o norte do vilarejo de Soleil até a floresta de Rafflesia. Chegando lá, o guarda permitirá a passagem somente se o garoto já tiver falado com o Rei.

Como foi que você recebeu essa mensagem, se eu acabo de sair do castelo e vim direto para cá...?

O mapa de Crusader of Centy deve ser um dos mais fáceis em toda a história dos RPG’s, mas optei por não colocá-lo no momento, pois vou esperar até terminar o game para, no ultimo post, brindar a galera com a imagem montada de todo o mapa.

Bons e velhos tempos em que a gente cortava o gramado da vizinha em troca de uns trocados pro fliperama.

Após aprender a técnica de arremesso de espada com o velho capitalista da casinhola de Rafflesia, já posso prosseguir para o vale Dahlia. No entanto, como estou bastante enferrujado, primeiro seguirei pela rota dos novatos, ainda em Rafflesia, para treinar um pouco e aproveitar para adquirir a medalha de bronze, lembrando que o Rei só dará a espada se concluído o treinamento, e a prova dessa conclusão é a coleta dos medalhões.

Após treinar bastante em Rafflesia, segui caminho até o vale Dahlia, onde encontrei a vovozinha, irmã de um velho que reside numa casa no vilarejo de Soleil.

U-HU!
U-HU!

Dentro da cabana da velha no vale Dahlia, eu encontro o primeiro chefe, o lobo mau que tentou comer a vovozinha que não conseguiu fugir pro quintal. >;-) Esse patife não se dá nem o trabalho de se disfarçar de vovozinha que nem nos contos de fadas infantis (Não se fazem mais histórias como antigamente).

Ó
Ó o cara aí!

Depois dessa declaração aparentemente apaixonada do lobo, confesso que imaginei a seguinte situação…:

– A velhota não poderá sair da lareira ou então irei comê-la assim como comerei você!

– Ta me estranhando lobo pedófilo? Meu chapéu é azul e não rosa. Por falar nisso, você sabe por que o cachorro entrou no templo protestante?

– Não… Por quê?

– Porque ele é um cão pastor. Hahahahaha!!!!!

– Haaaaaaaa! Malditas sejam essas pilhérias infames… Ensinar-te-ei a contar piadas decentes. Prepara-te para residir eternamente em meu bojo.

– Que bojo que nada! Vem cá que eu te mostro meu brinquedo de aniversário.

Após a “árdua” batalha entre o chapeuzinho azul e o lobo mau, a anciã agradecida informa que a profeta quer se encontrar com Corona na tenda do parque a oeste de Soleil. Mas hoje eu já me cansei de narrar as aventuras do nosso amigo aprendiz de herói. No próximo episódio deste diário de bordo, eu desvendarei parte dos segredos dos animais.

Crusader of Centy – Fate of the World
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