É hora desvendar o labirinto criado pelo rei Nole, um lugar bem CHATO e cheio de perigos. Encontrei um pouco de tudo aqui: inimigos resistentes, saltos precisos, plataformas que caem e até mesmo uma tela completamente escura, onde foi preciso usar um novo item, também encontrado aqui: o LANTERN. Existe um sem número de baús escondidos, alguns com LIFE STOCKS e outros apenas com Eke-Ekes, além das IRON BOOTS, que pelo visto permitem andar nos espinhos sem levar dano. Outro item bacana que pode ser encontrado um pouco antes do guardião de fogo é a Venus Stone.

O chefe do lugar é simples, pelo menos depois de descobrir um macete: basta ficar em um dos cantos e atacar toda vez que ele surgir ali. Os ataques do maldito não me alcançaram ali e pude derrotá-lo sem gastar nenhum Eke-Eke sequer! Após vencê-lo, peguei o Gola’s Nail e tive que retornar pro alto denovo (o teleporte ali me leva pra saída da dungeon). Pelo que me lembro, devem faltar dois guardiões ainda!

Lantern e Iron Boots, dois itens indispensáveis para a exploração do lugar

Subi e fui revirar o local denovo. Acabei encontrando uma nova bota, a Snow Spikes, que provavelmente permitem andar na parte congelada da dungeon. Fui até a sala onde o chão é congelado e, caindo por um dos buracos encontrei um anão que me pediu pra trazer algumas tábuas pra ele construir uma jangada, assim eu poderei descer o rio. O único lugar onde vi algo próximo disso é na extrema direita da dungeon, em uma escada onde um dos anões me impedia de subir, pois ali existe a única árvore do lugar.

a Gaia Sword e as Snow Spikes, mais dois itens encontrados no labirinto do Rei Nole

Cheguei lá com muito custo, mas ele me deixou subir e cortar a árvore. Agora o negócio é retornar até onde está o outro anão. Cheguei lá e usei os troncos de árvore perto do rio. Desci com a jangada por duas corredeiras e fui parar em um local com outro sub-chefe, Spinner. O chefe é simples, basta desviar e atacar sempre que puder.

Spinner é mais um sub-chefe do lugar que deixa um importante item

Derrotado, ele entrega a Gola’s Fang. O teleporte ali serve para retornar à vila e salvar o jogo. Pisando no teleporte, encontrei a Hyper Breast (última armadura do jogo) e uma chave no baú. O objetivo agora é achar o outro caminho congelado, pelo lado direito da dungeon.

a armadura Hyper Breast está atrás da cachoeira

Encontrei o caminho e também um velho conhecido: Miro! O clone de Nigel dessa vez não pode ser afetado pelo alho (garlic), então, o negócio teve que ser resolvido na base da porrada mesmo! Basta atacar sem parar até que ele se vá e deixe o Gola’s Horn no baú! Saindo pelo teleporte, fui levado à outra dungeon, dessa vez focada mais em puzzles cabeludos….

De começo, percebi uma coisa: qualquer erro em qualquer sala aqui te leva pro início da dungeon. Logo, quem jogou isso na época deve ter arrancado os cabelos pra poder atravessar o lugar inteiro sem cair das minúsculas plataformas. Fora que os inimigos aqui são chatos e alguns puzzles exigem uma rapidez fora do normal. No final da dungeon, Rei Nole aparece em pessoa para defender seus tesouros!!

duas imagens distintas da última dungeon: na primeira, é preciso servir de apoio pra estátua que vai caminhar pelo caminho estreito no alto. Na segunda, enigmas envolvendo placas e dizeres estranhos estão espalhados por todo lugar… O pior de tudo é ter que resolver de primeira, ou voltará no começo…

A luta contra o chefe final é, relativamente, simples. Nole ataca somente usando sua arma, jogando uma magia em Nigel caso este esteja em sua linha de ataque. Basta desviar e tentar acertá-lo em seguida. Matei o maldito sem gastar um ÚNICO Eke-Eke. Vale dizer que as botas Healing são excelentes aqui, pois o tempo em que se passa desviando acaba contribuindo para encher a energia de Nigel.

enfim, o Rei Nole deu as caras no game

Depois de ser destruído, adivinhem quem aparece pra festinha… ele mesmo, Duke Mercator, e ainda agradece por eu ter destruído o Rei Nole pra ele. Após fazer mais uma de suas piadinhas, Duke não contava com um DRAGÃO ENORME atrás dele, que torrou o pobre coitado…

aquela mancha negra foi o que restou do contador de piadas Duke Mercator…

A luta contra o dragão se baseia em atacar sua cabeça sem parar. Ele possui um peculiar ataque onde Nigel não pode se defender, mas basta ficar saltando para evitar que ele o desfira. Tenha uma boa quantia de Eke-Ekes e Dahls que logo o lagarto gigante tomba!

Derrotado, acontece um desmoronamento no local com direito à ouro e moedas despencando pela tela. Friday fica maluca com tanto dinheiro e começa a berrar que eles ficaram ricos. Nigel não entende muito bem o que está acontecendo e pergunta se ali existe alguma arma lendária ou algo valioso desse porte. Friday diz que não, mas que ela está muito feliz em ter passado por tantas aventuras ao lado de Nigel. É perceptível que a fadinha se apaixona por Nigel mas, cabeça dura do jeito que é, ele só quer saber de explorar o continente atrás de tesouros, o que deixa Friday furiosa…

Landstalker 2, quem sabe um dia…

E assim termina mais um Diário de Bordo aqui no Gagá. Espero que todos tenham gostado do jogo, Landstalker não é um RPG tão tradicional assim, nem mesmo Zelda ele lembra muito, mas, talvez por suas particularidades únicas, foi um jogo que marcou muitos jogadores na época. Ele tem um tom de deboche na história, uma dificuldade acentuada na jogabilidade e muita exploração de cenários. Até a próxima!

 

Diário de Bordo: Landstalker, parte FINAL
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4 ideias sobre “Diário de Bordo: Landstalker, parte FINAL

  • 26/12/2011 em 9:44 am
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    feliz natal Cosmão e…..,Pôneis,Duke,estatuas,clones do Nigel e dragões malditos!!

    como é Cosmão? você achou o mestre do fogo fácil??? 0_0

    eu levei uma coça homérica dele. e tive que usar as Gaia Statues e muitos saves states para dar cabo do miseguento. e o tal do Spinner que acho que é o segundo guardião também não foi mole. pelo menos o clone do Nigel foi menos duro de matar…

    e essa parte das estatuas, meu amigo….quem teve a ideia de usar a cabeça do Nigel como ponte para as mesmas caminharem até o botão? esses caras devem ter jogado muito o adventure que virou meu novo xodó, Myst. só pela dificuldade dos puzzles. papo sério.

    e a luta com o Rei Nole foi mel na chupeta para você também?? 0__0

    nossa mãe de Cristo tem poder, que chefe difícil pra cebola. ele fica se teleportando a todo instante. até o dragão foi mais fácil do que o rei.

    e o final…poxa, bem o Nigel podia ter dado um beijinho na Friday caramba! achei o fim jogo triste,eu até vi em FAQS para ver se tinha outro final….mas é esse mesmo 🙁 mas pelo menos após semanas, finalmente zerei essa bagaça.

    e o Duke….

    quem liga?

    HEE-HOO!!!

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  • 26/12/2011 em 10:38 am
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    @leandro(leon belmont)alves
    Pois é Leandro, não achei tão difícil as lutas finais não, aliás, nenhuma luta eu achei complicada, difícil foram os puzzles, esses sim, comeram muitos neurônios e me causaram muitas enxaquecas nesse ano eheheh.

    O final deixou muito a desejar mesmo, mas é como alguns dizem: são raros os jogos que são bons no recheio e no final, geralmente acontece de serem ótimos no recheio e com um final meia boca.

    E Feliz Natal pra vc e pro pessoal do Gagá também, ano que vem eu provavelmente voltarei com algum Diário novo 😀 !

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  • 26/12/2011 em 11:05 am
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    Achei que o fim do jogo foi muito é pobre…

    Más esse é um jogo que mereceria uma continuação direta ou até mesmo um remake ultra caprichado , tivemos porém algumas “compensaçõezinhas” :

    Lady Stalker (aquele fdp do Aeon Genesis nunca que termina a tradução).
    Dark Savior (nunca terminei , não gostei muito não) .
    Alundra (adorei também , até o controle “travado” estava presente) .
    Time Stalkers (poderia ter sido uma obra prima , mas o visual pobre e o estilo dungeon-crawler mal executado destruiu tudo , deveria ter sido uma aventura igual LandStalker ) .

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