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E lá vai o Orakio de novo, com seus personagens de nível baixo, tomando uma surra danada e achando que vai adiantar ficar usando save states para zerar o jogo… pelo menos desta vez não tivemos que brigar muito para conseguir dois itens essenciais para a nossa aventura!

Pois bem, depois de derrotar o dragão do gelo, Odin, o único sobrevivente do grupo, ferido e em choque, consegue retornar a Aukbar carregando três enormes sacos plásticos de cor preta com os corpos de seus falecidos amigos. Lá chegando, ele visita o hospital local onde a presuntada é devidamente ressuscitada. Pronto, tudo voltou a ser como antes.

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A torre Corona. Estranhou o novo visual do grupo? Coisas do emulador…

E o que falta agora? Na verdade, eu fiquei um pouco perdido neste ponto. Pelas informações que eu coletei, o último dragão, o sagrado dragão negro do relâmpago, é o dragão que guarda o castelo de Lassic. Para chegar lá eu preciso da noz de laerma. Para pegar a noz eu preciso da tocha eclipse. E a tocha eclipse está na torre Corona, então é só ir até lá, certo?

Errado. You need the fucking key, Orakio. E cadê a maldita chave? Botei o grupo para bater papo, e ninguém me deu pista nenhuma, o Myau só diz que falta um dragão. Claro, eu sou um trapaceiro e ao primeiro sinal de dificuldade fui procurar informações na internet. É preciso pegar a chave que está em um baú na primeira curva da caverna do prisma. Sim, lá onde a gente enfrentou o dragão branco. A questão é: alguém diz que a chave está lá? NOOOO!

Graças às minhas informações privilegiadas, fui até lá e peguei a chave. Dali, rumei para a torre Corona. Um dezoriano feioso me recebeu na entrada de uma caverna que tem no meio do caminho e deixou que eu passasse. Tá-dá! Torre Corona.

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Linda a porta, mas… onde eu encaixo a chave?

Os inimigos na torre são bem fortes e dão bastante experiência. Anote aí: é bem difícil fugir das lutas, geralmente barram seu caminho. Depois de muito rodar, de preferência com um bom mapa à mão, você vai chegar ao dezoriano que compartilha um pouco do fogo sagrado com você. Claro, ele exige em troca o olho do dragão de Casba, que a gente pegou há quinhentos anos.

Ao contrário do jogo original, onde o tal dezoriano parece ser um sujeito sem escrúpulos que te dá um item sagrado em troca de uma pedra preciosa, aqui rola uma historinha esquisita de que o olho pode ter um efeito positivo sobre o clima do planeta… é uma história meio sem pé nem cabeça que contam lá em Aukbar, e como tem um monte de mentiroso no lugar é difícil saber se procede ou não.

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O moço da tocha diz também que o poder de Myau vai ser essencial para que o grupo derrote Lassic (para quem não sabe, já já ele vai comer a noz de laerma e ganhar asas, levando o grupo até o castelo voador do Lassic). Myau fica sem entender nada, e Odin, sério, diz: “Será que… Lassic… é alérgico a gatos?”

* * N O   C O M M E N T S * *

Depois é usar o cavador de gelo no ponto certo para chegarmos ao planalto onde está a noz de laerma. No jogo original, há um longo corredor de árvores que conduz o jogador até a nogueira isolada com a noz, é até meio poético. Aqui não, você atravessa a parede de gelo e dá de cara com a nogueira. Meio sem graça, se me permitem dizer.

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E agora, gafanhoto, o que falta? Falta irmos para Baya Malay, onde começa a fase final da nossa aventura. Mas vou ter que avançar uns BONS níveis, então não garanto que tenhamos diário na semana que vem. Vamos ver, né? Até!

Diário de bordo Phantasy Star Generation:1, 28/06/2010

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