Olá amigos do Gagá Games! Aqui é o retrogamer André Breder para levar vocês em mais uma viagem ao passado dos games, na coluna Recordar é envelhecer! Hoje vamos para o ano de 1996, onde a 3D Realms lançou a versão Atomic Edition de seu game mais famoso: Duke Nukem 3D. Tenham todos uma boa leitura e até a próxima!

Introdução

Na decada de 90, mas precisamente após o surgimento de um viciante game chamado Doom, o gênero First-person shooter simplesmente passou a reinar nos PCs de todo mundo. Seguindo a nova onda, em 1996 a 3D Realms pegou sua franquia Duke Nukem, que já tinha dois games dentro do gênero plataforma lançados, e lançou um dos mais divertidos FPS de todos os tempos: Duke Nukem 3D.

A história do game é simples e direta: alienígenas invadiram o planeta Terra, transformando os policiais em porcos e capturando todas as mulheres! O destemido Duke Nukem estava retornando para seu planeta após ter tido sucesso em sua aventura anterior, quando sua nave é atingida por um ataque alienígena, fazendo com que o herói fosse parar na cidade de Los Angeles, que está literalmente tomada pelos aliens!

No papel de Duke, o jogador deverá passar por várias fases, ambientadas nos mais diversos locais, sempre estraçalhando todo alien feioso que cruzar seu caminho!

Sobre o game

Duke Nukem 3D – Atomic Edition traz 4 episódios: L.A. Meltdown, Lunar Apocalypse, Shrapnel City e The Birth, sendo que o último episódio não estava presente na versão original do jogo, tendo sido incluído como uma espécie de “bônus” nesta versão “Atomic” do game. O bacana é que os que já haviam comprado o game original, não tinham a necessidade de comprar a versão Atomic Edition só para terem acesso a este “bônus”, podendo simplesmente adicionar o quarto episódio ao jogo original por meio do patch Plutonium PAK, que era vendido por um preço mais camarada.

Logo ao iniciar o game, o jogador tem a livre opção de escolher entre qualquer um dos 4 episódio disponíveis de Duke Nukem 3D – Atomic Edition, só que um jogador novato tem que ter em mente que apesar de toda esta liberdade de escolha, o mais ideal é ele jogar o game na ordem correta, ou seja, iniciando no primeiro episódio, e somente depois indo para os seguintes, pois os episódios são separados também por dificuldade, sendo o quarto e último o mais complicado de todos.

Após escolher um dos episódios, o jogador pode então decidir em qual nível de dificuldade irá jogar, que varia do mais fácil, chamado de “Piece of Cake”, ao mais difícil, chamado de “Damn I’m Good”. Valer ressaltar que jogando no nível “Damn I’m Good”, o jogador não pode fazer uso de cheats. Chega a ser até engraçado, pois ao começar a digitar um cheat neste modo, o jogo vai impedir isso e ainda dará a seguinte mensagem ao jogador “You’re too good to be cheating!”, mostrando o lado bem humorado do game.

Para ser capaz de cumprir sua missão, Duke Nukem conta com um arsenal de dar inveja ao Rambo, tendo os mais variados tipos de armas, como pistolas, rifles, metralhadoras, lança-granadas, entre outras. Dentro deste incrível arsenal, destaco três tipos peculiares de armas que podem ser encontradas durante o jogo: a Shrinker Ray, que lança um raio que encolhe os inimigos, que podem então ser pisados por Duke como se fossem insetos; a Freezer, que congela os aliens, fazendo com que baste um simples chute de Duke para os mesmo virarem pedacinhos de gelo; e a Microwave Expander, que literalmente infla os inimigos como se eles fossem balões, até que os pobres aliens explodirem em milhares de pedaços! Simplesmente animal! Vale lembrar que caso Duke fique sem munição para suas armas ele terá que se virar dando apenas chutes em seus adversários, até ser capaz de conseguir munições.

Além das armas de destruição em massa, Duke também pode contar com diversos tipos de itens durante sua jornada, que restauram a energia perdida ou dão super velocidade temporária ao herói canastrão. Há ainda coletes à prova de balas, óculos de visão noturna, botas protetoras, entre outros acessórios utéis para a sobrevivência de Duke no game.

Graficamente Duke Nukem 3D foi algo espetácular para sua época, com cenários bem variados e bem construídos. Ao contrário de outros FPS, como Doom, que dá ênfase para cenários mais “dark” e “apocalípticos”, Duke Nukem 3D traz muitas vezes locais mais comuns, como cinemas, banheiros, laboratórios, estádios de futebol, etc.

Apesar de colocar o jogador em um ambiente cheio de aliens perigosos, o clima do jogo não é sombrio como o de Doom, e até mesmo algumas situações cômicas e até eróticas podem ser vividas durante o game. O personagem Duke, é um completo machista, e ao encontrar com mulheres durante o game irá oferecer, na cara dura mesmo, dinheiro na espera de “algo mais”. Algumas strippers até cedem às “cantadas” de Duke, e mostram os seios em troca de alguns dólares.

É bacana notar como algumas ações feitas durante o game, alteram o cenário, como tiros e sangue que deixam marcas na parede, pegadas que ficam no chão, cacos de vidro que se espalham para todos os lados, espelhos que refletem a imagem de Duke, entre tantos outros detalhes interessantes. É notável também a quantidade de objetos de cenário que podem ser destruídos por Duke.

Outro ponto interessante é a interação direta que o jogador pode ter em alguns cenários do jogo. Nos banheiros, por exemplo, Duke pode urinar nas privadas, apagar ou acender as luzes, se “admirar” nos espelhos, beber água numa pia ou mesmo ao estourar uma privada, entre outras coisas. E é exatamente neste cenário do game que uma cena hilária pode ocorrer: muitas vezes Duke pode flagrar um alienígena fazendo uso de uma privada, e aproveitar este momento de descuido do inimigo, e destruí-lo em centenas de pedaços com uma arma bem potente.

Jogadores mais atentos e que tenham um pouco de conhecimento em cultura nerd/pop, irão perceber durante o game algumas piadas e referências a outros games e filmes, como o encontro de Duke com figuras famosas como Indiana Jones, o mariner do game Doom, Luke Skywalker em um uniforme de Stormtrooper e Snake Plissken dos filmes Fuga de Nova York e Fuga de Los Angeles.

Tudo isto serve para reforçar o bom humor encontrado durante todo o jogo, e mostrar que Duke Nukem 3D foi um game feito unicamente para se divertir, e não para influenciar jogadores para cometerem assassinatos.

A sonoridade do game também é caprichada, com cada arma tendo um efeito sonoro único, bem como cada ação que ocorre no game, seja por parte de Duke, seja por parte dos aliens. Tudo é muito bem feito, passando ao jogador um sentimento de realidade incrível! Ainda sobre os efeitos sonoros, destaque para as frases de efeito que o fanfarrão Duke Nukem solta em diversas situações, como “Your face, your ass, what’s the difference?”, “I’ll rip your head off and shit down your neck!” e “Eat shit and die!”. E como esquecer das frases machistas direcionadas às garotas que Duke encontra em sua jornada, como “You wanna dance?” e “Shake it, baby!”, simplesmente demais!

As músicas já seguem um clima mais sombrio e misterioso, como as que são ouvidas no clássico Doom, mas mesmo assim elas não tiram o clima de “diversão” do game. Em uma das fases do game, por exemplo, Duke chega em uma espécie de casa noturna, e quando ele fica neste ambiente uma música secundária bem mais “alegre” rouba a cena, fazendo com que a música principal do estágio fique em segundo plano.

A jogabilidade é muito boa, e trazia boas inovações em relação aos game do gênero FPS que eu havia tido contato até então: Duke além de se mover rapidamente e encher os inimigos de balas, pode ainda saltar, andar agachado, ou mesmo voar fazendo uso do prático Jetpack. O game segue o padrão visto em Doom e tantos outros jogos do tipo, fazendo com que os mais veteranos no gênero estejam automaticamente familiarizados com os comandos do game.

Em relação a dificuldade, tudo fica a critério do nível escolhido pelo jogador ao iniciar o game, e também, claro, de acordo com a habilidade do próprio jogador. Duke Nukem 3D segue com um nível crescente de dificuldade, onde as fases vão cada vez se tornando maiores e tendo inimigos ainda mais perigosos para se enfrentar. O esquema de vencer as fases é totalmente idêntica aos games da franquia Doom: o jogador tem que passar por labirintos, a procura de chaves coloridas que permitem acesso a áreas antes restritas no jogo, até ser capaz de chegar em um ponto final do estágio, onde o jogador aciona um mecanismo que encerra aquela etapa. O que diferencia um pouco é que algumas partes do game não são “destravadas” por meio de chaves, e sim de combinações de botões, numa espécie de “puzzle”, mas tudo é muito simples de resolver, e não tira o clima eletrizante do jogo.

No final de cada um dos episódios do jogo deve se enfrentar um chefe, onde o jogador terá que mostrar ser realmente “duro na queda”. O primeiro chefe até que não dará tanto trabalho, sendo que posteriormente ele até aparecerá como um inimigo comum durante algumas fases do jogo. Agora os chefões seguintes são realmente complicados, sendo essencial chegar até eles “armado até os dentes” para vencê-los.

Conclusão

Duke Nukem 3D – Atomic Edition foi um ótimo pacote para os fãs de um bom e divertido FPS, trazendo o Duke Nukem 3D original e mais um capítulo bônus, prolongando ainda mais as horas passadas na frente do PC. Consegui ter este game na época por meio da primeira edição da extinta revista Senha, que trouxe a versão Atomic Edition por um preço camarada, e acredito que muitos gamers no Brasil tenham tido o primeiro contato com este game graças a esta revista também.

Ao lado de Doom, Quake, e outros jogos do gênero, Duke Nukem 3D fez muito sucesso no nosso país, mas por causa de um ato isolado de um maníaco, o jogo da 3D Realms acabou sendo “banido” no Brasil: em 1999, o estudante de medicina Mateus da Costa Meira, então com 29 anos, matou três pessoas e feriu outras quatro durante uma sessão do filme “Clube da Luta” em um cinema de São Paulo. Mateus ficou conhecido como “o atirador do shopping” e, julgado em 2004, foi condenado a 120 anos de prisão. Em depoimentos o maníaco teria citado o jogo “Duke Nukem 3D”, que, como todos os fãs do jogo já sabem, traz um cinema em um trecho da sua primeira fase. Mesmo quase quatro anos depois de lançado, Duke Nukem 3D teve então sua venda proibida no país.

Recordar é envelhecer: Duke Nukem 3D – Atomic Edition (PC)
Tagged on:                     

17 thoughts on “Recordar é envelhecer: Duke Nukem 3D – Atomic Edition (PC)

  • 18/09/2010 at 1:51 am
    Permalink

    E até hoje ainda o jogo, e ainda é um de meus favoritos jogos de PC! uhauhauhuha

    Não tem como não gostar de Duke Nukem 3D… ou de seus antigos jogos! ^^”… E espero que, agora, em noav empresa, finalmente seja lançado o tão esperado novo episódio, huauhauhua

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/09/2010 at 11:25 am
    Permalink

    taí um jogo que eu curto demais, nunca achei pra comprar pra pc, mas há algum tempo comprei pra nintendo 64, mas a nintendo toda puritana fez questão de mutilar todo o jogo, tirando muitas partes e inclusive todas as garotas do jogo.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/09/2010 at 7:26 pm
    Permalink

    Não gosto de comentar, apesar de que desde o início do Blog Gagá sempre acompanhei o site, nunca tinha comentado neste espaço, pois bem, vamos ao comentário.

    Que jogo!!!!! Foi meu primeiro contato com o mundo do FPS. Passava à noite jogando o mesmo com meu velho PSX tijolaço EHEHEHEHE!!!!!Tinha na época uma locadora de vídeo game em minha cidade, Rio Branco Acre, sim o Acre existe, Nessa época, por volta de 1998, mesmo ano em que entrei para faculdade, poucas pessoas tinhas PC aqui na cidade, então a lance era nos VGs mesmo, No final de 1998 vendi minha locadora por falta de tempo por conta do curso, e com parte do dinheiro comprei um PC e, adivinhem qual foi o primeiro jogo que instalei no Celeron 300 MHZ de velocidade e 32 MB de memória? Sim, Duke Nukem. Hoje sou colecionador de Vídeo Games e tenho quase todas as versões do jogo, incluindo a do Mega Drive, que nunca consegui jogar de tão ruim que o jogo é. Lembrei agora do poema de CASIMIRO DE ABREU ”
    Oh! que saudades que tenho
    Da aurora da minha vida,
    Da minha ADOLECÊNCIA querida
    Que os anos não trazem mais!”

    Belo Post. Parabéns!!!!!!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/09/2010 at 9:44 pm
    Permalink

    Um dos fps mais bacanas já criados. Muito divertido e um tremenda evolução para a época. Interagir com o ambiente detonando paredes, abrindo portas, deixando pegadas, “falando” com strippers, sem contar as piadinhas que de tempos em tempos Duke fazia sobre os inimigos ou as situações absurdas do jogo era muito legal.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/09/2010 at 4:02 am
    Permalink

    Nossa, aluguei mt o Duke Nukem pra Saturn (na época nem sonhava em ter pc em casa)
    Lembro que eu fiquei mt tempo preso numa parte lá que vc tinha que passar por debaixo dágua (acho que era na 3a fase, sei lá), simplemente pq eu nao sabia que dava pra afundar na água XD
    Sério msm, acho que aluguei o jogo umas 2 ou 3 vezes e sempre ficava preso no msm lugar

    E uma coisa curiosa do Doke Nukem é que ele foi um dos primeiros jogos a colocar a arma do lado direito da tela (e não no meio como era o doom por ex). Eu sempre achei meio estranho msm o jeito que o cara do doom segurava a arma

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/09/2010 at 11:27 am
    Permalink

    Excelente post, André! Por uma coincidencia, estou usando uma camiseta do Duke com essa imagem da capa do jogo enquanto escrevo esse comentário xD.
    Quando eu “achei” esse jogo em meio a uns CDS de jogos “shareware” na época do meu primeiro PC (um Pentium 166 com 16 de RAM, em 1998), eu simplesmente achei incrível os gráficos, a tiração de sarro do próprio Duke e a jogabilidade “apurada” com o fato de vc poder nadar, agachar, pular, etc. Era algo q o Doom não tinha, e tbm conheci outros q usavam a mesma engine do Duke, como o sangrento (e divertido) Blood e o Shadow Warrior, q tinha um personagem estilo Duke “oriental”. Eu tbm me lembro dessa parada do assassino do shopping. Na época fiquei p…. da vida, de novo os games eram motivam da morte de alguém! Nesse país nosso não se leva nda a sério msm, mesmo hj em dia.
    Valeu pelo post, vc comentou o q há de bom neste jogo, e ele pra mim é um dos melhores FPS já feitos, só as frases de efeito do personagem já vale o jogo!
    Abraço.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/09/2010 at 4:37 pm
    Permalink

    @DJ Yatta

    Que finalmente o mundo possa conferir o aguardado Duke Nukem Forever!

    @Ninus Maximus

    É triste que tenham censurado tanto a versão do Nintendo 64. Aconselho a você tentar conseguir a versão PC… essa sim é show de bola!

    @64gamers

    Valeu pela força!

    @Sabilata

    Valeu pelo comentário! Fico feliz que tenha feito seu comentário de estréia aqui no Gagá Games, justamente por meio de um post meu.

    @mdk137

    Concordo totalmente com você! Duke Nukem 3D é foda!

    @Jorge Chernicharo

    Bem observado a questão do posicionamento da arma em Duke Nukem. Este grande jogo foi pioneiro até nisso!

    @Erik Serra

    Valeu também pela força! Abraço!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 20/09/2010 at 11:34 am
    Permalink

    Mané, cabaço, idiota! Como um cara joga duke nukem 3d e sai matando pessoas num shopping? Esse cara tem problemas muito mais sérios… ele fazia medicina!!! Vai vendo os médicos que as universidades estão formando! Q horror! Duke nukem 3d atomic com certeza foi um dos melhores FPS que eu já joguei… quando chegaram pra mim com CS, eu falava: credo! Duke3d é 10 mir veiz melhor q isso!…..

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 20/09/2010 at 5:33 pm
    Permalink

    @Michel Alisson

    Cara, nunca joguei os games em 2D da franquia Duke Nukem, mas uma hora vou tentar encontrá-los pela net e dar uma jogada. Tenho muita curiosidade de sentir como são estes games.

    @maximuscesar

    O jogo é difícil mesmo, mas também divertido pacas! Vale a jogatina mesmo que você morra várias vezes em uma mesma fase ou fique horas perdido procurando a saída da fase.

    @Rodrigo

    Realmente o caso da proibição do Duke Nukem 3D por conta de um caso isolado é lamentável… coisas do nosso Brasil…

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 21/09/2010 at 1:36 am
    Permalink

    Que bela surpresa eu tive quando entrei no Gaga games e vi um dos melhores jogos que ja joguei na vida sendo avaliado pelo Breder!! Esse deve ser o jogo que mais joguei, seja no Playstation, no Pc ou N64. Sua avaliação ficou exelente Breder, focou nas principais qualidades do jogo das quais eu destaco a interatividade com o cenário que é maior que a de muitos jogos hoje em dia, ou vc conhece algum jogo que da para levar choque na tomada??? Sem contar que Duke Nukem 3D esta vivo ate hoje seja na forma de mapas ou mods novos feito por fans ou no modo online.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 23/09/2010 at 2:33 pm
    Permalink

    Muito bom! Ná época devia ter meus 12 anos e jogava muito Duke Nukem 3D, em especial no laboratório do colégio em Rede contra os amigos, era uma correria quando tocava o recreio! 😀 Bons tempos! Posteriormente adquiri via revista uma versão completa da versão ATOMIC EDITION, não sei se foi a mesma, mas eu e meu primo compramos. Só por informação, um cara fez uma vez High Resolution e totalmente em 3D do Duke Nukem 3D. Basta inftalar esta nova versão e usar o arquivo de dados original do Duke Nukem 3D. Suporta a até 1024×1024, tudo em 3D, ou seja, nada de sprites em 2D dos inimigos ou o próprio Duke, jogabilidade continua a mesma de sempre e texturas modificadas para um melhor detalhe do jogo, já que tem suporte a alta resolução.
    Segue o link para a página oficial do projeto: Duke Nukem High Resolution Pack: http://hrp.duke4.net/download.php
    Basta baixar a versão Windows, instalar, e depois copiar o arquivo original DUKE3D.GRP do CD do Duke Nukem 3D para a pasta de instalação do pack, executar e se divertir!!
    Joguei e recomendo!! 😀

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *