Olá galera que visita o Gagá Games! Aqui é o seu amigo André Breder para trazer até vocês mais uma edição do Recordar é envelhecer! Hoje vamos voltar para o ano de 1989, e relembrar um divertido arcade lançado pela Konami: Teenage Mutant Ninja Turtles! Tenham todos uma boa leitura e… Cowabunga!!!

Introdução

As Tartarugas Ninja nasceram em 1984 nos quadrinhos, mas foi graças a série animada iniciada em 1987 que os quatro heróis cascudos ficaram famosos no mundo inteiro: Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael logo deixaram de ser lembrados como nomes de importantes artistas renascentistas, para serem associados a este divertido grupo de hérois comandados pelo Mestre Splinter, e que sempre estavam salvando a humanidade dos planos perversos do ninja Destruidor.

No Brasil o sucesso foi estrondoso: lembro muito bem que após terminarem as aulas matutinas no início da década de 90, era comum ver todos os garotos saírem correndo para suas casas, só para não perder mais um episódio das Tartarugas Ninja!

A série animada original durou 9 temporadas, sendo encerrada no ano de 1996. Tempo suficiente para gerar uma infinidade de produtos baseados nos ninjas verdes, como brinquedos e, claro, video games. Em 1989 era lançado para os arcades um jogo do mais alto nível trazendo o universo eletrizante das Tartarugas Ninja, e é exatamente sobre este jogo que irei falar mais profundamente nas próximas linhas.

Sobre o game

A história do game é a seguinte: tudo começa quando o prédio onde se encontra a amiga repórter das tartarugas, April O’Neil, é invadido pelo exército de ninjas do maligno Destruidor. Os bandidos botam fogo no prédio, e as quatro tartarugas ninja devem resgatar sua amiga antes que seja tarde! E isto é só o início da aventura, pois no decorrer do jogo novos eventos vão ocorrendo, dando a impressão de que se está no comando de um dos episódios da série animada dos ninjas cascudos. Personagens conhecidos pelos fãs do desenho animado também irão aparecer durante a jogatina, tais como Rocksteady, Bebop, Baxter Stockman e Krang, sendo que a derradeira batalha será contra o Destruidor, claro.

Este game das tartarugas podia ser encontrado em duas versões: uma mais simples, onde era possível até dois jogadores simultâneos na tela; e uma versão chamada de “deluxe” onde até quatro pessoas podiam jogar o game ao mesmo tempo. Teenage Mutant Ninja Turtles traz a oportunidade de encarnar um dos quatro heróis, sendo que existem algumas diferenças entre eles: Donatello possui ataques lentos mas é o que tem golpes com o maior alcance no jogo; enquanto que Michelangelo e Raphael possuem ataques rápidos, porém curtos. Já o ninja Leonardo é o personagem mais equilibrado em relação ao alcance e a rapidez de seus ataques, se comparado com os outros três.

Os gráficos do game são muito bonitos, até hoje! Os produtores tiveram todo o cuidado de colocar no jogo personagens e cenários bem fiéis aos do desenho animado, e o resultado não poderia ter sido melhor! A animação de tudo o que rola na tela, é perfeita, o que permite que o jogo tenha um andamento alucinante. Como todo beat n´up que se preze, mesmo jogando com quatro jogadores, sempre haverá espaço na tela para se movimentar, pois os cenários do jogo são bem grandes.

O game ainda possui algumas cutscenes que trazem desenhos praticamente idênticos aos do desenho animado, e que são fundamentais para mostrar as mudanças do enredo do jogo. As fases possuem cenários bem diversificados, tornado a jogatina ainda mais divertida, pois nada pior do que jogar um game com fases onde os cenários sejam praticamente iguais.

Como se trata de um game da Konami, a parte sonora é muito, mas muito caprichada: os efeitos sonoros são diversos e em abundância, e até mesmo vozes digitalizadas dos personagens se fazem presentes, o que dá um toque todo especial ao jogo. A trilha sonora é empolgante, com temas que são em sua maioria bem agitados, mas há também espaço para músicas mais lentas e densas. Dificilmente a Konami erra a mão quando o assunto é trilha sonora, e em Teenage Mutant Ninja Turtles ela deu mais um show neste quesito!

A jogabilidade é simples e eficiente! Os comandos são bem básicos: o manche direcional movimenta os personagens com grande rapidez na tela, e ainda existem dois botões de ação, onde um aciona o pulo e o outro o ataque das tartarugas. Durante um salto basta apertar o botão de ataque para aplicar uma voadora nos inimigos, e ao apertar ao mesmo tempo ambos os botões de ação, os heróis cascudos aplicam uma espécie de golpe especial, que é mais eficaz para eliminar os oponentes.

Raphael, de maneira curiosa, é o único que tem este golpe especial executado de uma maneira diferenciada dos demais: enquanto os outros três simplesmente pulam e atacam com suas respectivas armas, Raphael rola no chão e finaliza com um ataque. Talvez por ele ter a arma de menor alcance do jogo, Raphael ganhou este golpe especial exclusivo.

A dificuldade do game é enorme: Teenage Mutant Ninja Turtles é um verdadeiro engolidor de fichas! Mesmo o jogo tendo uma ótima jogabilidade, é muito difícil ficar muito tempo sem receber danos dos inimigos, e aí, haja dinheiro para comprar mais fichas! Mesmo a existência de algumas pizzas que restauram a energia em algumas fases do game não o torna menos complicado. E ao jogar o game com mais jogadores, não pense que ele se torna mais fácil, pois o número de inimigos na tela sempre será condizente com a quantidade de heróis no jogo. A grande maioria dos inimigos comuns das fases serão os soldados ninja do Destruidor, conhecidos como “Foot Soldiers”. Cada tipo deste inimigo terá uma cor diferente, e também uma forma única para atacar, utilizando armas específicas. Os chefes dão bastante trabalho, pois podem surrar as tartarugas em questões de segundos se o jogador não for muito habilidoso. O alienígena Krang, e o maldito Destruidor, são com certeza os mais difíceis inimigos de todo o jogo.

Conclusão

Apesar de ser um game dificílimo, e que obrigava o jogador a gastar muito dinheiro para jogá-lo até o fim, Teenage Mutant Ninja Turtles pode ser considerado, ao lado de The Simpsons e de sua “continuação” Turtles in Time, como um dos melhores beat n´ups produzidos pela Konami. Toda a parte técnica é impecável, e graças a todo este capricho, este é um arcade que envelheceu muito bem, e que até hoje continua tendo um visual muito bonito e uma jogabilidade apurada, sendo garantia de muitas horas de diversão.

Recordar é envelhecer: Teenage Mutant Ninja Turtles (Arcade)

41 ideias sobre “Recordar é envelhecer: Teenage Mutant Ninja Turtles (Arcade)

  • 18/08/2012 em 12:35 am
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    Parabéns pela matéria, André. Aliás, como sempre, seus textos são excelentes. Esse jogo me traz ótimas lembranças (lá vem conversa de velho)… Antigamente, quando eu viajava para a casa dos meus primos na capital, visitávamos o “fliperama” só para jogar TMNT, maravilhados com os gráficos soberbos e impressionados com a máquina que permitia até quatro pessoas ao mesmo tempo, sem falar na sensacional diversão proporcionada por ela. Só não tínhamos dinheiro para tantas fichas, mas até isso também fazia parte da diversão (confesso que, na época, eu não pensava bem assim). Obrigado por ajudar gente como eu a recordar e a envelhecer com alegria. Valeu.

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  • 18/08/2012 em 12:36 am
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    Jogaço da Konami, na época dourada dos beat´em ups…

    A sequência dele foi muito boa também, tanto na versão arcade (a música de abertura era cantada), quanto nas versões que se derivaram dele para SNES e Mega.

    Juntemos também Crime Fighters, Vendetta, Violent Storm e Simpsons… Jogaços da época dourada da Konami, que fazia a alegria de nós, ex-ratos de fliperama…

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  • 18/08/2012 em 1:08 am
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    Teenage Mutant Ninja Turtles
    Teenage Mutant Ninja Turtles
    Teenage Mutant Ninja Turtles
    Heroes in a half shell
    Turtle power!

    Hahaha, um dos meus desenhos preferidos antes da explosão dos animes. Me lembro de ser amarrado nesse fliperama, era “cliente” dele XD
    Quando saiu Turtles in Time então…nossa, tudo bem que esses games eram ainda melhores pelo meu vicio no desenho mas enfim…grandes titulos, tanto este arcade quando o atemporal Turtles in Time.

    P.S.: A última imagem do post = zoofilia

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  • 18/08/2012 em 6:11 am
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    “Teenage Mutant Ninja Turtles
    Teenage Mutant Ninja Turtles
    Teenage Mutant Ninja Turtles
    Heroes in a half shell
    Turtle power!”

    sem essa musiquinha, não seria um produto digno das tartarugas, valeu Tiago 🙂

    infelizmente só conheci esse game pelo MAME. e como Alien Vs Predator da Capcom, não foi feito para se jogar sozinho, pois vem inimigos as pencas,fazendo perder fichas muito rápido. e nunca tinha reparado como a April era bonita…Leonardo teve sorte de ganhar esse beijinho dela, mas para merece-lo é osso, tem que ser tartaruga ninja mesmo!

    Hee-Hoo!

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  • 18/08/2012 em 9:10 am
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    Dcnautamarvete,

    Eu que agradeço pela força! Valeu!

    Man On The Edge,

    Turtles in Time é outro jogaço mesmo! E que na minha opinião conseguiu ficar melhor do que este primeiro Arcade das tartarugas. E ainda em relação ao Turtles in Time gosto mais da versão que saiu para o Super NES, que tem mais fases e inimigos mais condizentes com o desenho animado do que a versão Arcade.

    E a Konami era mestre mesmo em games de Arcade. Bons tempos!

    Tiago Steel,

    O desenho foi mesmo um sucesso na época. Era difícil encontrar alguma criança que não gostasse dele.

    Sobre o lance da zoofilia… sempre achei que uma das tartarugas podia ter pego a April de jeito… uahuahauhaua…

    tonshinden,

    Bem, pelo menos assim você economizou muitas fichas, pois apesar de ser um game muito divertido, Teenage Mutant Ninja Turtles é um papa fichas descarado.

    leandro(leon belmont) alves,

    Nunca tinha reparado na April? Bem, época de criança era assim mesmo… época da inocência. Eu mesmo só fui reparar que a Letícia Spiller era gostosa quando ela fez sua primeira novela. E olha que já havia visto ela de shortinho de paquita inúmeras vezes na TV… uhauahuahua… só que na época era muito criança.

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  • 18/08/2012 em 11:29 am
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    Fala Andre
    TExto bacana e lembrei que usei umas 20 fichas na época para zerar ele num shopping junto com mais 3 amigos. (que prejuizo buaaaa).

    Mais esse jogo sempre volto a rejogar ele no MAME

    Ele é de uma época que infelizmente nunca voltará

    mas valeu

    abraços

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  • 18/08/2012 em 2:02 pm
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    Lembro que o primeiro contato que tive foi com a versão de NES que ganhei de aniversário. Meses depois descobri o arcade. O Engraçado é que na loja de games que ficava ao lado do arcade ficavaexposta a versão do NES, então a gente acabava comparando as versões. Apesar inferior, a versão do 8 bits tinha 2 fases inéditas que eu achava muito legal, assim como musicas extras, uma delas(A da fase da neve) cheguei a encontrar até numa versão arranjada no piano.

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  • 18/08/2012 em 2:28 pm
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    Ulisses Seventy-Eight,

    Gastou somente 20 fichas para terminar este game? Foi bem hein? Eu com certeza gastaria muito, mas muito mais que isso.

    Cidraman,

    Acho que já deve ter jogado estes dois games que você citou pelo MAME. Depois vou dar uma conferida neles.

    sonictales,

    A Konami fez uma ótima conversão para o NES, e assim como ocorreu com o Turtles in Time do Super Nintendo, é bacana ver uma versão caseira tendo fases e inimigos extras. Konami I love you!!!

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  • 18/08/2012 em 3:04 pm
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    nossa, era um dos poucos fliperamas que eu gostava de jogar, mas como bom pau-duro (e tb pq eu nao tinha dinheiro mesmo, tinha q ficar pedindo pra minha mãe) usava 1 ou no máximo 2 fichas.. então, passar do Rockesteady já era uma alegria suprema hehe

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  • 18/08/2012 em 3:45 pm
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    Fernando,

    Minha situação na época de moleque era similar a sua. Como dependia dos meus pais, que não eram e não são ricos, jogava fliperama bem esporadicamente. Muitas vezes eu gostava de ir nos fliper só pra ver os viciados jogarem, e também porque tinha uma amizade com as pessoas que frequentavam este tipo de local.

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  • 18/08/2012 em 9:55 pm
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    Foi um dos poucos jogos de arcade que tive coragem de encarar nos meus 11 anos de idade, nossa como era difícil! Depois apareceram as versões caseiras, mas só tive contato com a do SNES, e que som tinha esse jogo! meu receiver cygnus Polyvox que o diga 😛 (bons tempos!)

    Valeu André!

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  • 19/08/2012 em 12:07 am
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    Tinha esse game para 4 players numa galeria perto de onde eu morava!!! Era piá, e joguei a primeira vez com Raphael já contra o Baxter Stockman, o jogo já estava em andamento, aí entrou um carinha com Donatello mas morreu!!! Já eu segui a dica dos caras de ficar no canto apertando o botão de ataque contra aqueles robozinhos, ele até atacava pra trás sozinho hehehe aí na fase seguinte, claro, não sobrevivi!!! hehehe pirava!!

    Depois trocaram pela máquina dos simpsons para 4 também, achei foda mas não teve o mesmo impacto e não gostei de terem trocado, preferia que mantivessem ambas hehehe se bem que eram enormes os gabinetes aheuehiaeuaeh

    Foi o primeiro arcade que causou grande impacto de ficar babando!!! Só com Street Fighter 2 tive outro impacto!!!

    Ah, faltou falar da mesa desproporcional que a April fica encostada no fim da primeira fase hauaieuhaeihaeuheaia isso foi mantido até na versão do NES hehehe

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  • 19/08/2012 em 12:35 am
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    Kleber Snake wings,

    Em relação ao som dos jogos, a Konami nunca faz feio mesmo. Turtles in Time do Super Nintendo então, tem uma trilha sonora eletrizante!

    aki é rock,

    Bacana o fato de em sua cidade ainda existirem locais com Arcades clássicos. Aqui na roça que moro, eles sumiram do mapa.

    Rodrigo,

    Na época ocorreu a mesma coisa onde eu moro: o local onde tinha o Arcade das tartarugas de vez em quando trocava pelo do Simpsons.

    E pra mim foi a mesma coisa em relação ao deslumbramento diante dos games de Arcade: o primeiro ocorreu com o jogo das Tartarugas e dos Simpsons, e depois só fui ficar babando em frente a um gabinete por conta de Street Fighter II.

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  • 19/08/2012 em 1:36 am
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    Eita tempo bom, viu?! Lembro-me com muita saudade de como eu torrava toda minha pouca grana nestas maravilhas. Neste período, Konami e Capcom dominavam o estilo Beat`n Up como ninguém.
    No caso da Konami, ela ainda conseguiu a proeza de fazer uma versão incrivelmente fiel para o Nintendo 8 Bits… e com duas fases a mais!
    Os jogos de hoje podem ser muito bem feitos mas, exemplos como o deste post, me deixam maravilhado como os programadores conseguiam produzir com tecnologia imensamente mais rústica… eram gênios mesmo.

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  • 19/08/2012 em 2:49 am
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    joguei demais o do Nes, mas acho que era Tartaruga Ninja 2, era um beat’n’up bem ao estilo desse aí, era uma fita que um guri aqui do bairro tinha daí já viu, passou na casa de todos o jogo, e eu conseguia terminar depois de muito apanhar. O Tartaruga Ninja 1 que tinha duas visões a primeira estilo gta antigo, vista de cima, e nas fases vista de lado, esse jogo eu aluguei algumas vezes mas terminar que é bom nada, o jogo era difícil pacas, esses tempos vi um speedrun dele só pra conferir o jogo sendo destrinchado.

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  • 19/08/2012 em 9:43 am
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    Douglas Deiró,

    Nas primeira gerações dos consoles, os programadores de jogos realmente tiravam leite de pedra.

    Juliano,

    Como no NES já havia sido lançado um game das tartarugas, quando lançaram a versão baseada no Arcade deste post eles colocaram o número 2 nele mesmo, e colocaram ainda o subtítulo “The Arcade Game”, para ficar explícito de onde ele vinha.

    Eu particularmente nunca consegui gostar do primeiro game das Tartarugas que saiu para o NES… acho ele muito chato.

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  • 20/08/2012 em 12:39 pm
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    Esse jogo me traz boas lembranças! Foi no inicio dos anos 90, que tiver a oportunidade de ver e jogar em excelente jogo, foi o primeiro arcade para quatros jogadores simultâneos que vi. Alem da tela enorme o gabinete tinha ate bancada para os jogadores jogarem sentados. O jogo em si, é fantástico.

    André, sugestão de outro game, X-Men Arcade 1992, também da Konami.

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  • 20/08/2012 em 8:48 pm
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    Lisandro,

    Esse Arcade dos X-Men eu joguei muito pouco, acho que nem cheguei a terminá-lo. Mas quem sabe um dia eu o jogue com mais afinco, e escreva um post sobre ele.

    Piga “the ancient alien”,

    Esse Arcade era o verdadeiro “Come-come” de fichas.

    cis_negro,

    Já fiz um posto sobre o Arcade dos Simpsons, no ano de 2009. Depois dá uma conferida no review pelo seguinte link:

    http://www.gagagames.com.br/?p=3053

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  • 23/08/2012 em 9:56 pm
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    Um dos melhores beat’em ups de todos os tempos, se não o melhor!
    Muito bom o review, me deu uma saudade danada das máquinas deluxe para 4 jogadores. E lembrar que uma dessas me deixou completamente sem grana pra almoçar numa excursão que o colégio fez pra um parque de diversões, mas pelo menos eu zerei o jogo com mais 3 malucos, jogando com o Michelangelo.
    Bons tempos!

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  • 25/08/2012 em 5:44 pm
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    A versão PC MS-DOS tem gráficos mais próximos do Arcade (inferior é claro) mas a jogabilidade é tosca demais além do som podre!!! Não joguei mas já vi o gameplay, e dá pra ver como lançavam qualquer lixo para PC sem o menor padrão de qualidade, coisa que 1995 até hoje não acontece desse jeito!

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  • 30/04/2014 em 10:00 am
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    Parabéns pelo site e pelas matérias.
    Excelente game… só consegui zerar no Mame, pois no arcade era muito, mas muito difícil. Era o game que mais jogava no fliperama ao lado de Pit Fighter…. Abraço

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  • 30/04/2014 em 1:38 pm
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