Gagá Games » Gradius

Archive

Posts Tagged ‘Gradius’

Cruzada NES: esfaqueando gente num console da Nintendo!

June 4th, 2010
Controle P/ Super Nintendo / Famicom - Novo(na Caixa) Snes
Controle P/ Super Nintendo / Famicom - Novo(na Caixa) Snes R$9.50
Dynacom Dynavision + Controle + 3 Jogos + Fonte Nintendo
Dynacom Dynavision + Controle + 3 Jogos + Fonte Nintendo R$25.00
Nintendo Super Famico + Controle + Top Gear 2 Bem Conservado
Nintendo Super Famico + Controle + Top Gear 2 Bem Conservado R$139.00
Super Famicom  Nintendo Japonês C/ Controle Original
Super Famicom Nintendo Japonês C/ Controle Original R$119.00

bann-cruzada_nes_horizontal

Ontem foi feriado religioso de Corpus Christi, o que significa que 1/3 dos meus leitores está de ressaca de orações e mais 1/3 está de ressaca de cerveja mesmo, porque é feriadão e tá todo mundo curtindo. Mas o Gagá não para de trabalhar, e como hoje só devo ter 1/3 dos meus leitores, fiz uma Cruzada NES bem light. Joguei só uns poucos jogos, e a maioria deles é estranha/ridícula/bizarra, porque estou guardando os clássicos para a semana que vem — que vai ser das boas.

A minha jogatina de NES desta semana começou com Dig Dug 2, uma sequência lançada em abril de 1986 e que eu nem sabia que existia. O primeiro jogo, como vocês devem lembrar, é muito divertido, um clássico: você está debaixo da terra, num cenário de espaço restrito (e ligeiramente claustrofóbico) “inflando” monstros até eles estourarem antes que te peguem. Pois bem, a sequência se dá em uma área aberta na superfície, e a tela tem até scroll de tão espaçosa. E nem rola aquele lance bacana da música só tocar quando você se move. Não é preciso ser gênio para notar que estamos diante de um caso de FAIL!

digdug2-el_buracondigdug2-fogo_no_rabo

Até rola um lance de derrubar pedaços do cenário para trazer o clima de espaço restrito do jogo original, mas no fim das contas, é fogo no fiofó do designer dessa sequência!

Mas a coisa ficou bacana mesmo no dia 25 de abril de 1986. Nesse dia, o Gagá fazia aniversário! E para comemorar, a Konami lançou o uber-classic, o motherfucking-awesome, o fuck’emup Gradius! Putz, eu adoro esse jogo. A versão do NES eu só fui jogar agora mesmo, mas a versão do MSX era nonstop lá em casa.

Read more…

Cruzada NES , , , , , , , ,

MSX Review – Gradius/Nemesis

February 7th, 2010
Msx - Hotbit Hb-8000 Em Excelente Estado
Msx - Hotbit Hb-8000 Em Excelente Estado R$100.00
Lote C/ 98 Diskettes 5.25 Disquette 5 1/4 Várias Marcas
Lote C/ 98 Diskettes 5.25 Disquette 5 1/4 Várias Marcas R$95.00
Atari 2600 A/V +9jgs +2control Zaxxon Bob Vai Para Casa Come
Atari 2600 A/V +9jgs +2control Zaxxon Bob Vai Para Casa Come R$175.00
A B A I X O U - Msx Expert 1.1 Gradiente + Data Corder D R 1
A B A I X O U - Msx Expert 1.1 Gradiente + Data Corder D R 1 R$65.00

gradiusOlá a todos!

Finalmente estou escrevendo mais um MSX Review. Desculpem a demora, prometo que não vou mais demorar tanto. Hoje vou falar sobre um dos melhores games de MSX: a lendária saga Gradius (ou Nemesis, para o ocidente).

Antes, um pouco de história sobre a origem da palavra Nemesis:

Nêmesis (em grego, Νέμεσις), deusa grega da segunda geração era, segundo Hesíodo, uma das filhas da deusa Nix (a noite). Pausânias  citou-a como filha dos titãs Oceano e Tétis.

Autores tardios puseram-na como filha de Zeus e de Têmis. Apesar de Nêmesis nascer na familia da maioria dos deuses trevosos, vivia no monte Olimpo e figurava a justiça divina. Nêmesis era a deusa da ética. Nasceu ao mesmo tempo em que Gaia concebeu Têmis. Gaia, preocupada com a infante Têmis, que poderia vir a ser vítima da loucura de Urano, entregou-a a Nix. Esta, cansada de tanto gerar por esquizogênese, entregou as deusas aos cuidados das moiras, deusas do destino. Assim, Nêmesis e Têmis foram criadas como irmãs e educadas por Cloto, Láquesis e Átropo.

Fonte: Wikipedia

A História:
O império malígno vivo Bacterion ameaça a paz do sistema solar Nemesis, composto de 9 planetas: Latis, Odysseus, Kierke, Sard, Procyon, Lavinia, Antichthon, Midport e Eioneus.

Para evitar a invasão, o Alto Conselho de Nemesis envia um bravo piloto com a nave mais poderosa do sistema: Vic Viper. Sua missão: aniquilar o Império Bacterion antes que seja tarde demais.

gradius_cartucho

Sobre o Jogo:
Nemesis é um jogo de nave no sentido horizontal e é uma versão portada dos arcades, lançada em 1986. Devido às limitações de hardware do MSX 1, o jogo não possui o scroll fino da versão arcade. Mas mesmo assim, o jogo foi um grande sucesso e muito admirado pelos jogadores por sua dificuldade ser igual ou maior do que até mesmo a sua versão arcade. Ao todo, o jogo consiste de 8 fases normais mais 4 fases secretas, num total de 12.

Depois de Gradius, os jogos de MSX jamais foram os mesmos. Ele foi o primeiro game da históra do MSX a ter 1Mbit (128Kb) de tamanho. Você pode perguntar “Mas como, se o MSX 1 tem um Z80 que só enxerga 64Kb de memória? E como um único cartucho pode ter tanta memória assim?“.

Explico: ele usava uma técnica de chaveamento de páginas originária do Atari que ganhou o nome de MegaROM (”Mega” de 1Mbit e “ROM” porque era um ROM mesmo) e possuía páginas de 8Kb que eram chaveadas quando necessárias. Isso “enganava” o sistema, mas pra melhor. Com isso, o jogo feito com a MegaROM ficava maior do que estávamos acostumados.

Graças a esta técnica, muitas softhouses de MSX que conhecemos também adotaram a MegaROM pra fazer seus games, o que acabou impulsionando ainda mais a safra de jogos para o micro. Ou seja, se você joga os games MegaROM no seu MSX, agradeça a Konami.

Gráficos:
Gradius foi criado para MSX 1, mas não pense que isso pode abalá-lo ao jogar. Como sabemos que a Konami adora tirar leite de pedra, a softhouse não mediu esforços em fazer um ótimo jogo para o MSX. A impressão que se tem é que Gradius não é um game pra MSX devido à sua complexidade e tamanho.

Mas é só jogar que você vai se esquecer de tudo isso e acabar se deleitando ao desafio que você tem pela frente em terminar o jogo.

Som e Música:
As músicas de Gradius são um pouco simplórias, mas ainda sim não deixam de ser memoráveis e bem feitas. Faltou um pouco mais de empenho da Miki Higashino em trabalhar nas músicas do jogo. Dá pra perceber que fica faltando algo a mais na trilha sonora do game – talvez porque o jogo usa 2 dos 3 canais de som do PSG. Os efeitos sonoros compensam um pouco a falta de trabalho, mas nada que comprometa a jogatina. Jogue sem medo de ser feliz.

Jogabilidade:
Esse é o ponto forte do jogo. Gradius não é um jogo pra qualquer um. Ele é difícil, mas a partir da 2ª fase a coisa complica de vez. Recomendo fortemente que você não morra a partir da 2ª fase pois é muito difícil recuperar-se. Caso isso ocorra, comece tudo de novo. É chato, mas necessário. Fica a dica.

Dicas:
nemesis_twinbeeJogue com a nave do TwinBee – Conecte o jogo “Gradius” no slot A e o jogo “TwinBee” no slot B. A nave Vic Viper será substituída pelo TwinBee e seus powerups por sinos.

Chuva de Códigos – Nemesis possui uma pancada de códigos que podem ser utilizados. Para fazer isso, você deve seguir a sequência: pressione <F1> para pausar o game, digite o código, pressione <ENTER> e depois <F1> de novo. ATENÇÃO: Só funciona uma vez POR JOGADA, portanto use-a sabiamente.

Cada fase tem uma senha específica pra você ficar com todas as armas. São elas:

* Stage 1: MOMOKO
* Stage 2: CHIE
* Stage 3: AKEMI
* Stage 4: SYUKO
* Stage 5: CHIAKI
* Stage 6: NORIKO
* Stage 7: SATOE
* Stage 8: YASUKO
* Bonus Stage 1: KINOYO
* Bonus Stage 2: HISAE
* Bonus Stage 3: MIYUKI
* Bonus Stage 4: YOHKO

Esses códigos são para que você tenha uma arma específica:
* SPEEDUP
* MISSLE
* DOUBLE
* LASER
* OPTION
* SHIELD

E esses outros abaixo tem efeitos interessantes:
* Todas as armas em qualquer fase: HYPER
* Diminuir a velocidade: DOWN
* Game Over: BAKA
* Game Over: AHO

As fases bônus localizam-se nas fases 2, 3, 4 e 6. Para acessá-las, você precisa ficar em um local distinto em cada fase. Eis os locais:

gradius-stage02-bonus gradius-stage03-bonus

Fases 2 e 3

gradius-stage04-bonus gradius-stage06-bonus

Fases 4 e 6

Lembro que, quando Nemesis foi lançado por aqui via piratohouses, o jogo teve suas senhas “traduzidas”. Na verdade, os nomes japoneses foram substituídos por nomes brasileiros (todos femininos). Eis a lista:

* Stage 1: LUCIENE
* Stage 2: IARA
* Stage 3: DIANA
* Stage 4: NOCA1
* Stage 5: ANDREA
* Stage 6: GISELE
* Stage 7: TANIA
* Stage 8: VALERIA
* Bonus Stage 1: SUMAYA
* Bonus Stage 2: THEIA
* Bonus Stage 3: RENATA
* Bonus Stage 4: CARLA

Repare que o tamanho em caracteres das senhas traduzidas é o mesmo tamanho das senhas originais.

Curiosidades:
- Como já citado acima, Gradius foi o primeiro jogo a ter o sistema de chaveamento de memória MegaROM. E que acabou ditando regra nos games que vieram depois dele.

- Em 1988, a Konami lançou a coletânea Konami Game Collection 3 com 5 jogos. Nemesis estava presente, mas com um detalhe a mais: o uso do estonteante chip de som SCC. Falei sobre essa coletânea resumidamente no review do Knightmare.

- Dizem as lendas que o nome da música da 1ª fase de Gradius (”Challenger 1985“) foi uma homenagem ao ônibus espacial Challenger, que acabou explodindo durante a decolagem nos EUA em 28 de janeiro de 1986, vitimando 7 astronautas.

- Além do MSX, Gradius ganhou versões para Commodore 64, Microsoft Windows, NEC PC-8801, NES, PC Engine, Game Boy (recentemente eu comprei o cartucho), Sharp X1, Sharp X68000, celulares, Sega Saturn, PlayStation, Sinclair ZX Spectrum e, mais recentemente, o Virtual Console do Wii. Destaque para as versões Sharp X68000 e PC Engine, que foram bem fiéis à versão arcade.

- Falando em Wii, no ano de 2008, a Konami lançou um jogo muito legal chamado Gradius Rebirth para o WiiWare. Se colocarmos o jogo na cronologia oficial, ele encaixa entre os acontecimentos de Gradius 1 e 2 do MSX. Na história, sua missão é viajar pelo espaço para religar um super computador atacado por uma misteriosa bactéria alienígena, com direito a suporte do bonzinho (?) Dr. Venom. Destaque para as notícias sobre alguns games da Konami para o MSX durante a abertura.

- Quando Gradius veio para o Brasil por meios obscuros (com o nome de Nemesis), o jogo foi copiado para disco mas esbarrava-se no problema do tamanho do arquivo que era maior do que a memória e com isso o jogo jamais rodaria. Para isso, foi criada inicialmente uma versão em disco de Nemesis que funcionasse nos MSX de 64Kb. O processo era assim: quando o jogo começa, o disco era acionado para carregar a fase na memória. Quando você chegava na metade da fase, novamente o disco era acionado para carregar a segunda metade dela. E quando chegava no final da fase, carregava-se a nave-mãe (se alguém quiser essa versão, me avise que eu repasso).

Pouco tempo depois, o mestre nacional do hardware MSX, Ademir Carchano, inventou a MegaRAM, um cartucho de memória que faz a mesma função da MegaROM original. Com isso, os jogos MegaROM ripados dos seus cartuchos originais funcionavam. Só que os jogos de 128Kb, 256Kb ou 512Kb era partidos em bloquinhos de 8Kb ou 16Kb e com um simples carregador eram colocados na ordem certa dentro das páginas da MegaRAM e depois o jogo era executado. Podemos dizer que a MegaRAM foi o primeiro produto MSX 100% nacional.

Eis a MegaRAM por dentro. Sem ele, nós não jogaríamos Gradius e tantos outros jogos MegaROM nos anos 80!

Eis a MegaRAM por dentro. Sem ele, nós não jogaríamos Gradius e tantos outros jogos MegaROM nos anos 80!

Considerações Finais: Bom, espero que vocês tenham gostado desse review sobre essa saga gloriosa que tá merecendo algo maior faz tempo. Fiquem à vontade em comentar. Até a próxima!

Referências:
MSX Site – http://www.marceloeiras.com.br/msxsite/
MSX Pró – http://www.msxpro.com/
Gradius Homeworld – http://www.gamestone.co.uk/gradius/
MSXNET – http://bifi.msxnet.org/msxnet/konami/nemesis/
Wikipedia – http://en.wikipedia.org/wiki/Gradius

Uncategorized , , ,

Retro Gamer #72: Gradius!

January 12th, 2010
Gamepro 115 Resident Evil 2 Gex Super Gem Fighter Americana
Gamepro 115 Resident Evil 2 Gex Super Gem Fighter Americana R$15.00
Revista Gamepro N°8 Em Inglês Pouco Gasta
Revista Gamepro N°8 Em Inglês Pouco Gasta R$8.00

rg_072Molecada, saiu a edição 72 da amada e idolatrada revista Retro Gamer, e a capa é GRADIUS! Só de olhar essa capa eu já tenho vontade de chorar que nem uma garotinha…

Além da reportagem parecer excelente, a capa diz que a revista revela um segredo guardado há 22 anos sobre o desastroso port do jogo para o Spectrum… se curiosidade matar, fiquem ligados no Jornal Nacional hoje à noite, a notícia principal pode ser o meu falecimento.

E não é só isso: esta edição fala também sobre Driver, um dos meus jogos favoritos de Playstation. Para completar, ainda tem uma matéria sobre Fallout, aquele RPG de PC que eu comprei outro dia no GOG.com e espero jogar antes de morrer, porque dizem que é muito bom. Como eu pretendo morrer só aos 212 anos, ainda tenho muito tempo para jogá-lo.

Para atiçar ainda mais, o Daz, um dos editores da revista, manteve a tradição de soltar no YouTube um vídeo de uma folheada da nova edição. AVISO: este vídeo pode ser perigoso para o bolso de portadores de cartão de crédito internacional:

Aproveitando, e se vocês me permitirem abrir um rombo ainda maior na conta bancária de vocês, outro dia eu recebi minha Retro Gamer Videogames Hardware Handbook.

rg_videogames_handbook_01Trata-se de uma big revista com 256 páginas, reunindo uma pregada de matérias da série Retro Inspection, que a Retro Gamer publica mensalmente falando sobre algum console. Este baita volume fala sobre Atari, sobre os portáteis Game&Watch da Nintendo, ZX Spectrum, Master System, PC Engine, 3DO, Wonderswan e muitos outros. As matérias são interessantíssimas, contando histórias do arco da velha. Uma verdadeira delícia, você vai querer até tomar banho com ela. Eu já estava almoçando com a minha edição à mesa, só para me sentir melhor, mas a esposa achou que eu estava me comportando de forma estranha e escondeu a revista por três dias :)

Se vocês derem uma espiada no canal do Daz no YouTube, vão encontrar um vídeo dessa belezinha sendo folheada também. É de chorar, o tipo de coisa que não pode faltar na sua coleção.

Gagá, como eu compro esse negócio?

É simples, pequeno gafanhoto. Primeiro, pegue seu cartão internacional. Depois, olhe para algumas notas de dez reais e faça um despedida emocionada. Em seguida:

  • Retro Gamer #72: clique aqui. Sai a £11,50 com frete (mais ou menos trinta reais);
  • Retro Gamer Videogames Hardware Handbook: clique aqui. Sai a £15,98 com frete (mais ou menos quarenta e cinco reais).

Uncategorized , ,

ReBirth Series da Konami – Revivendo clássicos da empresa!

November 9th, 2009
Cartuchos/Jogos Originais Para Nitendo64_só Raridades!!!
Cartuchos/Jogos Originais Para Nitendo64_só Raridades!!! R$33.00
Castlevania Symphony Of The Night  Ps3 Playstation Psn Game
Castlevania Symphony Of The Night Ps3 Playstation Psn Game R$10.90
Castlevania: Dracula  - Neca Toys
Castlevania: Dracula - Neca Toys R$69.00
Castlevania Symphony  + Chronicles Ps3 Playstation 3 Jogo
Castlevania Symphony + Chronicles Ps3 Playstation 3 Jogo R$18.90

Não é de hoje que muitas empresas do mundo dos games fazem remakes de antigos sucessos. Alguns remakes são feitos a pedidos dos fãs, outros numa demonstração que a empresa se orgulha do seu passado; e já outros com a única intenção de fazer uma “graninha” relançando um título que já rendeu milhões numa era passada. Mas seja qual for o motivo, quem saem ganhando no final das contas com tudo isso somos nós, os retrogamers.

Uma das minhas empresas preferidas no ramo de fabricar games, a Konami, começou no ano passado a série ReBirth, que nada mais é do que o relançamento de alguns de seus games clássicos reformulados. A brincadeira por enquanto fica restrita aos donos de um Wii, mas quem sabe em um futuro próximo, a série ReBirth possa chegar também até os outros consoles da atual geração.

Confira logo abaixo o que já foi lançado dentro da série ReBirth:

Gradius ReBirth

Pra quem já é meio “caduco” como eu, lembra muito bem deste clássico shoot ‘em up da Konami: Gradius! O game que coloca o jogador no comando da pequena mas poderosa nave Vic Viper fez um sucesso estrondoso quando foi lançado nos fliperamas no ano de 1985, sendo que o jogo teve posteriormente várias versões lançadas para os mais variados consoles da época, e acabou recebendo também várias continuações, se tornando em mais uma das grandes franquias da Konami.

Em Gradius ReBirth, que foi lançado em 2008 no Japão e este ano no resto do mundo, o jogador tem em mãos praticamente um novo game, mas que consegue ao mesmo tempo manter muito do espírito do original. No campo das novidades, o game traz agora a possibilidade de escolher entre 5 naves diferentes e dois novos modos interessantes de jogo: um modo com créditos infinitos e o modo “Score Attack”, onde os jogadores tem apenas um crédito para vencer o game.

Graficamente o game está muito bonito e bem acabado, fazendo com que Gradius ReBirth fique praticamente no mesmo patamar dos games da série que foram lançados nas eras dos consoles de 16 Bits. A trilha sonora é um presente para os saudosista, com vários remixes de velhos temas que apareceram nos diversos games da série.

Contra ReBirth

Quem foi criança nos anos 80 ou no começo dos anos 90 e nunca jogou Contra, infelizmente,pode se considerar como alguém que não teve infância! Lançado originalmente para os fliperamas no ano de 1987, o primeiro game da série Contra era o jogo mais alucinante lançado até então: na pele de um soldado armado até os dentes, você saia correndo atirando em tudo o que encontrasse pela frente, ao mesmo tempo que se esquivava dos tiros inimigos! Era adrenalina pura!!!

Assim como ocorreu com Gradius, Contra acabou ganhando versões em outras plataformas, e posteriormente se transformou em mais uma franquia das boas! Contra ReBirth, que saiu para os EUA e Europa em Setembro deste ano, é tudo o que um fã da série quer: um game em 2D cheio de ação e difícil, muito difícil! E claro, mantendo a possibilidade de se jogar em dupla, deixando a aventura ainda mais divertida!

Em termos técnicos Contra ReBirth está bem parecido com o clássico do Super NES, Contra III – The Alien Wars, e com o mais recente Contra 4, que foi lançado em 2007/2008 para o Nintendo DS. A trilha sonora de Contra ReBirth é cheia de clássicos remixados, assim como ocorreu com Gradius ReBirth.

Castlevania The Adventure ReBirth

Uma das minhas franquias preferidas no mundo dos games é Castlevania, e portanto, quando soube que o horrendo primeiro jogo da série lançado para o Game Boy estaria ganhando um remake, fiquei bem feliz, pois finalmente o personagem Christopher Belmont teria um game que honrasse o nome de sua família.

Lançado no dia 27 de Outubro no Japão (espera-se que a versão americana seja lançada até o final do ano), Castlevania The Adventure ReBirth está mostrando ser tudo aquilo que um velho fã da franquia estava pedindo: um clássico Castlevania em 2D mas com gráficos, jogabilidade e sonoridades reformuladas, e que não fosse feito dentro do já manjado estilo “Metroidvania”. Para aqueles que até hoje não aceitaram os games da franquia que tentaram colocá-la no universo 3D, este game com certeza será reverenciado e jogado até os dedos ficarem calejados. Se você ler alguma crítica ferrenha contra este game por aí, ignore: o maldito que fizer isso com certeza é alguém que nunca jogou a horrorosa versão original, sendo que esta sim é digna de receber todos os xingamentos possíveis.

A trilha sonora é cheia de clássicos dos mais variados games da franquia Castlevania, fazendo com que jogar Castlevania The Adventure ReBirth no volume máximo seja altamente recomendado.

E o que mais vem por aí?

A Konami ainda tem muitos jogos clássicos que podem muito bem serem “ressuscitados”, portanto o jeito é esperar e torcer para que aquele seu game preferido seja o próximo a fazer parte da série ReBirth.

Boatos rolam na internet que Jackal pode ser o próximo game da série, mas até o momento nenhum pronunciamento oficial por parte da Konami foi feito, portanto só nos resta esperar. Que venha Jackal ReBirth e muitos outros clássicos!!! E que eu possa ter grana para comprar um Wii!!!

Uncategorized , , ,

Recordar é envelhecer: Gradius (NES)

May 13th, 2009

Olá leitores do blog Gagá Games! Aqui é o retrogamer André Breder trazendo para vocês mais uma edição do Recordar é envelhecer! Desta feita o game da vez é um dos maiores clássicos dentro do gênero “Shooters”: Gradius, versão “crássica” 8 bits que foi lançada para o NES! Tenham todos uma boa leitura e até mais ver!

Dos Arcades para o NES… o clássico Gradius!

Gradius foi mais uma série criada pela Konami que obteve muito sucesso entre os game maníacos do mundo todo. O primeiro jogo foi lançado originalmente para o Arcade, mas em 1986, o NES recebeu uma versão bastante fiel deste desafiante jogo!

Claro que a versão do NES perdeu alguns inimigos em relação a versão para o Arcade, mas nada que tire o brilho ou que diminua a diversão que este jogo proporciona. Você está no comando da nave Vic Viper, e deve atravessar 7 fases no espaço que irão testar sua destreza! Inimigos variados prometem, e darão muito trabalho!

Power Meter!

Uma das principais características de Gradius, e de todos os outros jogos da série lançados posteriormente, é o uso do “Power Meter” (Medidor de Poder). O power meter funciona a base dos itens “power-ups” que são coletados ao destruir uma série de inimigos. Ao coletar esses tipos de itens o jogador poderá ativar poderes especiais para a sua nave, facilitando em muito sua dura e difícil missão. Ao todo são 6 “power-ups”, que vão desde super velocidade até um campo de força frontal temporário!

Gráficos

Os gráficos de Gradius são simples, mas são bem coloridos e bonitos. E apesar da tela de fundo ser sempre o espaço infinito, ainda haverá cenários interessantes para se explorar, como cavernas e até a parte interna de um alien gigante!

Efeitos e Trilha Sonora

Os efeitos sonoros são simples também, mas bem feitos. Os tiros da nave, assim como dos inimigos, estão bem legais e são até gostosos de se ouvir. Apesar de mínimos, não há do que reclamar dos efeitos sonoros deste jogo.

As músicas são “legaizinhas”. Gradius está longe de figurar entre as melhoras trilhas sonoras de videogame já criadas pela Konami, mas ainda assim as músicas não deixam de cumprir bem o seu papel, dando um clima contagiante de aventura ao jogo.

Jogabilidade

A jogabilidade é simples e prática. O botão direcional movimenta a nave com rapidez na tela, enquanto que o botão A é acionado para atirar e o B para ativar os “power-ups”. Precisa mais? Em se tratando de Grardius, acho que não.

Dificuldade

958.pngGradius apresenta uma dificuldade elevada, com fases cheias de inimigos e cenários complicados que só irão atrapalhar sua vida. Basta um tiro do inimigo para sua nave explodir em “trocentos” pedaços, pois não há pontos de energia. Seja rápido para destruir os inimigos, ou então verá uma porção deles se “amontoando” na sua frente e “mandando bala” em você sem dó!

O uso inteligente das “power-ups” será primordial para ter sucesso no jogo, já que com as armas certas ficará muito mais fácil de vencer os inimigos. Os chefes do jogo são bem repetitivos. Uma nave gigante que fica subindo e descendo a tela, e claro, atirando em sua direção, você terá que encarar no final de três estágios, e será praticamente o mesmo inimigo, com uma pequena diferença que ele estará um pouco mais rápido cada vez que tiver que ser enfrentado novamente, e só. O último “chefe” será moleza, se é que podemos chamá-lo assim, pois ele não fará nada contra você. Eu repito, ele não fará NADA! O último “grande” inimigo de Gradius é um cérebro gigante que ficará lá “paradão”, esperando que você o destrua com seus tiros. Não custava nada terem feito um último inimigo que permitisse aos jogadores um pouco mais de diversão, afinal chutar cachorro morto não tem graça nenhuma.

Conclusão

Gradius foi o primeiro jogo de uma série que é idolatrada pelos fanáticos por jogos de nave. Um jogo simples, divertido e bem desafiante, que com certeza será sempre considerado um título obrigatório na lista de clássicos eternos e jamais esquecidos do NES. Afinal, quem nunca jogou Gradius simplesmente não pode ser desse planeta ou então não viveu uma das melhores épocas da história dos games!

Uncategorized , , ,