Capítulo 8 – O Final

Estudando a geografia de Dragon Quest, notei que o castelo do Evil Dragon (ou King Dragon, que seja), fica mais ou menos no MEIO do mapa, pois lá do Castelo Radatome dá pra ver o danado. Julgando dessa forma, estando perto de Rimuldar, concluo que o continente do inimigo fica à ESQUERDA de Rimuldar. Explorei a região ali e encontrei uma faixa de areia bem diferente, uma península que, por apenas um espaço, não se juntou com o outro lado. Não deu outra: usei a Rainbow Drop ali e uma ponte se formou!

saindo uma ponte no capricho!


Atravessei a ponte e alcancei o castelão final! Na entrada, vi duas escadas, mas nenhuma delas me levou ao local certo. Então, pelo lado da escada da esquerda, achei um caminho estreito até ao sala ao alto, com o trono. Lembrando do que me contaram, existe uma passagem secreta ATRÁS do trono, chequei ali e encontrei a danada. Agora sim, estamos de fato na última dungeon, à caminho de enfrentar o Dark Evil Dragon!

a escadinha secreta, sempre atrás de um trono

A primeira coisa que se nota é que a magia Radiant não ilumina por completo o local, ficando ainda muito escuro e fácil de se perder. O caminho desse primeiro andar é pela esquerda, pegando depois a rota de cima, encontrando outra escada para descer mais ainda. No andar debaixo avancei pro level 19, ganhando a magia Firebane, que julgo ser a mais forte magia de ataque!

Após me perder um pouco entre tantos andares escuros, consegui achar um caminho que me levou à uma sala cercada de blocos azuis. Ao lado da minha escada estava outra escada, que subia. Subi por ela e achei a Sword of Roto, talvez o último item importante do jogo! Com meu ataque nos 125 pontos, é hora de voltar, dormir em algum INN e retornar ao castelo, dessa vez seguindo pelo outro caminho em busca do Dark Evil Dragon!

a lendária Espada de Roto

O labirinto do último castelo é realmente infernal, mas achei as escadas mais facilmente dessa vez. Na última sala já dá pra ver o chefe em seu trono. Acima, alguns baús com alguns itens legais, como Nut of Life e Medical Herb. Chegando no chefe, não encontrei muita dificuldade. Primeiro ele veio com uma história pra eu me aliar à ele, pois assim herdaria metade do mundo para governar, e todo aquele blábláblá pra passar pro lado dele, etc… Depois de ouvir dois nãos, ele vem pra cima me atacar.

os corredores escuros me levaram até a sala do tesouro!

O chefe vem em duas formas, a primeira ele ataca mais fisicamente e pode usar Sleep. Usei a Firebane e ataques normais até matá-lo. Na segunda forma ele se transforma no Dragão e seus ataques DOBRAM, tanto em força quanto em velocidade. Healmore é indispensável aqui, assim como Firebane e uma dose de sorte.

as duas formas do vilão do jogo

Destruído, consegui de volta a Ball of Light, que varreu o mundo de Alefgard e limpou os monstros do lugar. Ou seja: basta retornar ao Castelo Radatome e receber as congratulações do Rei. Laura decide partir junto comigo pelo mundo, em busca de aventuras, mas não sem antes uma boa noite de “descanso“, se é que me entendem.

ao derrotar o Dragon King, o mundo acaba se purificando e o herói tem seu merecido descanso ao lado de sua amada

E esse é o fim do primeiro jogo da série Dragon Quest, espero que tenham gostado, porque eu gostei pra caramba do jogo. Apesar de ser apenas um personagem contra todos, o jogo tem uns lances bem bacanas, como a procura por itens especiais, armamentos secretos, dicas de onde estão certos itens dadas por moradores, etc, achei isso bem criativo, principalmente pra época.
Por enquanto fico por aqui, em breve eu volto com alguma novidade no Gagá Games!

Até lá!

Diário de Bordo: Dragon Quest, parte final!
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12 ideias sobre “Diário de Bordo: Dragon Quest, parte final!

  • 27/04/2011 em 12:26 pm
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    Ótimo diário de bordo! Ótimo jogo também.

    Engraçado, lembro que quando eu fechei o jogo no NES o meu personagem estava no nível 26. Só porque era o máximo que podia! Depois que eu cheguei nesse nível o personagem não evoluia mais. O dinheiro também tem limite, dá para acumular uns 65 mil e uns quebrados. Estranhei muito na época. Depois eu li sei lá onde que o seu personagem poderia evoluir até níveis mais altos ou baixos dependendo do nome que você dava a ele. É meio bizarro, mas achei legal.

    Lembro que penei muito no último labirinto, tanto para conseguir a espada de Roto quanto para achar o caminho do “Rei Dragão”. Mas é legal a expectativa que você cria para o confronto final.

    Outra coisa que eu me recordo é que quando você volta para o castelo Radatome a princesa pergunta se você quer casar com ela (ou algo assim, não?). Bom… eu respondi que sim, mas fico pensando se o cara responde que não. Que crueldade! Hehehe.

    Valeu por esse diário de bordo. Fico no aguardo dos próximos!

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  • 27/04/2011 em 1:37 pm
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    Muito bom o diário, apesar de eu não ter lido muito pra não ter muito spoiler (pretendo jogar ele ainda). Estou o jogando o remake do V pro DS e ele é muito bom, pena que o protagonista seja sem muita personalidade (joguei o IV uma boa parte e percebi a mesma coisa), mas em compensação todos os outros, inclusive NPC’s, tem uma personalidade bem definida.
    Você conseguiu terminar o jogo em quantas horas +/-? Gosto de ter uma base de quanto tempo de jogo, manias minhas xD.

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  • 28/04/2011 em 6:30 pm
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    Eu fico triste até hoje por não ter zerado esse jogo… Eu tinha a fita original e fiquei enrolado no último castelo (não lembro se eu sabia que tinha que achar a tal espada) aí um belo dia quando resolvi voltar a jogar meu save tinha apagado 🙁 desde aí nunca mais tive animo pra jogar esse jogo de novo… quem sabe um dia eu pegue a versão do snes…

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  • 16/11/2012 em 11:30 am
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    Meus parabéns e muito obrigado pelo detonado, Cosmão! Acabo de zerá-lo e achei o jogo super difícil; Talvez, eu só tenha conseguido concluir, por jogar em emulador, visto que é possível salvar o progresso em qualquer lugar.

    As criaturas são muito imprevisíveis, um azarado combo de sleep+ataque+ataque+sleep pode fazer você morrer lá no fundo do castelo final, após ter atravessado complicados labiritos e voltar para o reinado, lá no outro lado do jogo, onde você começa, além de fazer você perder 50% das moedas coletadas.

    Nos dias de hoje, considerando os jogos de XBox 360 e PS3, o objetivo do jogador fica descrito em destaque no menu e piscando no mapa, sendo impossível se perder. Enquanto que no Dragon Quest, cada NPC é importante na história, dando dicas únicas para o desenrolar do jogo.

    Algumas salas, missões e itens são MUITO escondidos, mesmo sendo obrigatório encontrá-los, obrigando os pobres mortais, como eu, a buscarem um detonado na internet, e pararem aqui nesse excelente passo-a-passo comentado, do Cosmão.

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