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E após algumas semanas de enrolação, finalmente eu tomo jeito e chego ao fim do diário de bordo de Phantasy Star! E como ando de saco cheio da fórmula de diários de bordo, juro que não vou chateá-los tão cedo com outro 🙂

Na edição passada tínhamos chegado ao castelo de Lassic e enfrentado o dragão alado que guardava o local. Hoje nós partimos com tudo para o castelo, mas há um monte de guardas tomando conta da entrada, ou seja: temos que brigar com oito robotcops, divididos em duas lutas diferentes. E não adianta matar os caras, voltar para a cidade para se restaurar e retornar ao castelo, que os moços reaparecem.

Uma das modestas portinhas que Lassic colocou em seu castelo usando dinheiro público... tsc tsc!

Uma das modestas portinhas que Lassic colocou em seu castelo usando dinheiro público… tsc tsc!

Lá dentro a coisa segue bem até a primeira escada. Depois dela, você faz uma curvinha e topa com o último dragão sagrado, Black Dragon. O bicho é forte pra diabo. A melhor estratégia é usar Thunderstorm (equipando os cristais de cura e raio nos personagens e usando a magia pelo item COLLABO do menu, como eu expliquei aqui), paralisando o inimigo por três turnos. Quando os cristais acabarem, erga uma parede mágica com Myau, invoque a magia POWER para dar mais força aos ataques físicos dos seus aliados e dê uma rezadinha básica. As magias de vento são boas contra ele.

Derrotado o dragão, o lance é procurar Lassic, que como todo bom vilão nos recebe cheio de educação, perguntando se gostamos da recepção que ele preparou. E como bons heróis, o grosso do Odin vai logo dizendo que já estava ficando meio entediado, a Alis sai gritando e exigindo explicações… por que será que os vilões sempre são mais educados que os mocinhos?

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Putz, que desenho maneiro!

O bacana é que na conversa o Lassic revela aquele papo de que a Alis é filha do Waizz Landale, antigo rei de Algol. Lassic tramava contra a vida da herdeira do trono, e por isso, antes de completar um ano, Alis foi confiada a uma família para viver em segredo, longe das garras de Lassic. Essa história só aparecia no Phantasy Star Compendium, livro oficial da SEGA que conta vários detalhes adicionais sobre a trama (e que você encontra inteirinho na Gazeta de Algol).

A briga com Lassic não tem mistério: Thunderbold na cabeça, quando acabarem os cristais use a barreira mágica do Myau. Magias não ajudam muito, fique com ataques físicos, usando Myau e Noah para curar o grupo. Ah, POWER mais uma vez é útil, use em todo mundo. Com o truque de paralisar Lassic com Thunderbold fica moleza.

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Velho, o Lassic ficou muito style!

Quando Lassic morre, faz aquele discurso manjado de “nãaaaaaaao”, e pede a Dark Falz que envolva o sistema Algol em chamas. Eu preferia como era no jogo original, quando a gente achava que o jogo tinha acabado e era surpreendido ao visitar o governador. Mas vamos lá: o grupo é transportado de volta para Camineet, e deve rumar para Paseo.

Antes de falar com o governador, passe na loja de itens de Paseo: agora eles vendem Trifluids por 1000 mesetas! Antes só dava para achar fluids (que restauram MP) em baús nos labirintos.

Quando a gente chega no governador… cadê o homem? O grupo cai numa armadilha, como no jogo original. O labirinto final tem um visual bizarro, e você continua tendo que achar aquela cruel passagem secreta invisível no último andar. Entrando pela última porta do jogo nós encontramos Dark Falz, mais sinistro do que nunca. Adorei o visual do bicho no remake, e curti muito a animação dele atacando também, ótimo trabalho. Com o truque do Thunderstorm a batalha é fácil, fácil.

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Olha isso! Excelente trabalho, excelente! Eu quero um pôster dessa cena AGORA na minha parede!

Fim de jogo, ê! O grupo vai conversar com o governador, que pergunta a Alis se ela quer ser a rainha de Algol. Se disser que não, você pode sair e continuar explorando o mapa. Se disser sim, segue o final do jogo. Aparece uma ceninha bacana na qual Odin e Myau dizem que vão ficar para ajudar Alis a governar. Noah diz que não pode ficar porque tem um sonho a realizar: unir outros com os mesmos poderes que ele para manter a paz em Algol. Se você conhece a série Phantasy Star toda, deve saber o que isso significa e eu não vou spoilar :p

No mais, sopa de pardais. Fim de jogo. A tradução está praticamente completa, e praticamente só falta uma alma caridosa dar uma forcinha com o rom hacking, aí a gente faz um patch para o português e lança para todo mundo curtir este ótimo remake!

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Todo mundo arrumadinho!

Obrigado a todos que acompanharam o diário de bordo, e vamos trabalhar para essa tradução sair logo!

Diário de bordo Phantasy Star Generation:1 *FINAL*

60 ideias sobre “Diário de bordo Phantasy Star Generation:1 *FINAL*

  • 02/10/2011 em 11:28 pm
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    Gaga, vi na gazeta de algol que vc concluiu tambem PS2… estou tendo problemas com uma nova magia do Dark Force (que ele solta toda hora) que deixa meus personagens impossibilitados de lutar. Como faz pra “curar” dessa magia?

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  • 23/01/2012 em 10:23 pm
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    Consegui! Perdi a Alis durante o dragão, mas nas demais, todos saíram sãos e salvos! Todos com level 61. Mas poxa, depois de passar por toda essa maratona, quem é que iria querer continuar explorando o jogo depois de responder “não”? Só pra continuar matando monstros e chegar no level 99? aham, claro… essa minha fase já passou (aliás, nunca existiu. 🙁 ) Sega, Sega… seus jogadores envelheceram, não se esqueça disso…

    Das duas uma…
    1) Bem que podia haver um 2° final para o “não”, aproveitando o gancho que a Alis abdica do trono de rainha de Algol, e com o grupo (bastaria citar um diálogo e uma tela final), permanecem perambulando fazendo justiça, desta vez combatendo outras raízes do mal, resgatando a esperança dos desamparados e blablabla e permanecendo como lendas; quem sabe até aproveitando o gancho de mais tarde criarem em Motávia aquela cidade que homenageia a lendária heroína…

    2) Poderia haver um quest extra, uma caverna/torre com monstros absurdamente fortes (mais ainda? hauhauah), um continente desconhecido em Palma, sei lá… acessível só depois de terminar o jogo, com uma dificuldade ainda maior e pra quem quisesse um bônus. As ideias dos irmãos perdidos e das joias escondidas em Dezori foram muito boas, poderiam acrescentar mais coisas assim.

    Tá. Viajei um pouquinho. Mas não adianta, ficou aquele gostinho de quero mais. 🙂 Ainda é o meu jogo favorito.

    No mais, parabéns, Orakio! Excelente trabalho.

    Aguardando (mais do que nunca) ansiosamente a tradução.

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  • 24/01/2012 em 7:20 am
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    Consegui terminar o game no natal do ano passado jogo, desde Maio do mesmo porém esperei até pegar o detonado ai no post, mai joga a prestação.
    Enfim fiquei cara a cara com lashiec no fim do ano e finalizei. estou tentando o 2 mais é mais dificil que o original!
    avisa seu amigo que fez o detonado melhorado do 1 e fez o do 2, que quando se dá a noz a myau ele ganha asas, porem é cabeçada encarar Baya Malay de novo! se volta ao chão a Alis tem a magia teletransporte (voa),
    e retorne ao catelo de Lashiec.

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  • 25/01/2012 em 11:56 pm
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    Pow, que furada…

    Refiz a última luta e “provoquei” a morte da Alis durante o combate, pra ver se acrescentava alguma coisa, uma cena extra, sei lá… quem lembra do original sabe o que acontece. No remake os diálogos finais não mudam em absolutamente nada.

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