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Preparados para algo muito louco e totalmente inesperado? Então vamos lá.

Lembram quando eu disse que ia ter que virar um ás do espaço para que a princesa me ajudasse? Pois bem, fui na loja de transportes, que no início do jogo vendia cavalos, e comprei… uma espaçonave!

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Saindo da cidade, a dita cuja apareceu ali em frente, paradinha. Eu entrei e começou a contagem regressiva…

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E ZÁZ! Você está no espaço!

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Vou explicar a cena para vocês. À direita, a minha espaçonave. Logo ao lado, um porto espacial com duas naves estacionadas. Apertando a tecla para cima a nave se desloca para a frente. É preciso encaixar o bico da nave direitinho ali na “vaga” da direita para uma acoplagem bem-sucedida. Esse porto espacial é uma plataforma de transferência para as outras naves (eu escolhi a de baixo, que tem menos combustível e melhor ataque). No centro, temos uma estrela (passe longe!) e ali à esquerda você volta para o planeta do jogo. Mas para pousar, é preciso trocar de nave novamente, porque a sua espaçonave é a única com escudos que resistem à reentrada na atmosfera. Claro, eu descobri isso depois de explodir a espaçonave tentando 🙂

Aliás, por falar em mortes bizarras, eu não tinha entendido direito como era o consumo de combustível da nave, e…

"Heeeere am I sitting in a tin can... faaaaaar above the world..." Quem aí curte Dabvid Bowie?
"Heeeere am I sitting in a tin can... faaaaaar above the world..." Quem aí curte David Bowie?

Amanhã eu conto mais sobre a viagem, já que meus acidentes recentes me fizeram perder todo o dinheiro e comida que eu havia acumulado… Não percam os momentos finais de Ultima I!

Diário de bordo: Ultima I, 28/09/2009
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