Olá leitores do Gagá Games! Aqui é o seu amigo André Breder trazendo até vocês mais uma edição do Recordar é envelhecer! Hoje vou relembrar um grande clássico dos arcades: Golden Axe! Tenham todos uma boa leitura e até o próximo Sabadão!

Introdução

Golden Axe foi um game criado através da mente brilhante de Makoto Uchida, que já havia mostrado antes seu talento no clássico Altered Beast. Na época em que Uchida planejava como seria sua próxima criação, ele estava fascinado pelo mundo fantasioso do RPG Dragon Quest, e desejava fazer um game que seguisse esta linha.

Mas os executivos da SEGA queriam algo mais simples, e que pudesse ser comercializado no mercado de arcades, que foi uma área onde a empresa sempre desenvolveu grandes títulos. Golden Axe acabou então se tornando o violento e viciante hack ´n slash que todos adoramos. Inspirado pelo filme de 1982, Conan – o Bárbaro, estrelado pelo então desconhecido Arnold Schwarzenegger, Uchida e seu pequeno time de apenas cinco pessoas começaram a desenvolver um jogo onde jogadores poderiam se divertir de forma simultânea, em um mundo medieval cheio de fantasia.

Em 1989 Golden Axe foi lançado para os arcades, e logo se tornou um estrondoso sucesso! Os jogadores poderiam escolher entre três guerreiros distintos, sendo que até duas pessoas poderiam então lutar contra as forças do mal juntas, em um universo onde teriam criaturas místicas para usar como montaria, poderes mágicos para utilizar e muitos inimigos para destruir.

Sobre o game

A aventura em Golden Axe se passa no mundo de Yuria, um terra medieval mágica que está passando por um momento difícil: forças malignas se uniram, e formaram um grande exercíto composto até mesmo por criaturas mortas-vivas, espalhando o caos e morte em todos os cantos. Até mesmo os guardas reais são mortos, permitindo que as tropas malignas sequestrassem tanto o rei quanto a princesa de Yuria, deixando então o povo em total desespero. Para tornar tudo ainda pior, o mal se apoderou também do lendário “Golden Axe”, uma arma capaz de dar grandes poderes ao seu possuidor, e as tropas das trevas desejam usá-lo para ressuscitar seu mestre, o temível Death Adder.

Tudo parecia perdido, mas três bravos guerreiros, dotados de grande força e poderes mágicos, se unem para enfrentar as tropas das trevas: Ax-Battler, um forte guerreiro com grande habilidade no manejo de sua espada; Gilius Thunderhead, um astucioso anão vindo das minas de Wolud e munido de um grande machado; e Tyris-Flare, uma amazona de grande força e destreza. Agora toda a esperança do povo de Yuria repousa nestes três guerreiros, que terão que encarar grandes desafios até serem capaz de estar frente a frente com a fonte de todo mal que assola o seu mundo.

Um dos charmes de Golden Axe com certeza é a possibilidade de utilizar magias elementais para vencer os inimigos com uma maior facilidade. Só que para fazer uso de todo este poder extra, os heróis devem antes obter poções mágicas, que são conseguidas com certos duendes que aparecem no decorrer da aventura. Cada um dos personagens do jogo possui um tipo de magia, sendo que a amazona Tyris é a que possui o maior poder mágico, sendo que sua magia em estado máximo necessita do acúmulo de 9 poções. Ax-Battler é o personagem que possui o poder mágico mais moderado, e o anão Gilius é o mais fraco em ataques deste tipo.

Em contrapartida Gilius é o mais forte em relação aos ataques físicos, enquanto que Tyris é a mais fraca e Ax-Battler se mantém como o personagem mais moderado também neste quesito. A escolha fica a cargo do jogador escolher qual tipo de herói utilizar: jogadores mais habilidosos muitos vezes poderão dar preferência a força descomunal de Gilius, que é capaz de eliminar os inimigos com menos golpes do que seus companheiros. Outra característica bacana em Golden Axe, e que na época foi algo inovador, é a possibilidade de se utilizar três tipos de criaturas como montaria: Cockatrice é um ser que parece ser o cruzamento de uma ave com um réptil, e utiliza sua cauda para atacar; já o Blue Dragon pode disparar rajadas de fogo nos inimigos que estejam próximos, enquanto que o Red Dragon é mais indicado para atacar inimigos a distância, já que pode disparar bolas de fogo que cortam toda a tela do jogo.

Em relação aos seus gráficos Golden Axe também chamava atenção na época em que foi lançado, e até hoje continua sendo um game bonito de se ver. As fases são bem elaboradas e diversificadas, e por conta de Yuria ser um mundo cheio de fantasia, isso permitiu que os designers das fases do jogo pudessem extrapolar a nossa realidade, criando etapas onde os heróis lutam em um vilarejo que fica sob o casco de uma tartaruga gigante ou então voam pelos céus “a bordo” de uma águia de enormes proporções.

Tanto o design dos heróis, quanto dos vilões, ficou muito bem feito, servindo de base para os jogos posteriores que seriam lançados da franquia Golden Axe. Para aqueles que só jogaram a versão que seria lançada depois para o Mega Drive, a versão original mostraria alguns detalhes técnicos extras, como a presença de uma maneira melhor explorada do amanhecer e entardecer durante algumas fases do jogo. A versão doméstica até possui este efeito, mas ele só é visto nos momentos em que se enfrentavam os chefes de fase. Já no Golden Axe original esta passagem de tempo ocorre também no começo de algumas fases.

A presença de um maior número de NPCs também pode ser facilmente observada na versão original de Golden Axe, e aqui os inimigos derrotados não somem, mas ficam com seus corpos estirados no solo. Algo bacana também, e que é exclusivo da versão arcade, é a animação que ocorre quando os jogadores chegam na última parte do jogo, e se deparam com vários corpos de pessoas na sala do trono, que em um ritual macabro são utilizadas para trazer Death Adder de volta a vida. E claro, eu não poderia deixar de citar as animações que ocorrem durante o uso das magias no game, que ficaram literalmente animalescas!

A parte dos efeitos sonoros também é caprichada, e cada ação tem um som particular e característico. E se formos comparar com a versão lançada para o Mega Drive, a original ganha mais uma vez, pois tem efeitos sonoros mais bem feitos e também mais variados. Aqui até o duende que carrega poções emite um grito quando é atingido. A trilha sonora é, para muitos, a parte mais especial do jogo, e com razão, pois o Golden Axe original possui músicas literalmente épicas! Não existe uma música ruim sequer, tudo é do mais alto nível! As fortes melodias de Golden Axe são tão boas, que mesmo após mais de vinte anos elas ainda continuam na memória de quem jogou o game.

A jogabilidade é bem básica, sendo que o manche direcional movimenta os personagens na tela com precisão, e existem três botões de ação: um reservado aos pulos, outro para os ataques e o último para acionar a magia de cada um dos personagens. Dando dois toques para qualquer um dos lados (esquerda ou direita) os personagens irão correr, podendo assim aplicar golpes na sequência em adversários que estavam antes em uma distância segura, ou mesmo dar um grande salto e cravar suas armas bem em cima dos inimigos. É, Golden Axe é um game violento baby! Ainda em relação aos comandos do game, apertando ao mesmo tempo os botões de pulo e ataque, os personagens executam um golpe na direção contrária a que estão “olhando”. Este tipo de ataque é ótimo para surpreender inimigos que estejam atacando pelas costas.

A dificuldade do game é crescente, e fica terrível nas última fases! Os inimigos atacam em pequenos grupos, mas agem de maneira conjunta mesmo, e muitas vezes o jogador tem que parar uma sequência de golpes em um inimigo para não ser atingido por outro na mais pura covardia! Entre os inimigos menores do game, destaque para os terríveis guerreiros esqueletos, que são muito ágeis e executam combos com grande precisão. Durante a jogatina em Golden Axe, o jogador deve ter cuidado também para não cair em alguns abismo que existem em determinadas etapas do jogo, pois senão, perderá uma vida no ato! Em relação aos chefes, o game também dá trabalho: muitos atacam em dupla, tornando tudo duas vezes mais difícil! Death Adder é o mais difícil de todos, não muito por ele próprio, mas por seus petulantes ajudantes.

Conclusão

Golden Axe pode ser facilmente considerado como uma das obras primas criadas pela SEGA! Um game que serviu de base para todos os hack n´slashs que surgiram após ele, e que gerou uma franquia que fez muito sucesso, principalmente no Mega Drive. É uma pena que hoje em dia a franquia esteja mais uma vez na geladeira, tendo em vista a má repercussão obtida pelo último game que carregou o título Golden Axe… infelizmente os tempos são outros, e a SEGA definitivamente já não é a mesma de outrora.

Recordar é envelhecer: Golden Axe (Arcade)
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50 thoughts on “Recordar é envelhecer: Golden Axe (Arcade)

  • 09/06/2012 at 12:32 am
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    “Uchida e seu pequeno time de apenas cinco pessoas começaram a desenvolver um jogo…” Imagine só,um clássico poderia nascer numa roda de amigos naqueles tempos…e que clássico!Gostaria de ter jogado em arcades mas só experimentei no Mega,mesmo assim que jogo incrível!

    Esse recurso de usar criaturas como montaria é muito emblemático neste jogo.Eu fico até emocionado com a parte sonora de Golden Axe,quando vi a imagem de abertura no post André,na hora surgiu aquela musica da primeira fase na cabeça he he he.Clássicos são assim mesmo,acabam fazendo parte da gente sem a gente perceber.E isso independe da empresa ou console de origem.
    Sem dúvida a SEGA não é mais a mesma André,mas isso eu encaro numa boa hoje em dia.Afinal,quando virá um novo Pelé,um novo Einstein ou uma nova Elis Regina?Gênios e clássicos neste nível dificilmente se repetem.

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  • 09/06/2012 at 2:46 am
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    Golden Axe é duca! Um puta clássico de respeito!

    Gosto tanto da versão arcade quanto da versão do Mega… Só que a versão arcade é brincadeira de criança perto da versão do Mega.

    Golden Axe II é o melhor da trilogia lançada pro Mega. Uma pena que a Sega estragou o jogo ao lançar o Golden Axe III… Prefiro imaginar que só existem os dois primeiros, tal qual faço em relação ao Double Dragon.

    E sim, a Sega não é mais a mesma faz MUITO tempo. Desde o fim do Mega Drive que ela só veio fazendo burrada. Aliás, se comparada aos anos 90, a Sega atual é MORTA. Isso que dá quando gente incompetente dirige uma grande empresa…

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  • 09/06/2012 at 7:33 am
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    Golden Axe é excelente, um dos jogos “monstros sagrados” do Mega. parece que a versão arcade é um pouco mais detalhada, mas o Mega Drive é deu para converter ele com maestria, mesmo com as limitações do console. o que seria um grande feito. eu e meus amigos selecionarmos entre o Gilius e a Tyris. raramente alguém ia com o Ax Battler. Tyris era boa nas magias(e atraente,diga-se de passagem) e o anão era muito forte fisicamente e o outro…ninguém ligava.

    @Man On The Edge

    há boatos que a Sega esta pretendendo voltar com um novo console, vamso é se é verdade. e que faça menos burrada, já a Nintendo…deus nos dê forças.

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  • 09/06/2012 at 9:27 am
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    Épico game da SEGA.
    Joguei ele numa viagem que fiz com minha familia ao Sul do Pais, na fronteira entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, na cidade de Rivera, eu era molecote e tive a oportunidade de jogar o arcade original de Golden Axe, a maquina era linda e alta de volume. Eu tinha uns 12 anos se me lembro e fiquei encantado com essa maquina.

    Bons tempos!!!

    Apesar do Megão ter uma versão acho que melhor em jogo total, a do arcade com certeza me marcou mais.

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  • 09/06/2012 at 10:05 am
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    Ná época (lá pelos idos de 1990) já conhecia o G.A. do arcade, aí um belo dia o meu vizinho me aparece com um Mega Drive emprestado do primo dele com adivinhem… Golden Axe (além do Altered Beast). Lembro de ter ficado espantado com a conversão mais que “perfeita” e naquela “fissura” de querer jogar mais e mais (quem é dessa época sabe o que eu estou falando – esses jogos clássicos de Nes e posteriormente de Mega e Super NES pareciam uma droga altamente viciante)o que me leva a uma simples constatação:

    NÃO SE FAZEM MAIS GAMES LEGAIS COMO ANTIGAMENTE!

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  • 09/06/2012 at 4:03 pm
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    Nunca esquecerei o dia em que coloquei no canal 12 de minha TV e vi esse jogo, meu vizinho tinha um mega Japonês que o ligava pelo video link, pois sua tv não tinha connecção de AV, naquela época o adaptador AV para RF era difícil de achar, principalmente por causa do Plug padronizado que o Mega usava. Depois minha festa acabou porque ele mudou para uma TV mais nova. 🙁

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  • 09/06/2012 at 4:36 pm
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    Ótimo post! Eu joguei as versões Arcade, Master, DOS e Mega. Golden Axe para Arcade é superior nas partes gráfica e sonora em relação as demais, mas eu acho a versão do Mega bem mais divertida de se jogar, principalmente por causa dos extras que foram, na minha opinião, uma grande sacada da Sega (fase do interior do castelo e o novo chefe final: Death Bringer).

    Aqui tem um Longplay da versão Arcade: http://www.youtube.com/watch?v=EQHlCEfwMTQ

    Apesar de todas as críticas ao terceiro jogo da série para o Mega, eu também o acho divertido (não tanto quanto os dois primeiros) e considero bastante interessante poder seguir caminhos alternativos para se chegar ao final do jogo (coisa que não tinha nos dois primeiros). Se me lembro bem, seguindo uma sequência específica de fases no mapa, o chefe final era bem mais difícil… A única coisa que eu não gostei é não poder jogar com o Gilius Thunderhead! 🙁
    Eu não tenho os cartuchos para jogar no meu Mega diretamente, mas como os três jogos estão presentes na coletânea Sonic’s Ultimate Genesis Collection é possível matar a saudade.

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  • 09/06/2012 at 5:17 pm
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    Eu joguei essa versão de arcade no MAME, e ela é um pouco mais violenta que na versão de Mega Drive; possui uma qualidade melhor nas vozes digitalizadas; e tem uma fase a menos que é exclusiva da versão do Mega.

    Seu eu não me engano Ax-Battler tem a mesma sequência de golpes da Amazona, e tiram o mesmo dano. Então meio que não há vantagem nenhuma em jogar com ele, visto que a mulher tem os mesmos golpes e mais magia. De qualquer modo, bom review!

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  • 09/06/2012 at 6:04 pm
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    Golden Axe foi um passo importante na evolução do beat’em up, um clássico. Joguei no arcade quando tinha uns 12 anos, adorava jogar com o Gilius (na minha terra o chamávamos de “o véi”, haha). Fiquei triste quando mexeram naquela máquina e colocaram Street Fighter em seu lugar… aí depois essa máquina virou a maior febre da cidade 😀
    Outro jogo legal daquele tempo foi o Knights of the Round (sugestão para um artigo), achava muito interessante o fato do herói evoluir a armadura e a arma durante o jogo (se bem que com o Percival acontece não sei o quê que ele fica barbudo e careca)

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  • 09/06/2012 at 6:12 pm
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    @Cledson
    Caro Cledson, fizeram o remake do primeiro Golden Axe, mas, para os padrões atuais, não o chamaria de “decente”; porém, em todo caso, para um fã da série é coisa boa.
    O remake é para o Playstation 2 e ele está incluído no jogo “Sega Classics Collection”; nele, você terá os remakes de Golden Axe, Out Run, Monaco GP, Columns, Space Harrier, Fantasy Zone, Virtua Racing e Bonanza Bros.

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  • 09/06/2012 at 8:10 pm
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    @Dactar

    Eu até “aceito” numa boa o fato da SEGA ser uma “bosta” hoje em dia, pois como você mesmo disse, pessoas especiais são únicas, e hoje a SEGA já perdeu muito de seus talentos, muita gente já saiu de lá e trabalha em outras empresas. Mas veja como são as coisas: Makoto Uchida é um que ainda está na SEGA, e apesar de ter sido um gênio na hora de criar games como Golden Axe, ele também foi responsável pelo game Project Altered Beast, lançado para o PS2, e que todo mundo fala tão mal que eu até hoje não ousei jogá-lo. Até os que possuem talento um dia o perdem, ou pelo menos fazem suas “cagadas”.

    @Man On The Edge

    Também acho o Golden Axe III uma porcaria. Tinha até boas ideias, mas saiu um verdadeiro “cocô” no final. E também acho que depois do Mega Drive, a SEGA nunca foi a mesma. Fez games bons, claro, mas nada comparado com seus “tempos de glória”.

    @leandro(leon belmont)alves

    Acho difícil a SEGA voltar para o mercado dos consoles, mas tudo pode acontecer. Acho mais fácil a Nintendo sair deste ramo do mercado, do que a SEGA voltar para ele. Mas quem viver verá… ou não… 8)

    @Ulisses Old Gamer 78

    Tive sorte de uma máquina com Golden Axe ter aparecido em um fliperama que existia aqui na roça onde eu moro na minha época de moleque. Acho que acabei vendo tanto a versão original, quanto a do Mega Drive, de maneira simultânea. Cidade pequena as coisas sempre chegam atrasado… o filme dos Vingadores por exemplo, estreou aqui neste final de semana… uhauahauhaua…

    @Cledson

    O medley de vocês ficou muito bacana. Já o tinha visto, mas fiz questão de conferir novamente. Eu também gostaria que houvesse um remake descente de Golden Axe, pois aquele que lançaram para o PS2 eu tenho aqui em casa, e é uma verdadeira porcaria…

    @Stefan

    Com certeza não se fazem mais games como antigamente. Tudo hoje é bem diferente, mas mesmo assim eu gosto muito do moderno também.

    @João

    Se gostou das características de poder seguir caminhos alternativos presentes no Golden Axe III, depois dê uma conferida (caso já não o conheça) no título Golden Axe: The Revenge of Death Adder, lançado para os Arcades (que hoje você encontra a ROM para rodar no MAME fácil por aí pela net). Este game também traz estas características mas é muito mais bem feito tecnicamente.

    @LordGiodai

    Knights of the Round é na minha opinião um jogão, e futuramente poderei sim falar sobre ele por aqui.

    Quanto ao remake do Golden Axe que saiu para o PS2, o lance é mesmo jogar para ver o que se acha… eu joguei e achei um lixo. Gráficos ruins, jogabilidade ruim, e alongaram as fases demais… achei que ficou péssimo.

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  • 09/06/2012 at 9:25 pm
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    É, a SEGA vem lançado um jogo ruim após o outro… Mas, ainda há esperança: eu mesmo adorei a série Yakuza (que tem no PS2 e PS3), é uma mistura de RPG com porrada no melhor estilo, recomendo bastante. E um jogo chamado Resonance of Fate foi bem cotado. Meu desejo é que a SEGA faça Phantasy Star e Shining Force retornarem à gloria.

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  • 09/06/2012 at 9:30 pm
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    jogavamos tanto o golden axe no fliperama perto do colegio que com o tempo e depois de salvarmos varias vezes, criavamos nossas regras para deixar mais dificil, como nao usar magias nem montaria, era bem legal jogar ele antes da aula, junto claro com sf mk e outros jogos da epoca

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  • 09/06/2012 at 9:45 pm
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    @LordGiodai

    Yakuza é a única franquia da SEGA que gosto atualmente. Bem, gostei dos que joguei até hoje, que são os dois primeiros episódios lançados para o PS2. Espero que esta franquia continue foda atualmente.

    @edu

    Criar modos mais difíceis para jogar? Pelo visto vocês eram mesmo viciados em Golden Axe hein? Massa!

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  • 10/06/2012 at 2:05 am
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    Eu não consigo chamar de “bosta” uma produtora que me deu Yakuza, Valkyria Chronicles, Rise of Nightmares, Sonic Generations, Rhythm Thief e Binary Domain. Pra mim, essa história de Sega de ontem maior e melhor que Sega de hoje não cola. Ela mudou, lógico. Perdeu muitos talentos, sim. Passou a depender demais de suas vacas leiteiras e às vezes desce o nível (mulheres reais seminuas em Super Monkey Ball?). Mas comparem o caso da Sega e o da Square, que SÓ trabalha com vacas leiteiras (FF/DQ) e há anos não cria uma franquia inédita. Ou comparem com a Konami, que praticamente NÃO tem mais estúdios internos e terceiriza suas grandes franquias a péssimos estúdios ocidentais. Considerando tudo que aconteceu à indústria de games japonesa nos últimos dez anos (estagnação do mercado, fragmentação de estúdios, catástrofes naturais, oscilação do iene, aumento nos preços de produção de games, desvalorização cultural), a Sega tem sido heróica.

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  • 10/06/2012 at 10:04 am
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    @Mateus

    Na minha opinião todas as produtoras japonesas de games mais antigas, estão umas “bostinhas” hoje em dia. Tanto que atualmente estou preferindo games dos estúdios americanos ou europeus. E entre as empresas japonesas, a SEGA na minha opinião é a mais fraca de todas no atual momento em que vivemos.

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  • 10/06/2012 at 10:39 am
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    Aqueles antigos caíram, pois surgiram diversas outras para concorrer. Até a Squaresoft teve que se unir com a Enix e a Electronic Arts para continuar. Mas, a queda da SEGA foi muito acentuada, visto que antes ela fabricava seus consoles e fazia boa parte de seus jogos; agora, ela não fabrica mais nada e os jogos bons estão sendo poucos. Mais ainda temos Capcom, Namco, Bandai, Konami fazendo jogos por aí. Considero que a Capcom esteja melhor hoje em dia, pois ela lança um jogo atrás do outro.
    Mas, o que se vê nas produtoras mais antiga é sempre uma continuação de suas séries famosas; deve ser reflexo da crise mundial para ter vendas garantidas. Também, hoje em dia o povo passou a usar mais o PC, logo, houve um êxodo de gamers dos consoles para o PC, sem falar dessa febre que são os smartphones e os tablets…

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  • 10/06/2012 at 10:53 am
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    Verdade LordGiodai, a Capcom, como sempre, é a japonesa que está melhor no pedaço… Mesmo assim, quantas franquias seus estúdios internos criaram nesta geração de consoles? Quatro: Lost Planet, Dead Rising, Zack & Wiki e, só agora, anos depois destes três, vem aí o Dragon’s Dogma. Os outros games ou são continuações (Resident Evil, Resident Evil, Resident Evil e Resident Evil) ou são terceirizados (DmC, Asura’s Wrath). Ou seja, a situação é similar para todas as japonesas. Mas eu ainda prefiro as “bostinhas” dos japas do que jogar Call of Duty, God of War e Halo para todo o sempre (vai ver eu tenho bichas, quem tem verme é que gosta de bosta).

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  • 10/06/2012 at 11:17 am
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    @André Breder

    Hehehehehe. É possível. Mas viu? Segundo o site Arcade-History, os gritos dos soldados masculinos ao morrerem foram retirados do filme First Blood, o nosso querido primeiro Rambo, daquela cena onde o stallone joga uma pedra num cara que está de helicóptero e o cara cai. Eu tenho o DVD aqui e realmente os gritos são idênticos. Confirma?

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  • 10/06/2012 at 9:47 pm
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    Vc disse tudo: “UMA OBRA PRIMA!”
    – Gráficos (Soberbos!)
    – Melodias (Trilha musical maravilhosa!)
    – Efeitos sonoros (O grito agonizante dos inimigos é algo incrivel!)
    – Ambientação perfeita;

    Eram verdadeiras filas nos fliperamas (Tive oportunidade de jogar numa máquina que possibilitava 3 simultaneos!)

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  • 11/06/2012 at 1:58 am
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    Golden Axe do arcade é excelente me lembro q descobri esse game graças a banda MEGADRIVER dai foi paixão zerei todos o 1,2,3 o REVENGE OF DEATH ADDER q é o melhor na minha opnião e até akle do ps2 q é fraquinho falta akela versão do 360 a versão do mega em questão de dificuldade achei uma apelação violenta o death adder te espanca te derruba antes de vc tocar o solo ele imenda magia vixe maria!!!!!

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  • 11/06/2012 at 9:03 am
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    Mais um excelente post “made in André Breder” 🙂

    Onde eu jogava fliperama, tinha uma máquina dessas, era piratex. Gostava de gastar umas fichas nela. Quando joguei no Mega Drive, achei a conversão bem fiel. Claro, menos cores, falta uma parada aqui e outra aculá. Mas nessa época a Sega mandava bem demais. Antigamente os caras tinham “a manha” para fazer clássicos. Hoje, a manha é pra fazer porcaria.

    Falow! 🙂

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  • 11/06/2012 at 9:08 am
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    @piga

    Verdade. Essa geração atual de games é focada só nessas drogas de FPS, assassinato e futebol… Quem não gosta de PES, “cáuófiduti”, “geteá” e “cáunteristráiqui”, tá fudido.

    Nada contra quem gosta desses jogos… Mas pra quem não gosta, hoje em dia as opções estão cada vez mais restritas…

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  • 11/06/2012 at 10:04 am
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    Grande post!!

    Golden Axe é um mito dos fliperamas. Seu texto foi muito bom em dar ênfase ao que o jogo representou. Sem dúvidas é um dos meus favoritos de todos os tempos.

    A propósito, Golden Axe é um Hack’n slash ou um Beat’em up? Fico confuso com essa definição. Eu achava que Hack’n slash era uma variação dos Beat’em ups, mas com as armas dos personagens tendo longo alcance, como um arco e flexa, por exemplo. Eu achava que God of War era hack’n slash e Golden Axe/Double Dragon, beat’em ups… rsrs

    forte abraço!

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  • 11/06/2012 at 10:49 am
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    Andre gosto muito de sua coluna,gonden axe so no mega mesmo,interior do CE.dificil esses arcades por aki,adoraria ver um post seu sobre adventures the little ralph do psx jogo em 2D começa facil mas depois o bixo pega,plataforma mas na hora de enfrentar os chefes joga-se como street fighter.

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  • 11/06/2012 at 12:21 pm
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    @Man On The Edge
    “Verdade. Essa geração atual de games é focada só nessas drogas de FPS, assassinato e futebol… Quem não gosta de PES, “cáuófiduti”, “geteá” e “cáunteristráiqui”, tá fudido.”

    Concordo plenamente. A tecnologia vem favorecendo esses tipos de jogos, é uma pena que essa evolução não ocorra igualmente para todos os outros gêneros.

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  • 11/06/2012 at 9:40 pm
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    Euler :
    Grande post!!
    Golden Axe é um mito dos fliperamas. Seu texto foi muito bom em dar ênfase ao que o jogo representou. Sem dúvidas é um dos meus favoritos de todos os tempos.
    A propósito, Golden Axe é um Hack’n slash ou um Beat’em up? Fico confuso com essa definição. Eu achava que Hack’n slash era uma variação dos Beat’em ups, mas com as armas dos personagens tendo longo alcance, como um arco e flexa, por exemplo. Eu achava que God of War era hack’n slash e Golden Axe/Double Dragon, beat’em ups… rsrs

    Euler meu velho,arbitrariamente eu classificava Beat n Ups como jogos de pancadaria em ambiente urbano,he he he,”chutando bundas na cidade mesmo” e hack’n slash a mesma coisa só que com armas diversas e muito sangue,geralmente em ambientes místicos ou em eras passadas,ha ha ha.Olha só a definição da Wiki:

    “…jogos de hack and slash sempre armam o jogador com uma arma de curto alcance, ao passo que beat ’em ups há armas que podem se pegar no percurso do jogo, mas as mesmas se desgastam ou se descartam com o uso ou não há arma em absoluto. Devido à natureza da luta, o foco em um jogo de hack and slash é matar oponentes, ao passo que os beat ’em ups tendem a concentrar-se na incapacitação.”

    O gênero Beat´n UP é muito forte nos jogos antigos 2D,por isso é difícil classificá-lo de outra maneira…mas acho que Golden Axe é mais hack and slash.

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  • 11/06/2012 at 9:44 pm
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    Parem de ficar falando e vamos jogar no PS360… tem o Sega Vintage Collection: Golden Axe… que trás os 3 jogos de Mega Drive… tá lá por 800 MSP… na PSN eu não sei quanto é… acho que é 10 dolares…

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  • 11/06/2012 at 9:55 pm
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    @André Breder
    Ha ha ha ha ha,todo mundo já fez suas cagadas,he he he.Esses dias comprei um fone intra-auricular,muito bom,por 80 pila,e depois me dei conta que não suporto fone dentro do ouvido,só me adapto aos “normais”.

    Sobre o Makoto Uchida vale lembrar que uma produção gamística hoje-e na era PS2 também- nasce do conjunto de muitos profissionais,sobrando pouco espaço para um mestre decidir efetivamente algo ao seu modo(não sei se foi o caso em Project Altered Beast)e ainda tem a questão de departamentos alheios, como os de Marketing,que podem destruir um bom jogo ou projeto em nome de algo supostamente melhor ou em moda.

    Mas claro!Cagadas existem e podem pegar qualquer um de surpresa…perdi 80 pila,he he he.

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  • 12/06/2012 at 11:56 pm
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    @helisonbsb

    Alien Storm é outro arcade bacana da SEGA. Boa lembrança! Qualquer hora vou pegar para jogá-lo.

    @Flavio

    Máquina com três jogadores simultâneos? Massa! A que eu vi aqui na roça, se eu não me engano, só permitia dois jogadores no máximo.

    @tonshinden

    Legal saber que você gostou do Altered Beast do PS2. Quem sabe eu não animo em jogá-lo algum dia…

    @piga

    Hoje em dia a SEGA tá cada vez mais “cega”. 8)

    @Man On The Edge

    Hoje em dia o mercado é bem mais limitado mesmo. Gasta-se muito dinheiro na produção de um game, e muitas produtoras se limitam a fazer apenas aquilo que elas terão certeza que irá vender e dar lucro. São poucas que se arriscam a sair da mesmice e muitas quando o fazem, dão com os burros n´água, o que só colabora para que o mercado atual de games seja focado nos gêneros que são moda atualmente, e que seguramente dão um retorno financeiro.

    @Euler

    Essa o amigo Dactar já te respondeu.

    @roberto

    Nunca tinha ouvido falar neste game que você citou. Depois vou procurar conhecê-lo para ver se ele cai no meu gosto.

    @José Augusto Rocha F°

    Golden Axe foi um dos primeiros games do Mega Drive que vi rodando ali na frente da TV. Na época fiquei maravilhado, pois era uma conversão praticamente perfeita.

    @Thales

    Cara muito legal o vídeo! Valeu por compartilhá-lo!

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  • 13/06/2012 at 1:26 am
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    @André Breder

    Sim, verdade. Sabemos que as softhouses não são empresas filantrópicas e precisam ter lucro para poderem sobreviver… Mas isso de ficarem só investindo em upscalings de jogos nem tão antigos, futebol, FPS e assassinato chega a ser irritante.

    Isso eu chamo de falta de imaginação. Hoje as softhouses fazem qualquer porcaria e botam pra vender… Basta ver a porquice do Silent Hill Collection HD pra PS3. Lotado de bugs e glitches que não existiam nas versões originais.

    Um fã verdadeiro de Silent Hill jamais compraria um LIXO desses. A Konami deveria se envergonhar de tentar empurrar tamanha porcaria dessas… Tomara que apodreça nas prateleiras.

    O futuro para nós, que realmente prezamos um jogo de qualidade, é negro. E tome aguentar a molecada cabaça que só joga os “cáuófidutis” e “geteás” da vida…

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  • 13/06/2012 at 10:14 pm
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    @Man On The Edge

    Eu não chamo de falta de imaginação o fato das produtoras só investirem nos gêneros da moda, e sim falta de coragem, ousadia. Eles acham muito mais cômodo apostar em algo que tem quase 100% de vender, do que tentar criar algo inovador, que corre o risco de não vender, mesmo sendo um bom game.

    Esse lance da coletânea da franquia Silent Hill ter saído do jeito que saiu é que a Konami perdeu os códigos de programação dos jogos originais. Depois dá uma olhada neste link:

    http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2012/05/produtor-de-silent-hill-hd-collection-disse-que-konami-perdeu-codigo-da-programacao.html

    Puta bola fora da Konami! Ainda bem que não sou fã de Silent Hill.

    Agora quanto ao mercado de games atual, tem muita coisa que me agrada. Gosto de um bom FPS (Call of Duty), gosto de games de assassinato (Assassins Creed), só não gosto mesmo de games sobre futebol. E se eu quiser jogar algo que fuja dos tipos de jogos que são febre no momento, os games antigos estão aí pra isso. Simples e prático.

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  • 14/06/2012 at 12:24 am
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    @André Breder

    Ah, quando eu disse assassinato, estava me referindo ao “geteá” da vida… Se for ao pé da letra, vamos considerar o God Of War também, hehehehe…

    Como eu disse anteriormente, não tenho nada contra quem gosta desses FPS. Só o que me irrita é ver a molecada se achando os maiores “entendidos” de games só porque sabem jogar isso. Quem não joga, “está por fora”…

    Sobre a Konami, acho que só o Hideo Kojima se salva hoje. Para perder os códigos-fontes de uma franquia tão famosa como Silent Hill, é MUITA incompetência. Deve estar uma puta zona por lá…

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  • 16/06/2012 at 7:21 pm
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    Grande Golden Axe, com suas músicas incríveis. E claro, a velha tática “pegadinha” pra jogar mais rápido: mandar os moleques que estavam na máquina pularem no abismo pra achar o “warpzone” =D

    Sobre a SEGA outra vez em consoles, não soube de nada, acho improvável, mas não impossível. Cada vez mais os hardwares estão semelhantes entre PCs e videogames, e eles não ficaram parados esse tempo todo (NAOMI, Triforce e afins).

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