(continuação da minha saga para zerar Tales of Phantasia. Clique em “Tales of Phantasia” no menu do blog para ler os episódios anteriores)

Cheguei no Dhaos. ODEEEEEIO labirintos grandes!

Que frase é essa, Cless? Tá se declarando para o Dhaos?

Querem saber? Foi a a maior moleza ganhar do Dhaos. Ele agiu com a habitual educação dos vilões (o que vocês desejam? O que foi que eu fiz de mal para vocês?) e o Cless agiu com a usual polidez dos heróis (seu canalha, você vai pagar pelo que fez!). Estranho, tive à impressão de que no início ele estava até fugindo da briga. No final ele não morre: some. Ninguém sabe para onde foi. Cless ficou p da vida.

Voltamos a Alvanista e conversamos com Runeglom. Ele tem uma carta de despedida do Edward, e uma chave que ninguém sabe para que serve. Vamos todos, então, incluindo o traíra do Runeglom (nada me tira da cabeça que ele é um farsante) visitar a viúva do cara.

A chave é da biblioteca do Edward. Lá encontramos as anotações dele sobre as pesquisas de viagem no tempo. Em suma: a antiga cidade de Thor afundou no oceano, e aparentemente eles tinham tecnologia para viagens no tempo. Ótimo, uma cidade submersa. Aposto que há uma faixa de lava cheia de criaturas musculosas com seis braços na ilha que dá acesso à entrada submarina. Klarth estima que Thor fica por volta de cem quilômetros a nordeste de Venezzia (como é que ele sabe? Não é uma cidade perdida? Nem o Edward sabia onde ficava). Agora, manjem a frase do Runeglom:

“Eu iria com vocês, mas tenho que voltar para Alvanista.”

Sei. Vai comer pudim em Alvanista com seus comparsas enquanto nós nadamos até Thor. Eu tô falando que esse cara é esquisito, ninguém me escuta. Vocês vão ver só.

Como se já não tivéssemos problemas demais, a Arche lembra que temos que salvar a árvore da vida, senão a Mana vai acabar… ou seja, vamos cuidar do jardim daquela dona primeiro, e depois, sim, vamos até Thor.

Bom, a Arche tinha levantado alguns questionamentos sobre os verdadeiros motivos de Dhaos. Confesso que estou começando a achar que tem caroço nesse angú. Talvez exista algo sobre Dhaos que o grupo realmente não sabe. Mistério…

Tô gostando desse negócio. Vamos ver o que o dia de amanhã nos reserva…

Tales of Phantasia: diário de bordo, 29/09/2008
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2 thoughts on “Tales of Phantasia: diário de bordo, 29/09/2008

  • 13/08/2009 at 11:24 am
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    Eu tam bem acho esse cara esquisito (esqueci o nome dele) nessa parte onde ele fala isso ele vai embora e de cara eu vi ele atras de uma arvore ( eu nao sei se era erro mais o jogo pegava normal)entao eu ja pensei que ele era traira(entao eu fui para alvanista e ele nao tava la coisa de loco )depois que eu fis uma parte do jogo eu voltei la e ele tava la!!( se eu pudesse escrever as falas deles eu iria chingar ele e bater nele ate ele confeçar kk!!)
    Ow grande oraculo voce me podia me falar aonde eu encontro o arco “Berserk
    Bow”para o Chester ( Eu nao consigo achar ele )se voce souber voce poderia me dizer !
    Valeu!!!!!!!!!

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  • 13/08/2009 at 11:33 am
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    @Bruno
    Essa arma fica nos níveis mais profundos da Moria Gallery. Você passa por lá no meio do jogo, mas os níveis inferiores estão fechados. Perto do fim do jogo, quando aparece o castelo do Dhaos, vá até o castelo e volte. Isso vai liberar a passagem para os níveis inferiores de Moria. Eu não me aventurei por lá porque faltou tempo.

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