“Para quem quer fazer exercícios de reflexão”

Olá crianças!

Já falamos aqui sobre o fato de ser essencial a repetição a todo e qualquer jogo. E também que é uma pena que a indústria de games de modo geral promova geralmente a “repetição pelo diferente”, ou seja, ao invés de retomarmos um mesmo jogo, “repetimos” a experiência com algum game parecido (do mesmo estilo, do mesmo criador etc.). Isso, evidentemente, não é de hoje, mas reflete boa parte da nossa mentalidade moderna a respeito da efemeridade das coisas e a falta de senso de duração e perpetuidade.

Algo curioso acontece quando jogamos novamente o mesmo jogo. Quando estamos jogando aquele game que conhecemos desde bem pequenos (e que quando tentamos imaginar quantas vezes já ligamos nosso console para jogá-lo não conseguimos enumerar de forma alguma), este mesmo game continua a nos surpreender. A surpresa é essencial ao jogo: se temos certeza de tudo que vai acontecer após termos entrado em jogo, saímos dele rapidinho porque não teria a menor graça.

O paradoxo, porém, vem agora. Ao mesmo tempo que a surpresa se mantém, nós nos lembramos das outras vezes que jogamos este game. Das besteiras que fizemos, das vezes em que nos superamos, dos caminhos que escolhemos e que foram bem sucedidos, dos outros nos quais recebemos um “Game Over” estampado na tela… Não estou falando aqui de uma memória exclusiva de desempenho (que nos ajuda a ir “melhor” em um jogo), mas de tudo o que passa pelas nossas cabeças com relação àquilo. 

E então começamos a perceber, através da memória a inumerável quantidade de coisas que sempre estiveram ali conosco durante aquele game. Muitas coisas díspares entre si. Emoções como alegria e tristeza, entusiasmo e frustração, orgulho e vergonha e muitas outras coisas mais. Quando estamos em um jogo, nos entregamos completamente a ele para sermos jogados. Não deixamos de ser nós mesmos porque temos ciência de que fomos nós que demos o passo para dentro dessa casa lúdica.

E, através da memória, nos lembramos de tudo isso.

Até mesmo recordamos de pessoas que jogavam conosco, de situações específicas em que jogamos aquele mesmo game. Quem sabe até mesmo da primeira vez que o experimentamos (e que podemos tê-lo rechaçado por ser “tosco” ou algo pior). É quando percebemos isso que podemos notar uma outra coisa que também faz parte da essência de todo jogo: a tradição.

São estes jogos que repetimos constantemente, que perpassaram (ou não) nossa infância, que ainda permanecem depois de adultos e que queremos passar adiante que fundamentam a tradição de um game. São aquelas experiência que queremos narrar e contar. Dizem que velhos são chatos porque teimam em ficar contando suas “histórias antigas”, mas eles só as contam porque querem que aquilo não morra com eles. Claro que existem velhos que, um tanto infantil e egoisticamente, desejam que aqueles “tempos dourados” voltem; mas isso não é amar a tradição, mas desejar permanecer no passado.

Existem muitas coisas que queremos passar para as gerações seguintes. E jogos têm um lugar especial neste nosso desejo. Não o “lúdico” em geral ou “video games” englobando todos os consoles e jogos já lançados, mas aqueles que mais nos tocaram, que mais nos envolveram e aos quais mais nos entregamos. Nós nos apaixonamos (ou nos entregamos apaixonadamente) por jogos individuais e não por todos eles. Quando dizemos que “amamos video games”, alguém logo poderia nos perguntar: “mas quais?” E aí sim saberíamos quais realmente gostamos, quais guardamos com carinho na memória e que queremos que façam parte da memória da humanidade para que sejam repetidos por outras pessoas. Tradicionalismo não é egoísmo, mas levar a outros aquilo que é importante para nós.

É isso que queria compartilhar com vocês hoje.

Até o próximo post!

Academia Gamer: Memórias
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16 ideias sobre “Academia Gamer: Memórias

  • 06/09/2011 em 6:56 am
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    acordou cedo Mestre-Senil!

    essa são umas das vantagens de ser um old gamer. você joga aquele jogo do passado que você se divertia,ficava bravo,triste,eufórico e até mesmo que na época o julgava ruim e ultrapassado, depois de joga-lo novamente, a opnião muda completamente. mas o ruim disso é que a gente só descobre isso depois de velho. 🙁

    bons tempos e ensolarados dias que eu e meus amigos jogavámos Ocarina of Time no N64. naquela época ainda não tinha PC aqui em casa e não sabia onde achar um detonado do jogo. mas era muito divertido passar as tardes de domingo com o Link explorando Hyurle de canto a canto. e a gente embasbacava toda vez que descobriamos algo novo no jogo, desde um simples pedaço de coração até uma dungeon nova num poço no meio da vila Kakariko. essa época era mágica, a gente tinha muito tempo para jogar, não agora onde cada um tem seu emprego e alguns até já tem familia.

    saudades dos tempos onde cada esquina daqui da minha rua havia uma locadora de games para os desafortunados que não tinham um SNES,MEGA ou um PS1 para jogar. as amizades que se faziam nesse lugares, as brincadeiras, as rivalidades no Top Gear, os Co-op em Final Fight 2 e 3, os tiroteios em Goldeneye 007, as disputas e a camaradagem de ajudar um gamer que não sabia passar daquela parte no jogo, sinto muita falta disso.

    eu fico lembrando aos meus amigos como era bom os jogos de antigamente e tal, mas eles na sua maioria não querem olhar para o passado. eles querem games cada vez mais modernos e ficam comprando ou baixando Mass Effect ou Gears of Wars da vida. mas vejam, eles zeram esses jogos e nunca mais tocam no game. e eles zeram o game em um ou dois dias e ficam por isso mesmo. já eu mastigo e saboreio um old game que baixei em segundos para o emulador do MEGA. e sinto orgulho de dizer que alguns deles tem inveja da minha satisfação quando jogo e aproveito “um jogo velho” do que eles com esses games de ultima geração.

    e também confesso que sou um retrogamer também por falta de recursos. eu trabalho,porém sou pobre. eu só pude comprar um PS2 somente quando ele já estava nas ultimas e quase não tinha jogos de camêlo para vender. até que eu junte grana para comprar um XBOX 360 ou um PS3 vou estar com mais de 30 anos e já casado com a minha mina. mas a parte boa disso é continuarei sendo retrogamer, já que quando lançarem um PS4, os jogos desse PS3 já estaram velhos e ultrapassados. ou seja,games retro ^__^

    parabéns pelo post Senil.para você solto um HEE-HOO dos meus monstrinhos Jack de Shin Megami Tensei.(que você tá careca de saber que adoro essa série) HEE-HOO! 🙂

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  • 06/09/2011 em 12:28 pm
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    Também acho fundamental essa experiência de jogar mais de uma vez o mesmo jogo. O que me irrita nestes últimos anos é o tempo que demora para terminar um jogo. Ao invés do jogo durar umas 10 ou 20 horas com muita diversão, eles se extendem para mais de 50 horas. Perto do final do jogo já estamos exaustos e só queremos terminar de uma vez para nos vermos livres daquilo.

    Games devem ser simples e curtos. Tem gente que acha que games curtos são ruins porque pensam somente no custo/benefício baseado no tempo. Seria como dizer que um game de 40 horas é duas vezes melhor que um game de 20 horas.

    Só que num game de 20 horas, é bem provável que eu jogue duas vezes e me divirta muito nas duas vezes. Com tanta oferta de games, a própria indústria está tratando seus games como algo descartável.

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  • 06/09/2011 em 2:22 pm
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    Muito interessante essa perspectiva, eu mesmo venho jogando e ainda bem que não conta as horas de jogo na minha história pois o tempo que tenho de jogo no Super Street Fighter II seria algo imenso que até me dá medo já que praticamente todo o dia eu vou no pc, abro o emulador e termino ele umas duas ou três vezes, não é mistério de que esse é meu game favorito, até depois que instalei o SSFVI: Arcade Edition no PC ainda assim jogo mais o SSFII.

    @Fernando Lorenzon
    Sobre esse história de duração de games, realmente houve comigo alguns títulos que eu estava louco pra terminar e o final foi sofrível vendo que não chegava nunca, inclusive estou passando por isso no Final Fantasy IX, não que o jogo seja ruim, longe disso mas o problema é que não me prendeu, eu estou no disco 2 e quanto mais jogo fico torcendo pra que apareça a mensagem de inserir o disco 3 e então ir terminando logo esse jogo, isso que eu acabaria um FFVI rindo antes de terminar esse FFIX. Em relação a custo, acho abusivo se pagar cento e tantos reais por um Crysis 2 que tem duração de modo campanha ali em torno de 6 horas, foi o que um amigo que tem PS3 falou que levou pra terminar o jogo

    @leandro(leon belmont) alves
    Maldito Mass Effect, não sei por que mas só de olhar esse jogo acho e desconfio não nada de tão glorioso nele, faz bastante sucesso, não posso ir contra isso mas o que será que há de tão bom? Gráficos? A história realmente é boa? Não sei…

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  • 06/09/2011 em 3:07 pm
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    jogar video game me traz boas lembranças,,,pena que muitos amigos da época do 8bits não pensa como eu…lembro da disputa do street fighter II, partidas do enduro e galaga no fliperama,,,saudades desse tempo. Acho que muitas vezes jogo para voltar ao tempo mesmo…é dificil passar esses jogos para a geração 3d,,,querem realismo, playstation3 e jogos avançados. Para mim é uma honra estar aqui colocando o que penso sobre os jogos antigos e compartilhar com a galera que adora pilotar o velho delorean gagagames!!!!

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  • 07/09/2011 em 2:47 am
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    É uma pena que a geração de hoje veja os jogos apenas pelos gráficos. O jogo pode ser uma porcaria, ter músicas enjoentas, história mal feita ou dificuldade fácil demais, mas o que importa mesmo é o gráfico.
    Apesar de ter um PS1, PS2 e um Nintendo DS, me divirto muito mais nos emuladores do Mega ou Master System.
    Quando não tinha nenhum desses videogames eu viva nas locadoras. Lembro como era divertido, fazia amizades, disputavamos partidas… São coisas que eu acho que não voltarão jamais. Mas fico feliz em ter vivido cada momento. Um jogo que eu tenho um carinho especial é o Phantasy Star do Master System. É como se eu estivesse vivendo cada momento enquanto jogava. Sentia medo, raiva, alegria, angustia, desespero… era algo mágico.
    Mas onde está essa mágica hoje em dia?

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  • 07/09/2011 em 11:48 pm
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    Olá amigos.
    Faz tempo que não comento 😛
    Aproveitando para perguntar para o meu amigo Senil, por que os jogos jogados na infância e juventude parassem ter mais influência/nostalgia do que os jogos da idade adulta?
    Digo isso porque continuo jogando novos e velhos(que nunca havia jogado antes)jogos e apesar de serem bons , eles não me cativam tanto como quando jogava na juventude.
    Tem alguma coisa de freudiana nisso, em que as experiencia infantis são mais relevante?
    Ok, boa noite.

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  • 08/09/2011 em 7:41 am
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    @Fernando Lorenzon
    concordo com você Fernando. games de aventura,puzzle,corrida ou Rpgs mais curtos podem divertir mais do que um Final Fantasy com mais de 100 horas de jogo, por exemplo posso mencionar Phantasy Star. no Gazeta do Algol, o Gagá chegou a terminar ele em apenas um dia inteiro(e sem salvar). eu mesmo poderia fazer isso num sábado ou num domingo, mas quando conheci a Alis e Myau, achei que seria um sacrilégio terminar um game tão cativante e excelente em apenas em um dia,ou até mesmo em uma semana. por isso eu jogava apenas uma ou duas horinhas dele e acabei zerando ele em um mês. e já estou jogando ele de novo e o Phantasy Star 2 ao mesmo tempo.

    porque não fazem um Final Fantasy curtinho e cativante para variar?

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  • 08/09/2011 em 4:06 pm
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    @leandro(leon belmont) alves
    hehehe Na verdade, eu mandei o post no domingo, mas ele ficou agendado para este horário. hehe

    Comigo isso era bem comum: ficar jogando um game sem detonado, dia após dia com amigos. Realmente era algo bem agradável.

    Eu fico até em dúvida se chamo essas pessoas que pulam de jogo em jogo (sem repetir um sequer) de jogadores. Afinal, sem repetir, eles nem se tornam em jogos para eles. E nem penso naqueles que só buscam novidades atrás de novidades. Hoje é muito comum que isso seja feito com jogos mais antigos também (com roms, por exemplo).

    hehehehe Eu também estou sempre uma ou duas gerações atrasado desde o Saturn (que tive na época de lançamento dele mesmo). Dreamcast só fui jogar quando o Wii já estava no mercado. Muito pela falta de grana mesmo, como comentou. Comprei meu PS2 há dois anos e mal joguei ele direito ainda (e só jogos clássicos, coletâneas e coisas do tipo).

    @Fernando Lorenzon
    Concordo plenamente. O pior é que essas 50 horas são horas de enrolação. São “miniquests” e coisas do tipo que não fazem a menor diferença no jogo como um todo. Hoje, falar em um RPG capaz de ser terminado em 10 horas beira o sacrilégio. Se fossem cinquenta horas significativas, mas dificilmente são. Final Fantasies da vida mesmo chega uma hora que a paciência fica cheia e você vai até o final só por ir. Comigo foi assim com o FFIX, por exemplo.

    Mas é isso mesmo que flou: games são vendidos como descartáveis. E nem só os jogos que exigem muitas horas de jogo. Chamar um game de “casual” incita a mesma coisa – terminou um “jogo casual”, está na hora de comprar outro para “variar” um pouco. Isso é muito triste, para ser sincero…

    @Juliano
    Interessante que, mesmo jogando tantas vezes, você ainda se surpreende e se diverte, não é? Costumam achar que repetir um jogo é ruim e tal, mas é justamente isso que permite que ele seja realmente um jogo. O perigo dos games para mim é justamente o próprio mercado que incentiva que cada jogo seja visto como descartável: mesmo quando falam de “clássicos” é aquela coisa do tipo “experimente um pouco”.

    Final Fantasy IX é assim mesmo. hehehe Ele fica bem chato depois de uma hora e não melhora até o final. hehehe

    Eu gostei bastante do Dragon Age (que é da mesma empresa que fez o Mass Effect). Fiquei surpreso até porque não é meu estilo de jogo predileto. É bacana, dá até vontade de jogar de novo (eu terminei ele umas duas vezes – uma seguida da outra). Mass Effect não sei; teria que experimentar para ver.

    @helisonbsb
    O problema é o foco em coisas superficiais durante o design. O jogo tem que divertir acima de tudo: só ficarmos deslumbrando gráficos, músicas, história etc. não significa absolutamente nada se não nos lançamos ao jogo para sermos jogados. Claro que nem todo game antigo era criado tendo isso em mente, mas por terem limitações que hoje não temos, eles tinham que se preocupar com outras coisas mais essenciais e importantes.

    @ONAI ONAI
    Pois é… Eu até acho que muitos jogos recentes tenham essa “magia” que comentou. O problema é que a proporção mudou muito. Se antes de 100 jogos lançados em um ano, dez eram realmente “mágicos”, hoje ainda são dez por ano com essa característica. Porém, são lançados 100 jogos por dia praticamente.

    @Guilherme
    Essa é uma excelente pergunta. E, infelizmente, não tenho uma resposta. hehehe

    Não sou muito fã do Freud, então minha análise nem iria para esse lado. hehe

    Mas poderia dizer que a memória é algo bem curioso. Muitas vezes, aquilo que é mais significativo para nós no presente era corriqueiro no passado e nem era nada de especial. Por exemplo, eu nunca fui fã de OutRun na minha infância (até jogava, mas meio a contragosto); hoje, é meu jogo de corrida favorito (junto com Daytona USA). Nós damos sentido e ressingificamos muitas coisas durante toda nossa vida. O fato de ter acontecido na infância só parece aumentar o tempo para que pensemos e ponderemos sobre sua importância em nossas vidas.

    É algo a se pensar, com toda certeza. Muitos dos meus jogos prediletos hoje eu só descobri na adolescência, por exemplo. Como Phantasy Star III (que é meu jogo favorito). Às vezes lembramos com ternura de jogos horríveis de nosso passado. hehehe

    O perigo mesmo é achar que só no passado tínhamos coisas boas. A “nostalgia” pode ser ruim quando há aquele desejo subentendido de voltar àquela época por ela ser “melhor do que a atual”. Mas tínhamos problemas lá também, é que eles se tornam irrelevantes conforme vamos envelhecendo. Cada época que vivemos de nossas vidas é “mágica” e tem suas peculiaridades (coisas boas e ruins, jogos bons e ruins). É só entender que não é o nosso passado que nos determina, mas sim a forma com que encaramos e projetamos o nosso futuro.

    @leandro(leon belmont) alves
    hehe Eu dificilmente jogo um game na correria também. Principalmente aqueles que gosto muito.

    Até já falei uma vez por aqui de um hábito meu: costumo dar um pause e ir beber uma água quando chego em um momento emocionante em determinado jogo. Só para que ele dure um pouco mais, ou para adiar seu término, sei lá…

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  • 08/09/2011 em 9:57 pm
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    Ultimamente o que me prende mesmo é jogos de estratégia, nem mesmo seria um jogo com história fenomenal, o que mais gosto é do sistema de luta, onde o raciocínio estratégico te leva a vitória, seja de um jeito ou de vários outros. Acho que afinal não sou mais tão fã de jogos de RPG, o que me levou a pensar agora em pendurar as chuteiras pelo menos nesse gênero, porque pego como exemplo os (vou repetir o termo que li e gostei muito) Final Fantasies da vida, o que vale muito seria a história porque as lutas desses jogos sinceramente, é só algo pra matar tempo e encher o saco pois não tem muita estratégia, claro que isso não vale para FF Tactics que são mil vezes melhores que os convencionais.

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  • 09/09/2011 em 9:47 pm
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    Gosto quando vc faz esses posts mais relacionados com os jogos de videogame, não que os outros não sejam mas alguns assuntos abordados nos posts se “encaixam” melhor com videogames que outros. Tambem faço isso de dar uma parada quando o jogo chega em algum momento decisivo eheh, isso acontece inclusive quando assito filmes.

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  • 10/09/2011 em 3:27 pm
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    @Juliano
    Ultimamente eu tenho jogado mais jogos de estratégia também (de um ano para cá tenho jogado bastante Langrisser e Shining Force). Gosto dessa coisa de pensar bem no que fazer e tal (até por isso que não curto tanto RTSs porque ficar coordenando recursos e tal em tempo real é meio maçante para mim). A história/enredo nem sempre é o principal de jogos; muitos excelentes games tem um plot estupidamente simples e isso não é ruim. Claro que em alguns chega a ser o mais essencial, mas extrapolar isso para todos me parece sem sentido (como aqueles que tentam encontrar narrativa em um jogo como Pong).

    Em Final Fantasy a história (e a enrolação. :-P) são os elementos mais importantes. hehe Pena que às vezes ela seja muito fraquinha e piegas.

    Final Fantasy Tactics eu joguei muito pouco o de GBA só. Acho espetacular o sistema de jobs (por isso que adoro FFV, por exemplo), só que o jogo mesmo é muito complexo para que eu consiga me divertir bem com ele. Mas passo de dois ou três combates. Mas gosto muito do mundo de Ivalice para ser sincero: é o melhor de todos os Final Fantasies (e o único que aparece em mais de um jogo até onde sei).

    @leo_jiraya
    Eu falo de games em todos os posts, mas em alguns o tema fica meio à margem mesmo, não tem jeito…

    Com filmes é mais difícil de eu fazer porque geralmente assisto no cinema ou junto com outras pessoas, mas que dá vontade em muitos, isso dá. hehehehe

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  • 11/09/2011 em 12:27 pm
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    @Versiani
    Parabéns para nós! hehehe Sem leitores e comentários, essa coluna não seria nada. hehehehe

    Esse vídeo é bacana! Eu já tinha visto um dia desses, mas foi bom rever.

    Discordo de algumas das ideias da música, mas outras não tenho como discordar, com certeza.

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  • 13/09/2011 em 10:11 am
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    Mass Effect é o bixo. Fechei uma vez e me apaixonei. Já comprei o 2 e 2 livros em inglês com a história dele… Só não jogo mais e li os livros ainda pq estou naquela fase da vida em que você não tem vida: mestrado.

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