“Para quem quer fazer exercícios de reflexão”

Olá crianças!

Como comentei no post em que falei sobre meu regresso das férias, esse período acabou sendo rico para mim por uma série de razões. Uma delas reside no fato de ter conseguido retomar Wild Arms de onde havia parado mesmo após ter ficado um mês inteiro sem sequer tocar nele.

É muito diferente nós voltarmos a um mundo de jogo qualquer a partir de seu início e a partir do lugar em que paramos anteriormente. Talvez seja uma imagem meio forçada, mas tentem visualizar que estavam realizando uma visita qualquer a uma cidade viva que há muito queriam conhecer até que chegou, infelizmente, a hora de voltar para seu lugar de origem porque outras coisas o obrigavam a isso.

Retomei o jogo a partir desses eventos acima.

Agora, pensem em duas situações diferentes. Em uma delas, após resolver o que tinha para resolver, você retorna àquela cidade e, ainda apaixonado por ela, decide realizar o passeio desde o início novamente, só parando ao final. Na outra situação, você simplesmente se transporta magicamente para o mesmo local em que parara anteriormente e continuava daí. 

Esse último caso pode tornar a viagem excelente e servir de fato como uma continuação da anterior que fora interrompida. Mas há o risco de torná-la enfadonha e fazer com que você próprio deseje sair de lá e não avançar nem mais um passo. É esse o risco que corremos ao apanharmos o bonde andando: ou caímos, ou seguimos em segurança pela reconhecida familiaridade.

Parar um livro, um jogo ou qualquer coisa no meio e voltar depois de um longo tempo daquele lugar é, para dizer o mínimo, esquisito. Imaginem que estivessem jogando Streets of Rage e tivessem que sair de casa por uma semana e deixaram o console ligado esse tempo todo aguardando por você. Ao voltar, o que seria melhor de fazer: desligar e recomeçar o do zero, ou continuar a partir dali se você nem mais se lembrava do que fazia, como fazia e porque fazia?

Não fui eu que tirei essa foto (infelizmente). 🙂

Percebem a sutileza? O que importa nesse retorno é a memória. Não aquela mecânica que nos faz relembrar de detalhes pequenos, sutis e muito chatos na maioria das vezes. Mas é preciso que esse “tal lugar de onde paramos” faça algum sentido com base nas nossas lembranças dos nossos passos até ali. E essa recordação pode ser através de emoções, de frases, de algo que não conseguimos traduzir em palavras. É preciso que, colocando os pés nesse lugar em que havíamos parado, o caminho que nos levou até ali reapareça em um instante e ilumine o restante da estrada de tijolos amarelos até seu fim.

A memória doce, suave e cheia de leveza é a que importa aqui. Qualquer jogo pode ser retomado de sua metade. A diferença é que, quando o jogo realmente é continuado, nem reparamos duas metades: é e sempre será um e mesmo jogo, um mesmo mundo amplo e complexo em todo seu sentido. Se apenas uma coisa estiver fora do lugar, o sentido do todo se perde e temos que reestruturá-lo. E isso muitas vezes implica em nos darmos um Game Over e começar de novo.

É isso que queria compartilhar com vocês nessa semana. Até o próximo post!

Post Scriptum: Gostaria de dedicar esse post a alguém que já é de terna lembrança minha e nesse mundo-jogo no qual nasci há pouco mais de vinte e seis anos. Minha sobrinha Suzana que, apressada duas vezes, nasceu prematura e logo aceitou o doce convite angelical que a levou diretamente e sem paradas ao excelso país de Aslam. Registro também minha profunda esperança de revê-la quando chegar a minha vez de encontrar face a face o leão que não pode ser domesticado e ela me mostrar coisas maravilhosas do qual nosso mundo aqui apenas exibe reflexos. Portanto, à Suzana, mais jovem amiga de Nárnia que conheci e que partiu para o verdadeiro começo da jornada aos sete dias de vida.

Academia Gamer: Retomando de onde paramos
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19 ideias sobre “Academia Gamer: Retomando de onde paramos

  • 28/02/2012 em 10:21 am
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    to assim com o castlevania do xbox, fico naquele retomo ou nao a jogatina, to empacado numa aranha metalica chata pra caramba, e agora nao sei se na volta voltarei enferujado, ou se depois de um tempo voltarei mais descansado pra mandar a maldita pros infernos,
    e a parte da sua sobrinha foi emocionante, ainda mais pela citaçao do aislan, e com ctz encontrara ela sim, na sua devida hora

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  • 28/02/2012 em 11:15 am
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    também já tive meus momentos de abandonar um game por um tempo para depois retoma-lo da onde parei. foi assim com Starflight, mas esse já o terminei faz 2 semanas. com SMT Devil Survivor também, mas já retomei a aventura enfadonha de grindar por mais de não sei quantas horas numa única fase. adoro a série, mas esse game é um….saco de zerar. e já fiz isso de deixar um console ligado 24 horas direto, foi no game World Driver Championship, na minha opinião, é o unico game de corrida do console que chegava mais perto do Gran Turismo do PS1, em ter gráficos. e os carros eram reais. como não tinha memory card na época, para destravar o carro Excalibur(o mais rápido do jogo) e zerar o game, tive que virar a noite várias vezes para zera-lo. e até hoje tento emula-lo e nada, RAIOS!!

    e a parte da sua sobrinha….espero que esteja num lugar melhor…e rodeada de Angels-Frost, para ela brincar com eles nas terras de Aslam

    http://images4.wikia.nocookie.net/__cb20100623134629/megamitensei/images/f/f9/Luciferfrost.jpg

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  • 28/02/2012 em 12:07 pm
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    Fala mestre Senil…o grande!!!!realmente não temos como evitar coisas tristes da vida…lamento muito mesmo!!!!infelizmente pessoas boas neste mundo são os que mais sofrem neste mundo!!!
    lembro da minha época de top gear,,,o que eu gostava mesmo era da parceria,,dos amigos,,,na verdade não importava em chegar ao fim do jogo, sinto falta mesmo dos amigos neste estilo de jogo de duas pessoas em si!!!!foram momentos em que infelizmente só estão na lembrança,,,infelizmente muitos destes amigos não sentem falta ou estão ocupados demais com a vida adulta(trabalho, casamento e pinga(cachaça)), ou até mesmo deixaram os jogos de antigamente para trás e estão na vida 3d da vida…lembro de muitos jogos inacabados,,,mas o que importava mesmo era os amigos ali, esperando próxima e torcendo para eu perder e chegar a sua vez,,,bons tempos de street fighter II,,,são momentos marcantes e saudosos,,,lembro de uma vez está jogando mario bros 1 do nes,,,o objetivo era fazer mais de 1.500.000 no jogo,,,cara era pular na tartaruga e esperar fazer a altissima pontuação,,,foi a tarde inteira sem pensar em chegar ao fim do jogo,,,era só mesmo quebrar recordes na pontuação,,,bons tempos!!!!
    tenho muita saudade dessa época do cartucho, revistas video game e torneios street fighter…belo post e obrigado!!!!

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  • 28/02/2012 em 12:34 pm
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    Comigo também acontece isso. Já estou três anos jogando uma partida de Zelda OOT. Eu começo, paro, começo, paro. Outro dia comprei as expanções do Castlevania LOS e quando fui jogar eu não lembrava nem mais os comandos, rsss….

    Falow!

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  • 28/02/2012 em 2:58 pm
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    Putz mestre Senil, minha profecia se cumpriu e realmente passei para a primeira turma, eles avisam só agora mas ao menos foi uma notícia boa, e com ela a lembrança de que é terça, dia de academia gamer. Pra melhorar mais ainda o dia, só espero uma vitória da seleção brasileira mas… como isso não tem nada a ver com a matéria pois ainda não li, vou agora ler com licença e já já mais um comentário.

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  • 28/02/2012 em 3:27 pm
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    e então, eu estou fazendo isso de retomar um livro e daí paro, mas quando volto a ele eu sempre lembro do que é vital pra não cair ali de pára-quedas sem entender nada, o livro é o Xógum, de pouco em pouco eu espero terminar esse livro. Antes eu lia com mais frequência agora parece que adquiri a doença apocalíptica pós internet banda larga que me suga muito tempo ás vezes com nada e ao invés de livro fico perdendo tempo. Tem jogos que eu consegui retomar e tem outros que de tão desinteressante que estavam pra mim que simplesmente deletei da raça e gana de terminar por obrigação(aqui falo de FF9, e mais um jogo que respeito muito pois falam bem demais dele que é o Chrono Cross outro estacionado, pode ser culpa minha de não embalar nele, mas quando fui jogar, fiquei com C.Trigger no pensamento e o ritmo desse jogo tá muito lento e menos empolgante se comparado ao Trigger). Descrevi pecados rpgzísticos não ter jogado e não estar com vontade depois de experimentar umas boas horas desses jogos mas é a realidade que senti ao jogar eles e forçar a barra deixaria a experiência mais desagradável ainda. Bom acho que é “só” isso mestre Senil, estou escrevendo demais.

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  • 28/02/2012 em 8:21 pm
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    Wow, boa matéria. É bem realidade isso, principalmente quando você para por ano/anos. Uns dias atrás depois de fazer um cantinho retro no meu quarto, fui inventar de jogar Super Hang-On. Era uma apertação maluca no D-Pad pra virar a moto, sendo que antes era só encher o dedo nele e correr de boa sem se importar. Com Streets of Rage o mesmo, levando umas surras muito boas dos chefes, como exemplo o da fase 3 (lutador profissional numa praia! Retro-games, só se vê por aqui!rs), que pra derrotar lá se foram 2 vidas, além de muito sangue derramado rs…
    É engraçado que você pode ter gravado qualquer movimento no jogo, mas se você para ele por uma semana você já vira meio prego. Maldito cérebro hueheuheheuhe…

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  • 29/02/2012 em 2:19 am
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    Quando eu fico muito tempo em um jogo eu costumo ler algum walkthrough ou um resumo do enredo, então eu não fico muito perdido na história, apesar de ficar totalmente desfamiliriazado com a jogabilidade já que isso é inevitável.

    [off topic] Eu adoro Nárnia já que essa série me introduziu a literatura, e fico triste com o que aconteceu a Susana no final do ultimo livro, eu diria que foi um tanto cruel. Neil Gaiman já até escreveu um conto alternativo sobre isso.

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  • 29/02/2012 em 12:42 pm
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    Falou tudo, Senil: memória. Só é possível retormar um jogo, livro ou filme/seriado/novela se você tem lembranças do que que ocorrera antes. Ou, ao menos, no decorrer da retomada você se lembrar dos fatos.
    Como eu disse no último post, consegui retormar o Final Fantasy V. Talvez porque a estória não seja tão rocambolesca e os personagens sejam marcantes, aí fica fácil memorizar e, depois, relembrar. Tenho que retomar agora o Phantasy Star II – que é questão de honra – e também, pelos mesmos motivos, acredito que não seja difícil reiniciar de onde parei.
    Outra variável muito importante é o tempo. Uma coisa é você ficar um, dois, até seis meses longe de um livro, por exemplo. Outra coisa é deixar passar um ano. Lembro de ter lido Moby Dick até a metade, mas aí deixei de lado. Quando retomei, mais de um ano depos, lembrava do Pequod, Capitão Acab, Samuel e Quiqueg… só. O resto dos personagens esqueci completamente, suas característica (físicas e psicológicas), suas ambições. Aí fiquei completamente perdido e desanimei. Outro dia vou pegar o livro de novo para, desta feita sim, recomeçar não daonde eu parei, mas do início.

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  • 01/03/2012 em 9:25 pm
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    Putz, Senil… aconteceu algo parecido comigo justamente ontem.
    Estava jogando um jogo, mas acabei parando pra jogar um segundo… fui até o fim, terminei esse segundo e um terceiro.
    Ontem eu resolvi continuar o primeiro de onde parei e tive acessos de raiva, pois não conseguia fazer nada direito no jogo, como se tivesse desaprendido tudo que havia aprendido durante a primeira tentativa. Acabei desistindo, depois de morrer 3x no mesmo lugar do mesmo jeito. Estou pensando seriamente em recomeçar o jogo.

    Sobre sua sobrinha, meus sentimentos. E força!

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  • 01/03/2012 em 11:10 pm
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    Wow….sofro muito desse mal…há anos não finalizo um jogo e fico nesse vai e volta infinito. Desisti de jogar RPG, mesmo gostando tanto e tanto. Sei lá…falta-me disciplina para administrar o tempo, por outro lado, parece-me um absurdo ter que colocar o meu lazer na agenda. O meu sentimento é de constante frustração.

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  • 05/03/2012 em 12:34 pm
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    Olá Senil!! Aconteceu isso comigo no mês passado, quando retomei minha jornada em Parasit Eve 2. É como se a gente estivesse assistindo a um filme, parado no meio por algum motivo pra depois continuar só depois de certo tempo.

    Quanto a sua sobrinha, tudo o que tenho a dizer é que Deus venha abençoar a sua família e confortá-los nesses momentos de dor e tristeza.

    Mea consolantibus.

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  • 05/03/2012 em 1:28 pm
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    Desculpem a demora em responder pessoal. Parte do meu luto acabou envolvendo ficar meio distante de Facebook e até mesmo dos comentários de vocês. Por isso peço desculpas e aviso que já estou tentando retornar à normalidade. Agora, vamos lá responder um por um! 🙂

    @edu
    Nem joguei muito esse Castlevania, mas ele parece bem diferente do padrão esperado na série. hehehe Minha noiva tem jogado e direto ela empaca em algum lugar, mas acaba conseguindo passar depois com mais calma e novas tentativas.

    Valeu cara! Certamente irei e é isso que me dá esperança.

    @leandro(leon belmont)alves
    Nossa, já deixei muito meu console ligado à noite. hehehe Lembro da primeira vez: foi quando consegui chegar na última fase do Castle of Illusion do Master System pela primeira vez. hehehe Eu tinha uns cinco anos acho. hehehehe

    Eita, não conhecia esse Angelfrost. hehehehe Aliás, terminei o SMT de SNES uns dias atrás. 🙂 Consegui o final neutro com alguma facilidade até. Mas achei o encerramento meio decepcionante em comparação com o jogo mesmo. hehehe E os outros dois que vi pelo Youtube não se mostraraam muito diferentes não. O SMT2 é melhor, será?

    Valeu pela força!

    @Rafa Tchulanguero Punk
    Pois é cara… Comigo é assim também. Daí minha surpresa de ter conseguido retomar Wild Arms numa boa. Uma semana sem jogar já era suficiente para ter que reiniciar o jogo do começo (Valkyrie Profile que o diga hehehe – já recomecei umas quatro vezes por isso! huahuahauhauha)

    @helisonbsb
    Valeu pelo apoio cara! E realmente o sofrimento não escolhe virtudes morais de ninguém; o que conta mais é o sentido que damos a esse sofrimento no final das contas.

    Vida boa essa né? Muito bom poder jogar sem a preocupação única de terminar o jogo. Joguei muita coisa sem ver o encerramento nessa vida também. Muitas vezes é a companhia que acaba contando mais, como você falou. Mas conforme crescemos, fica cada vez mais difícil reunir os amigos para esse tipo de jogatina, infelizmente.

    @piga
    huahuahauhauhauahuha

    Não lembrar os comandos é ótima! hehehe Pior que isso acontece mesmo. Eu fiquei uma semana sem jogar Oni e esqueci todos os comandos também. Estou ensaiando um reinício há algum tempo. hehehe

    @Juliano
    Que bom cara! Fico feliz com isso! E o Brasil acabou ganhando também (embora vergonhosamente huahauahuahauaha).

    Com certeza que é melhor não forçar a barra! Até já falamos disso por aqui certa vez. Mas Chrono Cross é muito bom; ele demora para embalar um pouco mesmo, mas depois que embala… Segue que é uma beleza! Já FFIX… Eu cheguei até o fim me arrastando e torcendo para acabar logo. hehe Não curti muito ele não. A exceção é o sistema de skills e tal que achei bem divertido.

    @Dark Classic
    huahauhauhauhauha Pode crer! Sempre que pego Streets of Rage para jogar também apanho um bocado. hehehe Esse chefe da praia mesmo é um ótimo exemplo.

    @Ladrhobbit
    O engraçado é que nem a resumo do enredo eu precisei apelar dessa vez. hehe Sei lá porque também…

    De fato, a Susana acabou tendo um final curioso (se bem que para ela não acabou ainda se pararmos para pensar). Mas acho que faz sentido: é sempre preciso, de algum modo, querer estar em Nárnia e lutar por ela. se esse sentimento some, deixamos de ser narnianos, mesmo que tenhamos sido reis ou rainhas de lá. A escolha é nossa afinal.

    Uma amiga minha me contou sobre esse conto uns tempos atrás, mas não li ainda. É bom pelo menos? Eu gosto muito de Sandman e um conto do Gaiman sobre trolls, mas não sou muito fã do jeitão dele escrever para ser sincero…

    @Onyas
    Realmente é assim mesmo. O PSII é fácil de retomar mesmo: a história é simples e os personagens são bem diferentes um do outro. Fora que naturalmente você gasta muito tempo nele só subindo denível ao invés de avançar mesmo (é perigoso você esquecer o que fazer inclusive por conta de dois dias matando monstros! huahuahauhauhauhauahuha).

    Com livros acontece isso mesmo. No meu caso foi com Crime e Castigo. Fiquei dois anos sem ler até que resolvi retomar da metade. Pior que funcionou. hehehe Provavelmente porque o foco lá é mais o personagem principal que qualquer outro, então foi fácil entrar na paranoia dele de novo.

    @J.F. Souza
    Valeu pelo apoio Yoz! E pelas conversas off-topic também. Estou retomando as coisas agora. Vamos ver se até amanhã retomo tudo (inclusive a Lista)

    @Gamer Caduco
    hehehe Realmente isso já aconteceu comigo! huahauhauhauha Até por isso que evito jogar dois jogos ao mesmo tempo (que foi outra coisa que acabei fazendo nessas férias). Só agora estou com um só a ser desbravado.

    Valeu pelo apoio! Estou me sentindo melhor já, graças a Deus.

    @Marcio Diniz
    Compartilho dessa sua experiência plenamente… Algumas pessoas aqui da Academia comentaram que a solução para isso que encontraram foi reservar alguns minutos diários para jogar ao menos um pouco. De repente pode ser útil para você. Eu não ponho na agenda, mas jogo nos meus intervalos nem que seja só a Green Hill Zone de Sonic para descansar um pouquinho.

    @Sir Greg
    E Parasite Eve 2 parece um filme mesmo. hehehe Eu larguei ele logo no começo (antes mesmo da famigerada cena do banho) porque não curti o estilão dele. Tinha acabado de jogar o Parasite Eve 1 pela terceira vez e foi meio frustrante experimentar um estilo de jogo completamente diferente do que esperava. Um Resident Evil com mitocôndrias? huahauhauaha E olha que gosto de Resident Evil, só que não curti em Parasite Eve, sei lá…

    Valeu pela força. Com certeza Deus tem nos ajudado a passar (e entender) esse momento difícil.

    Então já tenho alguém com quem praticar meu (pouco) latim? huahauhauahuahua Faz tempo que não consigo estudar (mal tenho tempo para descansar na verdade hehe).

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  • 05/03/2012 em 2:59 pm
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    Crime e Castigo eu também cheguei a começar. Li cinco páginas e fiquei deprimido. Huahuahauah. Esse é bom deixar para uma outra oportunidade. Pois é necessário uma certa “força” para ler. Seria Crime e Castigo o Phantasy Star II da literatura?

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  • 06/03/2012 em 12:20 am
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    @Onyas
    huahauhauahuahuah Boa comparação! hehehe Precisa subir muito de nível (do tipo estratosfétrico) para passar de algns trechos e, principalmente, decorar os nomes russos dos personagens! hehehe Não sei se encararia de novo, para ser sincero…

    Ah, um livro que estacionei pelo meio há uns 10 anos é o Odisseia. hehehe Mas só vou voltar a ler se for em verso mesmo; a versão em prosa fica ruim (como A Divina Comédia ficou ruim em parágrafos também…).

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  • 07/03/2012 em 3:46 am
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    @O Senil

    É um conto curto que se chama “The problem of Susan”. Como é característico de Gaiman, o enredo possuí temas pesados, se trata da Professora Susana(já idosa) sendo entrevistada e falando sobre um tal acidente de trem(e descrevendo a situação dos corpos!)… Com um final um tanto esquisito.

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  • 07/03/2012 em 11:07 am
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    @Ladrhobbit
    Esquisitice faz parte de todo texto do Gaiman praticamente! huahauhauahuahuaha

    Eu li uns dois livros dele de contos além do Sandman mesmo (que estou lendo na verdade porque nunca terminei e agora acompanho as edições definitivas que estão saindo). E boa parte é esquisita e/ou estranhona mesmo.

    O que mais gostei é um (não lembro o nome) em que ele relata a lenda do troll mesmo que “come” a vida de outras pessoas. Eu considero esse um dos melhores textos dele (pelo menos dos que li até hoje).

    Vou caçar esse então e dar uma olhada. Valeu pela dica!

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