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“Para quem quer fazer exercícios de reflexão”

Olá crianças!

Agora, oficialmante, tenho o diploma necessário para gerir uma partida de RPG!

Tudo transcorreu bem durante a defesa (se você não sabe do que eu estou falando, leia isto). Como esperado, minha apresentação foi bem corrida porque não é fácil resumir duzentas páginas de pesquisa em vinte minutos de apresentação. Em seguida, os professores da banca faziam perguntas e comentários sobre o trabalho e eu podia responder o que eles queriam saber. Essa é a parte mais interessante porque muitas questões novas surgiram e até mesmo um direcionamento mais específico para um doutorado. E ate mesmo deram a idéia (bem enfatizada em vários momentos) de publicar um livro! Quem sabe, não é? Vai que vira item de colecionador para fãs de Phantasy Star pelo mundo todo? 😀

Eles gostaram muito do meu trabalho, principalmente pela falta de pesquisas sobre isso na área e também pela própria abordagem e método de pesquisa (que é a fenomenologia — não se assustem que em algum post vou tentar traduzir isso para vocês). Fiquei muito contente por terem elogiado minha redação porque é algo que é inerente à minha vida mesmo; não consigo me imaginar sem uma caneta e algum papel. Mesmo sem ter nada publicado, já há algum tempo que me considero escritor já que é o ofício que mais me dá prazer e retorno; inclusive de vocês que se dão ao trabalho de ler tudo o que escrevo. Afinal, se um músico compõe músicas para que pessoas as ouçam, da mesma forma alguém escreve para ser lido. O que faço só tem sentido em um leitor e, por isso, agradeço não só aos professores que leram meu trabalho e se deixaram levar por ele como também a vocês que, lendo meus posts (ou e-mails em alguns casos), comentando ou não, fazem com que perceba a vivacidade com que as palavras navegam entre as pessoas e o quão mortas seriam se ninguém as lesse.

Seja como for o post nem vai ser tanto reflexivo porque não vou ficar falando demais sobre meu mestrado; vou deixar para comentar algo dele depois, em outros posts para que possam ir pensando com calma em todos os questionamentos que ele suscitou e ainda suscita. Acabei optando por usar esse post para mostrar algumas fotos tiradas durante a defesa e no momento posterior, na comemoração no Outback. Por isso até que não vou seguir o padrão imagens + legenda + texto. Vou colocar as imagens e falar delas logo depois. Assim dou uma alongada no post de modo discreto. 😀

Em primeiro lugar, ninguém daqui foi. 😛 Nem visitantes do asilo, nem da comunidade de Phantasy Star no Orkut e nem da Lista de Algol [nota do Gagá: eu não fui porque moro no Rio de Janeiro, mas os meus amigos paulistas são mesmo uns tremendos manés :p]. Perderam não só uma discussão bem interessante com a banca, como também uma excelente comida e bate-papo entre amigos.

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Na foto acima, vocês podem ver a mim e a minha noiva, Ludmila, que esteve sempre ao meu lado nesse tempo todo e que me aguentou falando de “jogo” e “game” nesses dois anos e meio sem parar. Não sei MESMO como teria conseguido sem ela. Sou imensamente grato a Deus por tê-la colocado como parte integrante do meu “jogo da vida”.

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Nesta, podem me ver de novo junto com os membros da banca examinadora. Da esquerda para a direita, temos o professor Rui Josgrilberg, que admiro muito pelo seu profundo conhecimento e zelo pela propagação, estudo e uso da fenomenologia nas ciências. Aprendi muito com ele quando ainda estava na graduação e boa parte do que sei e utilizo de fenomenologia é por “culpa” dele e de outros professores que também passaram por este mesmo aprendizado que eu. Depois, sou eu o cabeludo, vestindo uma camiseta da banda Narnia (adoro a capa desse disco deles, o Long Live the King, por isso que coloquei uma imagem dela mais abaixo :-)). Ao lado, minha orientadora Henrtiette Morato e, por fim, o professor Lino de Macedo (profundo conhecedor de Piaget e estudioso de jogos).

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Nesta outra, podem ver todas as pessoas com que me encontrei no dia. Vamos lá, começando do lado esquerdo da mesa a partir de baixo: o primeiro é o Bruno, namorado da Nathália (ao lado dele), um casal de amigos meus que compartilham muitos interesses comuns (RPG e quadrinhos principalmente); a terceira é a Renata, amiga e colega de trabalho da minha noiva, que é fanática por filmes de terror/horror e derivados e que achava muito divertido jogar Streets of Rage em seu Mega Drive. Do outro lado da mesa começando do alto desta vez, sou eu, minha noiva e meu grande amigo Joaquim. Eu tenho outro grande amigo que estudou comigo desde o Pré-II, mas que não pode ir; seu nome também é Bruno e ele tinha uma aula do curso de animação que está fazendo. Mas nos próximos encontros, ele vai aparecer nas fotos, mesmo que não esteja lá. 😛

De todos estes, somente a Nathália e a Ludmila que foram à defesa propriamente dita. Aliás, minto, um amigo da Nathália também foi, mas ele tinha compromissos e não pôde ficar até o final.

Subi num Megaupload da vida os slides que usei na apresentação. Podem baixá-los indo neste link aqui [mirror]. Se ele expirar (e provavelmente vai, um dia ou outro), me avisem por um comentário (educadamente he he) que faço o upload novamente assim que possível.

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Acima, podem ver a imagem de encerramento da minha apresentação durante a defesa. Tentei fazer um fundo que lembrasse um cartucho de Master System. Estou avisando porque sei que não ficou bem parecido. A letra do título é diferente e falta aquela maravilhosa grade. Mas, embora tenha tentado, não consegui fazer com que permanecesse legível. Por isso ficou assim mesmo. Tanto a citação como a porta mágica fechada fazem referência ao mundo de jogo que podemos entrar. O texto é tirado do livro “A viagem do Peregrino da Alvorada” de meu escritor favorito C.S. Lewis que provavelmente conhecem como grande amigo de J. R. R. Tolkien. Esta obra faz parte das Crônicas de Nárnia e vai sair um filme justamente sobre ele neste Natal (e com certeza vou estar lá, provavelmente no IMAX :-P). Ele é um daqueles homens de estirpe rara que você respeita e admira tanto por sua inteligência como por sua sabedoria. Quem escreve livro para crianças sem decair num infatilismo forçado e, desculpem o termo, imbecil e odiado até por muitos infantes sérios e de bom senso só pode ser excelente escritor. E ele também faz um passeio interessante por obras sem público-alvo específico como Além do Planeta Silencioso, Perelandra e Aquela Força Medonha (a famosa “Trilogia Espacial“).

Por que estou falando tanto assim de um livro? Simples. Ler um livro nada mais é que um jogo. Diferente de um game, claro. Tem suas especificidades, mas também somos seduzidos a habitar neste outro mundo por algum tempo. Pretendo falar destas semelhanças e diferenças em algum momento posterior, mas fica aí a indicação de todo modo. Não pensem que por Nárnia ser um mundo “para crianças” que ele é desnecessário para nós que já somos velhos. Jogar qualquer coisa requer que sejamos jovens, não importando se temos rugas, cabelos brancos ou se estamos perdendo os dentes de leite. Somos velhos sim, mas jogando games e nos lembrando deles passamos a ser jovens. Ou acham mesmo que senhores jogando dominó na praça de uma cidade interiorana se sentem mais velhos ainda? Pela memória, pela experiência de jogo nos tornamos jovens porque jogar requer isso. Não infantilismo, mas uma disposição juvenil.

Mas chega porque já falei demais! 😛 isso já está virando outro post (este sim bem mais reflexivo). Para encerrar, a imagem da capa do CD do Narnia que ilustrava minha camiseta como prometido.

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Hoje fico por aqui mesmo. Até o próximo post e obrigado por todo o apoio que me deram e que continuam me dando.

Academia Gamer: sobre a defesa
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37 thoughts on “Academia Gamer: sobre a defesa

  • 28/09/2010 at 10:29 am
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    Congratulations! But our princess is in another castle! (doutorado) =P

    Parabéns, cara, estarei descobrindo essa sensação em alguns meses, hehe. Espero que você consiga continuar desenvolvendo sua pesquisa, MUITO legal!

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  • 28/09/2010 at 11:06 am
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    Ou acham mesmo que senhores jogando dominó na praça de uma cidade interiorana se sentem mais velhos ainda? Pela memória, pela experiência de jogo nos tornamos jovens porque jogar requer isso. Não infantilismo, mas uma disposição juvenil.
    adorei esta parte

    ( num fui pq moro no parana ^^ ) PARABENS !!!!

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  • 28/09/2010 at 12:19 pm
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    André Breder :
    Parabéns Senil por mais esta conquista! E é legal ver que além de bom gosto em relação aos games, você também tem bom gosto musical! Narnia era uma banda muito boa, pena que encerrou as atividades há pouco tempo.

    na verdade eles só trocaram de vocalista… o nome do cara é Gérman Pascuall, uruguaio, morou 16 anos no Rio de Janeiro, e se mudou para a Suécia… mas ai mudou completamente o estilo vocal… pra mim é outra banda…

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  • 28/09/2010 at 2:36 pm
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    Kr, ficou bem legal a apresentação, pena q ng foi…
    E cara, ficou aquele ‘contraste’ vc e sua noiva hehe. E quando eu vi a foto dela, logo me lembrei de uma amiga minha chamada marta. É igualzinha, sério!

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  • 28/09/2010 at 4:23 pm
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    Senil, parabéns pelo mestrado. Isso sim é pós graduação de verdade, games, adoro games. O meu mestrado fede de chato, é sobre engenharia dos materiais, envolve programação, qualidade da água e muito cálculo, um verdadeiro porre. Queria fazer como você, falar sobre games e refletir sobre o sentimento de juventude que esta brincadeira nos transmite.

    Muito legal, parabéns pelos amigos e pela linda noiva também! Uma pena que por morar em outra cidade, não pude participar desta sua conquista.

    Sucesso!

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  • 29/09/2010 at 1:52 am
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    Parabéns pela tese Senil! Qualquer tese baseada em games precisa ser bem fundamentada e estruturada para ser bem aceita, por ser um tema que alguns não consideram importante.

    Digo isso porque trabalho na área de educação e sempre usei games como auxílio educacional (com muita eficácia, diga-se de passagem), assunto que foi tema de um trabalho de conclusão de uma pós-graduação minha.

    Espero que os games sejam cada vez mais temas de estudos no meio acadêmico, para provar por A + B que eles são sim coisa séria, benéficos em sua essência, e respeitáveis.

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  • 29/09/2010 at 7:35 am
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    Parabéns, Senil! Deve ser muito gratificante fazer um mestrado sobre algo de que você goste e ter seu trabalho reconhecido. =]

    Não gosto muito de Nárnia e A viagem do Peregrino da Alvorada foi o livro de que eu menos gostei, haha. Mas isso é opinião pessoal mesmo. A frase ficou boa no encerramento.

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  • 29/09/2010 at 10:43 am
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    Parabéns por essa conquista, Senil!! Passar por essa etapa já é algo gratificante, e com uma dissertação sobre games então é mais gratificante ainda!

    Eu já terminei o meu mestrado (aliás, estou a 9 meses de me tornar um doutor – só que na área de Engenharia Química) e sei muito bem como é tenso os meses antes da apresentação. E sobre o livro, tomara mesmo que você publique, e que ele se torne um best-seller!! =D

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  • 29/09/2010 at 1:19 pm
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    Poxa, que beleza!

    Encontrar gente que leve a sério o modo de se jogar video-game e de se aprofundar em seus enredos de modo a contribuir pro próprio conhecimento, isso é demais.

    E o que posso falar de quem também lê C.S. Lewis e entende o potencial das Crônicas de Nárnia!

    Parabéns, Senil, em todos os sentidos. Torço pra que realmente esse livro saia, farei de um tudo para comprá-lo e divulgá-lo aos meus alunos.

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  • 29/09/2010 at 1:33 pm
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    De modo geral, valeu pelo apoio e pelos comentários! E, se tiverem um empreguinho para mim de professor universitário, me avisem. 😀 Agora, vou tentar responder um por um. hehehe

    @Eric Fraga
    @00_Agent
    Valeu caras! Agora, na verdade, eu preciso comprar uma bateria eletrônica. hehehe Estou vendo para vender minha acústica para juntar ao pé de meia que estava fazendo. Vamos ver se consigo. hehehe Por hora, fico brincando de airdrum mesmo.

    @maximuscesar
    @Vinicius
    @André Breder
    Valeu pelo apoio também caras! Narnia é uma banda que, infelizmente, descobri tardiamente. Já tinham trocado de vocalista e tudo. Só não sabia que tinham terminado. O problema não foi nem a voz diferente (o cara canta bem), mas a mudança de estilo. Ficou meio new metal, sei lá. hehe Não curti muito também não. Nem sei que música dizer que gosto mais. hehehe Mas escuto muito mais o álbum Desert Land que o Long Live the King; mas como a capa do Desert Land é meio feia, comprei a camiseta com a que mais gosto mesmo. hehe

    @Gabriel Marques
    Valeu Gabriel!

    @Naiyan Lima
    Vai fundo cara. É bem cansativo, não é? Mas depois vem aquele alívio indescritível… Fica aquela sensação de férias. hehehe Uma beleza. quero aproveitar para retomar uma série de coisas que deixei de lado durante esse tempão.

    @tonshinden
    Não quis fazer algo mais reflexivo nesse post, mas acabou saindo meio sem querer. hehe que bom que gostou. Eu aprendi muito sobre jogo nessa pesquisa, não só sobre videogame. Ainda bem que uns holandeses doidos se dedicaram a estudar decentemente o problema de jogo.

    @Lucas Vinícius
    Engraçado que um bando de gente disse que me acha parecido com um amigo que tinha e tal. Agora minha noiva também? huahuahauha Será que o Laboratório dos Clones de Phantasy Star II já está em operação? hehe Mas porque contraste? Eu até acredito que seja por eu ser feio e ela bonita, mas foi isso que pensou? Ela é meio como eu: joga videogame, ouve heavy metal e rock (além de música clássica)…

    @Sandro “Matusalém” Vasconcelos
    Cara! Entendo perfeitamente o que quer dizer! Estou cansado de ver gente fazendo mestrado e doutorado seguindo pesquisas dos orientadores… Acaba virando uma coisa obrigada e tediosa… O jeito é esquecer um pouco do trabalho chato e jogar um pouquinho para divertir-se um pouco, ou não é verdade? hehe Vocês todos já participaram, mesmo não estando lá em pessoa. Sintam-se “presentificados” na apresentação. hehe

    @Daniel “Talude” Paes Cuter
    hehe Como O Gagá falou, eu sou o Senil. hehe Então cara, faça sim! História é uma área importantíssima (até pensei em fazer mestrado na área durante um tempo – só que na área de História da Ciência). E não tem nada disso no Brasil; tanto sobre RPG (outro tema que muito me interessa) e videogame. Seria uma pesquisa árdua, mas eu daria todo meu apoio e até ajudaria com o maior prazer.

    @kleber
    Valeu! Pode deixar que vou continuar me esforçando bastante para trazer posts cada vez mais interessantes (e instigantes) para que possam ler aqui. Muitos dos quais rugiram de perguntas que me fiz durante a feitura da dissertação.

    @mcs
    Olha só que interessante! Tem um pdf por aí? hehe Tem tão pouca coisa sobre games no Brasil que tento ler tudo que vejo. E geralmente é na área de comunicação; tem pouca coisa nas ciências humanas.

    @Patty K
    Valeu Patty! Realmente foi muito gratificante (principalmente depois de ter terminado hehe). Uma coisa que me manteve seguindo foi, sem dúvida, a certeza de que pelo menos os gamers se interessariam por esse trabalho… Não queria fazer algo que ficasse fechado dentro dos muros da academia; pesquisas não podem ficar restritas a um nicho supostamente mais culto que o “resto”.

    Fico contente que tenha captado bem o que quis dizer com a frase; tem tudo a ver mesmo. Eu gosto do Viagem do Peregrino da Alvorada por ser o que tem mais analogias e metáforas. E o Eustáquio é um personagem interessante em muitos sentidos. Mas acho que meu preferido mesmo é o Cadeira de Prata (adoro a Jill); tanto que usei, numa outra epígrafe, um trecho desse livro.

    @Adney Luis
    Seria bom se fosse um best-seller heim? huahauhauhauha Valeu pelo apoio! Boa sorte aí no doutorado também! Quase no final já! hehehe

    @Orakio “O Gagá” Rob
    Valeu Orakio! A oportunidade de ajudar no Gagá Games é uma das quais não me arrependo de ter abraçado quando ainda era um embrião. E volto a perguntar: será que japoneses vão disputar a tapa um item “de colecionador” e raro? Um livro sobre Phanatsy Star escrito em português? huahauhauhauha

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  • 29/09/2010 at 1:35 pm
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    @Aglio
    Opa! Demorei tanto escrevendo o comentário ali que você comentou bem neste meio tempo. hehehe

    Valeu pelo apoio cara! Pode estar certo que vou fazer o possível para publicá-lo. Qualquer coisa, assim que a USP liberar o pdf da dissertação, pode usar ela mesmo com os alunos. Eu vou mudar algumas coisas no livro, mas enquanto não sai, pode ser uma boa.

    Fiquei curioso agora, dá aula de quê?

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  • 29/09/2010 at 1:42 pm
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    @O Senil

    Sem problemas, hehe.

    Beleza! Baixarei o pdf e vou introduzir o vírus da mania por PS pra garotada. Sou professor em escola Particular de Língua Portuguesa/Literatura/Inglês, mas só tenho duas salas. Trabalho em uma escola pública também, na secretaria, e estou no último período de Letras. Ufa!

    Ainda tenho poucas aulas, mas tenho muito contato com a garotada e sempre que posso faço referencias ao RPG como forma de aprender e se divertir (inclusive é o tema do meu TCC, como comentei no outro tópico).

    É por isso que sua tese veio muito ao encontro do que eu acredito e dissemino, hehe.

    Valeu pela atenção!

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  • 29/09/2010 at 1:48 pm
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    @Aglio
    Que legal trabalhar isso antes da faculdade! Com certeza muitos alunos vão se interessar mais pela matéria. E muito maneira sua idéia para o TCC sobre RPG; assim que terminar, não deixe de me avisar. É algo que me interessa muito também.

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  • 29/09/2010 at 1:53 pm
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    Galera, fizeram uma entrevista comigo e saiu no site de um pessoal de Jornalismo da USP. Se quiserem dar uma lida, eu falo um pouco dos resultados do trabalho (não muito, mas falo):

    http://www.usp.br/aun/_reeng/materia.php?cod_materia=0907750

    Se quiserem que eu fale mais, estou a disposição. 🙂 Só me mandar um e-mail que está tudo certo. Quanto mais puder divulgar, melhor.

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  • 29/09/2010 at 1:55 pm
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    @O Senil

    Não tratarei só de RPG, mas também do modo de se usar a internet para a “literalização” (detesto esse termo) dos alunos, afinal, garanto que tem muito mais molecada lendo isso aqui do que uma obra de José de Alencar.

    Passarei sim! Espero (e preciso) terminá-lo em novembro.
    Abraço.

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  • 29/09/2010 at 1:58 pm
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    @Aglio
    Mais interessante ainda. hehe Com certeza que lêem mais isso que os clássicos da literatura. Poucos fazem as duas coisas; ainda mais quando jovens. E, de fato, “literalização” parece ser um termo terrível; ele soa meio mal para o que quis dizer. Mas presumo que seja algo que seu (sua) orientador (a) faz você usar, não é? hehehe Isso é comum, bem comum.

    Boa sorte para finalizá-la então! Abraços!

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  • 29/09/2010 at 2:23 pm
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    O Senil :
    E volto a perguntar: será que japoneses vão disputar a tapa um item “de colecionador” e raro? Um livro sobre Phanatsy Star escrito em português? huahauhauhauha

    Quem sabe a gente não negocia com eles uma troca pelas edições japonesas da SPEC que estão faltando na nossa coleção digital de Phantasy Star, hein? 🙂

    E é um prazer ter você aqui, seus posts são sempre muito interessantes. Por isso te convidei antes mesmo de começar o blog, lembra?

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  • 30/09/2010 at 4:30 pm
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    @mcs
    Escreva sim! Esse tipo de coisa é importante ser feita e divulgada. Ainda mais aqui no Brasil que tem pouquíssima coisa desenvolvida sobre o tema.

    @Orakio Rob, “O Gagá”
    huahuahuaha Não seria nada mal! hehehe

    E sim, me lembro do convite meses antes de abrir o blog; com o qual me senti muito honrado. hehe Realmente é excelente que tenha vingado e dado tão certo; escrever faz parte de minha vida há anos e ter leitores é sempre bom. Afinal, escrever só para você mesmo não é assumir a tarefa de ser escritor.

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  • 01/10/2010 at 2:35 am
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    Senil Metaleiro XD e eu tinha uma imagem completamente diferente do cara kkkkkkkk Mais um irmão ro Metal \,,/ kkkkkkkk

    Rapaz, meus parabéns pela sua conquista!! Quisera eu ter tido como ir até a audiência, pois eu queria mesmo, principalmente pra ir no Outback, ADORO VISHHHHH!!!! mas infelizmente querer não é poder no meu caso!

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