“Para quem quer fazer exercícios de reflexão”

Olá crianças!

Esta semana, mais uma vez, quero compartilhar com vocês uma experiência pessoal que talvez ajude a esclarecer algumas das coisas que tratamos aqui diversas vezes. Hoje, mais especificamente, algo relacionado ao prelúdio (pre-ludere), aquele momento interessantíssimo antes de começarmos realmente a jogar.

Depois de meses, eu finalmente consegui terminar pela terceira vez Shining Force II. Há anos que não o jogava. Resolvi tirar o pó dele e de outros games da série Shining e foi uma experiência muito divertida (e desafiadora) já que não fiquei evoluindo demais os personagens ao contrário do que fazia na adolescência quando tinha tempo (e paciência) para isso.

Quando o terminei, deparei-me com um problema que certamente já devem ter se encontrado. Não uma, mas dezenas de vezes: “qual jogo vou jogar agora?”

Isso é bem comum, principalmente quando temos que escolher um jogo mais longo, que demanda maior tempo e maior dedicação. No meu caso, eu tenho o hábito atual de manter um único game complicado e, para descansar dele, outros mais simples ou curtos. Então, precisava escolher.

Minha lista de “próximos games a jogar” é enorme. Tão grande que nem me atrevo a escrevê-la porque eu ficaria ainda mais decepcionado e frustrado com o pouco tempo que posso me dedicar a eles com seriedade. Então, acabei reduzindo-os àqueles que estavam mais à mão ignorando no processo muitos igualmente interessantes.

Finalmente, consegui estabelecer três jogos. A única coisa que todos tinham em comum era o fato de serem RPGs, cada um deles com pontos a favor e contra na minha seleção. falarei desses detalhes a seguir. Por hora, basta que saibam os nomes deles: Lufia 2, Phantasy Star IV e Wild Arms.

Lufia 2 é um RPG muito interessante para SNES. Ele tem grande ênfase em quebra-cabeças durante toda a aventura, mas de um modo tão interessante que não chega a ser chato. Muito pelo contrário: boa parte da minha atração com ele passa por isso. Além da própria estória que é simples, mas bacana e das músicas de batalhas. Sabem aquele jogo que tem canções bacanas que não ficam tediosas se ouvidas centenas de vezes? Pois então, Lufia 2 é assim.

Phantasy Star IV para Mega Drive é outro que já joguei algumas vezes e que faz parte da minha série favorita de jogos. É bem verdade que o considero o mais fraco de toda a série clássica, mas isso não tira mérito nenhum dele. Faz anos que não o jogo e, embora tenha jogado e rejogado todos os jogos da saga clássica lançados antes dele nos últimos tempos, deve fazer bem uns seis anos que não toco nele. As boas músicas que tem e o fato de estar enrolando para jogá-lo há tanto tempo influenciaram muito na minha seleção dele.

E, por fim, Wild Arms para PSX é um game que admiro muito. Mas muito mesmo. Tive uma oportunidade muito tardia de jogá-lo porque só pude experimentá-lo depois do excelente Xenogears. O que, claro, pesa bastante na hora de pensarmos em um bom RPG. Xenogears é um parâmetro muito alto porque poucos jogos da Square chegaram nesse mesmo nível e menos ainda o ultrapassaram. E, ouso dizer, Wild Arms me impressionou muito mais, tanto quando Chrono Cross que joguei bem depois de ambos. Porém, ainda assim, só o joguei uma única vez. E isso sempre me incomodou… Sempre falo bem do jogo, elogio praticamente tudo e só joguei uma vez?… E jogo bom é jogo que jogamos de novo.

Por isso, ponderei bastante e decidi que ia jogar Wild Arms novamente. Estava enrolando há bastante tempo para jogá-lo e senti que estava na hora de voltar a Filgaia uma vez mais.

Antes de escolhermos um jogo, temos que estar com a disponibilidade para jogar alguma coisa (qualquer coisa). Somente depois elencamos quais “mundos de jogo” consideramos visitar e, finalmente, a qual deles realmente queremos nos submeter.

Claro que nem sempre são três jogos; no meu caso a minha decisão perpassou por essas três possibilidades, mas isso não é uma regra. Às vezes, já escolhemos de imediato. Por exemplo, é bem comum que terminemos um jogo e já queiramos jogar o mesmo game novamente. Seja ele curto e simples, ou longo e complexo. Comigo isso já aconteceu com Treasure of the Rudras, Chrono Cross e até mesmo Alex Kidd.

É isso que queria compartilhar com vocês essa semana! Até o próximo post!

Academia Gamer: Uma escolha
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47 ideias sobre “Academia Gamer: Uma escolha

  • 13/12/2011 em 7:55 am
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    Olá Senil! Parabéns pelo ótimo post! Sempre que nos deparamos com bons jogos, que nos cativam e “quase que nos obrigam” a continuar jogando eles, sempre paira a duvidar no que jogar depois.

    Só não concordo em um ponto do seu texto. Dizer que Phantasy Star IV é o mais fraquinho da série clássica? Tente jogar o Phantasy Star III e me diga depois qual é o mais fraco.

    Voltando ao post: No meu caso, como possuía muitos cartuchos de SNES, Master System, NES e CDs de PSX, até que a interrogação não me batia muito na cabeça na hora de trocar de game. Entretanto, na minha época de PSX, tinha um jogo em especial que não me deixava dúvidas na hora de jogar: Resident Evil. Possuo o RE 1, 2 e o 3. Era terminando um e começando outro ou então estava habilitando opções secretas desses jogos.

    Quando descobri os emuladores, foi-se o fim das dúvidas com relação ao que jogar depois. Foi assim que joguei Lufia 2 e me interessei a jogar o Lufia 1 (mesmo sendo muito inferior em gráficos e sons). Achei interessante o que a TAITO fez nesses 2 jogos. O Lufia 2 é o prelúdio do 1.

    Ufa, que megacomentário esse meu, hein? Fico por aqui. Mais uma vez, parabéns pelo texto! Fui! 8)

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  • 13/12/2011 em 8:26 am
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    fiquei empolgado com esse post, Mestre-Senil 🙂

    realmente é complicado essa questão, principalmente quando o assunto é Rpg. quando a gente termina um game que passa horas da nossa vida, a gente se sente realizado.(por alguns minutos) e aí fica a dúvida que você mencionou: qual eu vou jogar agora?

    Mestre, aí vai a minha lista de games que estou jogando ultimamente ao mesmo tempo numa semana…

    Shin Megami Tensei: Devil Survivor(segunda e terça)

    Shin Megami Tensei 4: Strange Journey(segunda jornada)(quarta)

    Maken X(SMT Spin off) (Sábados)

    Breath of Fire 2(sábados e quando estou de folga)

    Starflight(joguinho excelente)(todo dia)

    Phantasy Star 2(já estou na metade do game, de acordo com a gazeta do algol) (quintas e domingos)

    Landstalker(acompanhando o diário do Cosmão)(terças)

    Elder Scrolls V: Skyrim(Heresia retrogamer a vista) (todo dia)

    Langrisser 4(finalmente zerei o 3) (todo dia, mesmo uma meia horinha)

    e ainda de quebra,Graças a Old Gamer 6 que está aqui do lado nesse momento, inventei de destrinchar a série MYST inteira de cabo a rabo(e sem detonado). eu já cheguei a era Channelwood/era das árvores, e o jogo faz você puxar muito da inteligência e o enredo é curioso. até estou pensando em comprar o Riven, que é a sequência desse game e os outros games da série, mas não sei comprar no GOG que o Gagá faz tanta propaganda. e dizem que apenas gênios zeram MYST, eu não tenho três lobúlos celebrais para ser tão inteligente para joga-lo,mas estou adorando dar uma de detetive em D`NI. e ainda dúvidas sobre os personagens e o que querem naquele mundo, tipo: porque Atrus vive construindo essas eras tão complicadas? e cada vez que jogo MYST,mais dor de cabeça eu tenho e mais desejo zerar os outros games dele…

    aposto que você já deve ter zerado Senil, já que é tão letrado em games e assuntos filosóficos. me dá uma pista de como passar de Channelwood? qualquer uma serve 🙂

    e ainda tenho que trabalhar a noite(consegui um bico após muita luta) e pagar as contas,cuidar da namorada,ver os amigos e outras trivialidades.e olha que ainda vou jogar Shadowrun e o resto da série Megaten. e vou arrumar um tempo para zerar Xenogears, que para mim terminar esse game é uma questão de honra,assunto inacabado…haja tempo

    e sobre quais mundos de jogos eu escolheria mesmo para me dedicar afinco…SMT(obvio), o mundo de D`NI em Myst e Tamariel de Elder Scrolls.

    more than two pages and I’ll be free….

    my Brother Sirrius…is A LIAR!!!! Give ME the Blue pages…

    falas de Sirrius e Achenar no game MYST(estou empolgadão com ele)

    Hee-Hoo Mestre-Senil.

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  • 13/12/2011 em 9:39 am
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    quanto a rpg eu joguei da era psx pra cima breath of fire 3/4, FVII(e em diante), chrono trigger,…,mas sem dúvida um q tem um cantinho especial é chrono cross.
    Esse é o jogo q eu já revisitei trocentas vezes e nunca jogo igual, o jogo te dá possibilidades e um enredo marcante.

    BTW agora eu to me arriscando no snes jogando breath of fire o primeirão tô me amarrando d+ e adicionarei lufia II a minha lista de rpgs a serem desbravados.

    flw

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  • 13/12/2011 em 11:29 am
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    Eu tento variar os gêneros de jogos que estou jogando no momento. Geralmente jogos uns 5 jogos, sendo uns 3 mais frequentes e os outros eu só jogo de vez em quando.

    Algo que tento fazer para facilitar a escolha do próximo jogo a ser jogado é variar o gênero. Geralmente estou jogando um jogo de plataforma, um de corrida, um de RPG, um shooter e alguns outros que estou encalhado e está em stand by.

    Agora, por exemplo, até estava com vontade de jogar o Wild Arms novamente, principalmente por falarmos dele aqui constantemente. Mas como estou jogando Terraria, Fallout 3, além do Super Robot Taisen OG2 em stand by, que são todos RPGs, vou esperar mais um pouco.

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  • 13/12/2011 em 12:12 pm
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    @Fábio
    Cara, na verdade eu acho o Phantasy Star III o melhor da série clássica. hehehe Em segundo lugar vem o Phantasy Star II, depois o Phantasy Star I e, por fim, o Phantasy Star IV. Curto mais o clima épico dele, aquela angústia de escolher com quem casar e todo o clima de mistério do tipo “que porcaria de mundo é esse em que eu vivo?!”. hehehe Tanto que fiz um diário de bordo dele aqui, falei algumas curiosidades do jogo e finalizei com uma resenha. Todos os posts você pode ver aqui: http://www.gagagames.com.br/?cat=605

    Mas entendo quem curte mais o PSIV. Ele não é o pior jogo do mundo, só o mais fraco, para mim da série clássica de Phantasy Star. Como diz um amigo meu da Lista de Algol para justificar o PSIII em último nas suas preferências, “não é porque é totalmente ruim, mas porque algum tem que ficar em último”.

    Lufia 2 é muito bom! Quando terminei a primeira vez, fiquei doido para jogar a “continuação” no Lufia 1 (que me decepcionou um bocado hehehe).

    Valeu pela força cara! E pode comentar à vontade. hehehe Adoro ler os comentários de todo mundo. É uma das coisas que mais me dão ânimo em escrever a coluna!

    @leandro(leon belmont) alves
    Que ânimo cara! hehehehehe Há anos que não jogo tanta coisa ao mesmo tempo. hehehe

    E o Langrisser III? É bom? Todo mundo fala mal dele, mas eu sou doido para jogá-lo (e emendar com o IV e o V também hehehehe).

    Preciso jogaar Breath of Fire 2 de novo… Estájogando a versão do SNES ou a de GBA? Landstalker é outro que estou devendo uma jogatina mais séria. hehehehe

    Cara, adoraria ajudar você em Myst. hehehe Mas nunca joguei para dizer a verdade (embora esteja nessa lista de “games a jogar” que comentei no post). Tenho Riven para o Saturn e cheguei a brincar um pouco com ele. A mãe de um amigo meu adora adventures e jogou a série toda numa boa. hehehehe Talvez ela pudesse ajudar. Vou perguntar para ela.

    E fico muito feliz que tenha conseguido um trampo! É tão difícil arrumar alguma coisa hoje em dia…

    E essa sua empolgação com os jogos que é bacana. Quero ver você rejogando isso tudo depois. huahuahauahuah Vai precisar de mais umas cinco vidas para isso. hehehehe

    @workernetGB
    Também adoro Chrono Cross. Eu até me surpreendi com ele porque esperava algo meio chato com ênfase só nos quarenta personagens controláveis. hehehehe Curti muito, muito mesmo.

    Breath of Fire I é bom mesmo. Mas eu prefiro o segundo, sei lá porque. hehehe Devem ser as asas negras da Nina! huahuahauhauhauha O Breath of Fire III eu nunca joguei, mas o BFIV sim (bem legal ele!).

    E Lufia II vale a pena; é muito bom oo joguinho. Não foi uma escolha fácil que eu tive que fazer. hehehehe

    @Fernando Lorenzon
    Eu faço algo parecido também. Mantenho um RPG sempre e, no meio tempo, jogo coisas mais simples. Por exemplo, enquanto jogava Shining Force II, joguei Sonic CD, Sonic 2, Dennin Aleste… O que não faço mais é emendar dois ou três RPGs ao mesmo tempo. Como eles exigem dedicação, prefiro ficar em um só por vez: se começo dois, eu vou largar um com certeza pelo meio do caminho (e como depois de duas semanas não lembro de mais nada, terei que recomeçar do zero hehehe).

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  • 13/12/2011 em 12:13 pm
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    você está jogando o Super Robot Taisen OG2? estou jogando o primeiro game da série…achei um tédio. só aquela KOS-MOS de Xenosaga me faz jogar esse jogo tedioso. as batalhas são muito lentas….

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  • 13/12/2011 em 12:23 pm
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    @O Senil

    e o Langrisser 3 é otimo Mestre-Senil. o sistema de batalhas é meio complicado e suei para fazer o True Final…também com uma game em japonês. tenha dó né?

    mas como sou fanzaço da série , nem liguei para o sistema…mas poxa, perdi a história toda.custava traduzir ele para o inglês Masaya????

    e fiquei com a guerreira Frea. linducha, na próxima vez eu caso com a Luna. ela é dificil de se impressionar tem que fazer realmente bonito nas batalhas,sem muitas baixas, mas como sou gamado numa mulher durona…he,he,he. 🙂 boa sorte para mim. tente jogar ele um pouco mestre, ele é que nem Phantasy Star 3. demora a se acostumar, mas quando pega o jeito…

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  • 13/12/2011 em 12:45 pm
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    Boas opções hein, tirando o PS IV que pra mim é muito ruim os outros rpg’s são magníficos. Eu preciso terminar o Lufia II pois terminei o primeiro há muitos anos atrás, época onde eu tinha paciência em abundância para aguentar certas coisas do game como os problemas na batalha. Lembro algo que me irritava muito no jogo era quando tu ordenava dois personagens a atacarem o mesmo inimigo, se por acaso o primeiro personagem matasse o inimigo o próximo personagem atacava o nada ao invés de passar para o outro vilão. Mas.. é um grande jogo, poucos descobrem isso por não ter paciência! xD
    E claro.. se na época que terminei Lufia eu já tivesse internet rápida como hoje, duvido que teria terminado o game, provavelmente estaria jogando outro e me iludindo com quantidade sobre qualidade.. maldita internet.. xD
    Abraço Senil!!

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  • 13/12/2011 em 1:20 pm
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    Senil, em vez de jogar o Wild Arms do PSX, tu deveria jogar o remake para PS2, que é o “Wild Arms: Alter Code F” . O remake ficou bom e você poderá jogar com alguns personagens extras; fora a remixagem das músicas e um melhor gráfico.

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  • 13/12/2011 em 1:34 pm
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    @leandro(leon belmont)alves
    Bacana! Também sou fã de Langrisser e o terceiro da série está na minha lista de “games a jogar” em uma posição privilegiada. hehehe Eu vi um script traduzido uns tempos atrás, mas ficar jogando com roteiro do lado, ninguém merece…

    Com base no que falou (e ainda comparando com PSIII) realmente preciso jogá-lo em breve. hehehe

    Eu joguei e terminei o de SNES também. Muito bom!

    @Jair
    O Lufia 2 é muito bom, recomendo com certeza. O primeiro eu preciso arriscar de novo… Não curti muito ele não… Mas quem sabe mude completamente de ideia depois.

    Abraço para voce também!

    @LordGiodai
    Eu cheguei a jogá-lo até a metade há um ano atrás mais ou menos. só que eu achei ele meio entediante… O fato de podermos controlar outros personagens é realmente interessante, os gráficos deram uma melhorada. Mas as míusicas ficaram meio sem graça na minha opinião (com algumas exceções, claro) e os gráficos ficaram anime demais (perdendo o pouco de caracterísica ocidental que o original tinha). É um bom jogo, mas ainda acho o game original mais envolvente… Sei lá… Mas posso tentar de novo.

    Valeu pela sugestão de todo modo! Fiquei empolgado a arriscar o remake de novo em uma próxima oportunidade.

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  • 13/12/2011 em 3:38 pm
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    Fala Senil, beleza?

    Cara, é o seguinte, eu tenho vários jogos também na lista e como tem jogos que foram deixando boas lembranças seja por gráficos ou músicas, um desses era exatamente um Lufia, só que o de GBA, vou ler o nome dele ali e já volto……. tá ali, é o Lufia – the Ruins of Lore. Lembro que tinha jogado o Lufia 1 um pouco depois deixei pra ficar jogando o 2 incessantemente até porque a trilha, puzzles e tudo mais tinha me chamado a atenção, e tenho a frustração de nunca ter o terminado pois encalhei em um labirinto que tinha a premissa de se ter de descer 99 andares, chegando no 50 por ali eu desisti, agora nem lembro se era crucial pra história do jogo mas se não era, eu podia ter ido direto pra o fim do jogo e não ficar enchendo linguiça.

    Estou que nem o Leandro, jogando o Elder Scrolls V: Skyrim, mas já dei uma cansada dele, é bom e tudo mais, só que a loucura já passou um pouco, vai ver é porque acabei a campanha principal e as vezes me dá uma louca de começar tudo de novo pra criar um personagem novo e tal, outro jogo que jogo pra passar o tempo é Fifa 12. Recentemente também tenho sofrido pra terminar um jogo, e ele parece muito bom, só que eu morro demais nele e isso tá ficando chato, se chama Mirror’s Edge, é um jogo de parkour(acho que se escreve assim). E a minha dose diária de SSFII não acaba nunca, acho que quando eu parar de jogá-lo, irei parar de jogar videogame.

    E um joguinho que comecei ontem, mas só irei jogar ele quando se está a noite, escuro, com clima sinistro que daí o jogo fica bom de se jogar é o grande sucesso “indie” Limbo, fica aqui a minha recomendação, o jogo é daqueles que se vive uma experiência marcante, estou adorando jogá-lo.

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  • 13/12/2011 em 4:03 pm
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    Grande Senil e seus Academia Gamer de fazer todo mundo se remexer nas cadeiras. Cara eu sempre tento emendar jogos que tem alguma coisa em comum, ainda que só para mim. Por exemplo: no momento estou jogando o Castlevania do GBA (Harmony of Dissonance). Comecei a jogá-lo pois me interessei no primeiro jogo lançado para Game Boy, depois me informei e zerei o (excelente) Aria of Sorrow e penso em breve descobrir/jogar outros títulos da série que ainda são desconhecidos para mim.

    Recentemente criei um lista de jogos que pretendo zerar (de diferente plataformas e gêneros) foi o jeito que encontrei para me organizar em matéria de games e não me perder diante de tantas distrações. Pois assim como vc tb me permito outros passatempos como namorada, livros, filmes etc.

    Um abraço!

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  • 13/12/2011 em 4:16 pm
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    @Juliano
    hehe Realmente esse labirinto não é obrigatório para se terminar o jogo. Lá só tem uns itens especiais e tal; é um desafio interessante até, mas eu só me arrisquei nele depois de ter terminado o game. E o Lufia 2 me interessou pelas mesmas razões que as suas: músicas, puzzles e todo o restante. hehehehe

    O Mirror’s Edge é bem bacana! Nem é muito meu estilo de jogo, mas eu curti bastante ele! Embora tammbém tenha morrido um bocado. hehehe Nunca terminei porque joguei com amigos uma tarde há uns tempos atrás.

    Limbo eu cheguei a pegar, mas meu notebook não roda ele… Só vou poder jogar quando chegar em São Paulo no final do ano.

    E é isso aí, continue jogando SSFII! huahauhauhauahuah Tanto que nas minhas listas de games a jogar, muitos são de jogos que jájoguei. Até pego coisas novas (por exemplo, Sonic Generations está na lista), mas dificilmente coloco como prioridade.

    @MarCel’
    Opa! hehehe Espero que não faça o povo se remexer de asco como “mas que porcaria é isso aqui?!” huahauhauhauhauhauahuha

    Eu faço isso com alguma frequência também. O ano passado, por exemplo, emendei vários jogos da série Shining, um atrás do outro. Por falta de tempo, não tenho mais feito isso… E entendo como se sente. hehe Joguei esses tempos atrás o Castlevania Bloodlines para Mega Drive que nunca terminara e fiquei empolgado para conhecer outros da série; só não tive tempo hábil para fazer isso ainda.

    Caramba, fez uma lista mesmo? hehehe Eu nem me arrisco a fazer isso porque com certeza ia ficar uma coisa imensa! huahauhauahauhauha

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  • 13/12/2011 em 7:18 pm
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    Jogos que valem a pena jogar de novo: Suikoden I e II para PSX. Esses são inesquecíveis (o segundo é excelente)
    Sou fã de Langrisser também! Existe algum traduzido para inglês além dos dois primeiros?
    Vocês já jogaram os da saga Front Mission? No SNES tem o Front Mission 1 e o Front Mission Gun Hazard (os dois são ótimos; e o primeiro já traduziram para português também). No PSX temos o Front Mission 3 que é muito bom e no PS2 traduziram para inglês o Front Mission 5 que é muito bom!

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  • 13/12/2011 em 7:21 pm
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    @LordGiodai
    Suikoden é outra série que preciso jogar. Falam muito bem (principalmente do II).

    O Langrisser IV (versão PSX) está em uma versão beta pelo que sei. Fora isso, o terceiro e o quinto jogo só têm os scripts traduzidos pela internet (acho que no próprio GameFAQS tem isso). Já dá para o gasto para quem quiser arriscar pelo menos. hehehehe

    Joguei só o primeiro Front Mission. É um jogão mesmo! Mas nunca terminei. é bem difícil, mas muito interessante.

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  • 13/12/2011 em 8:55 pm
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    é mestre senil…vc entrou num foco interessante,,,qual jogo jogar???bem,,,antigamente na época do atari era mais fácil escolher o jogo,,,na verdade devido a falta de dinheiro sempre ficava nos mesmos jogos, mas não me importava,,achava legal ir a casa de amigos e pedir cartucho emprestado,,,tinha mais graça em relação a hoje,,,,hoje em dia ta tudo na rede,,,perdeu um pouco da graça,,,hoje em dia tudo tá na mão,,,,e essa facilidade tira um pouco do encantamento de jogar,,,,antigamente quando saia um lançamento,,,tinha que juntar dinheiro e trabalhar muito para isso…jogar hoje em dia é privilégio de quem tem tempo e não quem tem jogos ou muitos jogos,,,tá dificil de eu passar meses e horas em jogar rpg,,,praticamente jogo um jogo em que poucas horas eu consigo zerar,,,no atari tinha mais graça porque era basicamente jogar sem preocupar em zerar,,,lembro que jogava enduro e o objetivo mesmo era ver quem conseguia mais bandeirada, pac man só aumentava a dificuldade na velocidade dos fantasminhas e mega mania era os inimigos ficando mais rápido,,,acredito que jogar antigamente era mais divertido por simplesmente jogar sem pensar muito,,,,lembro de quando jogava resident evil, era ou melhor dize é mais cabeça do que tiro,,,tem que decorar os caminhos e itens,,,melhor dizer: hoje em dia se pensa muito e joga de menos….jogar no atari era mais divertido do que hoje,,,jogo um star soccer do snes, um enduro do atari e revenge of shinobi do mega drive,,,esses jogos eu tenho tempo para jogar sem ter que pensar em extratégia ou tempo!!!!

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  • 13/12/2011 em 8:56 pm
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    Você levantou uma questão maravilhosa e inquietante Senil,o momento da escolha!Diante de tantas opções(especialmente com o advento dos emuladores),como definir o próximo jogo?
    Eu já tentei estabelecer vários critérios…tudo em vão.Hoje eu excluo alguns gêneros que não gosto e todo leque de opções que resta eu elenco por pura intuição,ou até mesmo por indicação,quando sai algum post por aqui que me atrai,por exemplo.
    O momento da escolha é doloroso e prazeroso ao mesmo tempo.Doloroso porque toda escolha pressupõe uma perda(a perda dos que não foram escolhidos) e prazeroso porque definida a escolha o coração acalma e o foco de atenção tem um alvo certo.Até fechar o game e recomeçar o ciclo mirando novas possibilidades.
    Grande abraço Senil!

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  • 13/12/2011 em 9:58 pm
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    @leandro(leon belmont)alves
    Quanto à série Super Robot Taisen, gosto destes RPGs Táticos porque só focam nas batalhas, e elas exigem bastante raciocínio. Até sinto falta de ter um mundo para explorar, mas pelo menos a idéia de usar robôs gigantes me fez gostar um pouco mais da série.

    Só acho estranho alguém que é fã de RPGs japoneses acusar um jogo de ser tedioso, hehehe. Você gosta de batalhas aleatórias e griding mas não gosta das batalhas de Super Robot Taisen, que são criativas? Me explica aí.

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  • 13/12/2011 em 10:12 pm
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    @helisonbsb
    Com certeza essa facilidade que temos de acesso a qualquer jogo chega a ser maléfica à própria experiência. Além do fato de termos pouco tempo para jogar, temos muitas opções para escolher… Fora aquela neura que alguns têm de só jogar jogo diferente e nunca repetir o mesmo. hehehe aí danou-se tudo.

    Concordo com tudo que diz na verdade. hehehe Até acrescentaria que tem gente que até joga muitos jogos diferentes, mas que não aproveita de fato. A gente curtia um bom jogo de Atari mesmo sem ter final em uma tarde tranquila. Ainda que o jogo fosse o mesmo a semana toda. hehehehe

    O fator “tempo disponível” pesa bastante na escolha do game a jogar. Tanto que tenho demorado meses para terminar RPGs que levaria uma semana quando tinha muito tempo hábil. hehehe

    @Dactar
    Sem dúvida “escolher” é isso mesmo que falou: perdda e prazeroso. Afinal, aniquilamos algumas possibilidades no processo ao preferirmos somente uma. hehehe Mas isso é assim em toda escolha da nossa vida.

    Eu nem uso critérios. A não ser esse de tentar jogar um game mais longo e, no meio tempo, outros mais curtos. Mas não me preocupo muito com gêneros. Esse “jogo longo” já foi até FPS, por exemplo (o Borderlands – deve ter sido o único que consegui e curti jogar sozinho do estilo hehehe).

    @Daniel maciel
    Mas tem algumas opções em vista? Ou realmente não tem nenhum em vista? De repente, até pode ajudar ir focando mais (um estilo, um console, um gênero etc.).

    @Fernando Lorenzon
    Vou ficar atento a essa dicussão de vocês porque nunca joguei esse daí. Quem sabe me interesse? hehehehe

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  • 13/12/2011 em 11:05 pm
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    Opa, Senil! Belo post, dúvida que vive na cabeça dos retrogamers nessa era de roms e emuladores, com tantos jogos e tão pouco tempo… Vendo o Wild ARMS na sua lista, lembrei-me de ter sido um dos meus primeiros jogos de PSX, e eu gostei dele imensamente. RPG clássico, músicas espetaculares, gráficos 3D a princípio esquisitos mas que depois de um tempo cativam. Resolvi há um tempinho revisitá-lo, mas não vou para o original, vou encarar o remake pra PS2, Wild ARMS Alter Code F. Vamos ver se o charme do original se segura nesse pulo de plataforma. Abs

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  • 13/12/2011 em 11:25 pm
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    @Mahovis
    Pensei a mesma coisa que você uns tempos atrás e desejo boa sorte. hehehe Não consegui terminar: boa parte do carisma do original se perdeu. O mais bacana é poder jogar com a Calamity Jane, por exemplo, e outros personagens diferentes. Mas tente mesmo! Depois me diz o que achou para saber se fui só eu que me decepcionei ou não! hehehehe Embora planeje tentar jogá-lo de novo algum dia para tirar a prova.

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  • 14/12/2011 em 12:09 am
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    Foi marcante ter lembrado de Wild Arms, lembro muito bem quando joguei no PSX, abertura fantastica, musicas marcantes. Respeitando os demais jogos, mas Wild Arms é um dos melhores jogos de rpg ja criados, raro jogo onde os sentimentos dos personagens são transmitidos para o jogador. Não volto joga-lo porque lembro bastante do jogo e do final. Senil excelente diversão.

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  • 14/12/2011 em 12:18 am
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    @Lisandro
    Concordo plenamente: um dos melhores RPGs já lançados! Devia tentar jogá-lo de novo porque, mesmo o final sendo excelente, tem umas partes pelo meio que me emocionaram bem mais…

    Valeu cara! E já estou me divertindo um bocado! hehehe E ainda estou no comecinho!

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  • 14/12/2011 em 7:17 am
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    Ótimo post, Senil. E me bateu uma vontade tremenda de jogar ild Arms, este jogo maravilhoso.
    Engraçado, eu não sabia que ele era um jogo tão querido assim por tantas pessoas: achava que era algo que eu gostava muito, e só.

    Ele é pra mim um raro jogo que é tão bom que eu tendo a protelar bastante um “re-jogada”, para que eu esqueça bastante dele, hehehe. Engraçado que não tenho isso com outros jogos favoritos: Final Fantasy 6, por exemplo, deve ser o RPG de videogame que mais joguei – chuto umas 5 vezes, no mínimo – e jogaria de novo mesmo conhecendo cada baú ao longo do jogo. Não sei dizer por que da diferença ao lidar com os dois.

    Hum, mas essa questão das escolhas está ficando cada vez mais difícil pra mim com a idade, pois o tempo livre para me deicar a um game assim está só diminuindo. E a coisa fica pior quando o dilema é encarar um (velho) jogo novo bem recomendado ou jogar novamente algum jogo muito apreciado. Eu tento balancear as duas coisas, mas não é simples.

    Ah, e eu uso exatamente a mesma técnica: tenho sempre um (e apenas um) jogo que exija mais dedicação, normalmente um RPG, e enquanto não o termino só jogo coisas mais simples e rápidas.
    Funciona bem pra mim, com um único problema: sou tão sistemático com as coisas, que sou bem capaz de demorar muito para começar um jogo novo porque estou demorando a terminar um do qual eu não esteja gostando.É como se o começar a jogar criasse um compromisso maldito, que deve ser mantido a qualquer custo, hahaha. A mesma coisa acontece com os livros que eu leio: é apenas um por vez, e um livro ruim pode empacar toda a fila de leitura. :p

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  • 14/12/2011 em 10:11 am
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    Amigo Senil…

    … Wild Arms, fantastico game. Mas ja o conclui a anos, as vezes da vontade de rejogar ele. Mas minha vida esta dificil, mas quem sabe volto a zerar ele. Ele ainda continua fresco em minha mente.

    Recomendo Vandal Hearts, adorei esse jogo, meio cliche mas essencial, trilha sonora bacana e ambiente grafico legal. Esse gosto mais do que eu Final Fantasy Tatics.

    Esse problema de escolher nao e dificil de resolver.
    Eu faco o seguinte, pego sempre um jogo que gosto muito e um que me surpreende.

    Esses dias me deparei com megaman 1, terminei ele ontem mas joguei ele melhor que antes. Vou partir para o proximo em breve.

    Desculpe a falta de acentos pois estou num Mac Book e estou sem meu teclado abnt 2 e nao sei acentuar mas foi dado o recado.

    Tenho de experimentar o Phantasy Star 3 que tanto falam, nunca joguei (olha a heresia!!!), mas estou tentando Final Fantasy 5 agora e Moon crystal de Nes e esta bacana a beca.

    Me deem licenca pois tenho de terminar Vice Project Doom mais tarde.

    Abracos

    Ulisses Old Gamer 78

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  • 14/12/2011 em 11:44 am
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    @Marcos Vital
    Pois é! Uma pena que Wild Arms seja tão pouco comentado e discutido. É uma das pérolas do PSX (que é um console com uma proporção de porcarias bem grande hehehe).

    Talvez possa ajudar a esclarecer a diferença de ambos. Na verdade, a “surpresa” do tipo esquecer o que vai acontecer ou onde está algum item não é o que nos segura e nos motiva a jogar um game de novo. É a mesma coisa de ler um livro duas vezes: se somente a solução de um mistério nos interessava, não há razão para repetirmos a experiência. No seu caso com FFVI é isso que acontece: mesmo tendo decorado tudo, ainda assim cada vez que liga o console com esse cartucho lá sabe que está experimentando tudo novo e não uma mera réplica do que provou antes. O curioso é que, mesmo tendo decorado boa parte de tudo, ainda assim nos surpreendemos e nos divertimos com o que acontece.

    E de fato não é simples balancear essa questão. É difícil escolher qual game jogar a seguir. Por exemplo, eu coloquei aqui só os três finalistas, mas a lista real (que nem escrevi hehehe) era muito maior que isso.

    E sou como você nesse sentido. hehehehe Se o jogo/livro está meio ruim, eu tento ao máximo levá-lo até o final, nem que seja me arrastando. huahauhauahuahauha

    @Ulisses Old Gamer 78
    Antes de tudo, não se preocupe com os acentos. hehehehe Dando para entender o que você diz está valendo!

    Vandal Hearts até um amigo meu que não curte esse tipo de jogo me recomendou certa vez. Preciso mesmo prová-lo quando tiver um tempinho.

    Megaman é outro que preciso jogar com dignidade. hehehe Um amigo meu é viciadão na série (pelo menos os seis primeiros), mas eu nunca passei do segundo chefe daquela coletânea de Mega Drive. hehehe Sou uma lástima nele. Mas é realmente um jogo bem divertido!

    Esse Moon Crystal é bacana? Já ouvi falar dele por alto, mas nem sei do que se trata… Fiquei curioso!

    Boa sorte em sua empreitada! hehehehe

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  • 14/12/2011 em 12:05 pm
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    @Marcos Vital
    Admirei a coragem, o que é mais fácil hoje em dia é, se não estiver curtindo certo jogo/livro, manda ele de lado e pega outro.

    @Ulisses Old Gamer 78
    Que legal do Vice – Project Doom, eu só fui conhecer esse jogo aqui no Gagá, quer dizer, conhecer não né, descobrir o nome dele em americano já que eu joguei esse jogo de cabo a rabo no meu Dynavision 3, foi a fita que acompanhava, e seu nome japonês era Gun-Dec

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  • 14/12/2011 em 1:02 pm
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    @O Senil
    Hum, verdade, de fato não são as surpresas que me fazem querer jogar de novo, e sim o fato de saber como o jogo é envolvente, que pe justamente o que me atrai em Wild Arms, FF6 e alguns outros jogos.

    E no caso de FF6 a coisa ainda se mistura com o mais puro saudosismo, pois é um jogo que joguei na infância (enquanto Wild Arms joguei já depois da adolescência).

    Ah, e coincidentemente estou prestes a entrar no dilema de escolher! Estou prestes a acabar uma maratona dos Castlevanias do GBA, que eu já conhecia mas só fui agora fui jogar, aproveitando meu recém adquirido dingoo. E não faço idéia do que jogar a seguir… :p
    Tenho uma lista mental em formação, mas acho que ela será looooonga.

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  • 14/12/2011 em 1:13 pm
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    @Marcos Vital
    Isso mesmo! É o próprio jogo e seu mundo que nos convida a revisitá-lo e não apenas uma das coisas que ele nos oferecer.

    Wild Arms eu joguei adulto já. hehehe Estou sempre uma oou duas gerações atrasado! huahauhauhauhauha

    hehehe Bem vindo ao grupo! Realmente é bem complicado quando terminamos uma longa maratona decidir o que virá a seguir. Qualquer coisa, poste por aqui sua trajetória, compartilhando conosco! eu gostaria de saber as opções e por qual delas se decidiu.

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  • 15/12/2011 em 11:51 am
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    @Lisandro
    Que bom cara! Fico feliz tanto por ter voltado a jogar Wild Arms como por ter postado aqui unicamente para me avisar!

    Os gráficos são realmente muito agradáveis. E as músicas então? hehehe Eu ainda paro em alguns lugares só para ficar ouvindo a música (além de nunca apertar start durante a abertura. 😛 huahauhauhauhauah).

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  • 17/12/2011 em 1:00 am
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    Muito bom post Senil, um dos melhores, bem que vc podia fazer uma enquete no final do ano sobre os melhores posts de 2011 ou algo do tipo! Recentemente passei por esse momento de escolha, após varios meses terminei Yakuza 2 de PS2 (muito bom, recomendo) e me deu um grande vazio por ter terminado um jogo que estava jogando a muito tempo e por nao saber qual o próximo jogo iria jogar. Acabei escolhendo rejogar depois de 10 anos Duke Nukem Time To Kill de PSone.

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  • 17/12/2011 em 7:29 pm
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    @leo_jiraya
    Boa ideia cara! Mas agora está meio em cima da hora! hehe Talvez eu faça no ano que vem, quando completarmos 100 posts da Academia Gamer. Aí fica um número redondo e envolve todos os posts até hoje. hehehe

    Sabe que sempre quis jogar esse Yakuza? Vou colocar na lista para experimentá-lo então. Já esse do Duke Nukem, joguei uma única vez durante alguns minutinhos; nem lembro dele direito.

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  • 24/12/2011 em 3:06 pm
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    Opa, estou de volta, mas já com a decisão tomada!

    Resumindo bastante, o meu dilema usual atualmente normalmente fica entre revisitar algo que eu goste e experimentar um “jogo velho novo”. Como curti conhecer os Castlevanias de GBA, decidi por continuar na segunda opção (hum, se bem que nem considero GBA um console velho).

    Esta segunda opção, aliás, tem muitos desdobrammentos, como a “redenção de pecado” (jogar algo clássico que eu mereça apanhar por nunca ter jogado, como Phantasy Star) ou a “curiosidade antiga” (algo que eu já queria jogar nos meus tempos de infância, mas que nunca conseguido ter em mãos), por exemplo. São categorias que muitas vezes se sobrepõe, o que complica as coisas.

    No momento, decidi brincar um pouco com o gênero plataforma, mas de uma maneira bem light. Então optei por finalmente conhecer a série Kirby! Apesar de ter tido um NES e um SNES, nunca joguei os jogos da série…
    Vou começar pelos 2 Dream Lands do Game Boy clássico, e depois jogar o Kirby’s Adventure (ou seu remake pra GBA, ainda não decidi). Os de SNES por hora ficam de fora, pois infelizmente não rodam no dingoo.
    Como não são jogos conhecidos pela dificuldade, deve ser umas jornada bem rápida.

    Abraços, e feliz natal! 😀

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  • 26/12/2011 em 8:30 pm
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    @Marcos Vital
    Aê que bom que se decidiu!

    Eu fico mais ou menos nesse dilema. hehehe Ou um que já joguei, ou algum mais antigo que nunca joguei (seja um clássico que todos falam a respeito, ou um que queria jogarna infância/adolescência, mas não pude jogar). E acho que escolheu bem (não conheço a fundo a série Castlevania, mas o pouco que conheço eu curto bastante).

    Nunca joguei Kirby também. hehehe Preciso experimentar alguma coisa da série porque parece bem bacana!

    Abraços também e feliz natal (atrasado hehe) e feliz ano novo!

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  • 27/12/2011 em 9:30 am
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    @O Senil
    Oi de novo, Senil.

    Já terminei o primeiro Kirby! Joguinho simples, fácil e divertido, daqueles de se terminar em uma tarde.

    Mas acabei espiando o Phantasy Star, e o coloquei na frente dos demais games do Kirby, que vão ficar para a próxima. Não adianta, o apelo de ganhar xp, mesetas e níveis foi muito grande para o coraçãozinho amante de RPGs! =D

    Abraõs, feliz ano novo e boas férias!

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  • 27/12/2011 em 10:12 am
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    @O Senil
    Olá Senil.

    Wild Arms é bom demais, como você tinha mencionado, tem vários acontecimentos durante o jogo que eu não lembrava. E algumas musicas que não recordava. É como o jogo e extenso para os padrões atuais, ein. Apesar de não está de ferias do trabalho, tenho jogos um pouco a cada dois dias, devo esta mais próximo do final pelo que me lembro.
    Gostei da experiência, já estou pensando no próximo jogo, se tiver alguma sugestão, é bem vinda.

    Feliz Ano Novo.

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  • 03/01/2012 em 2:25 pm
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    Desculpem a demora em responder! Estive viajando nessa semana e só hoje consegui voltar à frente do PC.

    @Marcos Vital
    Sério mesmo? Vou procurar experimentar então. Jogos assim são bons também (exceto, talvez, para aqueles sádicos que só curtem games impossíveis! huahauhauhauahuaha)

    hehe Comigo é bem assim também. Até por isso que evito jogar mais de um RPG ao mesmo tempo: sempre acabo deixando um de lado por preferir um dos outros que estou jogando. Uma grande perda, eu acho. hehehe

    Valeu! Feliz ano novo também!

    @Lisandro
    Deve fazer umas duas semanas que não jogo Wild Arms. Como hoje voltei de viagem, quero retomá-lo o mais breve possível. Tenho muito chão ainda pára passar. hehehe Pelo menos eu acho: tenho umas dez horas de jogo e, como não me lembrava de muita coisa, dei várias voltas à toa com certeza.

    Um RPG mesmo como sugestão? Que tal você pensar em alguns que já gostou de jogar (aqueles que realmente curtiu) e compartilhar por aqui os nomes? Daí posso ir pensando junto com você também!

    Feliz ano novo para você também!

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