Diário de Bordo:

soleildiario

Mas o que diabo foi que aconteceu?! Eu só me lembro de ter falado com a Flor e quando me aproximei do buracão… eu…
Espere um segundo, onde foi parar toda aquela neve que estava caindo do céu…?
Espere mais outro segundo, onde esta a Flor que me mandou olhar o buraco?
Espere mais dois segundos, o que aconteceu com o buracão?

Bem, não me resta mais nada além de começar o meu décimo segundo diário de bordo.

No vilarejo da floresta de Iris, eu encontro um garoto que fala sobre Dorothy ter sido levada para o passado pelo ciclone, mas esta feliz por ela já ter retornado. Quando eu entro na casa da vovó Dorothy eu a encontro…

…ainda criança…

Ela confirma ter viajado ao passado e que nem morta entrega os sapatos mágicos à Corona… O pai dela diz que ela é louca, a mãe tem suas dúvidas com base em suas lembrança. Acho que viajar no tempo deve ser muito confuso até mesmo para quem não viaja.

Acho que sei quem roubou os sapatos ou quem vai roubar... Sei lá!
Acho que sei quem roubou os sapatos ou quem vai roubar... Sei lá!

Os sapatinhos mágicos estão numa area do lago que não dá para alcançar nem com o dinossauro Dippy, então só me resta continuar explorando a floresta de Iris para ver no que dá.

Onde era para existir o vilarejo de Medium Lily só tem um velho bode sonhador debaixo de uma árvore, e um Tatu aparentemente encalhado na lagoa.

Com mais alguns eu abro o Circo de Soleil.
Com mais alguns eu abro o Circo de Soleil.

Bem, na verdade ele parecia encalhado, e quando fui ajudar ele não gostou muito, mas quis entrar no grupo por causa dos meus amigos animais, acho que se continuar assim, poderei abrir o meu próprio zoológico ou quem sabe o “Circo de Soleil” e ganhar dinheiro nas costas desses animais. Por falar em costas, o Tatu, que se chama Rio, que eu peguei no… lago, serve para isso mesmo: Serve de plataforma para alcançar locais distantes e para apertar botões isolados em locais onde Corona não pode chegar, do mesmo modo que aqueles blocos que agarramos e arremessamos longe para depois ficar em cima (Do vale dos ventos do meu quarto diário de bordo).

Retornando ao vilarejo de Iris, todos os homens da vila saíram para treinar em Rafflesia, e os que ficaram (Mulheres e crianças) estão tristes, acho que Corona não pode fazer nada, ia acontecer do mesmo jeito, ou era para acontecer, sei lá! O que importa é que eu posso usar Rio para alcançar a arca com os sapatinhos mágicos e poder retornar ao meu tempo.

Não gostei do passado... não tem nenhuma comida.
Não gostei do passado... não tem nenhuma comida.

Devolta à época de origem de Corona, converso novamente com os habitantes do vilarejo de Iris, que por sinal voltou a ficar no meio da nevasca, descubro que o ciclone saiu da cratera e agora esta se dirigindo ao deserto de Camelia que, segundo a vovó Dorothy, era antigamente um país com tecnologia avançada.

Bem, será que o deserto de Camelia esta em volto em águas passadas, ou melhor, em areias passadas…? Bem, só saberei quando for lá investigar, e isso só ocorrerá no próximo diário de bordo de Crusader of Centy, por isso, crianças, não deixem de ler.

Crusader of Centy – Fate of the World
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2 thoughts on “Crusader of Centy – Fate of the World

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