Olá meus retroconfederados do asilo mais retrogamístico do Brasil. Depois de três semanas travando verdadeias batalhas campais no trabalho, finalmente consegui um tempinho no cessar-fogo para escrever o último capitulo da nossa maravilhosa (?) cruzada, que provavelmente vai deixar saudades… ou não! Vamos nessa!

Tempest 2000

Tempest 2000 é aclamado por muitos fãs do sistema como um dos top ten do Jaguar. Sim, concordo que o jogo deva estar sim entre os dez melhores, porém isso não faz dele um bom jogo.

Tempest 2000 é uma releitura do antigo Tempest, de Arcade lançado em 1981. Aliás, este cartucho conta com três versões do jogo. A original de arcade, a Tempest 2000 para um jogador e a Tempest 2000 para dois jogadores. Os gráficos da versão original são vetoriais, muito bonitos e bem feitos. Os efeitos sonoros são aquilo que se tinha em 1981.

Mas o que importa mesmo é a versão 2000. Os gráficos são soberbos, com muitos efeitos, rotações, zoom, quebra de pixel, deformações, extrapolações, torções, deformações e o diabo. Porém aqui é o caso de Medusa, onde sua beleza o condena. É tanto efeito ao mesmo tempo que fica difícil distinguir o que é obstáculo, power-up, tiro, inimigo. Logo o jogo fica muito confuso. Agora imagina a zona que é com dois players ao mesmo tempo com a tela dividida. Impossível de jogar. Apesar de ser um game com boa jogabilidade e com uma música razoável, Tempest 2000 se daria melhor como proteção de tela do Windows. 

Theme Park

Tá aqui um jogo do qual eu não consigo gostar, independente da versão que seja. Ainda mais se eu compará-lo a Roller Coaster.

Eu acho os gráficos toscos. Acho o som irritante! Sua interface é lenta e confusa. O jogo tem a proposta de ser algo profundo, logo você tem zilhões de coisas para gerenciar, desde a posição da árvore, passando pelo menu de seu restaurante com a possibilidade de configurar os preços de cada item, até comprar e vender ações do seu parque. Logo de cara, tem tanta coisa pra determinar que você leva quase uma hora pra poder construir o arco de entrada do seu parque. Quando você enfim consegue começar a construir, o cansaço já vai estar querendo o seu corpo e o tédio já terá dominado sua mente.

Towers II

É com grande pesar que lhes apresento o único RPG de Jaguar. Graças ao “design concept” de Jag Jaeger, conhecido popularmente no meio RPGzístico como “O Jegue”, nossos corações se enchem da mais melancólica tristeza quando jogamos este game horrendo dos infernos!

Com visão em primeira pessoa no estilo Doom, você começa em um labirinto de texturas mediocres enfrentando seu primeiro inimigo, o controle. Aliás, este é um inimigo que não pode ser derrotado e irá acompanhá-lo até o final do jogo, caso você tenha paciência o suficiente. A coisa mais agradável aqui é o silêncio, mas ele é constantemente interrompido por efeitos decadentes. A história é um horror e você interage com os personagens mais bizarros e sem graça que a mente torta e sem um pingo de criatividade de seu idealizador conseguiu criar.

Troy Aikman NFL Football

Não sei se esse Troy Aikman já foi um jogador famoso lá nos EUA, mas eu, no lugar dele, teria vergonha de estampar meu nome no título deste game.

Os gráficos são aquilo que  um sistema de 16 bits pode fazer de pior. O grande prêmio vai para as animações dos jogadores, que parecem só ter dois quadros. Nem um jogo de Atari 2600 tem os personagens com uma animação tão brusca e mal feita. O jogo é um fiasco e a única coisa que tem de positivo são as milhares de opções para montar times, jogadores e temporadas. Ponto positivo se você gostar de futebol americano. O que não é meu caso.

Ultra Vortek

Bebendo o que sobrou da fonte de Mortal Kombat, Ultra Vortek não faz feio, porém não chega aos pés do jogo criado por Ed Boon.

Os cenários são muito bonitos, com várias fontes de luz e efeitos bastante variados. Além dos personagens criados inteiramente no computador, existem também personagens digitalizados a partir de atores reais. Há um desequilíbrio grotesco entre os lutadores e eu consegui terminar sem esforço com Lucious, pois parece que nem o chefão final é capaz de defender seus chutes.

O som já é bem porco, com uma guitarrinha que mais lembra uma máquina de moagem. As vozes são pobres e os efeitos crus, o que te leva a perguntar o porquê de não terem ficado melhores. Os controles respondem bem, porém eu não consegui fazer nenhum golpe especial ou fatalidade, mesmo estando com a lista na mão. Ultra Vortek foi o melhor em jogos de luta que o Jaguar conseguiu oferecer.

Val D’isere Skiing & Snowboarding

Mais um esportista que empresta seu nome para um jogo de Jaguar e que provavelmente deve ter se arrependido depois. Val d’Isere Skiing & Snowboarding é um game que apesar de ter um cenário de fundo bonito e digitalizado com bom áudio, é mais um jogo no qual ninguém testou a porcaria da jogabilidade.

Os controles são muitos sensíveis e é impossível fazer qualquer manobra, como desviar dos obstáculos ou passar entre as marcas de pontuação. Além disso há um bug: se você apertar repetidas vezes o botão de pulo, seu personagem começa a pular que nem doido e só depois de trombar em algo é que para. Sinistro. Os controles são tão podres que é difícil fazer seu esquiador ficar em linha reta. O legal deste game é o modo free ride, onde você pode descer as colinas sem se preocupar em marcas pontos. Basta chegar à linha de chegada dentro do tempo. E isso vai ser uma árdua tarefa.

Vid Grid

Este game para Jaguar CD é bastante original em sua proposta, porém peca na execução. Trata-se de um jogo de quabra cabeças cujo objetivo é colocar as peças em seus devidos lugares.

A diferença aqui é que ao invés de ter imagens estáticas, há um video clip rolando e você deve concluir o desafio antes do clip terminar. Três coisas me impressionaram. A primeira, o naipe dos artistas. Aerosmith (Cryin’), Ozzy Osbourne (No More Tears), Red Hot Chili Pepers (Give It Away), Guns N’ Roses (November Rain), Van Halen (Right Now), Soundgarden (Spoonman), Metallica (Enter Sandman) e outros. A segunda foi a qualidade do áudio. Como se trata de um jogo de CD, a som deveria ser qualidade de CD não é? Bom, aqui a qualidade é de fita K-7.  A terceira não será surpresa pra ningém. Trata-se do que? Adivinharam? Isso mesmo, a famosa granulação não poderia ficar de fora, se não este não seria um jogo de Jaguar CD, não é mesmo?

Você começa com uma grade 3×3, e conforme for concluindo o desafio a grade vai aumentando. Cheguei até a grade 5×5 e fica realmente uma dor de cabeça, pois a dificuldade é absurda, principalmente no clip do Metallica onde há muitas luzes estroboscópicas. Vale mais pela curiosidade e pelos artistas do que pela diversão em si.

White Man Can’t Jump

Apresento-lhes o segundo pior jogo de Jaguar, só perdendo para Supercross 3D: White Man Can’t Jump.

A única coisa em comum com o filme (que no Brasil foi traduzido como “Homens Brancos Não Sabem Enterrar”) é o nome. Tudo aqui é pixelado ao extremo, e a menção honrosa vai para os personagens que estão irreconhecíveis, deformados e grotescamente mal animados.

Tudo no cenário está fora de escala, e durante o jogo a bagunça é geral. Gire a câmera para ver todos os tipos de defeitos que um jogo eletrônico possa ter. Aqui a modalidade de basquete é o dois contra dois em meia quadra, bem estilo gueto. O cenário de fundo é a coisa mais bizarra que já vi. Tem um prédio amarelo que mais parece um pote de mostarda! Só faltou o rótulo. A física não existe, a bola tem vontade própria, e a inteligência artificial na verdade é burrice artificial. Os controles são infernais, de arrancar o couro cabeludo com a unha! Pra não dizerem que eu só malhei, este jogo é um dos poucos compatveis com o multitap do Jaguar.

Wolfenstein 3D

Capricharam muito neste jogo. Isso sim é uma verdadeira homenagem ao pai de Doom.

Quem pensa que este jogo é uma simples conversão do original de PC, está redondamente enganado. Todos os sprites foram retocados, ganhando mais definição e sombreamentos. Agora os pixels não estouram quando você chega perto. O som ganhou uns canais a mais, está mais cheio, encorpado. A velocidade está ótima, o jogo rola suave na tela e os controles não poderiam ter ficado melhores. Os esquemas das fases continuam os mesmos, os segredos estão nos mesmos locais. Prepare-se para chutar o traseiro do Hitler. Este vale a pena!

World Tour Racing

Mais um game de Jaguar CD que sofre com a granulação. À primeira vista pensei que jogaria algo parecido com World Circuit (PC), mas após cinco minutos vi que estava enganado.

Apesar dos vários circuitos, na prática todos parecem iguais, principalmente os cenários de fundo, que aliás são mal feitos e desfocados. Há três tipos de vista, mas só a do cockpit presta. A vista de fora do carro lembra um Virtua Racing (Mega Drive) piorado. Os efeitos sonoros são sofríveis, todos os carros têm o mesmo som e não há músicas, inconcebível num jogo de CD! Os controles respondem bem, mas a colisão entre os carros é muito mal feita. Tem horas em que você passa por dentro do adversário, tem horas em que você bate só de chegar perto. Mas como a biblioteca de jogos do Jaguar CD é nula, talvez este aqui, apesar dos defeitos, possa valer a pena. Por cinco minutos.

Worms

Worms é um bom jogo, mais pelo conjunto da obra do que por suas partes separadas.

Se você for analisar gráficos, sons e jogabilidade, vai ser mais um jogo entre muitos. Porém a originalidade aqui e a diversão são o que realmente contam. Sendo uma mistura de Lemmings com Bomberman, adicionando uma barra de energia comum aos jogos de luta tipo Street Fighter, Worms faz funcionar a sua salada, e muito bem. O objetivo aqui é derrotar os outros esquadrões de minhocas em um cenário gerado aleatoriamente, usando estratégias e deslocamentos. Há muitas armas à disposisão, como bazucas, granadas e escopetas. Com controles simples e intuitivos, bastam cinco minutos e você já saca a mecânica do jogo. Muito bom mesmo.

Zero 5

Zero 5 é ruim de dar dó. Tentaram aqui fazer uma mistura de Star Fox com Missile Command e não deu certo. Os polígonos são feios, as texturas são de gosto duvidoso e a mistureba de cores seria terrível até para uma criança de três anos. Junte isso a um batidão techno e controles ruins e teremos um game que não queremos jogar.

O interessante é que há três modos de jogo absolutamente distintos entre si, e eu me pergunto por que o infeliz não concentrou seus esforços em um único modo em vez de lançar três bem meia-boca. Como sempre, os fãs da Atari e as revistas especializadas falaram maravilhas deste jogo, que não vale nem sua embalagem.

Zool 2

Para quem gosta de jogo estilo plataforma, Zool 2 é um prato cheio. A versão de Jaguar ficou bem semelhante à do Amiga CD 32, tirando, claro, as cinematics, pois o jogo é em cartucho.

Zool é um ninja da dimensão “N”, logo não espere ver algo normal. Tudo aqui é surreal: às vezes dá vontade de rir, tamanha a piração. Porém as fases são muito bem feitas, com dezenas de áreas secretas e itens pra coletar. O jogo roda suave, é rápido com dificuldade na média e controles que não te deixam na mão. O som é espetacular, porém não tem a qualidade do jogo do Amiga. Zool 2 garante boas horas de diversão.

Zoop!

O último jogo da lista tem gráficos simplórios mas é bastante divertido. Você controla um triângulo no meio da tela e deve atirar para evitar que inimigos vindo das quatro direções entre em seu quadrado.

Misturando Tetris com Bust-a-Move, Zoop! requer mais habilidade do que estratégia. Estratégia tem, mas bem pouco. O lance é atirar nos inimigos que tenham preferencialmente a sua cor. Estes morrem com um hit. Os demais precisam de dois hits. E só. As músicas e efeitos combinam muito bem com este estilo de jogo. Os controles são simples e eficientes. Com Zoop! dá pra brincar sem sentir o tempo passar.

Uma breve conclusão

Meus retroaventureiros, chegamos ao fim de nossa cruzada e dissecamos de cabo a rabo todos os jogos lançados oficialmente para o console e seu add-on, o Jaguar CD. Infelizmente o Jaguar não foi um grande sistema e nem teve grandes jogos. Este console só serviu para enterrar de vez a pouca reputação que a Atari um dia já possuiu. Ao mesmo tempo em que gostei de fazer esta cruzada, sinto-me aliviado que ela tenha acabado. Agora vamos deixar o felino da Atari descansar em paz, pois bater em gato morto é covardia. Que toquem a marcha fúnebre.

Obrigado a todos que acompanharam nossa jornada e que me deram força para eu ir até o fim. Um grande abraço a todos!

Cruzada Jaguar: Chegamos ao fim
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28 thoughts on “Cruzada Jaguar: Chegamos ao fim

  • 12/09/2011 at 9:01 am
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    Acabou o calvário!

    Não tem jeito… A Atari só acertou a mão no 2600.

    Dá até a impressão de que ela ficou “arrogante” depois de ter visto o sucesso do 2600 e pensou que o pessoal compraria seus produtos de olhos fechados…

    Comprar esse console, acho que só por colecionismo mesmo… Porque conta-se nos dedos de uma mão quantos jogos bons existem para isso.

    Abraços

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  • 12/09/2011 at 9:02 am
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    É isso aí.
    Logo, logo teremos mais um defunto a caminho: Zeebo.

    O Zeebo pelo menos dá pra jogar.

    Hoje depois de ler o final de sua pagação de promessas (sei “pagação” foi forçado) não se se choro porque se choro pelo que o meu mano fez queimando isso sendo que poderia vender ele, ou se caio na risada porque se for pra jogar e passar raiva ao mesmo tempo é preferível deixar de lado o morto descansar.

    Ulisses Old Gamer 78

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  • 12/09/2011 at 10:14 am
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    Se lembrarmos bem, também existem MUITOS jogos detestáveis no 2600.

    O caso é que a era do 2600 durou mais tempo, e naquela época era bem mais simples produzir um jogo, existia muito menos complexidade, pela própria definição do que era um video game na época. Foram lançados muito mais jogos.

    Ou seja, entre os inúmeros jogos lançados para o 2600, também existem apenas alguns realmente bons.

    Acho que o 2600 “supera” o Jaguar apenas por causa da quantidade, e não em uma relação de qualidade.

    Enfim, é mais fácil acertar um alvo com uma metralhadora giratória que com um revólver.

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  • 12/09/2011 at 10:19 am
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    até que fim deu as caras Piga! já achei que os games do Jaguar haviam lhe vencido.

    @Man On The Edge
    realmente a Atari errou feio no Jaguar. e Man of the Edge,vai ver que foi isso mesmo, veja só como a Nintendo está enrolada com o seu N3DS? as vendas foram baixas que tiveram que diminuiram 80 a 90 dólares no produto. e o console está apenas 6 meses nas lojas. e sobre esse games, só gostei do Wolfstein,Worms,World tour racing e Homens brancos não sabem enterrar.(adorei o filme)

    o Jaguar para mim só presta para no máximo dar uma jogadinha sem compromisso. se bem que estou perdendo os cabelos com Doom. você merece uma medalha ou um troféu Piga.

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  • 12/09/2011 at 10:47 am
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    atari deixa lembranças e decepções,,,mas no final das contas nem tudo foi ruin,,,,ainda jogo o velho e bom atari 2600!!!!discordo quando falam mal do atari 2600, dizendo que só superou o jaguar por quantidade de jogos,,,deve ser nova geração mesmo(geração pitchula 3d)ou seja não sabe de porr..nenhuma!!!viva o atari e bons tempos….aqui é avaliado qualidade e não quantidade de jogos….se fosse assim neo geo seria um video game ruin!!!!valeu!!!!!

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  • 12/09/2011 at 11:27 am
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    *Tempest 2000 se daria melhor como proteção de tela do Windows
    *durante o jogo a bagunça é geral
    *Tem um prédio amarelo que mais parece um pote de mostarda! Só faltou o rótulo
    *enfrentando seu primeiro inimigo, o controle. Aliás, este é um inimigo que não pode ser derrotado e irá acompanhá-lo até o final do jogo
    sashashshashshahsasshhahs vou sentir falta dos seus comentarios sobre esses games funebres eu não tive coragem de testar o super cross 3d dai resolvi ver uns videos e ainda bem q não gastei tempo emulando ehehheehe ,o ultra vortek ja conhecia pq eu tenho um objetivo de jogar todos games de lutas independente de qual for a plataforma olha q ja vi muitos cada coisa q meros olhos mortais não conseguiriam suportar ulta vortek é muito louko perto das trankeiras q ja vi por ai …….cara q bom q vc esta livre fico feliz por nunca ter conhecido esse sistema pessoalmente sou + o 2600 abraços!!!!

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  • 12/09/2011 at 1:48 pm
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    Alexandre :
    Que tal agora a jornada 3DO?

    Poderia ser dado dicas de qual emulador você usou na cruzada.
    E como eu não conheço muito os jogos do 3DO, gostei da ideia da cruzada 3DO.

    @Piga
    Também seria bom uma cruzada WonderSwan, NeoGeo, NeoGeoPocket…
    Acho que estes consoles que tiveram poucos jogos, são interessantes de serem feito a cruzada. Fica a dica. 🙂

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  • 12/09/2011 at 2:40 pm
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    3DO também nunca foi grande coisa… Boa sorte para quem fizer a cruzada, porque tem muito jogo medíocre nele também.

    Já tive isso e vendi porque a maior parte dos jogos deixavam muito a desejar.

    Pouquíssimos jogos eram bons. Road Rash, Need For Speed (na minha opinião, o único que merece respeito) e SSF II Turbo.

    Samurai Shodown de 3DO era um lixo, com framerate baixo e com menos quadros de animação que o original do Neo Geo. E os reviews da época o apontavam como “uma conversão perfeita”… Não sei onde.

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  • 12/09/2011 at 4:01 pm
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    @Man On The Edge
    Ainda tenho minhas dúvidas se a Atari foi quem acertou. Pra mim foi mais o pessoal que fundou a Actvision. Foram eles que “levaram nas costas” o sistema. Minha opinião 🙂

    @Ulisses Old Gamer 78
    O Zeebo já nasceu morto. Um celular travestido de console e depois a Tectoy resolve mudar o segmento, transformando-o num brinquedo “educativo” tirando do ar os Quakes, queria o quê? rsss….
    Pagar 500 conto pra jogar “Treino Cerebral” e “Corrida de rolimã”?
    Fala sério. Abusaram.

    @Tristan.ccm (@tristanccm)
    Tiro no pé dado de bazuca 🙂

    @Pelé
    O Atari 2600 supera o Jaguar, porque ele inovou em sua época. Também, não existia quase nada. Já no caso do Jaguar, o PSX e o Saturn estavam pra sair do forno. A falha foi grave, muito grave!

    @leandro(leon belmont)alves
    Que nada. É que as coisas aqui no trampo ficaram tensas e por isso fiquei sem tempo de escrever este último capítulo.

    @helisonbsb
    O Atari 2600 teve muitos jogos bons sim. A maioria da Activision. Mas a Atari também fez coisa boa.

    @Tonshinden
    Obrigado pelos elogios.

    @Alexandre
    Tá louco. Tô fora. rsss…

    @ErivandoXP
    Já tinha comentado em posts anteriores que usei dois emuladores: O Projetc Tempest e o Jagulator, ambos em suas últimas versões.

    Quanto a cruzadas, vou parando por aqui. Vou deixar o velho Gagá terminar a cruzada NES (se um dia isso vier a acontecer). Agora vou focar mais nos posts “soltos”. Já fiz uma cruzada e um diário de bordo. Pra mim está bom, rsss…

    Obrigado a todos!

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  • 12/09/2011 at 4:21 pm
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    será que rola uma cruzada 3DO? ou do Neo Geo,Amiga,MSX ou do Sega Saturn? 🙂

    seria legal,mas vamos deixar o velho Piga descansar. mas pense com carinho numa nova cruzada certo Piga?(torço por uma do MSX ou SATURN) você é o nosso héroi.

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  • 12/09/2011 at 8:05 pm
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    De todos os erros cometidos(e olha que foram muitos)envolvendo o console Jaguar,eu acredito que o pior deles foi o design do controle.Como foi possível uma empresa que investiu alto para por o Jaguar nas lojas,tenha aprovado um controle daquele?Na época 1993/1994,o melhor controle já feito era do Super Nintendo,isso sem falar que o do Mega Drive também era bom,quer dizer,na época do Odyssey,por exemplo, era aceitável errar…era um período de testes,mas no contexto do Jaguar.não tem desculpa.
    Chega ser irônico,a primeira coisa que eu presto atenção ao lançamento de um novo console é justamente seu controle,(devido ao fator gameplay) e tem empresa por aí que resolveu lançar

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  • 12/09/2011 at 9:43 pm
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    Enfim, acabou a cruzada. Foi tosco, mas vai deixar saudades.

    Joguei muito Theme Park pra Saturn, o jogo tem gráficos e músicas bem simples, mas é viciante.

    O Ultra Vortek me parece ser “interessante”, vou ter que caçar um emu de Jaguar que rode nessa carroça de pc que tenho aqui, além do Kasumi Ninja…

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  • 12/09/2011 at 10:28 pm
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    Frases como esta “Tempest 2000 se daria melhor como proteção de tela do Windows.” me farão sentir falta destes reviews de jogos do “Jeguar”. Rss!
    Brincadeiras à parte, chega a ser impressionante como a Atari teve a pachorra de lançar um videogame desse… nem me refiro ao aparelho em si, mas os seus jogos.
    Como creio que o Jaguar foi desenvolvido para brigar com o Mega Drive e Super Nes e o lançou tardiamente, isto pode explicar o que foi visto em gráficos e sons.
    Vemos também jogos como Zool, Rayman, Pitfall, Worms, Bubsy [entre outros] que já eram jogos bem feitos originalmente e que, em sua transposição para o “64 bits” da Atari, mantiveram suas qualidades. Entretanto, games realizados por softhouses obscuras se mostraram verdadeiras “bombas fétidas”.
    Por fim, o pior no Jaguar, em minha opinião, não foi o console [quando se faz jogos dedicados, com competência e dentro de suas especificações, dá para elaborar/criar coisas boas] nem seu controle [há console de sucesso hoje com controles que deixam a desejar mas, com a massificação e popularização, virou “padrão”] mas sim o timing errado no lançamento somado à cara-de-pau da Atari em vendê-lo como algo que ele não é.

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  • 13/09/2011 at 10:16 am
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    Parabéns piga por ter chegado são e salvo até o final. Verdadeiro herói “retro” xD.
    Concordo com alguns aqui que falaram q o que matou o Jaguar (e a Atari para HW) foi realmente aquele controle péssimo. Overlay na década de 90? Design totalmente ridículo, deve ser horrível jogar num troço daqueles (e ele me pareceu grandão, minhas mãos pequenas iriam chorar…).
    A questão dos jogos era crucial, mas me pareceu mais “má vontade” das empresas em fazer algo realmente bom do q qualquer outra coisa. Isso ficava refletido em alguns jogos que são excelentes (Rayman, AVP, ports do Doom e Wolf, por ex.) com grandes lixos (Kasumi Ninja, Supercross 3D, etc.). Isso pra mim foi o erro “principal” da Atari em relação ao Jaguar. As bombas foram lançadas e ninguém questionou nda…
    Enfim, RIP Atari e que de vc fique apenas as boas lembranças do passado longínquo.

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  • 13/09/2011 at 1:30 pm
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    @Tonshinden
    atari é um clássico,,,principalmente o 2600, tem muitos jogos e alguns jogos ruins,,,,já o jaguar a maioria dos jogos foram ruins e olhe que tem gráficos melhores do que o 2600…já o neo geo fizeram poucos jogos e muitos jogos de luta, é um video game excelente,,,o que eu quiz dizer que quantidade não reina e sim qualidade…neo geo reinou e ainda reina sobre a távola redonda gamer!!!!considero o Atari como o rei de gamelot!!!!!valeu…viva o neo geo e viva o atari,,,,

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  • 18/09/2011 at 2:35 pm
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    Parabéns ao Piga por aguentar tanta porcaria! Nunca levei fé no Jaguar, desde que o vi rodando o Crescent Galaxy lá no lançamento.

    3DO tem mais jogos bons que o povo acha, uma cruzada dele seria uma boa.

    Cruzada MSX seria ótima, mas no mesmo nível do NES, muitos, mas muitos jogos mesmo para jogar! Felizmente, com muitos jogos bons e muitos clássicos! (e muitos jogos que só sairam no Japão).

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  • 02/11/2011 at 8:12 pm
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    Meus parabéns companheiro pela excelente cruzada.
    Curti do começo ao fim.
    Não importa se o video game é bom ou ruim, o fato
    é que é sempre interessante conhecer outros consoles
    Agora realmente dá pra dizer que esse console,
    pelo que ele se propoe ser, é um dos piores videogames
    que já existiram na face da Terra. E digo mais:
    estava eu no mercado livre dias atrás quando me deparei com ele(o jaguar).
    Levei um susto quando vi o preço do bichinho, os caras que tem ele estão vendendo
    entre R$ 600,00 a R$ 700,00. E para a minha surpresa, tem vários interessados.
    Conclusão: essas pessoas que se denominam colecionadores além de ricas, não devem ser deste mundo.

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