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Olá crianças!

Neste novo post, teremos que percorrer um caminho maior e retomar ainda mais o nosso caminho. Lembram-se de Rhys? Aquele cara que estava prometido a Lena, mas ia se casar com Maia que em uma cena digna de uma novela é seqüestrada? Pois bem, retornemos ao momento posterior à batalha com o rei de Cille (e pai de Maia). Quando questionado sobre com quem gostaria de se casar, e se Rhys tivesse escolhido Lena ao invés de Maia? Esta escolha aparentemente simples tornaria possível três diferentes gerações. Trataremos de duas delas aqui.

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Por quê será que está ruborizada? hehehe

Bom, se Rhys tivesse escolhido se casar com Lena eles teriam um filho chamado Nial e governariam sobre Landen e Satera. Esta última, infelizmente, é sempre atacada por monstros nas segundas gerações. Nial é enviado então, juntamente com Wren e Mieu, claro, para ver quem estaria por trás desta desgraça. Como ficaram sabendo em um “mundo alternativo”, a destruição da cidade natal de Lena (e sua filha Sari neste “outro mundo” que comentei hehe) é realizada por Lune que estava irritado por terem seqüestrado sua irmã Alair. Nial e seu grupo conseguem salvar Alair que se compromete a tentar fazer seu irmão parar com sua tentativa de dizimar orakianos e andróides.

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A Sari tem a mesma cara de brava. Será que puxaram a mãe?

Nial recebe posteriormente a ajuda de Ryan, um rebelde estiloso de óculos escuros. Ou melhor, um layano renegado responsável por organizar uma força de resistência contra Lune. Inicialmente, encarava Nial como inimigo, mas percebem que lutam contra um mesmo adversário e ele resolve se unir a eles. Para conseguir parar Lune, vão atrás do “tesouro de Laya” que, como também já sabem, é sua própria irmã mais nova, chamada também de Laya. Após passarem por Mystoke e obter o pendante da primeira Laya, todos se dirigem a Aerone para, dali, rumar até Dahlia e encontrar o adversário principal desde o começo dessa geração.

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Não disse que era estiloso? hehehe

Lune ainda estava irritado; ele avisa que acordou depois de mil anos do banimento efetuado por Orakio e que vai se vingar. Depois de derrotá-lo, em um ato extremamente interessante, Nial e todos os outros (até mesmo Ryan) se recusam a matá-lo. Ele se surpreende com isso; o que permite que o véu da ira que lhe cobria os olhos seja partido e reconheça a irmã mais nova de Laya pelo pendante da mais velha. Ele afirma não ter desejo de lutar contra ela e que a guerra terminaria e que ele estava, finalmente, em paz. Ele convocou seu exército de monstros de volta terminando o conflito.

Depois, Lune agradece Nial por ele ter salvo Alair e comenta que ele tem uma escolha difícil pela frente já que tanto Alair como Laya querem se casar com ele.

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A Laya fica bem em um vestido de noiva, não?

Para poder fazer cada um destes posts das gerações perdidas com a descrição de um dos finais, vou falar primeiro da possibilidade em que Nial teria se interessado mais Laya (quem sabe por medo de ter um cunhado como Lune. hehehe). O casamento dos dois terminou finalmente com a guerra entre as facções principais de layanos e orakianos (afinal, eram parte da família original e não como Thea ou Sari que não eram descendentes diretos de Laya e Orakio respectivamente). Não só a guerra, mas boa parte do ódio instituído entre os dois povos cessou quase por completo (deviam haver alguns mais antigos que não gostaram, mas nada é citado a respeito disso). Eles governariam então sobre Landen, Satera e Mystoke. Tiveram um casal de gêmeos: um menino de nome Adan e uma menina chamada Gwyn. Quando eles tinham dezesseis anos, Gwyn começou a ter pesadelos horríveis em que caía em um buraco escuro, um precipício do qual  não havia como escapar.

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Gwyn interpelando Adan: "Eu quero ir! Me leve com você!"

Então, ocorre um terremoto em Landen. Nial manda Adan investigar as razões disso e pede que leve Wren e Mieu com ele. Gwyn, porém, pára o irmão e pede para ir junto também. Graças à sua insistência, seu pai lhes dá o consentimento e ele aconselha que procurem seu amigo Lune que talvez saiba o que está acontecendo. No caminho, descobrem em Aerone, a cidade dos pilotos, que algo os impede de mudar o curso da nave que está se dirigindo a um buraco negro. Em Dahlia, descobrimos que o terremoto foi causado porque a Alisa III e outra nave (a Neo Palm que conheceram no encerramento do Sean) começaram a atirar uma na outra. A segunda foi destruída e por essa razão que a primeira desviou do curso. Lune diz que o mal ameaça o mundo de novo e que Kara, sua filha, acompanhará o grupo. É interessante perceber que a Kara nestas gerações é mais recatada e menos guerreira, ainda que use o mesmo tipo de armamento.

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Gwyn tímida diante de Kara: "Quem é essa mulher?..."

Desta parte até Rulakir na cidade de Lashute é a mesma coisa que vimos com Sean e Crys. Derrotado, mais uma vez Dark Force promete que fará de novo o que tentou fazer dali a mil anos. A nave começa a se afastar do buraco negro e Wren avisa que Aerone está lhes enviando uma mensagem; nela, eles afirmam que “estamos indo em direção à estrela mais brilhante à frente, para o terceiro de seus planetas. Ele é perfeito para nós.”. Não se sabe se esse é o mesmo terceiro planeta do final de Crys já que ele não aparece; vejam na imagem a seguir.

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Eu juro que tem um buraco negro ali! Até marquei para darem um zoom no local correto. hehehe

Este foi o final de Adan. Não percam que, no próximo tópico deste primeiro apêndice, teremos o final que nosso estimado Antediluviano tanto gosta. E que, acredito, seja o preferido daqueles que estabelecem um link direto com o Phantasy Star II (mas heim? hehe). Verão porque.

Até lá!

Diário de Bordo: Phantasy Star III – Gerações Perdidas (02)
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2 ideias sobre “Diário de Bordo: Phantasy Star III – Gerações Perdidas (02)

  • 11/12/2009 em 11:09 am
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    >casar com Lena eles teriam um filho chamado Nial
    R: È o único personagem de PSIII que eu não vou com a cara, infelizmente tem que passar por ele pra fazer o final que eu mais gosto…

    >Nial recebe posteriormente a ajuda de Ryan, um rebelde estiloso de óculos escuros.
    R: Esse cara é bandido! Viu a cor do cabelo dele…?
    😉

    >Lune ainda estava irritado; ele avisa que acordou depois de mil anos
    R: Tem gente que é assim mesmo, acorda com os pólos invertidos…
    🙂

    >Nial e todos os outros (até mesmo Ryan) se recusam a matá-lo.
    R: Se tivesse alguém transformado em sapo, este ficaria sapo o resto da vida…

    >A Laya fica bem em um vestido de noiva, não?
    R: Ela fica “boa” de qualquer jeito.
    😛

    >vou falar primeiro da possibilidade em que Nial teria se interessado mais Laya
    R: EU SABIA QUE VOCÊ IA FAZER ESSA ESCOLHA! Só pra me deixar com água na boca… Canalha!
    🙂

    > Tiveram um casal de gêmeos: um menino de nome Adan e uma menina chamada Gwyn.
    R: Eles são bem parecidos com a mãe não é mesmo… Hey

    > “estamos indo em direção à estrela mais brilhante à frente, para o terceiro de seus planetas. Ele é perfeito para nós.”.
    R: O lado bom disso é que vai rolar a festa no apê com todas as gerações finais…

    >Não percam que, no próximo tópico deste primeiro apêndice, teremos o final que nosso estimado Antediluviano tanto gosta.
    R: Ai de você! Traduz legal esse final porque acontece uma M&#)@ bem grande na versão traduzida pela Tec Toy.

    >E que, acredito, seja o preferido daqueles que estabelecem um link direto com o Phantasy Star II (mas heim? hehe). Verão porque.
    R: Isso já é OUTRA história… Hehehehehehehehe Por isso que eu adoro esse final…

    >Até lá!
    R: Até…
    🙂

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  • 11/12/2009 em 3:59 pm
    Permalink

    @J.F. Souza
    O Nial é meio sem sal mesmo. hehehe Especialmente pelo fato da geração dele ser tão curta e praticamente encurtar ainda mais o jogo tornando a terceira minúscula. hehehe

    E sim, foi de propósito que deixei o outro final para o fim! huhauhauahuha

    Os filhos de Laya são a cara (e a testa) da mãe. hehehe

    hehe Pode deixar que eu traduzo direitinho. hehehe Ou pelo menos tento.

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