Na sexta passada eu disse que meu fim de semana provavelmente seria dominado por um jogo lançado recentemente: The Last Story, do Wii. Como reservas retrô que dificilmente seriam jogados, eu citei Ultima II e Geneforge. Lembram disso?

Pois bem. Após algumas horas de jogatina eu acabei desistindo de The Last Story. Não vou me estender muito sobre o jogo aqui porque o Gagá Games é um blog retrô, mas fiquei incomodado com o rumo da história, com o personagem principal tomando algumas decisões que me soaram totalmente absurdas. É um bom jogo, divertido de jogar, e recomendo a todos que confiram; só não esperem que os personagens ajam como adultos, porque eles agem como menininhos virgens abandonados pelas mamães aos cinco anos de idade.

The Last Story é o popular “não f*%# nem sai de cima”. Recomendado apenas para (pré-)adolescentes virgens.

Com meio fim de semana perdido, resolvi passar para Geneforge, o tal RPG velho, “feio” e cheio de possibilidades que todo mundo tanto elogia. E definitivamente foi uma excelente escolha.

A série Geneforge foi criada pela Spiderweb Software, que pelo que eu entendi tem como único desenvolvedor seu próprio presidente, Jeff Vogel. A arte do jogo é obra de duas outras pessoas, e só; essa é a equipe de desenvolvimento, por increça que parível. O tal Vogel é uma verdadeira máquina: em menos de 20 anos, criou quatro continuações para Geneforge e ainda as séries Nethergate (2 jogos), Avernum (8 jogos) e Avadon (1 jogo, trabalhando no segundo). Sim, todos RPGs, e aparentemente bem longos.

Eu e meus dois servos chegando à vila dos awakeneds… tem como não gostar de um jogo com diálogos tão profundos?

Ouvi sobre Geneforge pela primeira vez quando a quintologia chegou ao GOG. Dei uma pesquisada e só achei elogios; segundo diziam, os gráficos simples e a quase inexistência de música permitiam ao desenvolvedor criar RPGs com uma enorme variedade de rumos a serem seguidos. Comprei o pacotão, e depois de um fim de semana encarando o primeiro jogo (tenham em mente que ainda estou bem longe de terminar o jogo) estou bastante empolgado em continuar jogando.

A história do jogo gira em torno dos shapers, que são tipo uns magos que usam seus poderes para criar servos totalmente obedientes e sem vontade própria. Você é um novato nessa arte, e é enviado para um rigoroso treinamento para desenvolver suas habilidades. Porém, no meio do caminho, seu barco-dragão sofre um misterioso ataque e você naufraga, indo parar numa ilha que há anos está “fechada ao público” por motivos desconhecidos.

Você usa o mouse para mover seu personagem pelo cenário e interagir com NPCs e objetos do cenário. O local parece deserto, e a julgar pelo maquinário que foi deixado para trás, parece que os shapers baterem em retirada da ilha com toda a pressa do mundo. Do que os shapers fugiram? Por que bloquearam a ilha? E quem atacou sua embarcação? É isso que temos que descobrir em Geneforge.

Não faltam mistérios em Geneforge, e quase sempre há várias maneiras de se resolver um problema. Dizem que dá para zerar sem entrar em um único combate.

Logo nos primeiros minutos de jogo você descobre que os shapers se mandaram mas deixaram suas criações para trás. Desolados com a partida de seus mestres, os servos tiveram que aprender a se virar e se dividiram em três facções: awakeneds (acham que servos e shapers devem conviver como iguais), obeyers (totalmente submissos, juram lealdade total aos shapers) e takers (querem destruir os shapers e ser donos do próprio nariz).

A cidade dos awakeneds fica ali pertinho do início, e nela já dá para sentir a variedade do jogo: ao conversar com as pessoas, você geralmente tem a opção de dar respostas incentivando a liberdade dos awakeneds ou cobrando obediência, assumindo o papel de mestre deles. Também pode começar logo criando um rebú, atacando awakeneds inocentes e ajudando um espião de outra facção a realizar uma missão por ali, ou resolver os problemas da população local e entregar o tal espião, por exemplo. Eu decidi vestir o personagem e me aliar aos obeyers, então não comecei matando nenhum awakened, mas já manifestei minha postura de que os servos devem obedecer aos shapers. Para minha surpresa, o jogo reagiu admiravelmente bem: minha entrada não foi proibida na cidade, mas fui visivelmente antipatizado por alguns.

Disposto a me aliar aos obeyers, saí dali e comecei uma viagem para o leste. Isso parecia perigoso, então criei meu primeiro servo, um simpático dinossauro vermelho que cospe bolas de fogo. Cada criação sua consome pontos de essência, que você também usa para aumentar os atributos de força e afins de suas crias. É importante dedicar ao menos dois pontos à inteligência de seus servos, senão você não poderá comandá-los nos combates e eles podem agir de maneira estranha. Conforme avança de níveis, você ganha mais essência e pode invocar mais servos; no momento, minha party é composta por dois dinossauros e uma espécie de zumbi fortão que desce uns cascudos infernais nos inimigos. É megadivertido criar seu próprio exército.

Os gráficos podem ser simples, mas o ambiente é genuinamente interessante.

Quando um inimigo aparece em seu campo de visão, o jogo para e tem início um combate por turnos. O combate consegue ser bem empolgante por misturar simplicidade e estratégia: são poucos comandos, mas é preciso calcular bem quantos pontos de ação você vai gastar para se mover e usar os ataques de cada personagem. Os combates devem ficar bastante complexos mais tarde, quando eu puder gerar mais criaturas.

Cabe uma historinha aqui. Encontrei os primeiros servos obeyers próximos à sede do clã. O caminho estava bloqueado por servos monstruosos e descontrolados, e eles não tinham como voltar para a cidade. Tentei ir lá resolver, o problema, mas eram muitos inimigos e tomei uma coça. Eu poderia avançar níveis e resolver sozinho, mas preferi adotar outra abordagem: fui até os obeyers ilhados e pedi ajuda para um mega-ataque. Eles ficaram com medo, disseram que não tinham forças para atacar e coisa e tal. Nas opções de diálogo, eu poderia aceitar isso, insistir ou tocar um terror mesmo, dizendo que eu estava mandando e que eles tinham que me obedecer! Essa última opção foi a chave: imediatamente aqueles imprestáveis começaram a se mexer, correndo para a direção onde os inimigos estavam.

É isso aí, seus imprestáveis, lutem por seu mestre! Já vou aí dar uma força *fugindo na margem esquerda da tela*

Eu saí correndo junto, e quando topamos com os inimigos o combate começou, com o computador controlando as ações dos meus amigos. Foi um ataque em larga escala, e essa mistura de combatentes controlados pelo jogador e outros controlados pelo computador deu ares interessantíssimos à coisa toda. No fim, o líder desse grupo de obeyers acabou morrendo em combate, mas o jogo continuou sem ele numa boa: fui vitorioso, entrei na cidade e me aliei aos obeyers, que praticamente se ajoelham toda vez que passo perto de um deles.

Do jeito que o jogo funciona, aposto que o tal sujeito que morreu em batalha estaria ali pela cidade se estivesse vivo, e que me daria quests a cumprir e afins. Essa é a natureza de Geneforge: suas ações têm consequências, o jogo se transforma a cada decisão. Quem quiser, por exemplo, pode se aliar à causa da igualdade entre shapers e servos defendida pelos awakeneds.

Vou citar outro exemplo para fechar porque o texto já está muito longo. Quando me aliei aos obeyers, o líder local me pediu que reativasse o Control 4. Trata-se de uma máquina que permite controlar outros servos, e os obeyers querem usá-la para manter o controle dos awakeneds (sim, as diferentes ideologias fazem com que os clãs se enfrentem o tempo todo). Eu já tinha encontrado o Control 5 antes: parece um porco em cima de um pedestal. É uma máquina-viva, inteligente, conversa com a gente e tudo (sintam a ficção-científica entrando no cenário de fantasia medieval). Acontece que Control 4 está fraco, e precisamos de um líquido nutriente especial. Onde achar isso? Sei lá.

A bizarra máquina-viva Control 4…

Seja como for, já aliado aos obeyers, me senti confiante para finalmente declarar guerra aos chatos dos awakeneds, com aquele papinho de igualdade e evolução dos servos. Cheguei lá e saí distribuindo bordoadas, matando inclusive NPCs importantes entupidos de textos para dizer e quests a distribuir — o jogo dá mesmo essa liberdade, e você não faz as coisas só por pirraça: você sente como seu personagem agiria, e portanto age dessa maneira. Nunca joguei um RPG que me fizesse viver o personagem com tanto engajamento, o jogo está de parabéns nesse sentido.

Ali pelo local existe uma unidade de controle parecida com Control 5, mas ela foi “morta”. Obviamente, os awakeneds deram cabo dela, visto que querem independência dos shapers e de qualquer forma de controle. Mas vejam só, a chave que o líder deixou quando o matei abriu um armário que tinha a tal solução nutriente!

Deixei para trás a cidade arrasada dos awakeneds e voltei a Control 5. Lá chegando, usei o líquido para restaurar as energias dele, que ficou muito agradecido; mas só de curiosidade, carreguei o jogo e fui ver de que outra maneira poderia ter resolvido tudo. Foi o máximo: eu tinha uma opção para ORDENAR que Control 5 se desligasse para sempre. Ele argumenta que não, que eu não deveria fazer isso. Eu insisti, e ele parecia suplicar por sua vida, dizendo que seria um grande erro desligá-lo. Insisti uma terceira vez, dizendo que eu era mestre dele e que aquilo era uma ordem. Nisso, um texto narra a situação: não há mais resposta; antes que você se desse conta, Control 5 havia se desligado para sempre. Sensacional, não é?

Geneforge é o extremo oposto de Last Story: em vez de me empurrar uma história goela abaixo, ele me deixa escolher o que fazer. Vejam só quantas opções no diálogo com Control 4.

Vejam que barato a liberdade que eles nos dá. Eu poderia, inclusive, não me aliar a clã nenhum, sair dizimando todos os servos da ilha. Posso seguir meu caminho até meu suposto objetivo, que é conseguir um barco e sair da ilha, ou me envolver nas questões locais e, quem sabe, até ficar por ali mesmo. O melhor de tudo é que a história é muito boa, e contada através de um texto caprichadérrimo e muito atmosférico.

E o que vamos jogar neste fim de semana?

Estou empolgadíssimo para repetir a jogatina de Geneforge neste fim de semana, portanto essa é a minha sugestão principal. Quem se interessar pelo jogo pode baixar um demo gratuito no site do desenvolvedor; o jogo vai até a cidade de Pentil, que é justamente o ponto onde estou agora. Quem gostar pode comprar lá, mas aviso que sai bem mais barato no GOG (embora infelizmente não esteja em promoção no momento).

Porém, jogar RPG diretão cansa. Pretendo dar uma respirada de tempos em tempos com Jamestown, um jogo de nave absolutamente extraordinário. É um jogo indie, veio num bundle de jogos que comprei há algum tempo, mas nunca tinha me empolgado em jogar. Peguei ontem e endoidei, é extraordinário para fãs de jogos de nave, bem à moda antiga mesmo. Estou apaixonado por esse treco, sério.

Jamestown é diversão garantida para fãs de shooters. Detalhe: tem multiplayer (apenas local) para quatro jogadores!!!

São apenas cinco fases, mas dá vontade de repeti-las diretão. Conforme joga, você destrava novas naves e níveis de dificuldade que acabam mudando a dinâmica das fases, tornando tudo interessante novamente. Na dificuldade mais fácil todo mundo vai zerar o jogo numa boa, mas nos níveis mais difíceis o treco vira quase um bullet hell. Muito, muito, muito bom e altamente recomendado. Pena que também não está em promoção, mas tá custando dez silvers no Steam. Tá na dúvida ainda? Confira este post ótimo do Heider no Cosmic Effect.

Fã de jogos de estratégia? Então a boa do fim de semana é a promoção de jogos de estratégia do GOG. Sou meio prego no gênero, mas comprei faz tempo o velhusco Master of Magic (que exige uma boa dose de dedicação e gerenciamento de recursos) e o divertido Age of Wonders. Joguei pouco de ambos, até porque não sou lá muito fã do gênero, mas ando me sentindo inclinado a encarar o Age of Wonders nos próximos dias. Se você é fã de títulos de estratégia, confira que rola desconto de 50% só até o fim do domingo.

Age of Wonders: nada como um joguinho de estratégia em um mundo de fantasia para preencher nosso fim de semana, hein?

E vocês, o que vão jogar no final de semana? Contem aí nos comentários! Um abraço e um excelente fim de semana a todos!

Fim de semana retrô: Geneforge

23 thoughts on “Fim de semana retrô: Geneforge

  • 31/08/2012 at 5:45 pm
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    Gagá,
    tem um jogo similar ao Geneforge bem bacana no Steam chamado Eschalon: Book 1. Vai gostar, se curtiu esse.

    Ah, pesquisando sua coleção de games com estilo retrô no steam, acabei comprando vários! Breath of Death VII merece um review no blog!

    Abraço!

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  • 31/08/2012 at 7:01 pm
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    Esse Geneforce me empolgou, mas nesse fim de semana vou continuar com o clock tower de snes.

    Gagá mandou muito bem em montar esses tópicos “boa do fim de semana” te confesso que sempre entrei aqui em busca de jogos para se jogar nos FDS \o/ não pare please, e sem querer ser chato e exigente, se pudesse fazer um tema para cada fim de semana tipo, fim de semana “terror” (jogos de terror) fim de semana shooters (jogos de nave) etc eu ficarei eternamente em dívida contigo 🙂

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  • 31/08/2012 at 10:24 pm
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    Com tempo reduzido neste final de semana, vou tentar zerar (fechar) Phelios (Mega Drive), na raça e ‘in natura’ (no emulation, baby). E se der, jogar dois demos do Unity chamados Unitroids e Angry Bots, ambos no Linux (Debian, se me perguntar).

    As indicações do Orakio são legais também, mas falta tempo.

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  • 31/08/2012 at 11:08 pm
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    Cara gostei do post falando sobre a jogatina de fim de semana, e naquele momento eu jogava Deus Ex pela segunda vez mas na dificuldade maior, só que foi eu ler o post que me reacendeu a vontade de jogar Fire Emblem, peguei o primeiro que saiu pra GBA(inclusive joguei um tempo dele no passado e parei) e estou re-jogando, a história é boa e o sistema de morte definitiva dos personagens é algo que estou me adaptando(na verdade só deixei um morrer por enquanto). Daí alterno as jogatinas de Fire Emblem com jogatinas de Zelda: Ocarina of Time(um pecado gamer por ainda não ter terminado esse clássico, nem o majora’s).
    Outra ambição minha de encarar o Fire Emblem é porque gostando do jogo eu teria muita lenha pra queimar tendo um segundo jogo de GBA, no DS tem pelo menos um que sei, no Snes tem só não sei se tem algum patch para inglês, descobrirei. Basicamente isso, tentando não adentrar em jogos muito complexos que me tomarão muito tempo pois não sei até quando poderei me manter viciadão, eheheheh.

    Ah, já ia esquecendo de comentar. Lendo seu post sobre Geneforge fui constatando que ele já tinha tudo bem parecido como é no Fallout: New Vegas, liberdade de personalização, decisões no gameplay, se aliar a certas facções ou virar inimigo deles, tem tudo isso. Muito bacana.

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  • 01/09/2012 at 8:07 am
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    Ja me empolguei por Geneforge desde o post passado e ja estou providenciando os 5 jogos, pelo visto ja deve ter todos os elemento pelo qual me amarro em Baldur’s gate, Ice wind dale, Planescape e Fallout I e II.

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  • 01/09/2012 at 10:56 am
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    Puxa Gagá, pára de escrever esses posts que “os retrogamers pira”! 🙂 Cada parágrafo a gente se envolve mais com o negócio do Geneforge, só jogando pra ser mais do que isso, sensacional! Pô, e tá chegando mesmo uns elementos bem legais de ficção-científica nele hein, que máximo. O porco ali tá “12 Macacos” todo, rs. Fiquei super-curioso com o desfecho disso tudo…

    Acho o máximo você curtindo a liberdade de construir a história dos RPGs “do lado de cá”, engraçado foi que sua experiência tá com gostinho “pós-JRPG” por causa do The Last Story recente, acho que a liberdade teve um sabor especial por causa do contraste, rs. Seu texto ficou especialmente emocionante de ler. Valeu Orakio!

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  • 01/09/2012 at 12:58 pm
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    leandro(leonbelmont) alves,

    agora consegui ler o texto com mais calma, já que a net voltou aqui em casa. esse Geneforce me lembrou um Fallout ou Elder Scrolls na parte de unir em uma facção e mudar o rumo da história. eu acho que me uniria aos despertados, e ajudar servos e mestre a terem igualdade. vou dar uma pesquisada melhor nesse game.

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  • 01/09/2012 at 1:12 pm
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    Geneforce ta cada post melhor ashuauasasu acho que seria ótimo alguém fazer um diário de bordo dele usahsuauhsa(sim sou pidão msm) mas eu vou jogar de coisa nova um fifa12 e minecraft(muito viciante)e de retro nosferatu e cannon fodder os dois pra snes.
    Abraços.

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  • 01/09/2012 at 7:22 pm
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    Até que este final de semana está sendo, no mínimo, “meio retrô” para mim: estou jogando finalmente o game Phantasy Star Generation 1, que teve recentemente finalizada sua tradução para o inglês por um grupo de phanáticos! Pelo que vi, um certo “Orakio Rob” ajudou a tornar possível esta tradução feita pelos gringos.

    Pra quem estiver interessado em jogar em inglês também, basta visitar o site Phantasy Star Cave, baixar a iso traduzida, catar um emulador de PS2 e partir para o abraço! Fiquei mais de três horas jogando o remake do primeiro Phantasy Star hoje, e estou indo para encarar o Dr. Mad agora! Fui!!!

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  • 02/09/2012 at 12:05 am
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    Jogarei tudo que é Mario Kart – vou escrever sobre o aniversário da série e aproveitar pra conhecer algumas versões que ainda não joguei, como a do GBA.

    Esse carinha de capa e os labirintos nessa visão me lembraram The Immortal. Claro que um Immortal mais complexo e rico, e menos hardcore.

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  • 02/09/2012 at 8:39 pm
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    @cadurpo,

    Valeu pela sugestão, parece bacana! Vou ficar de olhos nas promoções, quando pintar com um descontinho eu pego!

    Já o Breath of Death me decepcionou um pouco. Pensei que seria mais engraçado… mas é um old school bacaninha e dá para terminar rápido.

    cis_negro,

    Fazer com tema específico complica… é que eu tô fazendo algo bem espontâneo, indicando o que me der na telha de jogar, sem muito planejamento. Fora que às vezes as promoções de sexta me motivam a escolher o que vou jogar, então os jogos vão sendo escolhidos de acordo com as circunstâncias mesmo. Mas valeu pela sugestão!

    Tiago Steel,

    Tem CERTEZA que não é virgem? Tipo, tem gente que TECNICAMENTE é virgem mas na prática não é, vice-versa ^_^

    Tô brincando, só tava fazendo graça. E o jogo é bom sim, gostei muito dos combates e do ritmo. O que pega são os personagens e a trama, que não me convenceram. Mas aí vai do gosto de cada um.

    Tiago Almeida,

    Phelios é uma velha pendência, nunca joguei mais de 10 minutos. Qualquer dia eu encaro também!

    Juliano,

    Ah, Ocarina… vai se preparando para um final emocionante. Majoras, nem se fala, adoro esse jogo.

    Tentei pegar o Fire Emblem do GBA também, mas não rodou no meu DS 🙁 Meu cartuchinho de flash tá ruim.

    Paladino222,

    Juliano,

    Sim, tem muito de Fallout no Geneforge. Vocês vão gostar com certeza.

    Piga “the ancient alien”,

    Ô, Piga, que droga 🙁 Tomara que ele melhore!

    leandro(leonbelmont) alves,

    Caramba, você gosta do Cruisin? Eu nunca gostei, mas era o jogo de corrida que tinha num arcade dos tempos de pré-vestibular, e a turma ia lá jogar para matar aula 😛

    Cosmonal,

    Pois é, eu fico o tempo todo do jogo dizendo para a Fafá “olha, paixão, aqui eu posso escolher o que vou fazer, não é que nem naquele outro jogo…” Ela já tava revoltada com o vai-não-vai do Last Story ^_^

    Bom, ela também sacaneou o vai-não-vai do Xenoblade, mas não tem comparação, o Xeno é fucking amazing!

    Já volto para responder aos outros comentários, senhores…

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  • 02/09/2012 at 10:35 pm
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    Spacehead,

    Eu cansei um pouco da fórmula de diários, mas de repente faço mais uns posts contando sobre a jogatina do Geneforge.

    Nem me fale em Minecraft. Nunca joguei porque tenho certeza de que vou viciar ^_^

    Cannon Fodder é excelente. Fiz um post sobre ele uma vez, mas era sobre a versão do Amiga:
    http://www.gagagames.com.br/?p=17726

    André Breder,

    Eu só dei umas dicas lá para a moça resolver uns probleminhas, he he… como ela é bacana, citou meu nome e o da equipe que fez os nossos programas de tradução.

    JJ,

    Thiago Augusto,

    Que bom que gostaram! Nem sempre dá tempo de fazer posts mais longos, mas eu adoro! Valeu pelos comentários!

    Daniel Lemes,

    Quando cansar do Mario Kart (se é que isso é possível), você pode experimentar também aquele jogo de corrida do Sonic. Ele copia Mario Kart descaradamente, mas sabe que é bem divertido também?

    Fernando,

    Outro dia comprei uma cacetada de jogos de Star Wars lá no Steam, e ainda não consegui jogar nenhum 🙁 Tô precisando tirar férias!

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  • 05/09/2012 at 5:44 pm
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    pois então Gagá, depois de empacar no Zelda OoT acabei jogando mais mesmo o Fire Emblem e de tanto jogar hoje na terça-feira acabei o jogo, muito bom por sinal e pelo que pesquisei uma espécia de continuação direta dele existe pro GBA mas só em japonês, pior de tudo que o fim do jogo avançou bastante a história e deixei aquele gostinho de quero-mais, uma pena que acho que não terei a sorte de jogar o jogo japonês(a não ser o milagre de existir uma tradução mas não creio que tenha). E o jogo tem um replay fantástico, tem como recomeçar agora no hard com dois dos protagonistas ou usar como protagonista um terceiro personagem, deveria ser tri bom ter esse jogo no tempo de lançamento dele, era um investimento que valeria a pena.

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