Vocês devem se lembrar que na sexta passada eu vim pedir opiniões sobre o que eu deveria jogar no último fim de semana. Acabei optando por The Faery Tale Adventure, um RPG pouco conhecido de Mega Drive. Não cheguei a terminar o jogo e confesso que desisti, porque ele é longo… de qualquer maneira, joguei o fim de semana todinho no maior vício e gostei muito. Completei mais ou menos um terço da aventura, e como não tem quase nada sobre esse jogo na internet, acho que meu relato de uma jornada incompleta já vai valer alguma coisa.

TFTA foi lançado originalmente para o Amiga em 1987, e ganhou esta versão para o Mega Drive em 1991. Só joguei a versão do megão, então não me perguntem sobre as diferenças entre as versões. Presumo que o jogo tenha sido meio capada na adaptação, como era comum na época com jogos que passavam dos computadores para os consoles. Em 1997, a sequência Halls of the Dead: Faery Tale Adventure II chegou aos PCs. Taí tudo o que eu sei em termos históricos, mas vamos ao jogo.

Como era de se esperar, TFTA é um RPG bem diferente dos que estamos acostumados a ver nos consoles. Ele conta uma historinha bem básica na abertura sobre três irmãos aventureiros que precisam recuperar o talismã que protege sua vila das forças do mal. Depois da abertura, você está no meio da vila praticamente deserta; as únicas pessoas que vai encontrar ali são o prefeito e o dono da taverna, que vai falir rapidinho se continuar vendendo birita só para duas pessoas (supondo que o prefeito beba).

Fotos batidas da minha TV. Sim, estão tortas, borradas e horríveis. É a vida.

Essa é uma coisa que você vai notar bem rápido em TFTA: não tem quase ninguém para a gente conversar. As pistas são raras e valiosíssimas, especialmente porque na maior parte do tempo você não vai saber direito o que tem que fazer. O tal prefeito só diz que o rei de outra cidade pode ajudar, mas não diz nem que o castelo fica a sudeste! Outro camarada diz que a gentileza (você ganha pontos nesse quesito doando dinheiro aos pedintes das cidades) pode lhe render amizades, o que em termos práticos significa que a tartaruga gigante só vai carregar você pelo mar se você tiver um nível de gentileza alto (sério, sem sacanagem). Ou seja: as pistas, são poucas, mas são tudo o que você têm para saber para onde ir nesse mundão, então fique MUITO ligado nelas.

Taí a prova de que não estou mentindo: nosso herói passeando pelos mares com sua amiga tartaruga.

Quando eu falo em “mundão” não estou exagerando: o mapa é imenso, alardeado na época como o maior mundo virtual de um jogo. O cartucho vinha até com um mapa impresso, essencial para se terminar o jogo (felizmente achei um scan do danado pela internet; sem ele, sem condições). O mais bacana é que o mapa vai rolando como se fosse uma coisa só; não há carregamento ou troca de telas. Imagine se o mapa dos primeiros Zeldas (em 2D) não fosse formado por várias telas que se alternam com fades, e sim por uma única e imensa tela que você vai “rolando”. Isso impressiona pra caramba, porque você vai gradualmente vendo o mato se transformar em gelo e o dia virar noite (o jogo tem um interessante ciclo de dia-noite). Achei isso muito bacana.

Gente, vocês não imaginam o trabalho que eu tive para achar a caverna nas montanhas geladas…

Esse mundão todo tem lá os seus pontos de interesse, mas a verdade é que a maior parte dele é composta por muuuuuuito espaço sem grandes atrativos, o que faz com que você leve váaaaaarios minutos para ir de uma cidade à outra, por exemplo. Se por um lado isso parece algo ruim, por outro acaba dando uma baita atmosfera ao jogo. Quando você decide ir para algum outro lugar, já sabe que a caminhada vai ser longa e precisa fazer um bom estoque de comida (seu personagem fica com fome de tempos em tempos, e se você não comer vai perdendo energia).

O sono também é uma necessidade; por isso, é importante escolher uma rota que tenha casas pelo caminho. Ao menos até o ponto em que eu joguei, essas casas estavam sempre desabitadas, apresentando apenas uma cama e talvez alguns itens nos armários. Elas foram feitas mesmo como pontos de repouso para o personagem, e quando começa a escurecer você já sabe que é uma boa procurar um lugar para esticar as pernas antes de continuar viajando. Há alguns fortes abandonados também, e dentro deles você volta e meia encontra aquela comidinha extra da qual já estava precisando depois de muito andar. Em um caso especialmente interessante, bem ao lado de uma imensa floresta sem trilhas, você encontra um forte entupido de um certo item que permite visualizar na tela um mapa da região, passando a impressão de que aquele forte era usado por equipes de exploração. Cool!

Aê, um dragão! RPG medieval tem que ter dragão, né, gente?

O jogo poderia ser bem lento e entediante nesse pique, mas os combates são em tempo real, o que movimenta as coisas. Minha arma principal na maior parte do tempo foi uma espada, mas pouco antes do domingão acabar eu peguei uma varinha mágica que me permitia atirar nos inimigos! A excelente trilha sonora muda quando um inimigo está próximo, aumentando a tensão e quebrando a monotonia. No início, qualquer batalha é um duelo mortal, e você vai morrer muito. Porém, depois que ganha experiência (o jogo chama de “bravura”), você se torna imensamente poderoso e parece que os inimigos viram uns fracotes. Alguns podem reclamar de uma jogabilidade pouco equilibrada, mas acho que o grande lance do jogo é a exploração mesmo, de modo que é ótimo o combate não fazer com que a gente arranque os cabelos.

Felizmente, os novatos contam com uma colher de chá no início: há trilhas saindo da cidade inicial em direção a vários destinos, então o truque é seguir as trilhas para não se perder; elas acabam levando você a algum lugar útil. Mas o bicho pega depois, quando você vai explorar áreas mais inóspitas e sem trilhas, o que exige paciência mas tem seu lado épico. Eu, por exemplo, passei de 30 a 40 minutos explorando as montanhas geladas da parte noroeste do mapa até finalmente encontrar a pequena entrada de uma caverna que eu procurava, quase escondida no cenário, e bateu aquela sensação real de quem passa dias numa difícil jornada até finalmente encontrar o que procurava.

Vejam como o inventário é intuitivo… aposto que só de olhar vocês já entenderam para que serve tudo, certo? *socorro*

Como eu disse no início do texto, essa é a história de três irmãos aventureiros. Você não joga com os três ao mesmo tempo; começa com um, e se morrer um certo número de vezes, adeus irmão, você passa a controlar o outro. Se os três morrerem é game over. O problema é que, embora a ideia seja interessante, acaba sendo mal executada. A maioria dos jogadores vai zerar o jogo só com o primeiro irmão, já que ao assumir o controle de outro você perde toda a bravura que conquistou e todos os itens descartáveis, como comida ou dinheiro. Já pensou ter que evoluir o personagem do zero de novo?

Obviamente todo mundo vai preferir “carregar” o jogo sempre que morrer. Não há bateria para saves, e sim um excelente sistema de passwords. Funciona assim: você pede uma senha ao jogo; ele exibe, você anota. Mas supondo que cinco minutos depois você morra ou decida voltar para o ponto onde pediu a senha, é só escolher a opção de entrar com a senha que ele já exibe a última senha solicitada, levando você exatamente ao ponto onde estava. Ou seja, é basicamente um save game que pode ser carregado rapidamente, sem dores de cabeça, sem que você tenha que ficar anotando senhas e digitando-as o tempo todo. É só não esquecer de anotar a senha antes de desligar o console, porque quando você desliga o megão o jogo obviamente esquece a última senha.

A feiticeira, exilada em uma ilha remota, entregando uma das cinco estátuas para a gente.

Eu já esperava que TFTA fosse como a maioria dos RPGs de computador da época: uma trama esparsa, pouca conversa, uma grande complexidade inicial, muita liberdade e um pique mais lento, sem eventos muito dramáticos. E é por aí mesmo, portanto quem procura algo mais ao estilo Final Fantasy deve passar longe. Mas os que gostam desses jogos com mundos amplos, nos quais ninguém te diz o que fazer e você mesmo decide por onde se aventurar primeiro, vão gostar muito — eu, pelo menos, achei o jogo excelente. Só larguei porque sei que vou perder semanas com ele, e minha fila de jogos está imensa.

Obrigadíssimo ao meu amigo Gabriel do impagável GLStoque, que me deu o jogo de presente junto com outros cartuchos bacanas de Mega Drive!

E neste fim de semana, o que vamos jogar?

Confesso que este provavelmente não será um fim de semana retrô para mim. Comecei a jogar The Last Story do Wii, um RPG feito pelo Hironobu Sakaguchi, criador da franquia Final Fantasy (eu posso argumentar que qualquer coisa com o Sakaguchi é meio retrô, mas fica para a próxima). No início estava achando uma droga, mas o jogo foi me ganhando e estou começando a gostar muito. Se as coisas não degringolarem, devo passar o fim de semana na companhia dele e da minha (paciente) esposa.

Porém, tenho aqui um reserva retrô para o caso de ficar de saco cheio — e que na pior das hipóteses deve ficar para o outro fim de semana. Trata-se de Ultima II, parte do meu plano insano de zerar todos os jogos da franquia. Alguns de vocês devem se lembrar do diário que fiz do primeiro Ultima; o jogo é extraordinário, e estou doido para jogar o segundo. Para completar, o GOG começou a vender o último título que faltava para completar a série, e está fazendo um pacotão com um desconto bacana (vale lembrar que o Ultima IV é de graça por lá, é só se inscrever no site e baixar sem pegadinhas). Aproveitei para completar a minha coleção, só faltavam uns três jogos, e agora pretendo debulhar essa RPGzada toda. E claro, vou contar tudinho para vocês depois.

Aproveitando a deixa sobre o GOG, também está rolando uma promoção indie com jogos que podem render boas horas de diversão para a turma retrô. Gostaria de destacar três deles.

O primeiro eu não joguei, mas dizem que é bom pra diabo: Legend of Grimrock. É um jogo recente, mas de um gênero antigo, o “dungeon crawler”. Não está incrivelmente barato como nas promoções doidas que a gente vê às vezes, mas taí.

O segundo é Torchlight, que também é um jogo recente que lembra um jogo velho (no caso, Diablo). Esse eu tenho, já joguei umas boas horas e acho bem divertido. Parei de jogar porque tem muitos itens e equipamentos, e possibilidades de personalização dos mesmos. Todo mundo adora esse tipo de coisa, eu sei, mas eu fico perdido e frustrado. Tô ficando velho mesmo. Para quem curte Diablo, Torchlight é uma ótima pedida para o fim de semana, embora eu ainda ache mais interessante o bom e velho Darkstone (que eu adoro).

Para fechar, tem a louquíssima quintologia Geneforge:

Nem sabia que esse treco existia até pintar no GOG. Pareceu interessante, fiz uma busca na internet e só encontrei elogios. Imagine um RPG de computador antigo, com gráficos simples, mas cheio de possibilidades doidas e com uma história que, segundo dizem, é excelente. Detalhe: o pacotão inclui os CINCO jogos da franquia!!!

Eu comprei quando saiu e joguei algumas horas do primeiro jogo; larguei para retomar depois, mas a coisa pareceu promissora — meu personagem criou um dinossauro-escravo que cospe bolas de fogo para ajudar nas lutas (o danado até ganha níveis) e recusou uma proposta para se aliar a um espião (preferi entregar o coitado, que fugiu rapidinho da cidade antes de ser linchado). O que a turma da cidade não sabe é que eu estou doido para me aliar a uma outra facção e que pretendo dominar o local em breve.

… putz, acho que não vou mais jogar Ultima II. Deu a maior vontade de jogar Geneforge agora 😛

E vocês, crianças, o que pretendem jogar neste fim de semana?

Fim de semana retrô: The Faery Tale Adventure (Mega Drive)

21 thoughts on “Fim de semana retrô: The Faery Tale Adventure (Mega Drive)

  • 24/08/2012 at 4:27 pm
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    Você literalmente veio aqui e quebrou tudo. Eu achei o jogo chato, feio, ruim e não tive a mínima paciência para encarar o negócio. E olha que sempre me considerei retrogamer fudidão que encontra charme onde ninguém mais vê e apavoro. E depois de ler esse pequeno relato, fiquei salivando para jogar essa merda. Que porra é essa!?

    Não sei se consigo aguentar tanta paixão… chega a ser contagiante. Porra! Fiquei me sentindo um idiota por dispensar o jogo.

    Adoro quando isso acontece… tive uma professora que fazia isso… quebrava tudo… destruía tudo que a gente fazia ou pensava… e eu adorava!

    Arrasô!

    Fiquei muito feliz com a doação!

    Obrigado!

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  • 24/08/2012 at 4:29 pm
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    Interessante esse Faery Tale, lembro que já vi a capa desse jogo numa locadora, mas meus olhos só passavem pelo jogo rapidamente e nunca havia me interessado nem mesmo em olhar a contracapa..
    Darei uma busca nesse jogo.
    Ah, tentei identificar a feiticeira na foto, mas juro que não consegui dar forma à ela..hahaha

    Pela rápida descrição que fez, tb achei interessante esse Geneforge. Ainda não comprarei, mas deixarei lá na lista!

    Só aqui mesmo para conhecermos esses bons jogos desconhecidos. 😀

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  • 24/08/2012 at 4:51 pm
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    GLStoque,

    Agora eu não devolvo nem debaixo de pancada, rs… tô até com a mão coçando para comprar um desses originais bonitões completos que tão aparecendo nas propagandas do Mercado Livre, no início do post.

    No início o jogo é meio intragável mesmo porque é tudo muito vago. Você não sabe para onde ir, não sabe restaurar energia, é difícil entender o lance da comida… tem que ser cabeça dura para chegar na parte boa!

    Valeu mesmo pelo presente!

    Marcelo,

    A feiticeira tá sentada numa cadeira no meio da imagem, rs…

    Eu adoro falar sobre jogos desconhecidos. Tem tanta coisa boa por aí, volta e meia a gente se surpreende!

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  • 24/08/2012 at 6:02 pm
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    tenho ouvido falar desse Faery Tale em alguns sites aliados do Gagá games talvez. parece ser bacana, mas vou tentar zerar Boogerman, que é um jogo que gostaria muito de ter terminado na minha infância. e estais jogando The Last Story? é em momentos como esse que lamento por não ter um Wii. custava os seus rivais ter um rpg parecido? mas ao invès disso temos games que podemos passar mais de 10 anos jogando sem nunca termina-lo. sei que isso é excelente, mas numa hora, Skyrim cansa…. puxa vida viu -___-

    para variar de tanto SMT, acho que vou de Front Mission do SNES mesmo. dei uma jogada e me cativou bastante.

    Hee-Hoo!

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  • 24/08/2012 at 11:12 pm
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    É Gaga, pelo visto vai passar mais um final de semana na frente da telinha ou telona “depende qnts? dedos polegares a tv do velho tem”, se divertindo em um game novo, mas que pelomenos tem um cheiro de velharia. Bom eu vou de algo que não é tão velho assim, tem a idade do meu sobrinho de 11 anos, Vectorman, olha que eu curto um bom Rock, mas aquela musica de abetura me conquistou. O jogo é curto, mas pelomenos minha filha de 1,5 não vái reclamar da ausência do pai.

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  • 25/08/2012 at 10:39 am
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    BEm sobre esse jogo nada a declarar pois não conheço.

    Gaga the Last Story vale pela trilha sonora que é linda.
    Recomendo baixar ela, excelente, apesar de que ela me lembra muito a OST de MEtal Gear.

    Faz tempo que não jogo um bom RPG, tempo mesmo.
    Tambm ando numa correria danada aqui.

    Joguei essa semana Gradius 4

    Vou também de Pulstar que ainda não o finalizei.

    E vou tambem de Sengoku Ace I e II

    Abraços

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  • 25/08/2012 at 2:53 pm
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    MarceloEong616,

    Opa, Marcelão, conta aí pra gente por que você acha o Geneforge é tão bacana! Joguei umas horas hoje e estou achando legalzão, depois conto num post.

    Flávio,

    Esse Vectorman é outro que eu tenho que jogar direito. Aluguei na época esperando um Sonic, e como eu era um mané na época, achei os gráficos esquisitos e larguei, rs… ô heresia!

    Ulisses Sixty-Eight,

    Velho, eu já baixei a trilha! As duas músicas da tela de abertura me fisgaram de primeira, coisa fina. As composições são do Nobuo Uematsu, mas parece que quem arranjou foi um outro sujeito envolvido com trilhas do Metal Gear ou algo do gênero, então ficou uma mistura interessante.

    Abração!

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  • 26/08/2012 at 10:09 am
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    Meu amigo, esse Faery Tale é um jogão!!
    Passei toda a madrugada nele e acredite, não fiz porra nenhuma mas me diverti muito!
    Vou jogar com mais empenho na próxima vez.
    Valeu pela dica dessa gema perdida.

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  • 26/08/2012 at 10:10 am
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    Como é continuação de um jogo retro de PC, acho que conta: to mergulhado no Deus Ex: Human Revolution. Comprei na promoção Steam do final de 2011 e só joguei agora, e ainda tenho um monte na fila… Tantos jogos, tão pouco tempo. 🙁

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  • 26/08/2012 at 8:46 pm
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    Esse jogo lembra um pouco Ultima. Para quem fala que o Mega tem poucos RPGs, temos aí um bom exemplo de RPG para o console da SEGA, esse jogo vai agradar principalmente quem gosta de explorar nos jogos. Se vc terminar todos os Ultimas vai ter que ganhar um troféu das mãos do proprio Richard Garriot por tal feito!

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  • 27/08/2012 at 4:42 pm
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    Joguei um pouco do Faery Tale e realmente o começo é difícil !
    Primeiro que o controle é meio difícil, por conta de ter de selecionar lá a opção de falar ou de pegar objeto, apesar que pouco usei ainda a opção de falar, então o “pegar” fica sempre selecionado.
    E segundo que o cara ainda é fraquinho, assim que saí da cidade, apareceram 2 caras vestidos de ladrão, aí eu pensei: “opa, já tem ação”… ledo engano, os caras me tocaram e qdo fui perceber já estava no chão ensanguentado… hahaha
    Voltei e tentei de novo, fiquei de frente pra um deles e balançando minha espada mole (pois é, a tal espada é toda mole! hahaha), consegui matar um e outro fugiu com medo.
    Um mouse faz falta nesse jogo..rs

    Salvei e continuarei outro dia, porém tb tenho um monte na fila !

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  • 28/08/2012 at 11:50 am
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    Puxa Gagá, que legal você contar algo pra gente do Faery Tale Adventure. É um daqueles esforços da Electronic Arts dos bons tempos, quando levava os RPGs e jogos “hardcore” do PC para o Mega Drive. Tentei ir à frente quando comprei o cartucho, mas putz, o começo é bem difícil mesmo. Acho que não notei este “recurso” da password que você explicou, meio “save state” né? Uma boa.

    Aguardando Ultima II e relatos sobre The Last Story viu… 🙂 valeu Gagá!

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  • 28/08/2012 at 2:44 pm
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    Oztryker,

    Rs… que bom que se divertiu! O jogo é legalzão mesmo, mas tem que ter um bom tempo para dedicar a ele, porque as coisas andam devagar.

    cis_negro,

    Todo mundo me diz para jogar Clocktower… qualquer dia vou pegar, talvez num desses meus fins de semana retrôs.

    Marcelo,

    Essa espadinha mole é estranha mesmo, né? Quando a minha esposa viu, falou logo “mas que indecência é essa”, rs…

    Cosmonal,

    Na sexta eu faço um parágrafo rapidinho dizendo o que achei do Last Story também, para os curiosos…

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