(continuação da minha saga para zerar Tales of Phantasia. Clique em “Tales of Phantasia” no menu do blog para ler os episódios anteriores)

Fui até Ymir. Na vila reencontrei Rambard, que explicou que aos poucos os elfos estão aceitando humanos no local. Meio-elfos ainda não são permitidos, e por isso Arche tem que esperar lá gora, e o coveiro-que-não-abre-os-olhos, Chester, entra no grupo.

Lembram quando eu reclamei há semanas que a maldita loja de armas de Ymir só vendia arcos? Pois é, o Chester usa um arco. O dono da loja diz que pode consertar um arco nosso – eu confesso que nem lembro dessa história de arco quebrado, mas pago 20.000 pilhas para ele e passo a noite na hospedaria para pegar o arco no dia seguinte. Enquanto isso, a dona da hospedaria, mãe de Mint, deixa uma vassoura nova para ela. Mãe é isso aí.

Gagá, isso é que eu chamo de negligenciar um personagem. Não dava para ter comprado uma arminha antes não?

Amanheceu, quebrei a viola, botei na sacola e fui consertar… e cadê o arco? Virou o Elven Bow, um arco sagrado usado há séculos pelos elfos. Vamos ver…

Eu já mencionei que nunca troquei a arma do Chester? Isso significa que o ataque dele acaba de pular de 66 para 1636! 🙂

Atravessei a maldita floresta e encontrei o Origin, que trouxe um amiguinho. No fim das contas a batalha foi ridiculamente fácil. Ao fim do combate, Origin zomba do grupo, dizendo que o Dhaos é dureza, e dizendo que o grupo ainda nem deve ter se perguntado por que o Dhaos está nesta era e de onde ele veio. Raios, o mistério cresce, e a curiosidade também… Origin faz umas firulas e, enfim, cria a Eternal Sword!!! O Cless pega a espada e o “espírito eterno” diz: “empunhe a espada com honestidade e justiça.” E aí ele aprende TRÊS técnicas de uma vez só! Caramba, tô precisando bater um papo com um espírito desses.

Origin, dá para pintar um dragão no cabo da espada? Eu adoro dragões!

Milagrosamente o jogo decide chamar um táxi desta vez, e o grupo é transportado para Alvanista para bater papo com o biltre do Runeglom. Segundo ele, há um lugar lá no sul do mundo que está sempre coberto por trevas. Lá há uma cidade chamada Ary. O lance é perguntar por lá.

E por hoje é só, rapaziada. Amanhã vou até Ary e, se Origin quiser, darei início à cruzada final contra Dhaos! Caramba, já não era sem tempo, que jogo comprido… mas estou gostando. Logo logo vou desmascarar o muquirana do Runeglom. Até amanhã!

Tales of Phantasia: diário de bordo, 23/10/2008
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