Na maioria das vezes em que a gente joga um RPG, ficamos doidos para passar logo pelos labirintos para seguir com a história do jogo. Por isso, pode ser estranho para alguns imaginar um RPG que se passe quase que em sua totalidade dentro de um enorme labirinto. Mas esse estilo de RPG existe, e é mais conhecido como “dungeon crawler”. E não é que o Mega Drive tem um excelente exemplar dele?

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Não é fácil achar um jogo como Shining in the Darkness em um console de 16 bits. Esse tipo de RPG é encontrado mais facilmente nos computadores do que nos consoles, nos quais estamos acostumados a ver jogos com maior ênfase na história do que na exploração dos labirintos. E embora essa descrição inicial talvez já esteja fazendo você olhar para Shining in the Darkness com alguma antipatia, vou apresentar alguns argumentos para tentar fazer você dar uma chance a esta pequena pérola

Para começar, SITD (vamos abreviar que esse nome é grande pra dedéu) é o verdadeiro começo da série Shining, que se tornaria mais conhecida posteriormente em uma incursão pelo gênero dos RPGs táticos: Shining Force. Embora o tipo de jogo seja bem diferente, aqui nós já notamos várias características que ganhariam fama em Shining Force: o design dos personagens, o jeitão da trilha sonora e os agradáveis menus com imagens animadas. Ou seja, se você é fã de Shining Force, tem que jogar este aqui para “fechar a conta”. Inclusive, o nome do vilão deste jogo vai soar familiar aos fãs da série…

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Labirintos, tochas, inscrições misteriosas nas paredes… amo muito tudo isso.

Sim, é verdade que a ação se passa quase toda dentro de um labirinto (sim, apenas UM labirinto, enorme, com sessões diferentes às quais você vai ganhando acesso aos poucos). Só que para dar uma temperada na experiência, volta e meia seus progressos no labirinto disparam pequenos eventos na cidade e no castelo, locais que você pode visitar a qualquer momento. A cidade tem as típicas lojas de armas, itens e armaduras, além de um templo para ressuscitar personagens mortos em combate. É na taverna que a coisa esquenta: a qualquer momento você pode entrar lá, bater um papinho com o simpático velhinho do balcão ou trocar dois dedos de prosa com um guerreiro mal-humorado que só sabe dizer grosserias. Impossível não ser cativado pelo estilão dos aventureiros que frequentam o lugar.

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Sinto informar, mas a enfezadinha aí de cima é Pyra, a poderosa feiticeira do seu grupo. Acredite, vai valer a pena ser tolerante com ela.

Eventualmente, alguém na taverna vai dizer que fulano desapareceu, e se você encontrá-lo no meio do labirinto (num evento não obrigatório, tipo uma sidequest) o sujeito aparece na taverna, todo sem jeito por ter se perdido durante uma aventura. Conforme você progride no labirinto, os personagens vão dizendo coisas diferentes, muitas vezes elogiando suas conquistas ou dando dicas.

Mas o que você tanto faz nesses labirintos?

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Já reparam que os vilões sempre são extremamente educados?

O jogo começa com a historinha básica de “salve a princesa”. O herói do jogo é filho do maior cavaleiro do reino, e como esse grande cavaleiro também desapareceu misteriosamente, há quem pense que ele virou a casaca e sequestrou a princesa. Nesses primeiros momentos a gente nota um dos maiores trunfos do jogo: o carisma dos personagens. O design é ótimo, e a forma como essa história simples é contada, com gráficos bacanas, boa música e ótimos efeitos sonoros, conquista o jogador.

Nisso,  o vilão Dark Sol faz uma impactante aparição no castelo, e diz ter levado a princesa para os confins do labirinto. Para ganhar acesso aos andares superiores, o rei determina que você primeiro vença os desafios dos níveis inferiores (que têm nomes como “caverna da coragem” e “caverna da sabedoria”), para provar que está apto a entrar no labirinto em si, salvar a princesa e derrotar Dark Sol. O que pega é que cada nível do labirinto é enorme e a visão é em primeira pessoa, então você vai ter que pegar papel quadriculado e desenhar muitos mapas se não quiser enlouquecer. Essa é parte da graça da coisa toda: ir desbravando o labirinto, desenhando o mapa, conhecendo o terreno.

Cada nível do labirinto pode ser dividido em duas áreas: a área inicial contém uma dada variedade de criaturas, mas depois que você chega mais ou menos à metade de um andar, uma bateria mais forte de inimigos aparece. Em termos práticos, isso dá ao jogo uma dificuldade bastante equilibrada: na maioria das vezes, é melhor fazer um reconhecimento da área inicial de cada nível, matando monstros, desenhando o mapa e ganhando experiência, para depois embrenhar-se nos corredores mais distantes.

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Três contra três. Mas não acostuma não: você vai encontrar grupos BEM maiores de monstros. E viva as magias da Pyra e do Milo!

Nos labirintos você vai enfrentar vários monstros em batalhas aleatórias e por turnos, no estilo da maioria dos RPGs da época. Seu grupo é pequeno (apenas três heróis), mas muito bem balanceado: todos têm grande importância estratégica em uma batalha. A magia é especialmente útil, e ao contrário do que costuma acontecer, aqui há uma boa quantidade de pontos de magia para que você use e abuse dos encantamentos, o que torna o jogo bastante divertido. Claro, depois a coisa engrossa e você vai encontrar corredores maldosos com o piso tomado por ervas que sugam seus pontos de magia a cada passo. Mais um bom motivo para fazer mapas: muitas vezes, há uma rota mais longa, porém mais segura, contornando os corredores com essas ervas.

Além da dificuldade bem balanceada e dos eventos disparados com seus avanços, outra coisa que estimula o jogador a ir em frente é a excelente música que toca enquanto você explora o local, cortesia de Masahiko Yoshimura. Um espetáculo. A mesma música toca durante o jogo quase inteiro, mas você nunca se cansa dela. Os primeiros segundos dela são ótimos, e como a música volta ao início sempre que uma batalha termina, esses segundos são os que você mais vai ouvir.

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Três dos muitos mapas que o Gagá aqui teve que desenhar para zerar esta belezinha…

Coroando a gratificante experiência de desbravar o labirinto e ver seus candidatos a heróis evoluírem para guerreiros e feiticeiros poderosos, perto do final do jogo a história fica bastante envolvente, com algumas reviravoltas inusitadas. Vale muito a pena levar o jogo até o fim e curtir alguns momentos dramáticos desse roteiro simples mas muito bem conduzido.

Em suma, dê uma chance a Shining in the Darkness. O jogo mistura o que há de melhor no gênero dungeon crawler àqueles personagens carismáticos e histórias dramáticas que nós tanto gostamos de ver em nossos RPGs. Mas venha desarmado, sem mapinha de GameFaqs: arranje um papel quadriculado e experimente ir explorando e desenhando o mapa do primeiro andar do labirinto. Aposto que depois de uma meia hora, aquela musiquinha do labirinto vai estar te fazendo um convite irresistível a dar mais uma voltinha, a ir desbravar “só mais um corredor” do enorme e desafiador labirinto de Shining in the Darkness.

P.S.: Há uma versão deste jogo traduzida para o português pela Tectoy.

Tarado por labirintos? Deleite-se com “Shining in the Darkness”!
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33 ideias sobre “Tarado por labirintos? Deleite-se com “Shining in the Darkness”!

  • 24/03/2010 em 8:34 am
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    Rapaz, eu ia escrever sobre este jogo, mas como era entupido de labirinto eu desisti, porque acho um saco ficar desenhando por onde você passa..heheh
    Tanto é que Metroid do NES estou super adiantado no jogo e estava jogando sem mapa algum, peguei um agora pra termina-lo, porque o bicho é lazarento demais.
    Boa análise, Shining Force é muito bom.

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  • 24/03/2010 em 9:10 am
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    Esse jogo é simplesmente maravilhoso! Infelizmente eu só joguei uma só vez, a próxima vai ser na ROM traduzida pela Tec Toy… E esse lance de desenhar Mapa, eu também tive de fazer, sorte a minha que eu já tinha uma certa experiencia com outros games como Sword of Vermilion e Phantasy Star I…

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  • 24/03/2010 em 10:34 am
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    Agora me deu até vontade de jogar ele de novo…

    Eu adoro este jogo. Na época, em 199X, não cheguei longe por preguiça de desenhar mapas. Hoje em dia, também sou adepto do papel quadriculado. Talvez eu tenha alguma chance.

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  • 24/03/2010 em 11:24 am
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    Post empolgante, Gagá. Eu sonhava em jogar este jogo na época, cheguei a fazer caros interurbanos para lojas que anunciavam na Ação Games em São Paulo a procura e não tinha achado… nem nunca apareceu pelas locadoras daqui (Salvador). Sem Internet, ficava viajando naquela imagem típica do jogo, com o rei e uma corte. Seu post me deu água na boca pra jogá-lo e sou como você – nada de gamefaqs da vida. Que graça tinha, por exemplo, quem jogou Phantasy Star 1 com todos aqueles guias que saíram na época? Passei a jogar World Of Warcraft a alguns meses e, apesar de estar gostando da experiência e também do jogo, sinto-me incomodado com a idéia de jogar assumindo que devo procurar o que fazer e como fazer na web. Não há o que descobrir num jogo como WoW – tudo está documentado e os jogadores assumem que faz parte do jogo procurarna web. Sabiam que o segundo maior wiki do mundo é o wowwiki (só perdendo, claro, para a Wikipedia)??? Imaginem…

    Me alonguei mas ainda dá tempo de parabenizar mais uma vez pelo post 🙂

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  • 24/03/2010 em 11:48 am
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    @Cosmonal

    Valeu pelos comentários!

    Acho que o gênero que mais sofre com esse lance de GameFaqs é o dos adventures. Antigamente a gente ficava semanas empacado em alguma parte mais difícil. Claro, hoje em dia vão dizer que a gente era masoquista, mas a verdade é que toda a graça desse estilo estava em resolver os puzzles depois de semanas (às vezes meses) matutando. O GameFaqs é uma tentação ENORME nesse caso, e estraga tudo.

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  • 24/03/2010 em 11:54 am
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    @GLStoque
    O trabalho é de tradutor freelancer, então tem períodos terrivelmente agitados e outros mais calmos… fora que eu encerro o expediente e vou jogar no Dingoo… deito cedo, mas jogo bastante antes de dormir. A patroa dorme logo 🙂

    Fora que o horário é flexível, então às vezes no meio do dia eu preparo um post, e depois me lasco depois da hora para entregar o serviço no prazo!

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  • 24/03/2010 em 11:57 am
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    Bom, como eu ainda sou um preguiçoso em relação a desenhar mapas, ainda não me arrisquei a jogar nenhum dungeon crawler (até por conta disso ainda não joguei Phantasy Star, por exemplo). Mas ainda vou deixar esse preconceito de lado e jogar alguns desses jogos. =D

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  • 24/03/2010 em 1:18 pm
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    Eu tenho esse jogo, só que o meu é o americano, e não a versão em português. É legalzinho, mas podiam ter feito dungeons graficamente melhores no mega (e também não tão confusas como as de Phantasy Star). Felizmente não repetiram os erros no Shining the Holy Ark. Outro fato interessante é que o Shining Force Gaiden: the Final Conflict do GG é um prólogo tanto do Shining Force 2 quanto desse jogo, mostrando a origem desse Dark Sol, que não é o mesmo que aparece no SF1.

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  • Pingback:Tweets that mention Gagá Games » Tarado por labirintos? Deleite-se com “Shining in the Darkness”! -- Topsy.com

  • 25/03/2010 em 12:05 am
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    @Gagá
    “O que pega é que cada nível do labirinto é enorme e a visão é em primeira pessoa, então você vai ter que pegar papel quadriculado e desenhar muitos mapas se não quiser enlouquecer. Essa é parte da graça da coisa toda: ir desbravando o labirinto, desenhando o mapa, conhecendo o terreno.”

    Há algum programa que possa fazer labirinto por computador?

    Outra dica, pra imagem do jogo ficar DEZ, utilize o filtro HQ2X no KEGA ou GENS32. Vai aparentar desenho animado.

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  • 25/03/2010 em 12:26 am
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    cara, tenho esse game, traduzido pela tec toy, e digo que foi muito legal quando o joguei: ele me apresentou à série shining. por mais que o grupo seja pequeno, ele é realmente coeso, equilibrado, e os ítens não estão lá pra encher linguiça, são úteis mesmo!
    algumas das melhores batalhas de que participei foram as desse game. contra o dark sol, realmente é dureza. consegui chegar uma vez com duas caixas mágicas (de Pandora, seria melhor dito!), e a batalha nunca fica fácil, ficar com um único char semi-morto na tela é comum, e sempre a adrenalina “revive-revive-revive-revive-revive-revive- antes que ele ataque!!!”
    ou quando aparecem uns cogumelos chatos que se dividem, droga, tinha começado com uns seis, e nao queria gastar mp, então eles me bloquearam a mp. tá, mato um por um. mas eles começaram a se dividir mais rápido do que podia matá-los. e eu Não tinha itens para desbloquear as magias. fiquei pelo menos uma meia hora nessa palhaçada, até conseguir vencer.
    notável. e viva aos dungeon-crawlers em geral!

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  • 25/03/2010 em 9:49 am
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    @gamer_boy
    Não sei… eu prefiro fazer na mão mesmo, porque jogo no Dingoo, então nem sempre estou perto do PC.

    Quanto aos filtros, essas fotos aí ficaram mais ou menos porque foram tiradas do Dingoo e eu estava meio que usando um gatilho para batê-las.

    @DJ Yatta
    Pois é, Yatta, desenhar os mapas é parte da experiência. É um barato quando você vai vendo aquele mapa que você está desenhando preenchendo a folha…

    strider16 :
    e sempre a adrenalina “revive-revive-revive-revive-revive-revive- antes que ele ataque!!!”

    É verdade! 🙂

    GLStoque :

    @Orakio Rob, “O Gagá”
    E onde eu preencho o formulário para vaga?

    Se estiver interessado na área, manda um email que eu te dou uma ideia de como funciona.

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  • 25/03/2010 em 1:35 pm
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    Eu tive esse jogo, mas não me adaptei na época a esse estilo de labirinto. Como tb não era apreciador de rpg’s, troquei ele rapidinho XD

    Hoje em dia, com o respeito que eu tenho pela Camelot e seus RPGs maravilhosos, e vendo o cosmão jogar Shinning Force, eu tenho muita vontade de jogar a série shinning, pelo menos alguns dos jogos da série!!

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  • 25/03/2010 em 9:06 pm
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    Olha, não foi por falta de tentar, tentei umas 5x jogar esse jogo na época do Mega Drive, mas não descia nem com água quente e reza braba. Talvez hoje, com outra mentalidade, eu consiga encará-lo, pois parece ser um jogo MUITO bom, no nível dos Shining Forces realmente.
    Agora, desenhar mapas? OK, me dá o endereço de onde vc compra os comprimidos pra ter paciência….

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  • 28/03/2010 em 5:42 pm
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    Eu tbm adoro esse jogo! Eu comprei o cartucho da TecToy e mandei brasa… na época eu sequer tinha internet banda larga. Não usei nenhum mapa de gamefaqs ou qq outro site, fui desenhando todos (pelo menos alguns, das cavernas e outros mais acima). Encontrei/comprei um monte de itens que até hoje nem sei pra qq servem… Evolui todos os personagens para o nível 99, graças a um inimigo chamado Crystal Ooze (que encontrei por acaso tbm). Enfim… foi mto divertido!

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  • 25/04/2010 em 10:21 pm
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    Finalmente consegui ler! hehehe

    Como comentei lá na Lista, eu adoro esse jogo. Foi um excelente começo à série Shining. É cativante, tem bons personagens e a dificuldade é bem na medida (ou seja, não te deixa fulo da vida por não passar de certo lugar e nem é fácil demais). Os labirintos são bem feitos, principalmente pelas salas amplas que, por exemplo, Phantasy Star I não tinha (e nem podia ter). Preciso arrumar tempo para jogar de novo. hehe

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  • 10/01/2011 em 10:58 pm
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    Sei que esse post é antigo mas tenho que te agradecer porque depois de ler teu texto me deu vontade de dar uma 2ª chance pra esse jogo, porque da 1ª vez que eu joguei não curti muito.
    Realmente o jogo é muito bom, o carisma dos personagens, história, tudo acabou me fascinando. Eu gosto muito da serie Shining, e jogando este fechei a conta, 😀
    Abraço.

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  • 11/01/2011 em 6:38 am
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    @Alessandro
    Eu também meio que dei uma segunda chance a ele. Da primeira vez que joguei, há muuuuuitos anos, eu não entendi a proposta, esperava um RPG tradicional, com vários lugares para visitar. Só anos depois eu entendi que o lance dele era ser um “dungeon crawler”, e aí, sob o contexto certo, eu passei a adorar o jogo.

    Valeu pelo comentário, volte sempre!

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  • Pingback:Fim de semana retrô: mechas ou guerreiros?

  • 07/02/2014 em 3:10 pm
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    um verdadeiro clássico,,,,,para falar a verdade nunca fui longe nesse jogo,,,mas lendo esse post vejo que a extratégia gaga seria de bom auxílio,,,interessante mesmo essa dos mapas,,acho que nunca desenhei um mapa assim,,,,apenas anotava passwords de determinados jogos!!!!!!clássico!! dukaralho mesmo!

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  • 30/04/2018 em 7:51 pm
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    Meu pai me deu esse jogo, quando a tectoy o trouxe para o Brasil, passei anos jogando, mas era muito novo, e sem malícia, não consegui nem encontrar o Milo e Pyra na epoca, ai ele foi pra gaveta e lá ficou até semana passada. Tirei a poeira do meu Mega, e coloquei e falei, agora vou zera-lo. Já tem 3 dias de jogo, to no LVL2 do labirinto, e to indo na raça, sem faq nem nada. Ah! E sem desenhar mapa, to indo de cabeça e com as magias de mapas que tem no jogo. Do modo como ele foi previsto para ser jogado 😀 Fantástico 😀

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