Tales of Phantasia: diário de bordo, 02/09/2008

(continuação da minha saga para zerar Tales of Phantasia. Clique em “Tales of Phantasia” no menu do blog para ler os episódios anteriores)

E lá vamos nós: cheguei à vila de Beladum. Legal a musiquinha que toca por lá. A vila parece uma versão do passado de Totus, terra natal do Cless. Todo mundo estranha quando Cless e Mint chegam à cidade, e querem saber de onde vieram esses estrangeiros. Claro que ninguém nunca ouviu falar em Totus, e o simpático velhinho Lenios leva a dupla para sua casa, onde poderão esclarecer a história com calma.

Cless acha que já ouviu o nome Lenios antes, e o velhinho acha muito estranho eles não saberem o que é mágica. Ele solta uma baita fireball! Pelo visto, Mana é a magia de cura, e Mágica são esses feitiços de combate. Lenios diz que Dhaos já está livre há dez anos, e que vem conquistando cada vez mais regiões. Aí Cless e Mint sacam que voltaram cem anos no tempo, e que Lenios é o futuro fundador de Totus.

Lenios explica que só dá para derrotar Dhaos com mágica, mas que só descendentes de elfos podem usar mágica. Ele diz a Cless para rumar para o norte. Na cidade de Euclid ele vai encontrar um sujeito chamado Klarth F. Lester (no Tales todo mundo parece ter nome e sobrenome).

Vocês não adoram a sinceridade das crianças?

Vocês não adoram a sinceridade das crianças?

Euclid é uma cidade humilde com uma música excelente. Rapaz, a trilha desse jogo é boa demais! É do Motoi Sakuraba, um velho favorito da casa (meu amigo Alucard escreveu um excelente artigo sobre ele). Em Euclid encontro uma menina apaixonada pelo cara da loja de armas, um monte de equipamentos legais para o Cless e a Mint e um grupo de músicos populares terríveis!

Encontrei o Klarth. Ele quer cobrar centenas de milhares de moedas de ouro para ensinar magica. Sr. Klarth, o senhor é um fanfarrão! Sorte que a Miranda, gente boa que parece tomar conta da casa, chega logo desmoralizando o cara. Ele senta para conversar, ouve a história de Cless e Mint e se dispõe a ajudar. Ele não é elfo nem meio-elfo, logo, também não pode usar magia. Porém, ele diz que há anos vem estudando uma maneira de humanos normais usarem magia com a técnica da invocação. Parece que ele se refere àquele papo sobre elementais, Ifrit e demais figurinhas carimbadas. Segundo ele, no “longo vale” ele vai encontrar o que precisa para fazer isso.

Amanhã, Cless & friends rumam para o longo vale…

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