Olá amigos leitores do Gagá Games! Aqui é o retrogamer André Breder para trazer até vocês mais uma edição do Recordar é envelhecer! Hoje vou relembrar aquele que é um dos meus RPGs preferidos de todos os tempos: The Legend of Dragoon, um game que com certeza merecia uma continuação. Tenham todos uma boa leitura e até a próxima!

Introdução

The Legend of Dragoon surgiu no ano de 2000, e surpreendeu muitos dos amantes de RPG pelo mundo afora, que não esperavam que a Sony teria a capacidade de fazer um jogo do gênero tão bom quanto os da série Final Fantasy da Square. Mas também não foi pra menos, a Sony contratou uma equipe gigante para desenvolver The Legend of Dragoon (mais de 100 pessoas), e foram três anos dedicados a criação deste grande jogo! Foi o primeiro RPG produzido nos Estados Unidos a fazer um sucesso significativo no Japão, um país onde jogos do gênero são simplesmente adorados pelos gamemaníacos.

O título traz uma aventura em um mundo mágico, onde predomina o estilo medieval, algo já usado em tantos outros jogos de RPG, mas mesmo assim ele consegue soar original, graças ao seu universo cheio de raças e seres jamais vistos antes. Mas o grande charme do jogo são os combos que podem ser feitos durantes as batalhas, chamados de Additions, algo que até hoje soa bastante original frente as formas de atacar encontrados nos demais jogos do gênero.

Sobre o game

A história do game é a seguinte: há 10.000 anos atrás , os Winglies, por terem poderes mágicos, estavam sempre acima dos outros seres viventes e dominavam o mundo. Mas os humanos, cansados da opressão dos Winglies, decidiram lutar por sua liberdade, ao adquirirem os poderes dos dragões. Sete humanos escolhidos por sua força e coragem se tornam os cavaleiros dragões, os Dragoons.

Liderados por Zieg, os Dragoons e os humanos travaram uma grande guerra com os Winglies. Seis dos Dragoons são mortos na guerra, mas um deles, o líder Zieg, conseguiu levar junto com sua morte, o terrível Melbu Frahma, o imperador dos Winglies. Após a morte de seu imperador, os Winglies fugiram e desapareceram da face da terra. Os humanos conquistaram então sua liberdade finalmente. Mas 10.000 anos após a grande guerra entre Winglies e Humanos, o mundo parece precisar novamente do poder dos lendários Dragoons.

O jogador entra então na pele de Dart, um guerreiro que cresceu na vila de Seles, e está retornando ao seu lar após um duro período de treinamento ao redor do mundo. Para azar de Dart, ele descobre que sua vila foi atacada por soldados e que sua amiga de infância, chamada Shana, foi raptada! Dart parte então numa missão para resgatar a moça, sem saber que este é apenas o começo de uma jornada que mudará não só sua vida, como o mundo em que vive!

No game os personagens poderão se transformar em Dragoons e soltar poderosos golpes e magias depois de encontrarem os Dragoon Spirits. E a cada transformação e ataque em forma de Dragoon, serão consumidos 100 SP(Spirit Points). Esses pontos são obtidos toda vez que você ataca (vale lembrar que quanto maior o level de sua Addition, mais você ganha SP). Para aumentar o level do Dragoon Spirit (D´LV), você deverá ir juntando SP. Cada SP obtido será convertido em pontos de experiência especiais, que se acumulam diretamente no D´LV.

Quando você ganhar uma certa quantidade de SP, o level de seu Dragoon Spirit finalmente aumentará, podendo ir de 1 até 5. Aumentando o D´LV, seu personagem ganhará novas magias e terá mais força, e a capacidade do MP e do SP também irá aumentar. Caso sua barra de SP zere, você voltará ao normal. E se todos os personagens estiverem com suas quantidade de SP no máximo ao mesmo tempo, um botão chamado Special aparecerá. Aperte-o para que todos se transformem juntos em Dragoons. É bom lembrar que, ao virar Dragoon, qualquer status ruim desaparecerá.

No jogo, a habilidade Addition é o meio mais poderoso para atacar. Ela nada mais é do que a técnica de combos ( seqüências de golpes ). Cada personagem conta com suas técnicas Addition específicas. Para usá-las, você deve estar fora da batalha, entrar no menu e escolher a opção Addition.

Lá você encontrará uma lista das diferentes Additions para cada um dos personagens e suas respectivas especificações ( LV= level da Addition, ADD= número de hits, SP= número de Spirit Points obtidos após o ataque, DAM%= dano extra, NEXT LV= pontos de experiência que faltam para aumentar o level). Então é só selecionar a técnica que você quer usar. O level da Addition que você selecionou aumenta a cada 20 combos completos dados nas batalhas. Aumentando o level da Addition ( que vai de 1 até 5), o DAM% será maior, e você ganhará mais SP após os ataques. Chegando a certos níveis dos personagens, você ganhará novas Additions. A Addition Especial de cada personagem só poderá ser ativada se você deixar todas as Additions anteriores no level 5.

Quando você atacar com um personagem que esteja transformado em cavaleiro Dragoon, um radar aparecerá à direita. Aperte o botão ” X ” para iniciar a sequência, e o ponteiro vai girar. Cada vez que ele estiver para cima , aperte o botão ” X “. A palavra ” Perfect ” aparecerá quando você conseguir dar o combo completo.

Já o personagem que usar a função especial, transformando todos os personagens em Dragoons ao mesmo tempo, poderá dar o seu ataque de forma perfeita, sem precisar se preocupar em acertar a sequência do ponteiro.

Os gráficos de The Legend of Dragoon estão bem feitos, com uma boa dosagem de cores. Os cenários são bem diversos e foram muito bem elaborados e construídos. Os desenhos dos personagens e monstros estão na medida certa para um jogo do gênero. As cenas em CG do jogo são espetáculares, e trazem diálogos com vozes, algo que nem mesmo os jogos da série Final Fantasy lançados na época possuíam.

A sonoridade do game também é de alto nível: como já citado, The Legend of Dragoon traz cenas em que os personagens mostram que possuem vozes, e que não são mudos como os de outros RPGs de sua época. E não são somente nas cenas em CG que há vozes, também durante as batalhas o jogador verá seu personagem gritar ao dar seus combos e golpes! Isso foi com certeza uma das grandes inovações trazidas por The Legend of Dragoon em um jogo do gênero! Os demais efeitos também estão todos muito bem feitos, realmente não há do que reclamar.

A Trilha Sonora é bem extensa e traz temas diversos e marcantes. Não chegam a ser verdadeiras obras primas como as composições da série Final Fantasy, mas mesmo assim não deixam de ter suas inegáveis qualidades. Algumas músicas são grudentas, e ficam na mente do jogador. Temas empolgantes farão a adrenalina do jogador ir a mil quando o mesmo estiver travando uma épica batalha, e já momentos tristes terão músicas que poderão até mesmo rancar lágrimas do jogador mais emotivo.

A jogabilidade segue um esquema semelhante aos dos jogos da série Final Fantasy, onde as batalhas são por turnos. Todos os comandos podem ser acessados e ativados de maneira simples e rápida nos menus de batalha, e as opções fora do campo de batalha também não são complicadas de se mexer e configurar. O grande diferencial na jogabilidade de The Legend of Dragoon são os combos (additions) que podem ser feitos durante as batalhas. Foi um sistema inovador de combate para um jogo do gênero RPG, onde a maioria pecava por batalhas onde o máximo que o jogador fazia era escolher os comandos e só ficar assistindo. Em The Legend of Dragoon cada batalha é excitante, e o jogador deve ficar atento para conseguir completar os combos de seu personagem,tendo assim muito mais interatividade e participação real no jogo.

Como todo jogo do gênero RPG, a dificuldade de The Legend of Dragoon vai depender muito das condições que o jogador deixar seus personagens nos momentos cruciais do jogo. Evoluir os atributos dos personagens passando de níveis, comprar ou adquirir os melhores equipamentos e armas, e melhorar o nível das Additions, são fatores essenciais para não passar aperto durante os momentos mais complicados da aventura.

Mesmos os jogadores tomando todas as precauções possíveis, alguns chefes serão osso duro de roer e darão um bom trabalho, como é o caso da personagem “Lenus”, que é realmente uma adversária bem poderosa. Mas há ainda outros inimigos piores, como é o caso do monstruoso “Divine Dragon” e do misterioso espadachim “Lloyd”, sem falar do último chefe, o terrível “Melbu Frahma”, que possui 4 formas, sendo uma mais difícil do que a outra!

Conclusão

The Legend of Dragoon é um belo RPG, que leva o jogador para um universo mágico e cheio de perigos e aventuras. Trouxe um sistema de jogo criativo e proporciona mutas horas de diversão. É uma pena que até hoje a Sony não tenha feito uma continuação para este jogo, pois ele sem dúvida, poderia se tornar uma franquia e tanto. Particularmente é um dos meus jogos preferidos do gênero RPG, e foi um dos motivos para eu comprar um console PlayStation.

Recordar é envelhecer: The Legend of Dragoon (PlayStation)
Tagged on:                             

48 thoughts on “Recordar é envelhecer: The Legend of Dragoon (PlayStation)

  • 17/03/2012 at 8:48 am
    Permalink

    já joguei esse game na época quando o meu PS1 ainda funcionava. mas não fui muito longe, até porque o jogo era de um colega mala, MUITO MALA do meu irmão, aí não deu para jogar muito. mas pelo o pouco que joguei, o game merecia a minha atenção.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 17/03/2012 at 9:33 am
    Permalink

    Breder, eu ADORO esse jogo. Lembro que na época as revistas gringas comentavam que o jogo tinha uma mega produção, mas que decepcionava porque meio que queria ser Final Fantasy VII. Sem muitas expectativas, comprei (piratex, óbvio).

    Para minha surpresa, não só gostei da história (mesmo não sendo tremendamente original) como amei o lance dos combos nos combates. Acho frustrante que outros RPGs não tenham seguido essa onda, talvez seja o melhor sistema de combate que eu já vi em um RPG em termos de diversão. Você (ou alguém aqui nos comentários) conhece outro RPG que tenha um esquema parecido? Se conhecer, me avisa que eu quero jogar!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 17/03/2012 at 9:56 am
    Permalink

    @Orakio Rob, “O Gagá” Gaga, jogos que tem um esquema parecido são os da saga Shadow Hearts do PS2 (são 3 jogos, o segundo é ótimo!)

    Sou fã do Legend of Dragoon; e por coincidência estou jogando ele de novo via emulador, já estou no terceiro CD! (advirto que poucos emuladores rodam bem esse jogo – o ePSXe parece ser o melhor – o pSX e o PCSX travam em determinadas partes do jogo – em todo caso é bom ter o ePSXe e o PCSX)

    Mesmo eu tendo um PS2 ligado numa LED 42 pol, eu estou jogando Legend of Dragoon e Langrisser IV do psx via emulador no PC… coisa de retrogamer.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 17/03/2012 at 11:51 am
    Permalink

    @aki é rock

    Com certeza!

    @leandro(leon belmont)alves

    Se tiver uma oportunidade volte a jogar The Legend of Dragoon um dia.

    @Orakio Rob, “O Gagá”

    O esquema de combos foi algo muito bem bolado mesmo. Pena foi não terem lançado um The Legend Dragoon 2 trazendo novamente esta sistema de combate.

    @LordGiodai

    Tenho os dois primeiros jogos da série Shadow Hearts, e realmente o esquema dos combates é similar. Mas comecei a jogar o primeiro Shadow Hearts e acabei parando por achar o universo do game muito “viajante” para minha cabeça. Achei tudo muito estranho. Mas quem sabe um dia eu volte a dar uma chance para esta franquia, ainda mais sabendo que o segundo game é bem melhor que o primeiro.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 17/03/2012 at 1:57 pm
    Permalink

    @Orakio Rob, “O Gagá”
    A série Shadow Hearts obedece a uma cronologia, sendo que o primeiro é bem atrelado ao segundo; já o terceiro foge um pouco dessa continuidade.
    O primeiro jogo é mais simples e pode deixar a desejar em relação aos vários jogos por aí, mas, jogando com empenho você irá perceber que é bom. Já o segundo jogo vem pra compensar tudo: todo reformulado em todos os aspectos (2 DVDs). Jogão, um dos melhores que joguei. O terceiro… fica a seu critério jogá-lo depois; embora este herde a mecãnica do segundo, ficou um pouco a desejar.

    @André Breder
    É, do início para o meio o jogo pode parecer viajante mesmo, mas ele vai ficando mais interessante com o decorrer da estória. Alerto que o primeiro jogo tem dois finais diferentes: o padrão (trágico) e o alternativo (bom), logo, é bom verificar um bom walkthrough antes, porém, esses finais diferentes não afetam o segundo jogo, já que o segundo vai supor que você seguiu o final padrão.
    Jogo viajante mesmo eu achei… aqueles da séria Xenosaga! Embora eu goste muito daquela série, a estória é tão complexa que dá dor de cabeça. 🙂

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 17/03/2012 at 2:08 pm
    Permalink

    @Orakio Rob, “O Gagá”
    Ah, compre o PS2 que tem muito jogo bom! Vejam os que acho obrigatórios:
    – Phantasy Star Generations (na ansiosa espera pela tradução!)
    – Final Fantasy XII
    – Rogue Galaxy
    – Suikoden 3, 4 e 5
    – Star Ocean 3
    – Shadow Hearts 1 e 2
    – Yakuza 1 e 2
    – Lord of the Rings: Third Age
    – Onimusha 1, 2, 3 e 4
    – Shin Megami Tensei – Digital Devil Saga 1 e 2 (sequência direta)
    – Tales of Abyss
    – Wild Arms 5

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 7:45 am
    Permalink

    o seu texto ficou muito bom .É bem detalhado e assim é possível ter uma ideia de como é esse jogo.Então sim, eu gostei.Pode ser que eu esteja escrevendo alguma besteira aqui(não sei se os leitores irão concordar) e Olha por favor André não encare isso como uma crítica porem…o diferencial que o GagaGames oferece é a sensação de nostalgia que bate quando se lê os textos…não é simplesmente informações sobre o jogo e sim reflexões sobre a nossa própria forma de interpreta-los e isso eu particularmente adoro.Não estou dizendo que seus textos são ruins por favor,é um conteúdo bem trabalho e bem feito,bom só queria deixar alguma ideia aew
    até

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 8:54 am
    Permalink

    Acho que um dos momentos mais “mágicos” na história dos vídeo games foi essa época de lançamentos de RPGs pra psx. Tinha muitos títulos incríveis, tanto em gráficos quanto em jogabilidade e trilha sonora. Até hoje não joguei todos os que eu desejava e olha que a lista dos “já jogados” é imensa 🙂
    Legend of Dragoon é um dos que ainda não tive a sorte de jogar…

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 9:25 am
    Permalink

    @LordGiodai
    Valeu pelos esclarecimentos, Giodai!

    @darkbbbbbbb
    A questão da nostalgia varia um pouco dependendo do jogo. Em alguns jogos a nossa nostalgia é bem relevante e a gente destaca isso, e em outros nos ligamos mais na parte técnica.

    Além disso, tem a questão do estilo. Na verdade, um dos motivos para eu ter chamado o Breder para escrever aqui no Gagá Games foi justamente o fato dele ter um estilo de escrita bem diferente do meu. Além de agradar a um público mais amplo, essa variedade de estilos permite que eu e outros integrantes do blog também façamos posts sobre os mesmos jogos, só que com abordagens totalmente diferentes, sem parecer repeteco. No fim das contas, todo mundo sai ganhando.

    ** Trecho do livro “Fique Trilhardário com seu Blog”, a ser lançado pela Gagá Press Inc Holdings Rollercoaster Ltda em um futuro próximo ** ^_^

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 12:34 pm
    Permalink

    Grande game! Eu não esperava nada por ele, e foi uma surpresa descobrir que ele era tão legal. No meio de tantos RPGs de nível que foram lançados no PS1, a Sony conseguiu fazer bonito em The Legend of Dragoon. Só é uma pena mesmo não ter havido uma continuação.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 4:45 pm
    Permalink

    @Rorisan

    Não só a música mas como o final do jogo é muito massa! Bem completo!

    @darkbbbbbbb

    Como explicou o Orakio, eu tenho um estilo mais crítico e analítico nos meus textos. Não gosto de textos onde o jogador fica “viajando” sobre o game ou sendo nostálgico demais.

    Gosto de focar no jogo e em sua parte técnica; e não em mim ou na minha experiência “sentimental” com ele, pois eu não acho isso relevante. Já vi textos por aí onde o jogador praticamente descreve o que faz durante as fases do game, onde perde vidas, ou como xinga aquele chefão difícil, e acho isso sinceramente um porre. Não gosto de spoilers no meu texto. Quero que o cara que perde tempo lendo o que eu rabisco, que ele tenha apenas uma noção de como é o game que eu estou abordando, para ver se o jogo é interessante ou não para ele jogar depois, mas sem ficar contando como é cada fase ou chefão do título, o que acaba estragando a surpresa de quem vá jogar tal game posteriormente.

    Apesar de servir para que velhos gamers possam relembrar como eram alguns jogos (eu mesmo tenho minha memória bem ruim, e só escrevo sobre games que estou jogando atualmente, pois não consigo lembrar de cabeça todos os detalhes de games que joguei no passado), meus textos são mais voltados para aqueles que não jogaram tal jogo, pois apesar dos games serem antigos, isso não quer dizer que todos o tenham jogado. E a parte de comentários é na minha visão mais destinada para aqueles que tenham algo a acrescentar ao texto, pois já conhecem e tem experiência com o game abordado. Neste espaço sim acho bacana quando alguém ou acrescenta algum detalhe que não abordei, corrigi algum erro que cometi, ou conta algo relacionado a sua experiência com o jogo.

    E quanto a nostalgia, dificilmente vou me sentir nostálgico em relação aos games clássicos, pois eles estão sempre presente na minha vida gamer. Não há como eu sentir saudade ou falta deles, pois mesmo atualmente estando jogando mais games atuais, sempre jogo uma ou outra coisa mais antiga. “Nostalgia é um sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver certos momentos da vida”, o que no meu caso não cabe em relação aos games clássicos, por isso, nunca espere por textos nostálgicos da minha parte aqui neste blog.

    @Unknownuser2

    Se ainda não começou a jogar The Legend of Dragoon, faça isso assim que puder. Tenho quase certeza que não se arrependerá.

    @Cássio “pé na cova” Raposa

    Eu praticamente só comprei um PlayStation por conta dos seus RPGs, e assim como você ainda deixei alguns títulos passarem em branco. Realmente tem muita coisa, e muita coisa interessante dentro do gênero RPG no 32 Bits da Sony.

    @Paulo Mateus

    Até hoje não entendo porque a Sony não lançou uma continuação. Um The Legend of Dragoon 2 ficaria muito legal no PS2 ou mesmo agora no PS3.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 6:59 pm
    Permalink

    Esse é talvez o RPG que mais me frustrou na infância, porque eu NUNCA conseguia os combos mais difíceis do Lavitz/Albert…

    Só consegui jogar na base da trapaça, há um tempo, com um emulador e contando com save states quando eu errava os combos.

    CONFESSO EU PEQUEI!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 18/03/2012 at 8:54 pm
    Permalink

    @Marcelo Aglio

    Os combos finais dos personagens são osso de conseguir completá-los mesmo.

    E como disse o LordGiodai existe dois itens que fazem com que as Additions sejam executadas de forma automática. O melhor item para isto é o “Ultimate Wargod”, que ao contrário do item “Wargod Calling” (que também faz com que os combos sejam feitos automaticamente e sem erros), você pode evoluir os combos e causar dano máximo nos inimigos. O “Ultimate Wargod” é encontrado na “Commercial Town of Lohan”, na loja de armas, e pode ser comprado pela “bagatela” de 10.000 “verdinhas”.

    @Agent13

    Esse tema é emocionante!!! Muito massa mesmo!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/03/2012 at 3:27 am
    Permalink

    Gostei muito de jogo no ínicio mas quando cheguei a conseguir os combos mais evoluídos fiquei frustado por não acertar e parei de jogar. É um jogo excelente, pena que não me adaptei ao gameplay.
    Bah o LordGiodai citou vários RPG’s ali em cima e esqueceu do Dragon Quest VIII..

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/03/2012 at 8:42 am
    Permalink

    “When the clash of swords echo…”

    Esse jogo foi simplesmente épico para mim. Uma das maiores maravilhas que joguei no PS1. Uma das histórias mais intrincadas e um dos sistemas de batalha mais inovadores para um RPG. Até hoje tenho a revelação sobre o Black Monster (não darei spoiler) como o momento mais “HOLY SH*T!!!” da minha vida gamer.

    Algum dia ainda vou terminar esse jogo novamente. Lembro-me que eu usava um CD piratex que não permitia trocar a mídia com o PS1 ligado. Por isso, lembro que existia uma missão em que era preciso retornar a um cenário de um CD anterior (era algo sobre ajudar os espíritos dos Dragoons, não lembro ao certo) e eu não tinha como fazer pois o jogo não permitia que eu trocasse a mídia.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/03/2012 at 9:40 am
    Permalink

    Isso sim é um jogaço que dispensa comentários.
    Espero conseguir um dia um sem o preço escabroso do ML, sem ofensas mas não tenho ainda condições de ter essa jóia.

    Essa desvantagens de CD’s made in fundo de quintal existia demais, ou seja, bugs ou truques para continuar a jogatina.

    Tive uma experiência com FFVII em que o disco 3 quando chegou na luta contra o Sephiroth travou, imagine a minha triste surpresa, que no momento fiquei tão injuriado que quebrei os discos e joguei no lixo. Então esperei a americana (estava jogando a japonesa) e rejoguei tudo novamente com botões trocados (que droga), e foi um jogo que me decepcionou um pouco pois apesar de todo o brilhantismo e excelentes CG’s (não as melhores pois a intro de Soul Edge é a melhor do PSX na minha opinião, Namco chutando “derriês” como sempre), ele faltou com aquela sensação de tipo jogo memorável, marcante. O FFVI para mim foi mais marcante, porque seus personagens mesmo os NPC’s eram sublimes, suas histórias, tudo nele era e continua sendo para mim excelente.
    Ainda sonho com um remake a altura deste memorável game.

    Voltando ao Legend Of Dragoon, eu gostei muito, jogo único em que discordando da opinião do André e de muitos talvez, penso que a Sony acertou em não ter continuado esse jogo, fazendo um história única e épica. Ninguém esperava isso, mas acredito que depois que foi literalmente chutada pela Nintendo, eles devem ter pensado “vamos f@!$%* com eles geral e tomar a liderança”, e com isso lançaram e lançam até hoje séries fantásticas fora jogos memoráveis que de outras third-parties nasceram. Mas isso já é outra história.

    Abraços e desculpem o cansativo texto rsrsrsrsrs

    Ulisses Old Gamer 78

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/03/2012 at 9:11 pm
    Permalink

    Jogão!, (spoiler deletado) é a Sony criando vergonha nacara e fazendo o Legend 2, daria certo poderia ser antes do 1, (spoiler deletado), seria perfeito, mas nao!, empresa de merda, é um RPG que muito original, quem fala que esse jogo é cópia de ff num sabe o que diz, parabéns pelo post, boas lembranças ;D. E a Rose é minha, apenas minha, caralho ¬¬’.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 20/03/2012 at 2:39 pm
    Permalink

    Só conhecia The Legend of Dragoon de nome e sabia que ele era um RPG. Como nunca tive um PS1 (fui do Saturn pro PS2), a grande maioria dos jogos do primeiro console da Sony passaram desapercebidos por mim. É o que acontece com The Legend of Dragoon. É a primeira análise dele que eu leio. Não lembro das revistas de games da época terem dado muita atenção a este jogo, mas posso tá enganado. Provavelmene nunca irei jogar The Legend of Dragoon, pois a minha lista de jogos a jogar é extensa e o tempo é espartano.

    Falow!! 🙂

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 24/03/2012 at 8:01 am
    Permalink

    pmaster :
    Jogão!, (spoiler deletado) é a Sony criando vergonha nacara e fazendo o Legend 2, daria certo poderia ser antes do 1, (spoiler deletado), seria perfeito, mas nao!, empresa de merda, é um RPG que muito original, quem fala que esse jogo é cópia de ff num sabe o que diz, parabéns pelo post, boas lembranças ;D. .

    não precisa dar spoiler cara, vamos respeitar os que não jogaram o game ainda, avise antes pelo menos.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 26/03/2012 at 8:34 pm
    Permalink

    @André Breder
    Cara Relaxa aew em momento algum eu quis dizer para você como se deve escrever.Realmente essa não foi a minha intenção,acho que me expressei errado então eu peço desculpas.E nossa quanto ao que você escreveu.Poxa para que tudo isso?chegou até a julgar o meu comentário como irrelevante
    caramba…um ponto positivo do blog é que os autores dos textos respondem aos comentários dos leitores(o que mostra o devido valor que o vocês nos dão,o que deixa o site ainda mais interessante,na minha opnião)
    mas depois disso fico até meio receoso em comentar de novo
    novamente eu peço desculpas
    até

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 27/03/2012 at 12:47 am
    Permalink

    @darkbbbbbbb

    Cara, não fiquei puto ou nada disso. Só quis também te passar uma noção de como é que eu gosto de escrever por aqui, algo que já venho fazendo desde 2008 neste blog. Como expliquei seus “toques” não servem para mim, pois não gosto de escrever da maneira que você sugeriu, só isso.

    E deixa dessa “frescura” de ficar pedindo desculpa toda hora, pois você não fez nada de errado por aqui, só deu sua opinião. E quanto a comentar ou não os meus posts, fica a seu critério.

    O Gagá Games é apenas um hobby, uma diversão para mim. Se quiser participar da “brincadeira” comentando por aqui, será bem vindo, mas caso não queira, sem problemas também.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 17/07/2012 at 11:30 am
    Permalink

    Só pra quem jogou e zerou esse jogo, sabe a falta que faz um RPG bom desses! É um dos melhores RPG’s que eu joguei! Sim, é uma grande pena que a Sony nao queira uma continuação desse rpg… que, se tivesse, aposto que seria muito boa também!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 19/09/2012 at 11:28 am
    Permalink

    O meu RPG predileto tbm.

    Sistema de batalha único. Não me incomodo se o jogo não tivesse uma continuação, terminou perfeito, mas se explorassem os pontos positivos do jogo pra criar uma nova franquia já estava valendo.

    Convenhamos que na atual geração os JRPGs não são nem sombra do que foram no PSX. Hoje nos jogos é só ir pra frente, vc tem um mapinha no canto da tela, lutar, e evoluir…não se tem mais puzzles, os itens brilham na tela, as histórias são tolas e os personagens são uma mistura de homem e mulher que na verdade vc nem sabe o gênero do personagem que vc está controlando.

    Por isso que em pleno 2012 um jogo de 12 anos atrás consegue ser ímpar.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 24/10/2012 at 3:04 pm
    Permalink

    Foi um dos RPGs mais fodas q eu já joguei até hoje.
    Tudo nele recebeu um cuidado ímpar: músicas, direção de arte, sistema de batalha cheio de combos super bacanas, história excelente…
    Gosto especialmente daqueles momentos em q Dart reage diante de algum grande perigo e toca Dart’s Theme, é bem massa.
    Algumas cenas são de grande emoção tbm, mas não dá pra citar aqui pq seria spoiler. O final do primeiro CD é um desses momentos.

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

  • 20/04/2014 at 9:05 am
    Permalink

    Hideto,
    me lembro dessa missao, eu tb usava CD piratex e consegui realizar esta missao, se vc for jogar novamente, nao deixe de fazer, vc ira pro antigo QG dos dragoons e enfrentara todos eles, mt massa, da pra evoluir bastante, visto que nesse ponto do jogo almentar de level e bem demorado, tenho salvo um detonado bem detalhado do jogo se precisar de qlq coisa, manda um email ismael_diniz@hotmail.com Abraços!!!

      [Citar este comentário]  [Responder a este comentário]

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *