Tales of Phantasia: diário de bordo, 16/10/2008

(continuação da minha saga para zerar Tales of Phantasia. Clique em “Tales of Phantasia” no menu do blog para ler os episódios anteriores)

Cidadezinha adorável. O nome é que não é muito agradável.

O grupo chega a Fenrir, onde neva e toca uma música muito legal. Na hospedaria, um espadachim vende a técnica Lion Flare ao Cless por 33.000 “ouros”. Na loja, um sujeito vende uma espada laser que é um chuchu para o Cless: o ataque do cara fica três vezes maior!

Caramba, Cless, desencana dessa fixação por coelhos!

A tal igreja de Fenrir está com as portas fechadas. Quando o grupo tenta entrar, ouve uma voz do além dizendo que se nós ousarmos entrar, morreremos. Aí a porta abre. Legal da sua parte, Fenrir… mete o maior medão na gente e abre a porta. Dentro da igreja, enquanto o Cless fica maravilhado com os vitrais, aparece um baita lobisomem dizendo que é o guardião da espada Vorpal, que vai nos matar etc… ele some e o grupo encontra a passagem secreta que leva à caverna…

A caverna do Fenrir é infernal. Labiríntica, cheia daqueles papos de “acenda as velas, abaixe a alavanca, ande no gelo, levante a alavanca, acenda as velas”. Foi MUITO chato. O tal do Fenrir, então é rock n’ roll total: é Cless “tapeando” o cara enquanto o Klarth manda bala com o Maxwell.

Sacrifício bom ia ser você, meu chapa. Era churrasco para semanas!

Ao fim da batalha, Fenrir diz que sou o escolhido (escolhido por quem?), entrega a Vorpal Sword e diz que devo olhar para dentro de mim, pois sou mais poderoso do que eu imagino. Embora não haja enfermeiros capacitados a conduzir a endoscopia sugerida, Cless olha o suficiente para dentro de si para aprender a técnica Soul Edge. Amanhã vou até Thor, e espero que aquele baita computador não decida encrencar comigo.

Se tem uma coisa que me incomoda nesse jogo é que os caras nunca chamam um táxi: o grupo tem que sair do labirinto a pé!

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