Der Langrisser (banner )

Olá crianças!

Não fazem idéia de quantos esboços fiz para este post! Planejava coisas grandiosas como uns cinco artigos falando de aspectos diferentes do jogo, sua relação com a série toda, suas várias versões, e sua semelhança com outros games. Tardou muito para que eu descobrisse a maior das obviedades: se procedesse dessa maneira, eu arruinaria boa parte da experiência daqueles que nunca jogaram estes jogos. Por outro lado, eu, que joguei, adoraria ler uma série de posts detalhados com tudo o que uma pessoa percebeu e refletiu com Der Langrisser de Super Famicom.

DerLangrisser_01_01Essa mudança não foi feita por mera falta de tempo (embora eu tenha mesmo, infelizmente, pouco tempo para me dedicar ao Gagá Games — menos do que gostaria). Fiz pensando naqueles que se dispõem a ler um review de um jogo. Assim como as caixas dos games, suas imagens e texto na parte de trás nos seduziam paulatinamente a ansiar por chegar logo com o cartucho em casa, acredito que uma resenha deva servir para isso mesmo. Seja ela crítica ou puramente descritiva, ela não pode sair estragando as surpresas do jogo único que acontece entre um jogador e seu game.

Portanto, embora possa parecer estranho (e um pouco efeminado para alguns), o que quero com este duplo post sem estagar nenhuma surpresa é… seduzir vocês. 😛 E definitivamente não é pelas muitas imagens de mulheres que aparecem em ambos os posts, podem ter certeza disso também; quero que se interessem pelo jogo sabendo o mínimo possível dele. Parece tolice? Talvez seja. Mas tudo bem; vou correr o risco de chatear fãs da série em prol daqueles que nunca jogaram este game, mas que têm (ou passarão a ter depois de ler) vontade de procurá-lo e testá-lo quando for possível.

Bom, seja como for, existe uma coisa que também decidi fazer que pode deixá-los todos sem vontade de continuar lendo (ou de me pegar na rua e me bater). Não vou falar da “história” do jogo. “Como assim?! Pega um RPG-estratégia e não vai falar da história?!”; digamos que meu posicionamento com relação ao enredo em um game mudou de uns tempos para cá e pretendo falar a respeito disso em um momento posterior. Escolhi fazer desta maneira porque eu com certeza estragaria MUITO da diversão de vocês se entregasse o mínimo do plot existente. Fui cuidadoso até mesmo com as imagens; não verão nenhuma que passe além da terceira batalha por conta disso.

Por que fiz isso? Bom, eu sempre enxerguei Langrisser como uma série na qual a história não importa muito; é um bom jogo de estratégia (militar, se for o caso) e o conhecimento da atmosfera ao redor não altera drasticamente a diversão. Eu mesmo consegui jogar versões em japonês (e coreano hehe) de alguns jogos da série; bastava decorar os menus, a posição de cada magia e pronto. Contudo, entretanto, todavia, este Der Langrisser (e todos os que vieram a seguir) tem uma outra coisa que vale a referência por figurar uma exceção; é a história do personagem principal e não a “situação histórica em que El Sallia se encontra”. Não vou falar muito da história que se desenrola junto com vocês enquanto jogam para não minar essa experiência que acho essencial nele; principalmente no que se refere a personagens que entram em seu grupo. Embora esteja certo que detalhar isso faria muitos de vocês correrem para jogar o dito cujo, optei pelo risco da indiferença de alguns com relação ao que relato em prol da diversão dos outros que se empolgarem somente com o que hei de descrever.

Mas chega de enrolar!

JOGABILIDADE: UM JOGO QUE COMEÇA CEDO

Muitos jogos de videogame só começam bem depois que clicamos em “start game” ou algo parecido. Mas Der Langrisser começa bem cedo. Você é intimado a responder a uma série de questões, muitas delas um tanto pessoais. Dependendo das respostas que der, a classe inicial do personagem principal muda, você pode ganhar bônus para si mesmo no ataque ou na defesa, pode obter unidades de soldados diferentes (e bônus para elas), além de poder conseguir alguns itens. Esse aspecto inicial de construção de personagens é algo que sempre admirei em certos jogos. Embora um esquema de perguntas e respostas diretas seja bem interessante, outros modelos são bem legais também. Como as cartas em Ogre Battle (também de SNES) e, o mais interessante, as escolhas “A” e “B” de Ultima IV (que tem uma versão para Master System). Tanto que não canso de admitir que, embora tenha jogado minimamente estes dois games hoje clássicos, essa parte inicial é divertidíssima.

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À esquerda, uma pergunta essencial: Por qual propósito você luta? Para obter glória e honra, para proteger sua terra natal, ou proteger aqueles que ama? À direita, uma das várias possibilidades de personagem obtido após as perguntas.

É melhor começar de algo que sempre me incomodou na série. Um dos pontos fracos que vejo na série Langrisser é o fato de não haver exploração. Embora hajam algumas “ceninhas” em que os personagens conversam entre si antes, durante ou depois de confrontos, de modo geral, é só batalha atrás de batalha. Mas, devo dizer, que batalhas! O mecanismo delas é bem simples e, mesmo as opções não sendo visuais como acontece com a série Shining, é até possível jogar em japonês se decorar as posições dos menus. O único problema que restaria seriam as magias (nada que um guia que indicasse a ordem de aprendizado delas não resolvesse). Ah, e antes que me esqueça, outro aspecto chatinho é que não é possível retomar a mesma batalha várias vezes sem o uso de um código. Então, é preciso decidir com antecedência e saber muito bem quem matar e com quem para subirem níveis equilibradamente.

Comparando de novo com Shining Force, outro RPG de estratégia inevitável para qualquer fã e desafeto do gênero, a diferença essencial é que seus personagens principais são como generais que têm à disposição diversos tipos de soldados para formar um pequeno exército para combater os inimigos. E, claro, o tipo de soldado que você pode contratar (sim, tem um salário envolvido, ou acha que eles lutariam contra demônios e poderosos governantes de graça? hehe) varia conforme sua classe. A única exceção que pode haver ocorre conforme suas respostas no iníco do jogo e que definem a classe, bônus de ataque e defesa do personagem principal e tropas iniciais; você pode ser um bishop (Bispo) com knights (cavaleiros) para utilizar, por exemplo.

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À esquerda, um cavaleiro contratando soldados no primeiro cenário do jogo; ele prefere outros cavaleiros a espadachins. À direita, um embate fácil para cavaleiros que, apesar disso, não serão capazes de derrotar toda a tropa inimiga.

Outra sutil diferença entre ambos é que, apesar de haver o mui conhecido MP (Magic Points) não existe HP (Health Points). Cada general tem um total de 10 pontos, e magias de dano fixo atuam diretamente neste valor (recuperando ou tirando 1, 2 etc.), ou arredondando conforme resultado dos algoritmos do jogo. Cada parte de seu exército é composta de 10 soldados; ou seja, se uma unidade de mercenários tem um “HP” de 7, você tem sete soldados naquela fila. Essa saúde do general e seus pelotões influi no dano máximo que você pode infligir sobre seus adversários. Por exemplo, se você tem oito soldados de infantaria, não tirará jamais nove pontos de um adversário, mesmo que este seja estupidamente mais fraco que eles. Do mesmo modo, um general com 5 de “HP” só derrotará cinco soldados enfileirados de uma unidade adversária. Contudo, qualquer general pode deixar de agir num turno para se recuperar um pouco ( 3 “HP”); e, fazendo isso ou não, as unidades que estão imediatamente ao lado dele recuperam-se um pouco quando reinicia o turno. E, claro, ao atacar alguém, você é imediatamente contra-atacado e, dependendo do caso, pode lever dano. É comum você colocar dois generais para brigar, ambos com 10 de “HP” e os dois morrerem.

Como devem imaginar, existem penalidades e vantagens conforme o terreno em que se encontram. Isso influi não só no ataque e defesa dos personagens como também nos movimentos. Neste sentido, é algo bem realista. Por exemplo, se a cavalaria de um personagem (ou o próprio general se ele estiver a cavalo) tem um movimento de raio sete (sete quadrados para os quatro pontos cardeais conforme a posição inicial da unidade), isso pode ser ampliado em alguma destas direções houver somente uma grande planície, pode ser um pouco reduzido por florestas e muito mais por colinas, e pode reduzir drasticamente o movimento (para um raio de dois inclusive) se estiver dentro de algum lugar fechado (casa, castelo ou uma escadaria) ou sobre a água.

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À esquerda, vemos a dificuldade do cavaleiro andar em lugares fechados ao contrário do campo aberto. À direita, vemos um bônus de ataque de 20% para o personagem principal por ele estar num quadrante “floresta”.

Outro aspecto, além desse, que deve ser levado em conta a cada combate é qual tipo de mercenário você deve contratar. Por exemplo, “todo mundo sabe” (sim, estou sendo irônico hehe) que usar lanças contra soldados com espadas e escudos é tolice; e é mesmo. 😛 Contudo, são excelentes contra cavalaria. As únicas unidades que são um pouco “pau para toda obra” na hora de tirar dano, mas sofrem consideravelmente contra arqueiros, são as unidades aladas de modo geral. Ao contrário do que aprendemos com Dragon Quest e afins, a melhor arma contra slimes não é uma espada vorpal, armas laser e canhões; é um simples porrete. hehe

Diferente (de novo) de Shining Force, as armas não têm uma distância diferenciada para uso. Comparando com o clássico da Camelot, devem se lembrar que a lança podia ser usada a dois quadrados de distância do inimigo e que o arco e flecha não podia ser usado contra alguém imediatamente adjacente (exceto se estivesse numa diagonal). Aqui não tem dessa. Um arqueiro pode atacar “colado” em um adversário; embora vá provavelmente ser derrotado já que os inimigos poderão atacar de volta. As magias, por sua vez, podem ser usadas à distância e, dependendo do caso, sobre o terreno e não sobre um personagem qualquer (talvez quebrar uma ponte com um meteoro seja uma boa estratégia). Porém, não é possível andar e usar uma magia; é preciso usar a magia do local em que se está.

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À esquerda, Hein selecionou uma magia para utilizar e agora deve escolher o alvo. À direita, ele usando uma magia que tira sempre 1 “HP” de dano, para infelicidade do soldado que o receberá.

Acreditem, mesmo sabendo disso tudo, cada cenário (pois é assim que se chamam) será um desafio tremendo. Alguns são mais fáceis, mas outros precisam de uma estratégia melhor e bem arquitetada. Afinal, se o personagem principal morrer, já era. E como os objetivos de cada combate variam muito (pode ser derrotar tal pessoa em vinte turnos até fugir pelo norte do cenário), é preciso ter sempre isso em mente.

JOGABILIDADE: UM JOGO QUE TERMINA TARDE E SE PROLONGA

Se pegarem a tradução, verão que optaram pelo nome “Erwin”. Mas acho o nome muito estranho assim e, como joguei primeiro a versão para Mega Drive (Langrisser II), me acostumei com um nome mais “normal”. Espero que não se incomodem. Os japoneses não se incomodariam; na verdade, eles gostam tanto de ambas as formas que falam as duas juntas todas as vezes. 😛

O personagem principal é Elwin. Der Langrisser foi um marco na série porque inaugurou uma série de coisas que se tornaram marca registrada dessa jogatina (para infelicidade nossa, pobres incultos em língua japonesa). A principal, e que foi “a” razão que me fez jogar o mesmo jogo umas cinco vezes seguidas e, depois disso, começar a jogar versões em japonês pelas cenas em anime é a escolha que você exerce durante o jogo pelo caminho que quer seguir.

Explico (mesmo correndo um pouco o risco de contar algum spoiler). Você começa o jogo ajudando a amiga de um companheiro seu de viagem que estava sendo sequestrada por soldados do Império. Você se compromete a levá-la em segurança a um castelo enquanto pondera pelas razões de quererem uma simples e jovem integrante do clero. A certa altura, porém, você se depara com uma pergunta em tela. Você não tem como se recusar a escolher; tem que escolher de que lado vai ficar. Eu até cogitei colocar umas imagens desta e de outras escolhas possíveis para diferentes caminhos de enredo, mas isso seria uma contradição ao que sempre desejei ao escrever posts sobre esse jogo; logo ao começarem sacariam bem qual é a mudança da figura e isso seria muito chato.

Creio não ser nem um pouco impreciso afirmar que isso me lembra muito o sistema de gerações de Phantasy Star III, do qual já tive a oportunidade de falar aqui para vocês. Aliás, a Wikipedia comete um erro (dã, como se fosse novidade hehe) nesta página aqui ao dizer que Der Langrisser, lançado em 1995, foi o primeiro jogo de console a permitir múltiplas histórias e finais por escolha do jogador. O que é um erro já que Phantasy Star III, para ficarmos só neste exemplo, foi lançado antes (em 1990). Mas a idéia é mais ou menos a mesma; a diferença é que em Der Langrisser há quatro caminhos principais e, dentro de alguns deles, sutis alterações (como personagens diferentes que entram no grupo e coisas do tipo).

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Acima, três descendentes da Luz. Mais do que isso seria revelar algum spoiler. 😛  Mas me digam, que roupas desconfortáveis para lutar, não?

E, dependendo das escolhas que você faz, Elwin vai mudando sua personalidade. Ou melhor, não são as escolhas que alteram sua personalidade; é o seu jeito de ser que vai se mostrando de acordo com as escolhas que você faz. Ele pode se revelar como alguém manso e com sede de justiça; mas pode terminar se mostrando como alguém que ambiciona o poder mais do que tudo e a todo custo. Depende de você (sim, VOCÊ) escolher qual caminho ele vai trilhar, quais pessoas vai encontrar e, tristemente, quais terá que matar para prosseguir.

Eu disse que o post ia ficar grande, não disse? Tentei fazer um post único, mas ele ficou imenso. Não quero cansá-los muito e, por isso, dividi-o em duas partes. A próxima tratará, primordialmente, das outras versões que foram lançadas do mesmo jogo e algumas outras coisas que acabei esquecendo de colocar aqui. 😛

Até mais!

Der Langrisser (SNES) – Parte 1 de 2
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23 ideias sobre “Der Langrisser (SNES) – Parte 1 de 2

  • 25/08/2010 em 10:55 am
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    Adorei o post. Já zerei Warsong e pretendo zerar o segundo assim que o meu Dingoo chegar (já foi comprado faz duas semana e nem sinal, maldita dealxtreme ¬¬). Acho que foi no hardcoregaming101 onde eu li que Langrisser é a série de estratégia mais equilibrada: tem a profundidade que Shining Force não tem, mas não é extremamente matemática e mecânica como Fire Emblem. É a mais épica também. Controlar centenas de soldados numa batalha não tem preço ^^ É uma pena que uma série tão boa é tão desconhecida no ocidente. Espero ansiosamente o próximo post pra ver qual a versão mais recomendada do segundo jogo. Em

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  • 25/08/2010 em 11:08 am
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    Esse é um dos vários jogos de RPG/Estratégia/Tactics RPG que estão na minha lista para jogar assim que o meu Dingoo chegar (para que eu possa jogá-los literalmente em qualquer lugar). Sempre ouço falar muito bem dele, além de eu ser totalmente vidrado em jogos desse tipo…

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  • 25/08/2010 em 1:40 pm
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    Taí uma série que eu ainda não experimentei, apesar de adorar rpgs táticos.

    Acompanhei de perto o Diário do Gagá da versão do Mega Drive e curti bastante, talvez um dia eu crie vergonha na cara e pegue pra jogar à sério.

    Até lá, Shining Force ainda reina como soberano nesse estilo, pelo menos pra mim.

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  • 25/08/2010 em 3:34 pm
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    Parabéns pelo post, realmente essa série é fantástica, eu já perdi a conta de quantas vezes zerei Warsong 2 (Der Langrisser 2) para o Megadrive que para mim é a melhor versão do jogo, mesmo que não apareça as 10 unidades em combate e sim apenas 6, as representações e o conceito visual é mais anime e bem mais vistoso que os outros.

    Esse é jogaço, está no topo juntamente com o primeiro Front Mission!

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  • 25/08/2010 em 6:50 pm
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    Boa, vou ler depois mas pelas imagens me lembraram muito dois jogos, Advance Wars e o meu jogo favorito dos últimos tempos(e bota tempo nisso) que é o Yggdra Union. Valeu a lida e porque não posteriormente ser jogado.

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  • 25/08/2010 em 6:57 pm
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    @Cosmão
    A comparação com Shining Force é válida, ao menos com base na minha experiência com o primeiro Langrisser/Warsong. Mas eu diria que são dois jogos bem diferentes: Shining Force tem mais trama e variedade, mas as batalhas do Langrisser são mais engenhosas e envolventes. Na dúvida, vale conferir os dois.

    Warsong é um espetáculo, virou um dos meus jogos favoritos. Qualquer dia pego o Der Langrisser também.

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  • 25/08/2010 em 10:02 pm
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    Bom post esse viu Senil ja tinha ouvido falar desse der langrisser mas nunca consigo joga lo por que perto de casa naum tinha tantas locadoras com jogos nesse estilo mas agora com o meu psp vou poder joga lo concerteza .

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  • 26/08/2010 em 7:05 am
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    joguei o Der Langrisser de Snes e Langrisser II de mega e não sei pq mas o Der Langrisser me pareceu muito mal feito em certos aspectos em comparação com o Langrisser II, é mais confuso, visual perdeu a magia e os outros caminhos não são tão legais. enfim, é um bom jogo mas o Langrisser II desossa esse aí x)

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  • 26/08/2010 em 7:09 am
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    ah sim, já ia esquecendo de algo importante.
    Der Langrisser = easy mode
    Langrisser II = Hardcore from hell 666

    a A.I. do der langrisser é muito fraquinha e dá várias chances pro jogador, diferente no mega onde ela te dá um banho x)

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  • 26/08/2010 em 11:07 am
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    @Heider
    Concordo com o site que viu (que é muito bom aliás hehe). Langrisser é bem um meio termo neste sentido. E vale acrescentar que o designer-chefe da Camelot não se baseou nem em Langrisser e nem em Fire Emblem ao criar Shining Force; e um desenvolvimento único. Mas devo falar disso num outro momento. hehe

    @Adney Luis
    Pois jogue mesmo cara. Eu nem sou muito fã de jogos de estratégia desse tipo, mas tenho duas honradas exceções e algumas jogatinas ocasionais em outros. A série Shining inteira e Langrisser são minha paixão neste estilo. Ocasionalmente me pego com vontade de jogar outros, mas são jogos isolados (que não compõem uma série) como Jeanne D’Arc do PSP.

    @Henri Zombie
    Pera aí. Você VENCEU Langrisser II?! Do mega Drive?! Meu Deus… Um MILAGRE! huahauhauhauha Nunca consegui essa proeza; mas admito que gosto muito dele. Vou até falar um pouco no próximo post sobre isso. Também prefiro o estilão mais anime; pena que resolveram deixar “mais sério”.

    @Cosmão
    Grande Cosmão. Shining Force foi minha entrada nesse estilo (o segundo, para ser mais específico). Embora Langrisser tenha muitas coisas diferentes, vale arriscar. Eu particularmente acho esse Der Langrisser (ou Langrisser II do Mega Drive) mais interesante que o primeiro; sei lá porque também. hehe Então, pode ser uma boa começar por este.

    @Orakio Rob, “O Gagá”
    Pois pegue mesmo! huahuahuaha Esse esquema de caminhos diferentes para is se tomando é algo muito interessante e que mantém você querendo ver todos os caminhos possíveis. hehe

    @kleber
    Vai fundo cara. Vale a pena sim. Acho que ele não fica ruim no PSP. Alguns jogos ficam meio estranhos porque os personagens são muito pequenos (como o Rudora no Hihou), mas acho que este deve ficar numa boa. Se quiser, tem o jeanne D’Arc para PSP também que é um jogo de estratégia muito interessante da Level 5; é mais próximo de Shining Force (você não contrata mercenários), mas igualmente divertido.

    @Jair
    Cara, eu pensava exatamente assim. hehehehe Eu demorei bem uns dois anos para me empolgar com o Der Langrisser. A versão original de Mega Drive já era muito boa e o primeiro cenário da de SNES já me desanimava. Mas mudei de idéia depois de dar uma chance para ele. Os prórpios caminhos são bem inter3essantes; não vou citá-los para não levar a algum spoiler, mas são intrigantes… Tem uns personagens lá que é praticamente uma honra lutar ao lado deles. Fora que o “caminho padrão” é meio sem graça e pouco angustiante (o que é um ponto fraco para mim).

    E, com certeza Jair. hehe A dificuldade é absurda na versão de Mega Drive. Esta de SNES é fichinha perto dela.

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  • 26/08/2010 em 11:14 am
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    parece ser interessante esse jogo… e pow, o MELHOR dos rpgs taticos é não ter exploração (pra mim), a gente vai direto a parte que interessa e tem os lances de classes, skills e etc que tornam a jogabilidade bem mais complexa… Turn based strategy FTW!

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  • 28/08/2010 em 7:03 pm
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    Parece ser ótimo esse jogo… Só não começo a jogar pois o tempo urge. Tô com 4 RPGs empacados, mas que pretendo terminar (Chrono Trigger, Tales of Phantasia, Shin Megami Tensei e Phantasy Star II), seja por que encontrei dificuldades numa área especifica ou por falta de tempo mesmo, mas definitivamente não quero acrescentar um à lista. De qualquer forma eu baixei e já tá aqui no PC, qualquer brecha de tempo eu começo a terminar os outros e assim que conseguir passo pra esse.
    As imagens são realmente babantes, e o post está, como de costume, muito bem escrito.

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  • 28/08/2010 em 8:11 pm
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    @victor2347
    Ah… Bons tempos em que eu jogava quatro RPGs ao mesmo tempo!… hehe Eu fiquei seis meses sem jogar absolutamente nada por conta do mestrado… Que dureza! huahuahuaha

    Mas devo dizer, os quatro são muito bons e excelentes escolhas. Nem tenho como destacar um deles dos que falou, pois tenho grande estima por todos (alguns já terminei umas três vezes, pelo menos). Mas é melhor esperar um pouco. Der Langrisser (e todo jogo da série) consome um tempo absurdo; ainda mais este com diversos caminhos a seguir.

    Eu vou falar no post seguinte, mas tome cuidado com a versão traduzida que encontrar. Tem duas por aí; uma delas é parcial e feito “nas coxas”; a outra é excepcional e não aparece em nenhuma lista de roms.

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