Holy shit, eu adoro Road Rash!

Que beleza, um dossiê com 26 PÁGINAS! Não tive a oportunidade de ler ainda, mas como é obra do nosso amigo Alexei Barros, do Hadouken, é certo que o trabalho ficou excelente. Segundo ele me contou, há informações sobre os bastidores e muitas imagens ilustrando a matéria, que tem uma diagramação belíssima.

*ah, Road Rash… muitas partidas no Mega Drive… muitas, mas muitas partidas MESMO no Saturn…*

Estou bastante curioso com as matérias sobre Turbo Esprit e Xexex, também escritas pelo Alexei. Nunca tinha nem ouvido falar sobre esses jogos, e uma breve busca no Google já me deixou bastante interessado, especialmente com relação ao Turbo Esprit. O Alexei me disse o seguinte: “o jogo permite pilotar livremente em uma cidade para deter os carros dos traficantes de drogas. É quase um avô do Driver e do GTA”. 

Avô de GTA no ZX Spectrum? Eu tenho que conhecer esse Turbo Esprit!

Uma matéria que promete boas risadas é a que o Douglas Pereira escreveu sobre o Activator, tataravô do Kinect que levou a jogatina com sensor de movimentos para o Mega Drive há muuuuuitos anos. Lembram desse negócio? Eu falei um pouco sobre ele no meu post sobre Eternal Champions.

Agora, vamos às minhas matérias, que são as que eu conheço melhor ^_^

Quem aí já jogou o clássico Under a Killing Moon?

Esse jogaço, representante do malfadado gênero FMV, surpreende até hoje unindo as cenas filmadas à exploração de ambientes tridimensionais, renderizados em tempo real. Mas o que vocês talvez não saibam é que UAKM é apenas um dos cinco jogos da franquia Tex Murphy! Todos são incríveis, e fiz uma matéria caprichada para vocês, falando sobre todos eles.

Esqueçam aquele negócio de joguinho filmado que você mal joga, só fica apertando o botão na hora certa: os jogos do Tex eram o máximo, completíssimos, com jogabilidade em primeira pessoa com controles mais avançados que os de seu contemporâneo Doom II!

Ambientes renderizados em tempo real com visão em primeira pessoa em um jogo FMV? Coisa fina!

Citando minha própria matéria:

“Em outro momento da investigação, Tex precisa se abaixar, rastejar por baixo da mesa e olhar para cima para encontrar um pequeno cartão de acesso colado na parte de baixo do tampo! (…)”

Eu ADORO os jogos do Tex Murphy. Já falei sobre o primeirão, Mean Streets, aqui no Gagá Games (em post e em vídeo). Ele é mais parecido com um adventure clássico, assim como a sequência Martian Memorandum. Mas a maioria de vocês deve conhecer mesmo os títulos em FMV, Under A Killing Moon, o excelentíssimo Pandora Directive (que em uma cena pra lá de especial mistura os cenários tridimensionais a atores filmados) e Overseer. Todos são coroados pela excelente atuação de Chris Jones, que é o próprio criador da franquia, no papel de Tex.

Como eu sou pé quente pra diabo, Chris e seu parceiro Aaron anunciaram o projeto do novo jogo do Tex no Kickstarter quando eu estava no meio da matéria! Assistam ao vídeo de divulgação:

E não deixem de colaborar para tornar esse jogo uma realidade!

Outra cria minha nesta edição é a matéria sobre tesouros perdidos do NES, aqueles joguinhos absolutamente sensacionais sobre os quais quase ninguém fala. Jogos lançados apenas no Japão, no fim da vida do console ou mesmo bizarros demais para obter reconhecimento do grande público. Tem o jogo de nave+RPG Guardian Legend, a cruza de Kenseiden com Castlevania Getsu Fuuma Den e outros petardos que você TEM que conhecer.

Para escolher os jogos da matéria, eu recorri à turma do NES Archive, o maior site de NES do Brasil e que conta com um fórum sensacional. A turma me deu excelentes sugestões, e agradeço a eles pela inestimável ajuda. Vários dos jogos incluídos foram sugestões deles. Obrigado, pessoal! Adorei a experiência de fazer uma matéria com a ajuda da comunidade retrogamer, e espero repetir a dose em futuras matérias.

Tô valendo um dindim que vocês nunca tinham ouvido falar neste RPG fabuloso da Enix. É tipo um Shining Force, só que no NES!

Enfim, é mais uma beleza de edição para os retrogamers do Brasil. A revista já está à venda pelo site da Editora Europa por 15 pratas e eu vi à venda ontem em uma banca (mas não vi o preço de banca), mas como vocês bem sabem, rola um frete nada barato… vale o investimento, mas reclamar é sempre bom, né?

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Old!Gamer #9 traz Dossiê Road Rash!
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38 thoughts on “Old!Gamer #9 traz Dossiê Road Rash!

  • 30/05/2012 at 7:44 am
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    Ahhh Gagá!
    Dessa vez fui mais rápido! Recebi um spamzinho básico falando da revista e vim aqui pra ver se era verdade, pois, há tempos queria uma edição falando do Road Rash.

    Dai, fiquei com medo de ser um vírus pq nao achei nada aqui ainda.
    Depois fui verificar que era verdade!
    Parece realmente inperdível! Já to esperando a minha chegar!
    Abraços!

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  • 30/05/2012 at 8:38 am
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    já estou salivando desde já. jogo praticamente todo domingo de folga o Road Rash do Saturno cedinho de manhã. me faz sentir um motoqueiro mesmo…pena que tenho uma Scooter lenta pra caramba. -__-

    estou ansioso para ler essas pérolas do NES. descobrir aqueles games que não são famosos, porém quase bons quanto. e esse Turbo Spirits parece prometer.

    Hee-Hoo 🙂

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  • 30/05/2012 at 9:08 am
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    Cara essa revista OldGamer tem os dons de me trazer as melhores lembranças da época que eu comprava Revista do VideoGame e Ação Games nas bancas, tudo bem que eu achei um exagero o tanto de paginas que deram para o game Turrican na edição anterior, talvez poderiam não detalhar tanto as varias versões e colocar um pouquinho mais de jogos, afinal assim que a gente acaba de ler a revista fica com aquele gostinho incrivel de quero mais, ou seja, eles atingiram o objetivo deles com a OldGamer.
    Vou agora na banca perto de casa pra ver se já chegou aqui, preciso ler sobre Road Rash o mais rápido possivel 🙂

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  • 30/05/2012 at 9:09 am
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    Fala Gagá. Turbo Espirit, ascendente de GTA no ZX Spectrum? Este nem o Tandrilion deve conhecer!! 🙂 Imagina eu!!!

    Eu tive Under A Killing Moon original comprado no lançamento. Foi-se junto com minha coleção. Mas tenho todos os jogos do Tex aqui nos meus arquivos!! 🙂 Até hoje os gráficos do jogo me impressiona e não há muita coisa parecida com ele não. Um jogo para ser degustado. Pena que estou duro como um croquete, senão ajudava aí Projeto Fedroa.

    Quanto aos jogos de NES, a Cruzada NES retorna quando? hehehe

    E por último o Road Rash. Este eu não preciso comentar. Falow! 🙂

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  • 30/05/2012 at 9:27 am
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    AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH…..

    Show de bola, esse número vai estar excelente!

    Consegui a número 8 faz umas duas semanas aqui na cidade… só não encontrei a 7 de jeito nenhum…

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  • 30/05/2012 at 11:28 am
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    Ora, então foi esse o resultado da cruzada NES que o nosso querido Orakio iniciou por aqui? Então aquele papo de que estava sem tempo de escrever sobre a cruzada, de que não tinha tempo de avaliar os “milhares” de jogos lançados para o amado NES era tudo papo furado: na verdade foi totalmente armado para que a gente tivesse só o gostinho, se quiséssemos mais, teremos que comprar a revista…

    Podem falar, o Orakio é ou não é um mestre no marketing pessoal? =D

    Brincadeiras à parte, mais uma edicão que promete. Sobre o Xexex, é um jogo de nave único, bem a frente do seu tempo, e que, em vários aspectos, pode ser considerado o antecessor de Axelay, do SNES (ainda que possua vários elementos tirados de R-Type, por exemplo). Isso sem falar da trilha sonora, que acho maravilhosa. E Road Rash é uma das franquias mais divertidas dos games.

    Enfim, já vou providenciar a minha!

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  • 30/05/2012 at 2:19 pm
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    Meu combo acabou de chegar,e vou falar uma coisa sobre o livro,foi o dinheiro mais bem gasto que eu já gastei com publicações sobre video games,muito bom mesmo,me supreendi com ele,mais de 200 páginas com matérias sobre os 100 melhores games,muitas nostalgicas outras não,gostei muito mesmo.

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  • 30/05/2012 at 5:21 pm
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    Cara juro que meu coração disparou quando eu li o topico.
    Finalmente a Old vai falar do meu tão amado Road Rash
    E deve chegar exatamente quando estou terminando Road Rash 2 no meu mega drive xD
    Agora so comprar xD

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  • 30/05/2012 at 7:20 pm
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    Muito boa a Old, pena que aqui em Brasília não achei prá comprar as duas últimas edições, e o frete da Editora Europa não é muito convidativo. Mas fiquei interessadíssimo com a matéria do NES, ainda compro Getsu Fuuma Den prá jogar no meu Famicom. Via ebay mesmo… E Xexex… podia ser lançado prá Live/PSN, seria uma compra certa…
    Aí Orákio, quando voltaremos a ter as Retro-rápidas de sexta-feira à noite com mais regularidade? Elas são a alegria de sexta-feira dos velhos asilados…

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  • 30/05/2012 at 7:54 pm
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    bons tempos de road rash do mega…o melhor de todos na minha opinião!!!
    Under a Killing Moon…sinceramente não conhecia e vendo as imagens me fez lembrar do clássico phantasmagoria pc e Sega saturn japonês da época,,,esses jogos interativos realistas me agradam muito,,,ainda mais as músicas e aúdio surround sound da vida,,,fica legal mesmo!!!!Getsu Fuuma Den????cara, não conhecia esse jogo…vou jogar ele agora mesmo!!!!vendo esse post…seria legal para a geração pitchula 3d que tanto fala mal dos jogos antigos ver,,,ta ai de onde tudo foi derivado para os sistemas atuais…sem isso ai,,,não sei como seria hoje!!!!belo post!!!!dukaralho mesmo!!!valeu

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  • 31/05/2012 at 2:11 am
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    Road Rash é duca mesmo.

    Os melhores são o RR 3 do Mega e o RR do 3DO, que acho melhor do que a versão do PS1.

    Do GBA já não gostei. Modificaram demais o jogo…

    Sobre a OLD!, continuarei a prestigiar a revista como sempre fiz… Mas certas coisas estão me chateando, tais como o sumiço dos dossiês sobre os consoles. Certas matérias de jogos não tão importantes assim também tem espaço um tanto exagerado…

    E isso, somado ao fato da revista ter emagrecido no número de páginas, faz com que praticamente metade dela fique tratando apenas de 1 ou 2 assuntos.

    Por sinal, as edições 5 e 8 achei um tanto meia-bocas. Espero que essa edição 9 esteja melhor…

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  • 31/05/2012 at 2:16 am
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    Ah, sim.

    Achei exagerado demais o espaço para um jogo nem tããão importante assim como o Turrican. Praticamente metade da edição 8 era sobre ele… Se fosse de um jogo como o Contra ou Castlevania, até entenderia.

    Mas Turrican? O jogo nem é tudo isso que falam… Pelo menos na minha opinião.

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  • 31/05/2012 at 9:03 am
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    @leandro(leon belmont)alves
    Veeeeelho, eu adoro esse Road Rash de Saturn. O treco é perfeito, bom demais! Se o Alexei tiver malhado o jogo eu vou dar fim à nossa amizade instantaneamente! ^_^

    @piga
    Bem que eu queria retomar a Cruzada NES, o problema é a falta de tempo 🙁

    @Rodrigo Budrush
    Seria excelente. Não sei se eles têm planos para esse tipo de coisa, mas quem é que não tem ultimamente? Acredito que um dia a Old chegue ao iPad. Enquanto isso, lá vou eu torrar o saco do editor!

    @Adney Luis
    Se você achou a Cruzada NES oportunista, tem que ver o que estou aprontando para faturar uns milhões com aquela Cruzada Master System ^_^

    @Doidao66
    É isso aí, rapaz, se cuida que você sabe que sou um cara forte e violento!

    @haruo
    Embora ache que vale o investimento, tenho que concordar com você: a Old tá cara mesmo.

    @Eduardo
    Não tenho postado retro-rápidas porque o meu trabalho anda meio insano… você pode inclusive notar que, antes de postar sobre a Old e o Zelda A Link to the Past eu não postava nada há semanas. Quando as coisas acalmarem por aqui eu volto com o retro-rápidas, adoro fazer aquele treco.

    @helisonbsb
    O Under a Killing Moon é quinhentas vezes mais interativo que o Phatasmagoria, eu recomendo com todas as minhas forças. O Pandora Directive, então, é um delírio, com três caminhos possíveis que alteram partes importantes do jogo.

    Sobre o Getsu, eu mencionei o jogo numa edição da Cruzada NES aqui no Gagá Games. Dá uma busca aqui no blog depois que você vai ver como o jogo é delirante.

    @Man On The Edge
    É quase tudo questão de gosto. Eu, por exemplo, adoro matérias monstruosas sobre jogos bacanas que não conheço. Não tenho nenhum interesse em matérias pequenas. Mas isso sou eu, que sou um cara meio esquisitão 😛

    Quanto à quantidade de páginas, eu assino embaixo. E eu adoraria fazer outra matéria sobre algum console como fiz sobre o Saturn. Dá um trabalho violento, mas qualquer dia eu me empolgo!

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  • 31/05/2012 at 10:16 am
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    @Cledson

    Matéria enorme, mas Road Rash ainda merece destaque. Pelo menos foi MUITO mais significativo para o mundo dos games do que foi o Turrican…

    Para quem acha Turrican a nata do leite dos “run and guns”, joguem Contra: Shattered Soldier do PS2… Garanto que esquecerão rapidinho esse jogo. Só para se ter noção, foi desenvolvido pela mesma equipe do Contra III do SNES que, por sua vez, já é BEM melhor do que o Turrican…

    Só pela trilha sonora do Shattered Soldier já vai compensar. É pra metaleiro nenhum botar defeito…

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  • 31/05/2012 at 12:13 pm
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    Orakio Rob, “O Gagá” :
    @Man On The Edge
    @Leandro Vallina
    Tô sentido que a matéria sobre Turrican foi tipo o “Majora’s Mask” da Old!Gamer: tem gente que ama, gente que odeia e sua bizarrice dá a ela um ar de coisa cult e incompreendida ^_^

    Pois é, ela está causando polêmica mesmo.

    Eu, assim como o Orakio, gosto dessas matérias gigantes sobre jogos não tão famosos. Mostra que há muitas, mas muitas “pérolas perdidas” nesse mundo maravilhoso dos videogames. Eu particularmente gosto muito da série, especialmente do design “futurista-robótico-meio-orgânico” do jogo .

    Claro que comparar com a série “Contra” (especialmente o do SNES) é covardia (se bem que não acho o Shattered Soldier essa coca-cola toda), mas a série é sim digna de ser conhecida e apreciada…

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  • 31/05/2012 at 1:37 pm
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    Uma curiosidade de Road Rash, na versão americana de Shining Force III Scenario 1, ele virou nome de um ataque especial do jogo, e no mesmo game existe um ataque chamado “After Burner”. Na versão japonesa essas referências não existem, os mesmos ataques especiais são chamados de Lord Rush e Heat Burner, respectivamente.

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  • 31/05/2012 at 4:18 pm
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    @Adney Luis
    Inclusive, por coincidência, o Gagá também falou do Crisis Force na matéria dos Tesouros de NES, outro shmup da mesma época da Konami que tem certa semelhança com o Axelay.

    @Man On The Edge
    @Orakio Rob, “O Gagá”

    Realmente não teve dossiês de consoles nas duas últimas edições, mas não que tenhamos desistido. Alguns inclusive já estão nos planos. Se o Gagá se empolgar então… ninguém segura!

    Não esperava que o Turrican causaria tanta polêmica assim. Minha ideia inicial não era fazer uma coisa tão grande. Só que havia uma cacetada de informações curiosas de bastidores – e, se já foi publicado tanta coisa em revistas e sites anteriormente, é porque Turrican desperta interesse nas pessoas e, por isso, tem sim a sua dose de importância. Mas com isso não quero dizer que a série seja melhor que Contra ou então a nata dos run ‘n guns.

    O problema é que, o que para nós pode ser considerada uma série comum, para os europeus é o máximo – acho legal conhecer culturas gamísticas diferentes da nossa. Eu poderia ter deixado mais claro no texto que especialmente os jogadores alemães veneram a série. Para pegar um caso recente:bpouco depois que a matéria saiu na revista, foi anunciada uma coletânea de trilhas da série com financiamento via Kickstarter. A meta de $75 mil – que, de fato, nem é tanta comparado com os jogos do mesmo serviço –, não só foi alcançada, como os fãs ainda dobraram o valor necessário: http://www.kickstarter.com/projects/chris-huelsbeck/turrican-soundtrack-anthology-by-chris-huelsbeck

    Agora… Man On The Edge, qual Turrican você está se referindo? Eu vi gente no Orkut resumindo os seis jogos da série ao primeiro do Mega Drive, que nem é uma conversão tão boa assim do original de Amiga, sendo que este nem se compara com as continuações.

    O Super Turrican 2, mesmo que tenha perdido o espírito de exploração dos dois primeiros de Amiga, ainda hoje impressiona pela primazia técnica e variedade de fases, meio que um mix de Contra III e Super Star Wars. O jogo tem umas sequências sensacionais de ação, como esta: http://www.youtube.com/watch?v=5EvIIdLWLYY#t=12m26s

    E não fica só nisso… tem muitas outras também.

    Mas, apesar do meu extenso comentário a favor do Turrican, concordo com isso que você falou sobre a falta de diversidade de assuntos na mesma edição. Ah, se desse voltar para as 100 páginas…

    @Adney Luis
    Concordo plenamente! E, do que joguei do Shattered Soldiers, não curti tanto assim. Sem falar que é de duas gerações depois… o Turrican não tem um equivalente da mesma época para comparar.

    @leandro(leon belmont)alves
    @Orakio Rob, “O Gagá”
    Bom, como a conversão de Saturn veio do 3DO, todos os holofotes se voltaram para a versão original no texto. Na verdade, só citei por cima o Saturn no finalzinho. Pelo que joguei, não senti nenhuma diferença séria assim digna de nota… ou tem? o.O

    @Marcio Yukio Lima
    Não sabia dessa! o.O

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  • 31/05/2012 at 7:27 pm
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    @Alexei Barros

    Olha, eu já joguei ambos os Turrican do SNES. Achei um bom jogo e só. Não achei que merecia todo o destaque que teve. Estão longe de serem ruins, mas não dá pra comparar com o Contra.

    Sobre o Road Rash:

    As conversões do Road Rash para Saturn e PS1 não tem a opção do “dashboard”, existente no original do 3DO. Por algum motivo, a EA ripou isso dessas versões.

    Para muitos, pode não fazer diferença. Mas para mim, faz…

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  • 01/06/2012 at 12:40 am
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    @Adney Luis

    Ô, lôco… O Shattered Soldier é o último Contra decente que fizeram. Neo Contra é uma droga e os da era 32 bits (The Contra Adventure e Legacy of War) são uns cocôs bem fedorentos. Qual Contra desses mais novos é bom então?

    Nem esse Hard Corps Uprising do PS3/X360 é tudo isso que falam… Modificaram demais o jogo e ficou com visual muito coloridinho e animadinho demais para ser um Contra legítimo, assim como o Contra Rebirth, do Wii, que ficou com visual muito babaquinha e infantil

    A paleta de cores do Rebirth é ridícula, parece que pegaram uma caixa de lápis de cor de 24 unidades e pintaram os cenários…

    O Shattered Soldier é o último Contra “old school” lançado. Visual sombrio como no Contra III do SNES e trilha sonora fodona…

    Pela lógica, então você também não curte os Contras do NES, SNES e Mega.

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  • 01/06/2012 at 2:10 am
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    @Man On The Edge

    Ah, questão de gosto mesmo o destaque dado para o Turrican. Sobre o Road Rash, vacilo meu não ter reparado no detalhe da dashboard. Bem que eu digo no texto que as versões de Play 1, Saturn e PC são “praticamente idênticas”… =p

    Como o enfoque do texto é na versão original de cada jogo, também nem sempre há espaço suficiente para esmiuçar os mínimos detalhes de todas as conversões.

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  • 01/06/2012 at 7:06 am
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    @Marcio Yukio Lima
    Bacana a curiosidade…

    @Man On The Edge
    Eu acho ótimo quando um jogo menos badalado ganha tanto destaque. É comum a gente ler um bocado sobre Sonic, Zelda e afins… aí você abre a revista e tá lá um jogo bacana que nunca recebeu muita atenção, em uma matéria caprichada contando histórias que a gente realmente não conhecia. Eu curto muito isso, acho que dá um tom único para a revista e faz a gente descobrir coisas bacanas lançadas há anos e que a gente nunca deu bola. Dessa vez foi sobre Turrican que você não curte, na próxima, pode ser sobre aquele jogo incrível que você amava quando moleque e nenhum amigo seu conhece, he he…

    E acho que o foco não é bem se Contra é melhor ou não que Turrican. Se a gente for escolher matérias com base nesse critério, vamos ficar repetindo matérias que já foram publicadas em quinhentas revistas diferentes sobre os mesmos jogos: Zelda, Sonic, Final Fantasy… é claro que falar sobre esses medalhões é importante, eu mesmo estou começando a trabalhar em algo do gênero para a revista, mas o lado “cult” da Old é o que realmente me atrai. Questão de gosto, né? Não tem certo e errado nessa história.

    @Alexei Barros
    Nâo esquenta, Alexei, é impossível cobrir todas as informações; isso não tira o mérito da matéria. Sempre me lembro de quando escrevi aquela matéria grandona sobre o Phantasy Star de Master System e um cara disse que estava uma droga pura e simplesmente porque eu não tinha mencionado o cartucho de Mega Drive com o jogo lançado apenas no Japão, he he…

    Semanas depois, fiz um post oferecendo um olhar diferente sobre o jogo aqui no Gagá Games, e disse que seria meio como um complemento à matéria da Old. Nisso, um cara postou por aí que a minha matéria na revista estava incompleta, tanto que eu tinha até postado um adendo ao texto no meu blog ^_^

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  • 01/06/2012 at 9:53 am
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    @Orakio Rob, “O Gagá”

    Sim, concordo plenamente. Repetir matérias sobre jogos já bem conhecidos seria algo ruim também…

    Só o que acho é que poderiam fazer com que a revista voltasse a ter as páginas da época do seu lançamento. Não acho errado dar destaque a algum jogo menos conhecido, só acho meio ruim diminuir a quantidade de páginas e destacar muito alguma coisa, o que faz com que a revista fique com praticamente metade dela falando apenas sobre um assunto.

    Eu prestigio e vou continuar prestigiando a OLD! com certeza! Das 8 edições que li, apenas a 5 e a 8 não me agradaram muito… O restante, tudo bem bacana. Não entendo a revista como sendo “cara”, pois a periodicidade dela não é mensal e a tiragem não é tão alta…

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  • 02/06/2012 at 3:17 am
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    @Man On The Edge
    @Orakio Rob, “O Gagá”

    Bem lembrado o detalhe do Phantasy Star… aquele comentário foi simplesmente nada a ver.

    Concordo plenamente com o que o Gagá disse sobre o lance do Turrican/Contra. Eu me recordo de na edição #5 falarem no Orkut uma coisa mais ou menos na mesma linha da matéria do Gagá sobre o Breath of Fire, que também ficou grande (19 páginas). Lógico que sempre vai ter alguém que vai preferir que o espaço fosse gasto com Final Fantasy ou alguma outra série mais famosa. Mas é tudo questão de gosto mesmo como já foi dito.

    Enfim, só para reiterar que estou de pleno acordo com vocês sobre a melhoria que traria para revista a volta das 100 páginas. Assim daria para equilibrar melhor as coisas, e o efeito Turrican não seria tão grande, com mais 16 páginas falando de outros assuntos, hehe…

    Se dependesse de mim, as 100 páginas seriam a primeira coisa das quatro primeiras edições que deveria voltar, apesar de na enquete do Facebook a galera querer mais o retorno do pôster…

    De qualquer modo, valeu por prestigiar a revista, Man On The Edge!

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  • 02/06/2012 at 11:44 am
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    Gagá, ontem finalmente chegou na minha cidade a old Gamer 7… a 8 saiu antes da 7 aqui, vai entender…
    Cara, queria dar os parabéns pela matéria do Saturno, rolou uma lágrima aqui… me bateu uma baita saudade do meu.

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